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SUMMARY:Exposição: "Cidade Palimpséstica" (05.07.2019)
DESCRIPTION:Exposição de fotografias da capital mineira entre as décadas de 1960 e 1970 abre visitação no Centro Cultural UFMG. \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Cidade Palimpséstica”\, na próxima sexta-feira\, dia 05 de julho de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne uma seleção de fotografias de Belo Horizonte realizadas entre as décadas de 1960 e 1970 e poderá ser vista até o dia 04 de agosto de 2019. A entrada é gratuita e integra a programação do 51º Festival de Inverno da UFMG. \nAs imagens compõem o acervo do Laboratório de Fotodocumentação Sylvio de Vasconcellos (LAFODOC)\, da Escola de Arquitetura e Design da UFMG e foram captadas pelos fotógrafos Archimedes Correia de Almeida\, Gui Tarcisio Mazonni e Marcos de Carvalho Mazonni. A curadoria é dos alunos do curso de graduação em Museologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)\, sob a orientação da professora Verona Segantini\, da Escola de Belas Artes da UFMG\, em colaboração com outros docentes. A mostra se estende ao Espaço Cultural da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU)\, localizado no interior da Estação Central do Metrô de Belo Horizonte e em outras estações da linha Eldorado-Vilarinho. \nPara estabelecer a interlocução entre o acervo do LAFODOC e Belo Horizonte\, 113 fotografias são expostas em formatos variados\, através das quais o visitante poderá perceber as alterações espaciais da paisagem urban\, experimentadas pela cidade ao longo da sua história. Essas transformações recorrentes sobrepostas ao traçado original\, idealizado pela Comissão Construtora da Nova Capital\, estabeleceram um contraste entre a cidade projetada e aquela que foi sendo habitada. \nEntre demolições e reconstruções\, o constante movimento arquitetônico formou um palimpsesto urbano\, cujas consequências das intervenções são múltiplas. Algumas delas podem ser conferidas nos quatro eixos norteadores da exposição: Palimpsesto\, Construir\, Habitar e Espaçamentos. Neles\, será possível perceber o crescimento populacional de Belo Horizonte\, o processo de verticalização\, o aparecimento de bairros e favelas\, os estilos arquitetônicos\, as técnicas construtivas e a metropolização\, que repercutiram e ainda repercutem na composição espacial e social citadina. Algumas imagens contemporâneas foram produzidas como releituras\, possibilitando ao visitante perceber essas transformações. Todas as fotografias passaram por um cuidadoso processo de pesquisa e investigação\, que permitiu\, inclusive\, a identificação das edificações que estão representadas. \nNo módulo “Espaçamentos”\, aberto à visitação no Centro Cultural UFMG\, a proposta é apresentar como o projeto da cidade de Belo Horizonte foi pensado e executado numa perspectiva de espaçamento ordenado e circunscrito dentro dos limites da Avenida do Contorno. Contudo\, à medida que a capital se expandia\, seu traçado original sofria alterações. Com o crescimento populacional\, intensificados nas décadas de 1960 e 1970\, os limites da Avenida do Contorno foram extrapolados\, configurando novos espaçamentos urbanos. \nSobre o LAFODOC\nO laboratório\, constituído em 1954\, reúne mais de 50 mil negativos que retratam transformações arquitetônicas\, cenas urbanas de Minas Gerais e de outros lugares do Brasil. Documenta parte da memória do país\, em especial de Belo Horizonte\, a qual sofria transformações urbanísticas relevantes nos meados do século