Universidade Federal de Minas Gerais

Foca Lisboa
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Cristina Calixto defendeu a participação acadêmica no Centro

UFMG vai participar do Centro Tecnológico da Indústria da Construção

segunda-feira, 18 de setembro de 2006, às 12h51

Impulsionar a qualidade e a inovação na área da construção, em resposta a demandas de empresas do setor. Com este objetivo foi criado, por iniciativa do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/MG), o Centro Tecnológico da Indústria da Construção (Ceticon), que reúne sindicatos, empresas, entidades e institutos de pesquisa.

A participação da UFMG no Ceticon será formalizada no dia 29 de setembro, com assinatura de convênio, durante a terceira edição do Minascon, encontro da cadeia produtiva da construção.

Paalestra
Para informar dirigentes e pesquisadores da Universidade a respeito do funcionamento e dos objetivos do Ceticon, a gerente de desenvolvimento regional de indústria do IEL, Cristina Calixto, expôs, na manhã desta segunda-feira, na Sala de Sessões da Reitoria, no campus Pampulha, o projeto de criação e de implantação do Centro.

Participaram da reunião a diretora de Cooperação Institucional, professora Cecília Nogueira, o diretor da Escola de Engenharia, Fernando Amorim de Paula, a pró-reitora de Planejamento, Ana Mota, o coordenador de Tecnologia da Informação, Paulo Seixas, além de professores dos institutos de Geociências, Ciências Exatas e de Ciências Biológicas, e das escolas de Arquitetura e de Engenharia.

Participção
“A área acadêmica é essencial no projeto”, afirmou Cristina Calixto, ao explicar que o Ceticon pretende tornar-se um “grande articulador” entre as demandas das empresas e os laboratórios, universidades e centros de pesquisa. O Centro terá como meta o mapeamento e atendimento das demandas tecnológicas da cadeia produtiva, com foco na geração de negócios.

A indústria da construção representa, segundo Cristina Calixto, 20,56% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e 10% do PIB mineiro. “É um setor com grande representatividade, que gera muitos empregos. Mas precisa de maior qualificação, e ainda há grande distância entre a empresa e o conhecimento instalado”, ressaltou.

Além da geração de inovação tecnológica, o setor possui “demandas emergenciais”, disse Cristina Calixto, ao citar como exemplo a extração de pedras. Segundo ela, na produção de ardósia quase 90% do material extraído são resíduos.