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Pontos turísticos

Museu da Pampulha
O prédio que abriga o Museu de Arte da Pampulha (MAP) foi o primeiro projeto de Oscar Niemeyer. Antigo Cassino da cidade, foi fechado em 1946 com a proibição do jogo no país. Em 1957, o chamado “Palácio de Cristal” passou a funcionar como Museu de Arte.

Pampulha
O conjunto é composto pela igreja São Francisco de Assis, o museu de arte a casa do baile e o Iate Tênis Clube. As construções foram um marco na arquitetura moderna brasileira e projetaram o nome de Oscar Niemeyer nacional e internacionalmente.

Praça da Estação
A praça Rui Barbosa, mais conhecida como Praça da Estação, faz parte do acervo neoclássico da cidade. De origem ligada à construção de Belo Horizonte, é datada da década de 20, quando o antigo ponto de trem era portão de entrada para a capital - hoje, ele deu lugar ao metrô.
O local foi beneficiado pelo programa Centro Vivo, que reestruturou a área central e deu à praça pisos de placas de concreto colorido, formando um espaço exclusivo para pedestres. Foram instalados dois conjuntos de fontes, que podem ser desligados dando mais espaço para a realização de eventos. Postes de iluminação especial também se encontram nas laterais do local.
Fazem parte do conjunto o Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, a Serraria Souza Pinto e o Viaduto de Santa Tereza.

Praça da Liberdade
É uma síntese dos estilos que marcam a história de Belo Horizonte. A construção da Praça foi iniciada na época da fundação da nova capital (1895-1897) Feita para abrigar a sede do poder mineiro os prédios do Palácio do governo e das primeiras secretarias do estado obedecem tendencias da época.

Palácio da Liberdade
Sede do governo de Minas, o prédio é uma referência da influência francesa na época da construção da capital. Isto é visível no acabamento, nos jardins em estilo rosal (de Pall Villon), no salão de banquete (à Luís XV), nas pinturas do Salão Nobre… O requinte tem lugar na imponente escadaria de ferro (art nouveau), importada da Bélgica, no rico lustre de cristal tcheco e nas obras de arte oriental antiga.
Praça da Liberdade s/n – Funcionários. Tel: (0xx31) 3250-6011.
Aberto à visitação no primeiro domingo de cada mês, das 8 às 14 h.

Edifício Niemeyer
É um exemplo da arquitetura moderna de Belo Horizonte. Foi projetado por Niemeyer, que representou nas curvas e sinuosidades as montanhas mineiras. O arquiteto também se vale de um artifício barroco bem declarado, o ilusionismo. O prédio, residencial, dá a impressão de ter mais de 15 andares, quando realmente possui apenas oito.
Museu de Mineralogia Prof. Djalma Guimarães: o prédio é bem futurista (pós-moderno), destoando das construções de arquitetura sólida e sisuda verificadas na Praça da Liberdade. Foi elaborado pelos arquitetos Éolo Maia e Sylvio Emrich de Podestá, que utilizaram materiais produzidos pela indústria mineira (cerâmica, cimento e aço). O prédio causou muita polêmica na época de sua construção, apelidado de “Rainha da Sucata”.
Av. Bias Fortes 50 – Funcionários

Mercado Central
Uma das principais atrações de Belo Horizonte, o Mercado Central é irresistível para os belo-horizontinos e visita obrigatória para todos os turistas. Com uma inusitada mistura de religiosidade, cultura popular, tradição e contemporaneidade, esse é o espaço mais democrático da cidade. Em mais de 400 lojas, os visitantes podem encontrar artesanato, verduras, temperos, flores e utensílios domésticos, perfumaria, animais de estimação e artigos religiosos. É também um espaço excelente para quem quer somente passear, apreciar os produtos e tomar uma cerveja gelada com porções de filé ou jiló. Quem anda por lá escuta ”causos” mineiros em todos os cantos.
O Mercado Central foi fundado em 1929, pelo então prefeito da cidade, Cristiano Machado, e ocupa um quarteirão inteiro do centro de Belo Horizonte, na avenida Augusto de Lima. De segunda-feira a sábado funciona das 7h às 18h. Já aos domingos, das 7h às 13h.

Praça do Papa
“Que belo horizonte “. Esta foi a expressão utilizada pelo Papa João Paulo II diante da paisagem urbana que avistou, … do alto do bairro das Mangabeiras, quando esteve na cidade em 1980. Desde então, a praça Israel Pinheiro, onde ele celebrou missa campal, passou a ser denominada Praça do Papa. No centro da praça foi erguido um monumento em ferro, em homenagem à sua visita. Atualmente é local das principais manifestações religiosas e de shows musicais que acontecem na cidade. A praça é cercada pela Serra do Curral, tombada e eleita pela população como símbolo oficial de Belo Horizonte. Compõem ainda este roteiro a Rua do Amendoim e o Parque das Mangabeiras.

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