XX\, decorrentes do crescimento populacional e do conceito desenvolvimentista da época. Reconhecendo a importância desse patrimônio\, sob a guarda da Universidade\, o Curso de Museologia da UFMG convida aos habitantes a lançarem um olhar sobre a cidade e sobre suas edificações\, algumas já demolidas\, outras apagadas ou sobrepostas. Os negativos\, que foram digitalizados e disponibilizados para consulta\, testemunham as transformações incessantes e revelam modos de construir e habitar em outros tempos. \nExposição “Cidade Palimpséstica”\nAbertura: 05 de julho de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 04/08/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Experimentação da Imagem\nEntrada gratuita
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SUMMARY:Oficinas do 51º Festival de Inverno da UFMG
DESCRIPTION:A programação de oficinas e residências do 51º Festival de Inverno da UFMG está liberada! ? \nAs atividades acontecem em Belo Horizonte. Confira e se prepare. As inscrições serão abertas na sexta-feira\, 28 de junho\, e vão até 11 de julho pelo site www.ufmg.br/festivaldeinverno \nConfira a oferta: \n***RESIDÊNCIA EM DANÇAS URBANAS***\nA residência propõe apresentar alguns dos estilos de dança oriundos da cultura hip hop por meio da contextualização histórica\, do conhecimento técnico e da experimentação coreográfica. Contará com a participação dos professores convidados\, Joel Martins e Black-A. \nProfessores:\nBárbara Almeida – artista e graduanda em Dança (UFMG)\, atua como professora em escolas da Educação Básica e em projetos sociais. Em 2014\, participou do Grupo Contemporâneo de Dança Livre\, realizando apresentações em Lisboa (Portugal). Em 2015\, fundou o projeto UMA\, pelo qual realizou aulas abertas e eventos voltados para a difusão da cultura hip hop.\nWeslley Writer West Bento – bboy e escritor de graffiti desde 2009\, integrante do grupo Spin Force Crew. Já se apresentou no Sesc Palladium e no CCBB pelo Palco Hip Hop\, em 2012 e 2015\, respectivamente\, entre outros eventos. \nPeríodo: 15 a 19 de julho |17h às 20h | Vagas: 15\nLocal: Centro Cultural UFMG\nClassificação: 16 anos\nMaterial do aluno: roupas leves\, tênis de cano baixo\, toalha de rosto e garrafa d’água.\nPúblico-alvo: interessados no tema.\nInvestimento: R$20\,00 \n***RESIDÊNCIA EM ARTES CÊNICAS – REINVENTA – NARRATIVAS DE SI***\nNessa residência\, o aluno irá desenvolver a arte de ouvir e relatar histórias\, a partir da memória individual e social. Trata-se de narrar memórias e situações e de promover a troca de experiências\, conhecimento e informações\, a partir de si\, de sua vida\, para recriá-la por meio do teatro. Para isso\, algumas técnicas de interpretação\, improvisação\, expressão vocal e corporal serão aplicadas\, aliadas a dinâmicas narrativas e de integração com o grupo\, por meio de jogos cênicos. \nProfessores:\nLéo Quintão – co-fundador e integrante da Cia Pierrot Lunar\, já atuou em mais de 15 espetáculos. Atualmente está nos espetáculos Um pouco de Ar\, por favor e Atrás dos Olhos das Meninas Sérias. No cinema\, atuou nos filmes como Atrás dos Olhos das Meninas Sérias\, Foro Íntimo\, A Batalha das Colheres\, O Menino no Espelho\, Batismo de Sangue\, Ognatoque\, Família\, O Homem da Cabeça de Papelão\, Os Filmes que não fiz\, Tudo que tenho a dizer\, Samba-Canção\, entre outros.