O que são trotes inadequados? De uma maneira bastante objetiva, a DAE acredita que inadequadas são quaisquer atividades que não respeitam o direito do calouro dizer “não” e que não ofendam terceiras pessoas.
Por outro lado, existem comportamentos que não podem ser admitidos em nenhum setor da sociedade, como agressões físicas ou não físicas, por exemplo. Na UFMG tais infrações, suas instâncias de apuração (sempre respeitando o contraditório e com direito à ampla defesa) e respectivas punições estão descritos no Regimento Geral, particularmente a Seção VII, que trata do Regime Disciplinar do corpo discente.
As autoridades competentes para receber comunicações sobre eventuais desrespeitos ao regimento são o diretor da Unidade Acadêmica onde ocorreu o fato (para a lista das unidades, clique aqui) e, se a ocorrência não foi no âmbito de alguma Unidade Acadêmica, a Vice-Reitora (vicereitora@ufmg.br). Para consultar o Estatuto ou uma comparação entre o atual regimento e uma proposta de modificação, visite/www.ufmg.br/conheca/ni_index.shtml
Para conforto dos leitores, optamos por publicar aqui, na íntegra, a Seção VII do Regimento Geral:
SEÇÃO VII Do Regime Disciplinar (para o corpo discente)
Art. 192. A ordem disciplinar na Universidade deverá ser mantida com a cooperação ativa dos integrantes do corpo discente, como condição indispensável ao êxito dos trabalhos de toda a comunidade universitária.
Art. 193. Os integrantes do corpo discente estão sujeitos às seguintes penalidades:
I - de advertência, de repreensão ou de suspensão das atividades escolares por até 8 (oito) dias:
a) por desrespeito a qualquer autoridade universitária ou a qualquer membro dos corpos docente ou técnico e administrativo;
b) por desobediência a determinações de qualquer autoridade universitária ou de professor no exercício das funções de magistério;
c) por ofensa a qualquer membro do corpo discente;
d) por improbidade na execução de trabalhos escolares;
e) por perturbação da ordem nos recintos da Universidade, bem como em outros locais onde se realizem atividades acadêmicas programadas;
f) por dano material causado ao patrimônio da Universidade ou a bens de terceiros postos a serviço desta, sem prejuízo da obrigação de substituir o objeto danificado ou de promover por outro meio a sua indenização;
II - de suspensão das atividades escolares por até 30 (trinta) dias, por injúria ou ofensa física a qualquer autoridade universitária ou a qualquer membro dos corpos docente, técnico e administrativo e discente;
III - de suspensão das atividades escolares por 1 (um) período letivo ou de desligamento:
a) por grave desacato a qualquer autoridade universitária ou a qualquer membro dos corpos docente e técnico e administrativo;
b) por grave agressão física a qualquer autoridade universitária ou a qualquer membro dos corpos docente, técnico e administrativo ou discente;
c) por prática de atos incompatíveis com a dignidade universitária.
§ 1º. Ao reincidente em faltas enumeradas em quaisquer dos itens e alíneas deste artigo, poderão ser aplicadas penas de maior gravidade contidas no mesmo ou nos demais itens.
§ 2º. No caso de perda de freqüência no período letivo causada por aplicação de pena de suspensão, não se aplicará o disposto no inciso II do artigo 42 deste Regimento Geral.
§ 3º. A pena de suspensão, qualquer que seja sua duração, impedirá o exercício de representação em qualquer colegiado universitário, durante o seu impedimento.
§ 4º. Após efetivar-se a respectiva inscrição, poderão ser aplicadas, no que couber, aos candidatos inscritos em concurso de seleção para cursos de graduação e de pós-graduação da Universidade as normas disciplinares constantes desta Seção.
