Este blog foi criado com o intuito de fornecer um canal de debates para os alunos da UFMG a respeito desta campanha.
Deixe aqui seu comentário sobre estas ações propostas.
Este blog foi criado com o intuito de fornecer um canal de debates para os alunos da UFMG a respeito desta campanha.
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Campanha "vem amigo, sem perigo, tá contigo, tá comigo" produzida para a DAE - Diretoria para Assuntos Estudantis pelo Núcleo de Planejamento e Criação Gráfica - Website produzido pelo Núcleo Web - Cedecom - Centro de Comunicação da UFMG
Legal esta proposta! Sabemos que não adianta apenas proibir o trote. Tem que fazer com que os alunos tenham consciência e responsabilidade por seus atos e evitem a violência e constrangimento. Parabéns!
acho q nao tem nada a ver proibir o trote…
o que nao se pode admitir eh a violencia, mas a festa eh essencial para a integralizaçao da galera…
pra formar amizadess…
Que proposta bacana! Melhor que a proibição é a educação e isso foi feito a partir desta maravilhosa campanha. Agora tenho informações muito esclarecedoras sobre o assunto. Valeu a pena, sem dúvida, o trabalho. Estupendo!!!
Achei muito feliz a iniciativa da UFMG em promover essa campanha!!! Por um lado nos mostrando a origem de algumas práticas vividas no contexto universitário, e por outro, dando, aos novos ingressantes, a tranquilidade referente aos “trotes” que, geralmente impoem medo aos alunos.
Concordo com a Sandra! eu acho que o trote, qdo feito com o consentimento e objetivando A INTEGRAÇÃO e mesmo uma confraternização, onde podem surgir novas amizades, e benefico. Por outro lado qdo foge a isso, deve ser repreendido.
obs: tem desse kit para veterano? se tiver eu quero.
É necessário conscientizar os “veteranos” que insistem em executar trotes com a intenção de humilhar, demonstrar superioridade ou, simplesmente, satisfazer o desejo de “dar o troco, afinal, eu também recebi trote”. É pura ignorância pensar assim, o ciclo não termina e não é justificativa, em hipótese alguma, para tais ações. Sou a favor de que *quem quiser participar*, participe, mas que deixem em paz os alunos que não gostam desse tipo de ato. Enquanto não houver reais ações de punição aos alunos “veteranos”, e ignorantes, que não sabem respeitar o direito dos outros ao “Não quero participar!”, que insistem na humilhação e discriminam quem não participa, não acredito que haverá respeito à campanha, a não ser daqueles alunos que já estejam conscientes de que não são melhores dos que qualquer outra pessoa, seja “calouro” ou “veterano”, e cientes de que TODOS tem direito de aceitar ou não o “trote”.
O assunto trote não deveria ser tão polêmico… não na UFMG. Há sim vários casos de trotes violentos e com consequências graves, mas nunca ouvi falar de nenhum assim aqui na Universidade.
Existem trotes que podem ser constrangedores para alguns, é fato, mas no momento em que vc passa pelo ‘mico’ junto com todo mundo, com espírito de brincadeira, tudo costuma sair bem e todos se divertem, até quem está levando o trote. Além disso, a maioria dos trotes na UFMG são tranquilos e até mesmo facultativo, poucos são os casos em que os calouros são forçados a participar (mas é verdade que muitas vezes são rejeitados caso não participem). Acho importante a parte lúdica, da brincadeira e até a parte de ‘demonstrar superioridade’, não deixa de ser um rito de passagem divertido, e a hierarquia que nasce daí tem seu lado bom, uma vez que os calouros quase sempre são apadrinhados pelos veteranos, e daí nasce uma relação de cooperação que geralmente dá certo…
Violência é injustificada em qualquer lugar, não só no trote. Não sou a favor de fazer nada que é irreversível ou difícil de reverter, como raspar a cabeça por exemplo. Mas uma tinta antialérgica e um momento mendigo no sinal fazem até bem, já que tem muito filhinho de papai estudando na UFMG e é legal eles passarem uns maus bocados também =)
Agora um recado pra quem criou o nome da campanha: melhor sorte da próxima vez hein, com esse nome você não pretendia ser levado a sério né?
bom,muito bom….
assim todos podem interagir sem violência ou confusão ….
vale apena essa concientização para que se tenha uma boa convivencia daqui pra frente….
Sou repórter do caderno D+, do Estado de Minas, e estou querendo falar com o Gustavo Campos, que comentou aqui. Se o Gustavo ou alguém que o conhece ler esta mensagem, por favor, ligue para 3263-5785. Bjos!