\nNeise Neves – atriz\, cantora\, preparadora de elenco\, gestora cultural e professora. É co-fundadora da Cia Pierrot Lunar. No teatro\, atua nos espetáculos Um Pouco de Ar\, Por Favor\, Acontecimento em Vila Feliz e Atrás dos Olhos das Meninas Sérias\, dentre outros. No cinema\, atuou no longa Atrás dos Olhos das meninas Sérias\, na série Poltrona 27; e nos longas Família\, Pequenas Histórias e Batismo de Sangue. Também lecionou no curso de Cinema e Audiovisual do Instituto de Comunicação e Artes (UNA). É graduada em Comunicação Social e pós-graduada em Gestão de Cultura. \nPeríodo: 15 a 19 de julho | 14h às 17h | Vagas: 20\nLocal: Centro Cultural UFMG\nClassificação: a partir de 40 anos\nMaterial do aluno: roupas leves e confortáveis.\nInvestimento: R$20 \n***RESIDÊNCIA EM LITERATURA – FRAGMENTOS DE MEMÓRIA: ARTE E PATRIMÔNIO***\nNessa residência os alunos irão criar microcontos em torno do tema memória\, arte e patrimônio\, tendo como objeto os 30 anos de história do Centro Cultural UFMG e o edifício tombado em que ele funciona. Ao final\, será realizada a edição\, em tipografia\, de uma seleção de microcontos produzidos na residência\, com a participação do Coletivo 62 pontos\, de pesquisa e produção gráfica. \nProfessora:\nSônia Queiroz – graduada e mestra em Letras (UFMG)\, onde leciona na área de Edição. No doutorado em Comunicação e Semiótica (PUC-SP)\, desenvolveu pesquisa sobre as edições do conto oral no Brasil\, com ênfase no processo de transcrição e transcriação das narrativas orais. De 2007 a 2009\, desenvolveu a pesquisa Minas afro-descendente\, em que identificou cerca de 200 contos orais publicados em livro no Brasil\, em Angola e Moçambique\, articulados em redes transtextuais. Como poeta\, além de poemas esparsos em jornais\, revistas e antologias\, publicou os livros O sacro ofício\, Relações cordiais e Corra água por onde correr. Como contista\, publicou o livreto Madrinha. \nPeríodo: 15 a 19 de julho | 14h às 17h | Vagas: 10\nLocal: Centro Cultural UFMG\nClassificação: 18 anos\nMaterial do aluno: caderno\, lapiseira\, borracha\, caneta (ou notebook)\, pendrive.\nPúblico-alvo: contistas e poetas\, com ou sem publicação\, interessados na experimentação literária.\nInvestimento: R$20\,00 \n***RESIDÊNCIA EM MÚSICA E TEATRO – SOM E GESTO NO PALCO***\nO objetivo da residência é desenvolver uma peça performática usando gestos e sons em condições iguais. O ritmo dos sons e das ações darão forma a uma criação coletiva e reflexiva\, aproveitando o humor como ferramenta expressiva. Música e teatro serão misturados em uma única linguagem\, trabalhando a teoria e prática ao mesmo tempo. \nProfessor:\nDamián Luis Rodríguez Kees – compositor\, performer\, pesquisador e professor de Música. Possui master em Arte Latinoamericana e especialização em Teatro Musical Contemporâneo. Suas composições foram apresentadas em vários países de Europa e América\, e seus trabalhos teóricos foram veiculados em publicações argentinas e internacionais. Atualmente\, é diretor do Instituto Superior de Música da Universidade Nacional do Litoral (Argentina). \nPeríodo: 15 a 19 de julho | 14h às 17h | Vagas: 9\nLocal: Centro Cultural UFMG\nClassificação: 16 anos\nMaterial do aluno: roupa cômoda. Durante a oficina\, serão solicitados objetos de uso cotidiano.\nPúblico-alvo: estudantes ou profissionais de música\, teatro\, dança ou circo.