Art. 194. São competentes para aplicar as penalidades previstas no artigo anterior:
I - o Professor, no exercício de funções acadêmicas ou administrativas, nas infrações ocorridas em seu âmbito imediato de atuação, quando puníveis com advertência;
II - o Diretor, nas infrações ocorridas no âmbito de sua Unidade ou locais externos à Universidade onde se realizem atividades programadas vinculadas à respectiva Unidade, e o Vice-Reitor, nas infrações ocorridas em quaisquer outros âmbitos, na própria Universidade ou em locais externos onde se realizem atividades programadas por esta, quando puníveis com repreensão ou suspensão por até 8 (oito) dias;
III - a Congregação, nas infrações ocorridas no âmbito de sua Unidade ou locais externos à Universidade onde se realizem atividades programadas vinculadas à respectiva Unidade, e o Conselho Universitário, nos demais âmbitos, na própria Universidade ou em locais externos onde se realizem atividades programadas por esta, quando puníveis com suspensão por até 30 (trinta) dias;
IV - o Conselho Universitário, nas infrações ocorridas no âmbito de toda a Universidade ou em quaisquer locais onde se realizem atividades programadas por esta, quando puníveis com suspensão por 1 (um) período letivo ou com desligamento.
Parágrafo único - A autoridade pessoalmente ofendida fica impedida de participar do procedimento disciplinar, em qualquer de suas fases, como agente apurador de fatos ou aplicador de sanção, sendo substituída pela autoridade ou órgão imediatamente superior.
Art. 195. Caberá ao Reitor toda a competência não definida nesta Seção.
Art. 196. Na aplicação das penas serão observadas as seguintes prescrições:
I - as autoridades ou órgãos competentes e as instâncias recursais deverão considerar a gravidade do ato caracterizado como infração, o nível da autoridade, instituição ou pessoa ofendida e os antecedentes do infrator;
II - poderão as mesmas autoridades ou órgãos, fundamentadamente, à vista de circunstâncias que considerarem atenuantes, aplicar pena menor que as de sua alçada, dentre as previstas no artigo 193;
III - é assegurado amplo direito de defesa, devendo os procedimentos recursais observar as disposições pertinentes deste Regimento Geral;
IV - os recursos interpostos terão efeito suspensivo, enquanto pendentes de decisão no âmbito da Universidade;
V - da apreciação dos recursos poderá resultar a manutenção ou reforma da decisão anterior; neste último caso a pena será reduzida para outra, dentre as previstas no artigo 193, ou será decretada a absolvição do recorrente;
VI - as penalidades previstas nos incisos do artigo 193, salvo a de advertência, serão precedidas de processo disciplinar, realizado por comissão instituída pelo Diretor, nos casos de infração cometida no âmbito de sua Unidade ou em locais externos à Universidade onde se realizem atividades programadas vinculadas à respectiva Unidade, e pelo Reitor, nos demais âmbitos, na Universidade ou em locais externos onde se realizem atividades programadas por esta; a comissão será integrada pelo menos por maioria de membros do corpo docente;
VII - a pena de advertência será aplicada oralmente na presença de pelo menos uma testemunha e as demais o serão mediante portarias especiais, encaminhadas aos interessados e publicadas em quadro de avisos da Unidade-sede dos respectivos cursos, respeitado o prazo para interposição de recurso; sendo interposto recurso, será aguardada a decisão final;
VIII - não poderá obter grau, transferência ou trancamento de matrícula o aluno sujeito a processo disciplinar, até a sua conclusão e cumprimento de seus efeitos.
Art. 197. As penalidades de que trata o artigo 193 serão registradas no Departamento de Registro e Controle Acadêmico, para caracterizar antecedentes, devendo cada caso, exceto os de advertência, ser transcrito no histórico escolar do infrator.
Parágrafo único - Não ocorrendo reincidência na prática de faltas punidas com as penas de advertência ou de repreensão, transcorrido o prazo de 1 (um) ano, será cancelado o registro da sanção pelo Diretor da Unidade em que o aluno estiver matriculado, sendo que, ao final do curso, nestes casos e nos de suspensão, a requerimento do interessado, poderá o Diretor, quando a sanção tiver sido aplicada no âmbito da respectiva Unidade, ou, nas demais hipóteses, a autoridade que a tenha aplicado, determinar esta providência.
História
Etimologia da palavra trote
A palavra “trote” possui correspondentes em vários idiomas, como trote (espanhol), trotto (italiano), trot (francês), e trotten (alemão). Em todos estes idiomas, e também em português, o termo se refere a uma certa forma de se movimentar dos cavalos, uma andadura média que se situa entre o passo e o galope.
