Corpo de bombeiros: 193
Polícia Militar: Rádio patrulha, ocorrência de trânsito e policiamento.
Atende 24 horas por dia. 190
Serviço de Atendimento Móvel de Urgência - SAMU (para casos de acidentes ou emergências médicas. Atende 24 horas por dia.): 192
Taxi: 0800.9701700 / 3422.1700
Aeroporto de Confins: (31) 3689 2700
Aeroporto da Pampulha: (31)3490.2000
Rodoviária: Informações ao usuário: (31) 3209-0658 / 3271-3000
Museu da Pampulha
O prédio que abriga o Museu de Arte da Pampulha (MAP) foi o primeiro projeto de Oscar Niemeyer. Antigo Cassino da cidade, foi fechado em 1946 com a proibição do jogo no país. Em 1957, o chamado “Palácio de Cristal” passou a funcionar como Museu de Arte.
Pampulha
O conjunto é composto pela igreja São Francisco de Assis, o museu de arte a casa do baile e o Iate Tênis Clube. As construções foram um marco na arquitetura moderna brasileira e projetaram o nome de Oscar Niemeyer nacional e internacionalmente.
Praça da Estação
A praça Rui Barbosa, mais conhecida como Praça da Estação, faz parte do acervo neoclássico da cidade. De origem ligada à construção de Belo Horizonte, é datada da década de 20, quando o antigo ponto de trem era portão de entrada para a capital - hoje, ele deu lugar ao metrô.
O local foi beneficiado pelo programa Centro Vivo, que reestruturou a área central e deu à praça pisos de placas de concreto colorido, formando um espaço exclusivo para pedestres. Foram instalados dois conjuntos de fontes, que podem ser desligados dando mais espaço para a realização de eventos. Postes de iluminação especial também se encontram nas laterais do local.
Fazem parte do conjunto o Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, a Serraria Souza Pinto e o Viaduto de Santa Tereza.
Praça da Liberdade
É uma síntese dos estilos que marcam a história de Belo Horizonte. A construção da Praça foi iniciada na época da fundação da nova capital (1895-1897) Feita para abrigar a sede do poder mineiro os prédios do Palácio do governo e das primeiras secretarias do estado obedecem tendencias da época.
Palácio da Liberdade
Sede do governo de Minas, o prédio é uma referência da influência francesa na época da construção da capital. Isto é visível no acabamento, nos jardins em estilo rosal (de Pall Villon), no salão de banquete (à Luís XV), nas pinturas do Salão Nobre… O requinte tem lugar na imponente escadaria de ferro (art nouveau), importada da Bélgica, no rico lustre de cristal tcheco e nas obras de arte oriental antiga.
Praça da Liberdade s/n – Funcionários. Tel: (0xx31) 3250-6011.
Aberto à visitação no primeiro domingo de cada mês, das 8 às 14 h.
Edifício Niemeyer
É um exemplo da arquitetura moderna de Belo Horizonte. Foi projetado por Niemeyer, que representou nas curvas e sinuosidades as montanhas mineiras. O arquiteto também se vale de um artifício barroco bem declarado, o ilusionismo. O prédio, residencial, dá a impressão de ter mais de 15 andares, quando realmente possui apenas oito.
Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães: o prédio é bem futurista (pós-moderno), destoando das construções de arquitetura sólida e sisuda verificadas na Praça da Liberdade. Foi elaborado pelos arquitetos Éolo Maia e Sylvio Emrich de Podestá, que utilizaram materiais produzidos pela indústria mineira (cerâmica, cimento e aço). O prédio causou muita polêmica na época de sua construção, apelidado de “Rainha da Sucata”.
Av. Bias Fortes 50 – Funcionários
Mercado Central
Uma das principais atrações de Belo Horizonte, o Mercado Central é irresistível para os belo-horizontinos e visita obrigatória para todos os turistas. Com uma inusitada mistura de religiosidade, cultura popular, tradição e contemporaneidade, esse é o espaço mais democrático da cidade. Em mais de 400 lojas, os visitantes podem encontrar artesanato, verduras, temperos, flores e utensílios domésticos, perfumaria, animais de estimação e artigos religiosos. É também um espaço excelente para quem quer somente passear, apreciar os produtos e tomar uma cerveja gelada com porções de filé ou jiló. Quem anda por lá escuta ”causos” mineiros em todos os cantos.
O Mercado Central foi fundado em 1929, pelo então prefeito da cidade, Cristiano Machado, e ocupa um quarteirão inteiro do centro de Belo Horizonte, na avenida Augusto de Lima. De segunda-feira a sábado funciona das 7h às 18h. Já aos domingos, das 7h às 13h.