\nInvestimento: R$20\,00 \n***RESIDÊNCIA EM ARTES PLÁSTICAS – MEMÓRIA\, DESENHO E ESCRITA***\nO desenho será ponto de partida para a criação de uma poética visual individual\, na qual se propõe estimular e sensibilizar uma reflexão sobre os processos de afinidade e intimidade da memória das coisas. Durante os encontros\, serão realizadas práticas de experimentações com o desenhar enquanto escrita e conversas sobre questões plástico-visual\, que usam a memória como mote principal. \nProfessor:\nMarco Túlio Resende – artista plástico\, formado pela Escola Guignard (UEMG) e pela School of the Art Institute of Chicago como bolsista da Fulbright Comissio. Professor-mestre da Escola Guignard (UEMG) desde 1979\, ministra palestras e workshops em universidades\, instituições e festivais de arte. Participou de várias exposições individuais\, coletivas\, salões de arte\, bienais nacionais e internacionais. Artista visitante na UFMG\, UFOP\, USP e na Sheffield Hallam University – Inglaterra (British Council). Tem publicações e trabalhos de arte em acervos e coleções museológicas\, instituições privadas e públicas. \nPeríodo: 15 a 19 de julho |14h às 17h | Vagas: 15\nLocal: Centro Cultural UFMG\nClassificação: 18 anos\nMaterial do aluno: consulte em www.ufmg.br/festivaldeinverno\nPúblico-alvo: estudantes\, educadores\, artistas\, profissionais da área de artes e cultura e demais interessados no tema da memória e arte.\nInvestimento: R$20\,00 \n***ATELIÊ DE MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES***\nOs participantes poderão discutir os processos de curadoria e expografia de forma prática\, ao acompanharem o processo de montagem da exposição Paisagens brasileiras do séc. XIX: da conservação à exposição. A mostra\, que inaugura 15 de julho\, às 19h\, no Centro Cultural UFMG\, será composta por dez aquarelas de Friederich Hagedorn\, pertencentes à Coleção Brasiliana\, do Acervo Artístico UFMG. Entre os tópicos discutidos\, estarão as ações de preservação e salvaguarda das coleções universitárias\, além de um bate-papo com o professor Marco Elísio de Paiva\, reconhecido pesquisador da Coleção. \nProfessores:\nAna Martins Panisset – professora da Escola de Ciência da Informação da UFMG e coordenadora do Acervo Artístico UFMG.\nVerona Segantini – professora de expografia do curso de Museologia da UFMG e diretora do Campus Cultural UFMG em Tiradentes.\nDiná Araújo – conservadora-restauradora\, bibliotecária e coordenadora do Setor de Coleções Especiais da Biblioteca Central da UFMG.\nMarco Elizio de Paiva – professor de história da arte na UFMG e curador de exposições.\nSérgio Arruda – produtor cultural e especialista em montagem de exposições de arte. Diretor da empresa Gestalt. \nPeríodo: 15 de julho | 9h às 18h30 | Vagas: 10\nLocal: Centro Cultural UFMG\nClassificação: livre\nPúblico-alvo: estudantes e profissionais de museologia\, conservação-restauração\, expografia\, artes e afins.\nInvestimento: gratuita\, mediante preenchimento de formulário disponível em www.ufmg.br/festivaldeinverno. \n***BRINCADEIRAS\, MÚSICA E CENA***\nNesta oficina serão propostas brincadeiras e canções tradicionais a partir do repertório do grupo Serelepe e dos próprios participantes. Além disso\, serão construídos alguns instrumentos musicais com materiais reaproveitáveis para serem utilizados em cenas musicais. Experimentações cênico-musicais serão conduzidas com os participantes\, explorando modos e ferramentas de criação do grupo Serelepe. \nProfessor:\nSerelepe EBA-UFMG – formado por Reginaldo Santos\, Gabriel Murilo e Eugênio Tadeu\, o grupo se dedica à produção artística e à música para crianças desde 2005\, quando começou o programa de rádio Serelepe – uma pitada de música infantil\, na Rádio UFMG Educativa. Mais tarde\, passou a se dedicar também a oficinas e a intervenções musicais\, tendo o brincar como fio condutor das atividades. O grupo faz parte do projeto de pesquisa\, ensino e extensão “Serelepe brinquedorias sonoras e cênicas”\, da Escola de Belas Artes (UFMG) e integra o Movimento Brasileiro da Canção Infantil e o Movimento da Canção Infantil Latino-americana e Caribenha (MOCILyC). \nPeríodo: 15 a 20 de julho | 9h30 às 12h30 | Vagas: 25\nLocal: Conservatório UFMG\nClassificação: a partir de 16 anos\nMaterial do aluno: consulte em www.ufmg.br/festivaldeinverno\nPúblico-alvo: estudantes e professores de música\, dança ou teatro.