Mas na acepção utilizada aqui, trote é uma expressão tipicamente brasileira, o que não quer dizer que as práticas a que ele se refere sejam uma invenção tupiniquim. Na verdade, o trote faz parte das atividades de recepção dos calouros nas universidades desde muito tempo, os primeiros registros datando da idade média. Mas por entre estes séculos seu significado adquiriu conotações muito diversas.
O trote na idade média
Nas primeiras universidades, surgiu o hábito de separar alunos antigos dos recém ingressos. Aos novatos não era permitido assistirem às aulas no interior das respectivas salas, mas apenas em seus vestíbulos durante um período de adaptação. Daí provavelmente derivam os termos “vestibulando”, e vestibular, para designar a situação daqueles que desejam entrar na universidade. Por razões profiláticas, os calouros, sobretudo os de origem rural, tinham as cabeças raspadas e suas roupas muitas vezes eram queimadas. A partir deste momento podiam assistir às aulas na companhia de outros colegas, dentro das salas de aula. Mas para além do objetivo profilático, evitando a disseminação de pestes e insetos como pulgas, carrapatos, etc., esta prática destinava-se a expurgar dos alunos recém-chegados seus traços de ruralidade, introduzindo-os a um mundo novo: a universidade e sua intelectualidade. Tratava-se de fato de um rito de passagem, no qual a transformação da aparência representa simbolicamente uma transformação em essência: os jovens deviam abandonar suas antigas feições camponesas e assumir uma aparência que fosse condizente com os valores daquele novo universo. Era só o início de uma série de mudanças na vida do jovem estudante…
Dura Praxis, Sed Praxis - O trote em Portugal
Os primeiros registros de trote no Brasil datam do século XIX, e vêem pelas mãos de jovens doutores que estudaram na Universidade de Coimbra, em Portugal. O trote nesta Universidade, ou a praxe, como é conhecida, é um conjunto amplo de tradições, usos e costumes acadêmicos, do qual o “goizo ao caloiro” é apenas uma pequena parte e nem sempre reconhecida como oficial.
A praxe sim, é oficialíssima. Trata-se na verdade de um código de conduta, que envolve de horários de estudos ao traje adequado, ao qual os estudantes devem obedecer. Até o séc. XIX, a cada ano letivo,durante o período de novas entradas na Universidade, era instituída uma polícia formada por alunos, cuja hierarquia era definida pelo tempo de entrada dos mesmos na universidade. O papel desta polícia era o de zelar pela ordem no campus, de acordo com o que regia a praxe, sob pena de prisão. Sua criação atendia ao pedido do próprio imperador para acabar com os tumultos entre os estudantes e o restante da população. À estas responsabilidades, misturavam-se a realização de rituais de iniciação (ou “investidas”) para os novos alunos, recém-chegados - os caloiros ou “novatos” – à universidade, geralmente envolvendo atos de violência. A estrutura que sustenta a praxe é fortemente hierarquizada – em Coimbra são cerca de 17 categorias que classificam os alunos, dos mais novos chamados bichos aos dux veteranorum. Qualquer semelhança com a expressão “bixo” utilizada no Brasil não há de ser coincidência, mas na terra de lá não há disfarce algum: categoria reservada aos alunos ainda secundaristas, estes alunos estão de fato excluídos da vida universitária.
A polícia tal como descrita acima não existe mais, mas a praxe mantém-se. Em alguns momentos ela teve papel decisivo no cenário político português, sobretudo na luta contra o Salazarismo, e foi proibida diversas vezes. Tradição, fascismo, repressão, companheirismo, igualdade, elitismo, humilhação, integração, boemia, revolução, violência, diversão…. São só algumas das palavras utilizadas para referir-se à prática da praxe, que ainda hoje divide opiniões em Portugal e movimenta a vida universitária.
Colaborou Tainah Leite
Exibição do documentário 50 anos da UNE
Data: 09/03
Horário: 09h30
Local: FAFICH (Auditório Prof. Bicalho)
Espetáculo Que não se esmaguem com as palavras as entrelinhas
ESTE ESPETÁCULO FOI CANCELADO DEVIDO AO PRÉDIO ESTAR EM MANUTENÇÃO E, SE FOR REMARCADO, SERÁ POSTADO UM LINK NO SITE DA DAE
“Que não se esmaguem com palavras as Entrelinhas” é uma adaptação do romance “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector, que traz à cena a autora durante o seu processo de escrita da obra. Nas entrelinhas do texto revela-se a vida pessoal de Lispector e sua relação conflituosa com a história que conta. O que se passa com o autor ao escrever sua obra?
