Universidade Federal de Minas Gerais

Felipe Zig
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Nas oficinas, os visitantes puderam conhecer mais sobre o cotidiano de um museu

UFMG comemora, na Praça da Liberdade, Dia Internacional dos Museus

sexta-feira, 18 de maio de 2007, às 17h56

O ambiente não poderia ser melhor: o complexo arquitetônico da Praça da Liberdade, na região Centro-Sul de Belo Horizonte. Cercados pelo Museu de Mineralogia, a Casa Rosada e tantos outros monumentos, estudantes, trabalhadores e demais visitantes tiveram, nesta sexta, dia 18, a oportunidade de conhecer um pouco do dia-a-dia de um museu, como parte do Museus na praça: a UFMG mais perto de você.

A iniciativa integrou a programação comemorativa do Dia Internacional dos Museus, 18 de maio, realizada pela Rede de Museus e espaços de ciências e o Centro de Difusão da Ciência (CDC) da UFMG. Das 9 às 18h, a Praça recebeu exposição de banners produzidos pelos dois realizadores, estandes e oficinas que tinham como objetivo discutir noções de memória, patrimônio e objeto.

"A UFMG tem vários museus e espaços de ciência que não são conhecidos pelo público. Com o evento, queremos destacar a importância deles na transformação da sociedade e divulgar o Espaço Tim-UFMG do Conhecimento, viabilizado em parceria com o governo do estado, que deve estar pronto até o fim do ano", informou Maria Acácia Tibúrcio, coordenadora da programação comemorativa.

Ao longo do dia, foram realizadas duas visitas ao prédio que abrigará o Espaço Tim-UFMG. Já nas oficinas, os visitantes aprenderam questões relativas à organização de um museu. "Procuramos trabalhar o olhar dos visitantes sobre diferentes objetos. A partir da percepção que tiveram do material, eles montaram uma pequena exposição", informa Maria Acácia.

Na rua
A Estação Ecológica e o Museu de História Natural e Jardim Botânico (MHNJB) da UFMG complementaram a programação do Dia Internacional dos Museus. Em um estande na alameda central da Praça da Liberdade, monitores levaram ao público parte da experiência de quem visita uma das duas instituições.

Amostras das exposições de arqueologia, paleontologia, mineralogia e Bonsai, abrigadas pelo MHNJB, e exemplares de sementes e frutos típicos da vegetação encontrada no local, como Ipês, Jequitibás e Pinhos, foram apresentados aos visitantes. "O evento representa uma oportunidade de divulgação destes espaços, muitas vezes desconhecidos do público", afirma Grazielle Anjos Carvalho, monitora do MHNJB.

Já a Estação Ecológica promoveu uma demonstração de seis das 14 oficinas que trabalham o conceito de educação ambiental, realizadas durante uma visita regular à instituição. Quem participou das atividades na Praça levou pra casa jogos sobre conservação de energia e aproveitamento de resíduos.