…”Além disso, a maioria dos trotes na UFMG são tranquilos e até mesmo facultativo, poucos são os casos em que os calouros são forçados a participar (mas é verdade que muitas vezes são rejeitados caso não participem”… FACULTATIVO COM REJEIÇÃO AOS QUE NÃO QUEREM PARTICIPAR? MUITO CONTRADITÓRIO ESTE ARGUMENTO E DEMOSNTRA A PENALIDADE AOS QUE NÃO CONCORDAM EM PARTICIPAR DO TROTE.
…”Além disso, a maioria dos trotes na UFMG são tranquilos e até mesmo facultativo, poucos são os casos em que os calouros são forçados a participar (mas é verdade que muitas vezes são rejeitados caso não participem”…
EM RESPEITO A INDIVIDUALIDADE DAS PESSOAS NA VERDADE NUNCA PODE SER UM CALOURO FORÇADO A NADA O QUE NÃO ESTEJA DE ACORDO E NÃO SE SINTA CONFORTÁVEL.
…”Mas uma tinta antialérgica e um momento mendigo no sinal fazem até bem, já que tem muito filhinho de papai estudando na UFMG e é legal eles passarem uns maus bocados também”…
QUE ARGUMENTO ESTUPIDO E PRECONCEITUOSO, NÃO SE PENALIZA A NINGUEM POR TER BOAS CONDIÇÕES SOCIAIS, E A UFMG NÃO RECEBE “FILHINHOS DE PAPAI”, RECEBE SIM ALUNOS DEDICADOS E QUE DEMOSTRARAM COMPETENCIA E CONHECIMENTO EM UM PROCESSO SELETIVO MUITO EXIGENTE.TODOS APROVADOS NO VESTIBULAR MERECEM RESPEITO E NÃO SER TRATADOS COMO INFERIORES POR VETERANOS NUMA SUPOSTA HIERARQUIA MENTIROSA QUE NA VERDADE NÃO EXISTE.
Nos trotes sempre ocorrem excessos. É importante ter confraternizações, mas sem violência ou atitudes de superioridade de veteranos sobre calouros. Esta expectativa de medo das possíveis brincadeiras que erram a medida e os excessos causam desconforto e um ciclo de revanche que impede o fim desta atitude estúpida que se configura o trote.
“FACULTATIVO COM REJEIÇÃO AOS QUE NÃO QUEREM PARTICIPAR? MUITO CONTRADITÓRIO ESTE ARGUMENTO E DEMOSNTRA A PENALIDADE AOS QUE NÃO CONCORDAM EM PARTICIPAR DO TROTE.”
Dá pra escrever sem caps?
A rejeição normalmente acontece porque os calouros “apelam”, dão xilique e querem se mostrar espertões porque não tomaram trotes. Quem conversa numa boa EM GERAL é tratado numa boa. Exceções infelizmente existem.
“QUE ARGUMENTO ESTUPIDO E PRECONCEITUOSO, NÃO SE PENALIZA A NINGUEM POR TER BOAS CONDIÇÕES SOCIAIS, E A UFMG NÃO RECEBE “FILHINHOS DE PAPAI”, RECEBE SIM ALUNOS DEDICADOS E QUE DEMOSTRARAM COMPETENCIA E CONHECIMENTO EM UM PROCESSO SELETIVO MUITO EXIGENTE.TODOS APROVADOS NO VESTIBULAR MERECEM RESPEITO E NÃO SER TRATADOS COMO INFERIORES POR VETERANOS NUMA SUPOSTA HIERARQUIA MENTIROSA QUE NA VERDADE NÃO EXISTE.”
Não é nada preconceituoso e nem é um argumento. Foi só uma brincadeira que eu fiz, e que faz algum sentido sim. Todo mundo deveria aprender a ser humilde, e o senhor com a mania de escrever gritando certamente é um desses. A impressão é que passa é que você é um daqueles almofadinhas que chegou na universidade achando que ia abafar, mandar em todo mundo e ser o queridinho de todos, e descobriu que seus veteranos te tratavam no máximo como uma pessoa qualquer, coisa que certamente você não está acostumado. […]
“Nos trotes sempre ocorrem excessos. É importante ter confraternizações, mas sem violência ou atitudes de superioridade de veteranos sobre calouros. Esta expectativa de medo das possíveis brincadeiras que erram a medida e os excessos causam desconforto e um ciclo de revanche que impede o fim desta atitude estúpida que se configura o trote.”
Como você, sou contra a violência. Mas você ataca as ‘atitudes de superioridade’ dos veterandos, mas acha super-normal as ‘atitudes de superioridade’ das pessoas com ‘boas condições sociais’. E eu que sou o contraditório =)
Acho que os veteranos deveriam respeitar se o calouro não querer participar do “trote”. Porque existem calouros que não gostam desse tipo de “comemoração” e outros não se importam e gostam de participar.