Trabalho de Conclusão do Curso de Amanda Melo, aluna do bacharelado em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG.
Data: 10/03
Horário: 12h30
Local: Espaço Preto do prédio da Graduação em Teatro /EBA
Roteiro Adaptado: Amanda Melo
Direção: o Grupo
Elenco: Amanda Melo, André Pastore, Júnia Pereira, Lucas Costa e Marina Clara
Orientação Cênica: Júlio Vianna
Preparação Corporal: André Pastore
Iluminação: Gil Esper
Figurino, Trilha Sonora e Cenografia: o Grupo
Vídeo: Luiz Felipe D’Ávila
Apoio Cenográfico: Daniel Hazan
Produção: Clarice Macieira
Vozes em Off e Operação de som: Denise Sperandelli
Operação de Luz: Caio César Nascimento
Arte Gráfica: Jáider Rosado
Orientação para a escrita do Artigo: Tereza Virgínia Barbosa
Agradecimentos: Ana Araújo, Éder Rodrigues, Geraldo Octaviano, Isaque Ribeiro, Luiz Rocha, Marcelo Rocco, Marina Artuzzi, Marina Viana, Mônica Ribeiro, Ricardo Righi “Boi”, Roberson Domingues e Tereza Virgínia Barbosa.
Exibição do documentário A revolta do buzu
Data: 11/03
Horário: 09h30
Local: FAFICH (Auditório Prof. Bicalho)
Mostra de Cinema de Animação
Mostra de Cinema de Animação organizada pelo professor Léo Vidigal do departamento de fotografia e cinema da Escola de Belas Artes da UFMG.
Data: 11/03
Horário: 18h30
Local: Escola de Belas Artes - EBA (auditório Álvaro Apocalipse)
Zapping - Ricardo Queiroz (1997)/ Stop Motion
Chico Rei - André Reis (1999)/ Animação 2D-Vídeo
Francisco - Teresa Moura (2002)/ Xilogravura Animada
O Navio Negreiro - Cristiane Veras Kátia Schittine (2003)/ Areia
Enroscada - Vanessa Strelec (2005)/ Recorte
Bequadro - Simon Brethé (2005)/ Animação 2D
Guruçá - LUis Sartori (2005)/ Stop Motion
Solidão Sem Fim - Alexandre Costa (2007)/ Animação 2D
Moradores do 304 - Leonardo Cato Preta (2007)/ Pixilation-Animação 2D
Lúmen William Salvador (2007)/ Stop Motion
Total: 60 minutos
Realização: DAE, DAC, CAC, Centro Cultural, Conservatório UFMG e CDC.
Apoio: Escola de Belas Artes, Estação Ecológica, MHNJB e Programa Conexões de Saberes.
Festa no Centro Cultural UFMG: Show com Breque Samambaia e DJ Tudo
Data: 13/03
Horário: 18h30
Breque Samambaia
O Grupo Breque Samambaia apresenta o projeto: Samba de todos os tempos, que traz interpretações de grandes mestres do samba como Cartola, Adoniran Barbosa, Clementina de Jesus, Noel Rosa, Dorival Caymmi, além de um trabalho autoral recheado das mais diversas manifestações rítmicas como o Maracatu, Afoxé, Côco, Cacuriá e outros ritmos que nos remetem às mais diversas culturas e lugares do nosso país.
Integrantes:
Nete Barros - Violão e voz e pandeiro
Ju Flor - Surdo e Voz
Fabrícia Oliveira - Pandeiro e voz
Thaís Rezende - Tumbadoras e efeitos e voz
Thiago Lenine - Cavaquinho e violão e voz
DJ Tudo
Alfredo Bello, oficialmente Luiz Alfredo Coutinho Souto, teve o primeiro contato com a música por conta de um processo de socialização na adolescência. A partir de 1991, a música tornou-se a principal atividade de sua vida, sendo o ano de 1993 o início do seu contato com a Cultura Tradicional Brasileira. Desde 2001 tem registrado as tradições do país.