Praça do Papa
“Que belo horizonte “. Esta foi a expressão utilizada pelo Papa João Paulo II diante da paisagem urbana que avistou, … do alto do bairro das Mangabeiras, quando esteve na cidade em 1980. Desde então, a praça Israel Pinheiro, onde ele celebrou missa campal, passou a ser denominada Praça do Papa. No centro da praça foi erguido um monumento em ferro, em homenagem à sua visita. Atualmente é local das principais manifestações religiosas e de shows musicais que acontecem na cidade. A praça é cercada pela Serra do Curral, tombada e eleita pela população como símbolo oficial de Belo Horizonte. Compõem ainda este roteiro a Rua do Amendoim e o Parque das Mangabeiras.
Diretoria para Assuntos Estudantis – DAE: (31) 3409 4567 – info@dae.ufmg.br
Coordenadoria de Assuntos Comunitários – CAC: (31) 3409 4587 – info@cac.ufmg.br
Fundação Universitária Mendes Pimentel – Fump:
Presidência: (31) 3213 4667
Assessoria de Comunicação Social: (31) 3213 7451
Gerência de Programas da Assistência: (31) 3213 1369
Basta acessar o link PAUTA E PROGRAMAÇÃO, para ter acesso à convocação assinada pelo Coordenador Nacional José Francisco Silva Dias.
Talvez precisemos mudar de sala e fazer algumas partes da reunião em outro lugar, mas avisaremos em tempo.
E, para a programação cultural do dia 7 na hora do almoço, no Quarta Doze e Trinta, está confirmado o Grupo Tambolelê.
O Plano Nacional de Assistência Estudantil - PNAES apóia a permanência de estudantes de baixa renda matriculados em cursos de graduação presencial das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES). O objetivo é viabilizar a igualdade de oportunidades entre todos os estudantes e contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, a partir de medidas que busquem combater situações de repetência e evasão.
O PNAES oferece assistência à moradia estudantil, alimentação, transporte, à saúde, inclusão digital, cultura, esporte, creche e apoio pedagógico. As ações são executadas pela própria instituição de ensino, que deve acompanhar e avaliar o desenvolvimento do programa.
Os critérios de seleção dos estudantes levam em conta o perfil socioeconômico dos alunos, além de critérios estabelecidos de acordo com a realidade de cada instituição. Criado em 2008, o programa recebeu, no seu primeiro ano, R$ 126,3 milhões em investimentos e para 2009, 200 milhões, investidos diretamente no orçamento das IFES.
Fonte: Portal do MEC – portal.mec.gov.br
A 46ª Reunião Ordinária do Fonaprace acontecerá no Campus Pampulha da UFMG, de 7 a 9 de outubro de 2009 e em breve serão postadas aqui a pauta e a programação do evento, incluindo as salas onde acontecerão as reuniões.
O endereço do Campus da Pampulha é Avenida Antônio Carlos, 6627, Belo Horizonte.
A UFMG fará o possível para disponibilizar transporte do Aeroporto de Confins ao Campus ou hotéis e dos hotéis ao Campus nos dias de reunião.
As inscrições estão encerradas.
O Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis – FONAPRACE, órgão assessor da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino – Andifes, foi criado em Belo Horizonte/MG, em setembro de 1987, a partir da articulação entre as Instituições de Ensino Superior – IES, na busca do estabelecimento de política nacional dirigida à comunidade acadêmica.
A atuação do FONAPRACE é pautada por reuniões, debates, produção de documentos e pela estratégia de buscar apoio das autoridades educacionais do Legislativo e Executivo. A meta prioritária é trabalhar na sistematização de uma proposta de política de assistência aos estudantes que garanta o seu acesso e permanência, assegurando-lhes os meios necessários ao pleno desenvolvimento acadêmico e a conclusão do curso.
Em virtude de sua efetiva atuação, o FONAPRACE conquistou a inclusão da assistência estudantil no Plano Nacional de Educação (PNE). Este plano, construído sobre três eixos – educação como direito da pessoa, fator de desenvolvimento econômico e social e meio de combate à pobreza -, estabeleceu como objetivos a elevação global do nível de escolaridade da população, a melhoria da qualidade do ensino em todos os níveis, a redução das desigualdades sociais e regionais no acesso e à permanência na educação pública e a democratização da gestão do ensino público.
As duas pesquisas nacionais realizadas pelo FONAPRACE em 1997 e 2004, para traçar o perfil socioeconômico e cultural dos estudantes de graduação das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes), possibilitaram diagnosticar a situação dos alunos e construir a proposta do Plano Nacional de Assistência Estudantil encaminhado à Andifes. O plano estabeleceu as diretrizes norteadoras para a definição de programas e projetos e demostrou aos órgãos governamentais a necessidade de destinação de recursos financeiros para a assistência estudantil.
O MEC, considerando a assistência estudantil como estratégia de combate às desigualdades sociais e regionais, bem como sua importância para a ampliação e a democratização das condições de acesso e permanência dos estudantes no ensino superior, instituiu por intermédio da Portaria Normativa n° 39, de 12/12/2007, o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES).
Fonte: Revista 20 anos Fonaprace - 1987/2007