Talvez apenas uma campanha não adiante para a concientisação dos veteranos. Acho que o melhor seria fazer a campanha e punir aqueles que fizerem trotes com violência e humilhação.
A qualidade de ensino de uma universidade também depende do intelecto de seus alunos. Veteranos devem ajudar os calouros não apenas a encontrar a biblioteca, o xerox e as salas de aula mas também permitir um ambiente de interação positiva para que calouros e veteranos ajudem-se a desenvolverem suas habilidades a fim de perpetuar a qualidade do corpo discente da Universidade.
Estudamos numa das melhores universidades do país e por isso convido a uma reflexão: será que nossos trotes são condizentes com o sonho e empenho de tantos familiares para ter um de seus membros na UFMG? Será que esse “rito de passagem” condiz com o investimento que a sociedade faz por nós? (Lembremos, a faculdade é pública, ou seja, podemos estudar porque a sociedade banca nossos estudos).
Recepção de calouros sim - desrespeito ao indivíduo não.
Gustavo Campos,
“A rejeição normalmente acontece porque os calouros “apelam”, dão xilique e querem se mostrar espertões porque não tomaram trotes. Quem conversa numa boa EM GERAL é tratado numa boa. Exceções infelizmente existem.”
Sou uma delas, tive que dizer “Não quero participar” umas 5 vezes e me recusar SISTEMATICAMENTE para que não quisessem me fazer de palhaço. Não desrespeitei nenhum “veterano”. Só disse que não gostaria de participar da “confraternização”(que poderia muito bem ser feita sem pintar, amarrar as pessoas, chamar de bixo, burro ou coisasr do gênero)… E não é que, mesmo conversando NORMALMENTE com um veterano, uma IMBECIL decide me perguntar: “ué, É Calouro e não tá sujo???”(como se eu fosse obrigado a estar), eu disse: não, não quero participar. Antes de eu terminar a palavra participar, tomei uma copada de vinho na cara. Concordo com você que NORMALMENTE são bem tratados(desprezados e rejeitados, SIM, MUITO, a menina para que eu disse NÃO, 5 vezes, nem olha na minha cara, e eu não faço questão), o problema, como na maioria dos casos, são os idiotas que existem em TODOS os locais, os que não respeitam, os que não aceitam que o cara não seja humilhado…
Poxa vida será que é tão difícil mudar a atitude e acolher as pessoas de maneira racional, educada e que não cause tanto problema?
Eu sou caloura e acho bem legal ser bem recebido e gosto de brincadeiras do tipo ser pintada e afins, como todos aqui disseram sem violência em todos os âmbitos. Agora tem pessoas que não gostam e é só deixa-la em paz, é melhor pra todo mundo!
Agora lembrando que violência não é só física, GRITARRR também é violência né rsrs
Para mim que sou caloura foi muito aprazível saber dessa iniciativa acolhedora!!!
O trote é sem dúvida um momento a ser vivido por quem ingressa na universidade e claro deve ser feito sem exagerossssss!!!
Pode jogar tinta em mim, quem sabe me jogar na lama (sem violencia)? rsrs
Abraço
Oi galera!!!! Nossa muito legal essa iniciativa da UFMG. Isso faz com q as pessoas reflitam sobre o tema “TROTE”. A minha opinião é que ao invés d haver o trote tradicional, os veteranos deveriam arrecadar dinheiro dos calouros para fazer uma confraternização, seria um momento bem agradável para ambas as partes. É legal a concientização d alguns veteranos que a violência não chega a lugar algum, mas infelizmente nem todos pensam dessa forma e os calouros acabam pagando por isso.
Muito interessante a campanha, com certeza trará importante conscientização não só para os veteranos mas também para os calouros. Excelente inicitaiva.
Falaram pra gente que na FAE não tinha trote, mas é mentira, viu gente!!!
Na palestra na quarta-feira foi informado que haveria aula pra uma turma (que era a minha) e pra outra instrução de uso da biblioteca…
Comparecemos me peso,porém, o professor não, e o colegiado fechado!!!
Fala se isso não é um trote???
Passei para a Uerj, sou uma pessoa que gosta de fazer amizades porém não gosto de trote e acho isso uma besteira.
Não quero participar e não vou participar, afinal não posso ser forçada a nada, se ocorrer isso posso considerar como violência e assim ir a justiça.
Se me ignorarem por não querer participar pasciência só não posso ter meus direitos violados.
Não quero e não vou passar trotes quando for veterana.
Acho que isso não faz parte da educação e sim da falda da educação.
Respeitar os direitos é um dever e eu sei que a lei me garante isso e me resguardo nela.