“A música brasileira é um dos mais variados e ricos universos sonoros da terra” afirma o artista. Pesquisador tenaz das expressões da tradição popular brasileira, o acervo já contabiliza 800 horas de acervo, sendo o segundo mais importante acervo de Música Tradicional do Brasil. A construção deste vasto material levou à criação do selo Mundo Melhor, que já lançou 16 CDs como Maracatu Nação Encanto da Alegria, Maracatu Rural Cruzeiro do Forte, Caroço de Dona Elza, Índios Pankararu da Comunidade Real Parque de São Paulo e Guarda de Moçambique da Nova Gameleira de Belo Horizonte-MG.
O acervo está sendo disponibilizado pela internet. O blog do Selo Mundo Melhor está sendo construído (www.selomundomelhor.org)
Festa pré-calourada
Data: 06/03
Horário: 22h30
Local: Faculdade de Letras
Organização: DCE-UFMG e coletivo de DA’s e CA’s
Realização: DAE, DAC, CAC, Centro Cultural, Conservatório UFMG e CDC.
Apoio: Escola de Belas Artes, Estação Ecológica, MHNJB e Programa Conexões de Saberes.
Oficina Universidade e Democratização do acesso
A universidade é realmente para todos? Esse é mote da oficina proposta. A partir da técnica de rodas de conversa iremos discutir o percurso dos/as envolvidos/as no processo de entrada na UFMG e sua relação com a história dessa instituição. Pretendemos reconhecer
em conjunto com os/as participantes quais os dilemas que permeiam o processo de democratização do acesso ao ensino superior e construir soluções diante dessa realidade.
Data: 09/03
Horários:
1ª turma: 12h30min às 14h30min
2ª turma: 17h00min às 19h00min
Local: Fafich – sala 1012
Vagas: 25
Inscrição via e-mail: conexoes@fafich.ufmg.br até 11h30min do dia da oficina.
A inscrição deve conter: nome, vínculo(estudante, professor, técnico administrativo em educação ou outros) e turno.
Debate Importância do Movimento Estudantil para a Universidade
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 09/03
Horário: 09h30
Local: FAFICH (Auditório Prof. Bicalho)
Oficina de Jogos Teatrias
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 09/03
Horário: 14h
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Debate Os Rumos da Educação no Brasil e o Movimento Estudantil
Evento proposto pelo DCE-UFMG e coletivo de DA’s e CA’s
Data: 10/03
Horário: 11h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Debate Olhares sobre a Cultura Africana
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 10/03
Horário: 9h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Debate Educação e Movimento Estudantil
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 10/03
Horário: 11h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Debate O direito à meia entrada e o papel histórico da carteira estudantil
Data: 10/03
Horário: 14h
Local: FAFICH (Auditório Prof. Bicalho)
Debate A UFMG e as Fundações
Evento proposto pelo DCE-UFMG e coletivo de DA’s e CA’s
Data: 11/03
Horário: 11h30
Local: FAFICH
Debate Bh, a capital onde o estudante paga mais pelo transporte coletivo
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 11/03
Horário: 09h30
Local: FAFICH (Auditório Prof. Bicalho)
Oficina de forró e samba - prof. Heraldo Valadão
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 12/03
Horário: 09h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Oficina Língua solta: “sexos” na universidade!?
Evento proposto pelo Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual- GUDDS
Data: 12/03
Horário: 12h30
Local: FAFICH (sala 1012)
Oficina Relações raciais e racismo
A sociedade brasileira sempre esteve pautada pelo mito da democracia racial. Entretanto, atualmente essa idéia é alvo de debate e questionamentos. A oficina se propõe a construir mais um espaço de conversa sobre a temática buscando repensar o lugar da universidade nesse contexto, usando para isso fragmentos da realidade e da história brasileira.
Data: 12/03
Horários:
1ª turma: 12h30min às 14h30min
2ª turma: 17h00min às 19h00min
Local: Fafich – sala 1012
Vagas: 25
Inscrição via e-mail: conexoes@fafich.ufmg.br até 11h30min do dia da oficina.
A inscrição deve conter: nome, vínculo(estudante, professor, técnico administrativo em educação ou outros) e turno.
