Universidade Federal de Minas Gerais

Rita da Glória
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Edição da semana do Boletim UFMG está disponível para leitura na internet

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011, às 8h19

Tese de doutorado defendida no Instituto de Geociências (IGC) dimensiona com precisão o que a população sente na própria pele há algum tempo: as temperaturas de Belo Horizonte estão ficando cada vez mais elevadas. De autoria de Wellington Lopes Assis, o estudo mostra que a temperatura mínima da capital mineira subiu 2,7ºC no último século e que as mudanças climáticas mais expressivas ocorreram após a década de 80, período de grande expansão imobiliária. A pesquisa também identificou três “arquipélagos de calor” em BH: o hipercentro e as regiões de Venda Nova e Noroeste. Essa e outras reportagens estão na edição 1.727 do Boletim UFMG, que começa a circular nesta segunda-feira. Acesse:

Opinião

A “ex-sala” de música do Centro Pedagógico
Artigo de Eugenio Tadeu, professor da Escola de Belas-Artes da UFMG. Ex-professor do Centro Pedagógico

Reportagens

Campus com estrelas
Departamento de Física recebe telescópio para observação dos astros em sala de aula

Arrastão do calor
Tese alerta sobre tendência de mudança na temperatura em Belo Horizonte

O corante que virou pó
Estudo de aluna da Escola de Engenharia usa resíduo siderúrgico para remover substâncias poluentes em processos da indústria têxtil

O corpo desenha
Tese mostra como estimular conhecimento do corpo para ensinar desenho

Acontece

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