Debate Formas de acesso à universidade e políticas de assitência estudantil
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 12/03
Horário: 14h
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Debate A Universidade em tempos de crise econômica
Evento proposto pelo DCE-UFMG e coletivo de DA’s e CA’s
Data: 13/03
Horário: 11h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Oficina de Mandala – Praça de Serviços
Evento proposto pelo DCE-UFMG e coletivo de DA’s e CA’s
Data: 13/03
Horário: 14h
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Oficina de Stencil
Evento proposto por coletivo de DA’s, CA’s, Tese Rebele-se da UNE e Movimento Correnteza
Data: 13/03
Horário: 14h
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Oficina Ex-culturas da opressão: expressando igualdade e diferença com o corpo
Como diferenças e igualdades são sentidas no corpo? Quais lugares nossos corpos ocupam e como eles se conformam a estes espaços? Estas e outras questões serão abordadas nesta atividade, onde buscamos no corpo uma nova linguagem para se falar de direitos iguais e direitos específicos. Para tanto, utilizaremos da técnica de estátuas vivas.
Data: 16/03
Horários:
1ª turma: 12h30min às 15h30min
2ª turma: 16h30min às 19h30min
Local: Fafich – sala 1012
Vagas: 25
Inscrição via e-mail: conexoes@fafich.ufmg.br até 11h30min do dia da oficina.
A inscrição deve conter: nome, vínculo(estudante, professor, técnico administrativo em educação ou outros) e turno.
Realização: DAE, DAC, CAC, Centro Cultural, Conservatório UFMG e CDC.
Apoio: Escola de Belas Artes, Estação Ecológica, MHNJB e Programa Conexões de Saberes.
Conhecendo o Campus no Trem da Ciência
Data: 05/03
Horário: Partidas às 9h e 15h
Local: Itinerário percorrido dentro do Campus UFMG
Caminhada na Estação Ecológica da UFMG
Trilhas interpretativas e oficinas temáticas.
Data: 05/03
Horário: 10h e 16h
Vestuário:
Roupas leves;
Tênis ou calçados fechados, confortáveis e apropriados para a caminhada;
Proteção contra o sol (boné, filtro solar, óculos de sol etc.);
Uso de repelente para pessoas alérgicas a picada de insetos.
Material Necessário:
Individual: lanche, cantil ou recipiente para água (importante: não possuímos cantina).
Opcional: máquina fotográfica e/ou filmadora, no caso de documentação da visita.
Roda de Capoeira: mini oficina – Prof. Jalver Bethônico
Data: 05/03
Horário: 11h40 e 17h40
Local: Estação Ecológica, localizada dentro do Campus Pampulha da UFMG.
Café da manhã no Centro Cultural da UFMG seguido de atividades no Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG
O Centro Cultural UFMG, espaço de produção e difusão de cultura e cidadania, localizado na avenida Santos Dumont, 174, Centro, oferece um café da manhã de boas vindas à todos os estudantes da universidade, seguido de um convite a visitar o Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG que está repleto de outras atividades programadas.
Obs.: A visita ao Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG é feita através do metrô, sendo as despesas referentes ao deslocamento e a entrada no local de responsabilidade do participantes.
Data: 06/03
Horário: 9h
Locais: Centro Cultural UFMG, avenida Santos Dumont 174, Centro. Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG, rua Gustavo da Silveira 1035, Santa Inês.
Realização: DAE, DAC, CAC, Centro Cultural, Conservatório UFMG e CDC.
Apoio: Escola de Belas Artes, Estação Ecológica, MHNJB e Programa Conexões de Saberes.
Show com Chuva a Granel
O grupo Chuva a Granel é formado por Karine Amorin e Rodrigo Jerônimo (vozes), Ronan Leopoldino (violão) e Jardel Rodrim (violão guitarra). Nasceu durante as águas de março de 2008, com a mesma formação que tem até hoje. Compõe e revisita grandes compositores da música popular brasileira. Reveste músicas conhecidas com a roupagem de arranjos sofisticados, bem ao gosto daqueles que apreciam Tom Jobim, Chico Buarque, Tom Zé, a música brasileira que assimila os nossos mais variados ritmos e canções modais, os sambas de raízes e seus frutos, e os mistura ao jazz e blues.
Repertório:
Bate canela - Canção de domínio público
Valsinha - Chico Buarque
Terra em Transe- Fabrício Belmiro
Orientação - Haroldo Lourenço e Chuva a Granel
Corrente - Chico Buarque
Disseram que voltei americanizada - Carmem Miranda
Canto de Xangô - Baden Powell e Vinícius de Moraes
Augusta (Angélica e Consolação) - Tom Zé
Samba a Dois - Los Hermanos
Pout-pourri Jorge Ben: Mais que nada/Quero esquecer você/Por causa de você/Chove Chuva
Livros - Caetano Veloso
O Capibaribe de João Cabral - Chuva a Granel
Seis da tarde em Matozinhos - Chuva a Granel
Meia noite meio dia - Chuva a Granel
A história de Lily Braun – Chico Buarque
Data: 09/03
Horário: 12h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Show com Graveola e o lixo polifônico
Graveola e o lixo polifônico é um ateliê em modo randômico. Opera em regime de instabilidade constante e possui a propriedade de emitir sons e variadas outras espécies de signos em frequência e direção pouco identificáveis. Enquadra-se na categoria das máquinas embaralhadoras de formas de primeira geração, geralmente originadas em processos de mutação mal controlados. Funciona sob forte influência da estética do plágio e da teoria dos mecanismos acidentais.
Integrantes:
José Luis Braga
Flora Lopes
Luiz Gabriel Lopes
Marcelo Podestá
Yuri Vellasco
João Paulo Prazeres
Data: 10/03
Horário: 18h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Quarta Doze e Trinta: Show com Saia de Roda
A banda Saia de Roda é formada por 4 estudantes do curso de Comunicação Social da UFMG, que se uniram de improviso com o intuito de tocar o melhor do samba de raiz, estilo musical muito admirado pelos integrantes. O show possui um repertório composto por canções de clássicos e renomados compositores, como João Bosco, Paulinho da Viola, Adoniran Barbosa e Chico Buarque, e a banda busca fazer de suas apresentações verdadeiras rodas de samba, em que a participação do público se mostra essencial. O grupo é formado por Aninha (voz e violão), Tico (percussão), Lucas (percussão) e Diego (cavaquinho).
Data: 11/03
Horário: 12h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Quarta Cultural: Apresentação da Orquestra Sinfônica da UEMG (homenagem a Villa-Lobos)
O conservatório UFMG, um complexo cultural no Centro de Belo Horizonte que abriga espetáculos de música erudita a preços populares, inicia as apresentações neste mês de Março do seu projeto Quarta Cultural com a Orquestra Sinfônica da UEMG homenageando Villa Lobos, 1887 a 1959.
Regência de Arnon Sávio e entrada franca
Data: 11/03
Horário: 12h30
Local: Conservatório UFMG avenida Afonso Pena, 1534, Centro
Freestyle com Gorila Mangani, Castilho, Bebê de Rosimery e Grupo Sobreviventes do 3° Mundo
Data: 11/03
Horário: 17h
Local: Arena da FAFICH
Show com Bia Nogueira e Trio
Desde 2007 Bia Nogueira (voz) vem desenvolvendo um trabalho acompanhada por um trio, Leandro Grossi (violão), Ricardo Campos (baixo), Tom Santiago (bateria), que se propõe a apresentar clássicos do samba e da música popular brasileira. Com esse projeto vêm percorrendo o circuito universitário e casas de shows da cidade. A proposta é, além de resgatar o ritmo que é um pilar da identidade nacional, fazer arranjos que dialoguem com contemporaneidade mesmo que assentados na tradição que o samba representa. Os elementos característicos do samba de cada época são utilizados como acessórios, pois o grande enfoque é a releitura própria destas canções. Entre os compositores estão Noel Rosa, Cartola, Chico Buarque, Vínicius de Moraes, Baden Powell, Paulinho da Viola, Adoriran Barbosa, Ataulfo Alves, Edu Lobo, João Bosco, entre outros.
Data: 12/03
Horário: 12h30
Local: Praça de Serviços do Campus Pampulha da UFMG
Festa no Centro Cultural UFMG: Show com Breque Samambaia e DJ Tudo
Data: 13/03
Horário: 18h30
Breque Samambaia
O Grupo Breque Samambaia apresenta o projeto: Samba de todos os tempos, que traz interpretações de grandes mestres do samba como Cartola, Adoniran Barbosa, Clementina de Jesus, Noel Rosa, Dorival Caymmi, além de um trabalho autoral recheado das mais diversas manifestações rítmicas como o Maracatu, Afoxé, Côco, Cacuriá e outros ritmos que nos remetem às mais diversas culturas e lugares do nosso país.
Integrantes:
Nete Barros - Violão e voz e pandeiro
Ju Flor - Surdo e Voz
Fabrícia Oliveira - Pandeiro e voz
Thaís Rezende - Tumbadoras e efeitos e voz
Thiago Lenine - Cavaquinho e violão e voz
DJ Tudo
Alfredo Bello, oficialmente Luiz Alfredo Coutinho Souto, teve o primeiro contato com a música por conta de um processo de socialização na adolescência. A partir de 1991, a música tornou-se a principal atividade de sua vida, sendo o ano de 1993 o início do seu contato com a Cultura Tradicional Brasileira. Desde 2001 tem registrado as tradições do país.
“A música brasileira é um dos mais variados e ricos universos sonoros da terra” afirma o artista. Pesquisador tenaz das expressões da tradição popular brasileira, o acervo já contabiliza 800 horas de acervo, sendo o segundo mais importante acervo de Música Tradicional do Brasil. A construção deste vasto material levou à criação do selo Mundo Melhor, que já lançou 16 CDs como Maracatu Nação Encanto da Alegria, Maracatu Rural Cruzeiro do Forte, Caroço de Dona Elza, Índios Pankararu da Comunidade Real Parque de São Paulo e Guarda de Moçambique da Nova Gameleira de Belo Horizonte-MG.
O acervo está sendo disponibilizado pela internet. O blog do Selo Mundo Melhor está sendo construído (www.selomundomelhor.org)
Realização: DAE, DAC, CAC, Centro Cultural, Conservatório UFMG e CDC.
Apoio: Escola de Belas Artes, Estação Ecológica, MHNJB e Programa Conexões de Saberes.
O alívio de ter encontrado o nome na lista de aprovados se mistura com a ansiedade de adentrar um território estranho. Os habitantes desse novo mundo tem algumas peculiaridades: são rostos jovens e sorridentes, que dormem pouco durate a noite e podem passar o mês sem quase nenhum dinheiro. Costumam ser muito solidários; dividem livros, emprestam xerox, oferecem caronas, trocam respostas. Festa aqui é quase todo dia; se não há motivo, se inventa.
Mas sejamos sinceros: a violência e o constrangimento podem estragar a festa. Mais uma vez a Universidade Federal de Minas Gerais quer particiar do momento inesquecível que é a chegada de novos habitantes em nossa comunidade. Queremos comemorar junto com calouros e veteranos, de forma sadia, inteligente, criativa e integrada. Aqui você vai encontrar histórias, curiosidades, entrevistas, textos interessantes, orientações de procedimento, além de um espaço para comentários, críticas e sugestões. O intuito é dividir com você, estudante, o compromisso com o desenvolvimento crítico das novas gerações e com a formação de um cidadão socialmente responsável.
Nos links ao lado você vai encontrar um pouco de história sobre o trote, as regras pertinentes da UFMG, e artigos de opinião. Navegue e, se quiser deixar algum comentário, use o endereço info@dae.ufmg.br
Audiência Pública com o Reitor – Tema: UFMG e FUNDEP
Um dos compromissos que o Reitor da UFMG, prof. Ronaldo Tadeu Pêna firmou com os estudantes é de realizar periodicamente audiências públicas para tratar de temas de interesse comum. a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa, FUNDEP, tem sido alvo recente de reportagens de um veículo de imprensa mineiro. Estas reportagens merecem esclarecimentos à comunidade. Já foi realizada uma audiência com os pesquisadores da nossa Universidade com esse intuito. E, no próximo dia 18 de março, às 9h30, no Auditório da Reitoria, o Reitor receberá os estudantes da UFMG em audiência, numa conversa que promete ser bastante conceitual, discutindo sobre a pertinência, necessidade e regularidade das fundações de apoio, enfim, sobre sua existência. Além, é claro, de prestar esclarecimentos sobre alguns questionamentos publicados pelo TCU e repercutidos no citado veículo de imprensa. Participe.
Data: 18/03
Horário: 09h30
Local: Auditório da Reitoria Campus Pampulha UFMG