\nInvestimento: R$20\,00 \n***EXPOGRAFIA EM ESPAÇOS NÃO-CONVENCIONAIS***\nOficina intensiva dirigida a profissionais\, estudantes e acadêmicos que se dedicam a questões de curadoria\, arquitetura e museologia em espaços diferentes daqueles dos museus e das galerias de exposição ditas convencionais. Serão realizados um conjunto de sessões teóricas em que se apresentam estratégias\, ideias e conceitos para abordar e intervir em locais usualmente não explorados enquanto locais expositivos – fábricas\, armazéns\, edifícios e museus abandonados. Segue-se um curto exercício prático em que será elaborada uma leitura e intervenção imaginária num espaço concreto. \nProfessora:\nInês Moreira – arquiteta\, curadora e investigadora em pós-doutoramento na Universidade NOVA (Lisboa). É curadora de exposições e eventos em diversos locais históricos abandonados e em locais pós-industriais em Portugal\, Espanha\, França e Polónia. Professora auxiliar convidada na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto\, onde leciona Cultura contemporânea e Curadoria de exposições. Co-edita o Jornal Arquitectos. \nPeríodo: 17 a 20 de julho | 10h às 12h30 | Vagas: 15\nLocal: Conservatório UFMG\nClassificação: a partir de 18 anos\nMaterial do aluno: caderno\, caneta\, post-its de várias cores\, caneta preta do tipo stabilo.\nPúblico-alvo: museólogos\, curadores\, fotógrafos\, estudantes\, artistas e agentes culturais.\nInvestimento: R$20\,00 \n***INTRODUÇÃO À IMPRESSÃO TIPOGRÁFICA***\nA oficina introduz a tipografia e seus processos\, aproveitando o conhecimento que o coletivo 62 pontos possui e os materiais tipográficos existentes no Centro Cultural UFMG. Serão apresentados aos participantes\, a linguagem e a técnica dos tipos móveis\, a partir de uma abordagem contemporânea. Para isso\, eles criarão uma pasta coletiva com as composições tipográficas realizadas durante a oficina. \nProfessor:\n62 pontos – coletivo mineiro de pesquisa e produção gráfica em técnicas analógicas\, que se estabeleceu em 2017\, com ênfase em tipografia com tipos móveis e gravura. Os integrantes executam peças gráficas autorais\, comerciais e exposições. \nTurma 1: 16 de julho\nTurma 2: 18 de julho\nHorário: 9h às 18h | Vagas: 8 por turma\nLocal: Centro Cultural UFMG\nClassificação: 18 anos\nMaterial do aluno: recomendado ir com roupas que possam sujar\, pois o contato com tintas gráficas pode manchar as vestimentas.\nPúblico-alvo: pessoas interessadas no trabalho com a palavra e a tipografia. Designers gráficos e alunos de Artes Visuais\, Belas Artes\, Gravura\, Letras\, Comunicação Social e afins.\nInvestimento: R$20\,00 \n***NA LINGUAGEM DOS RITMOS***\nO objetivo da oficina é ampliar o conhecimento básico da música orgânica\, facilitando a aprendizagem instrumental e proporcionando a busca de sua própria identidade musical. \nProfessor:\nMamour Ba – músico\, percussionista\, compositor\, arranjador e multi-instrumentista. O senegalês Mamour Ba teve sua iniciação musical africana ao lado de artistas de renome e formação acadêmica na Escola de Arte de Dakar-Senegal. \nPeríodo: 15 de julho | 15h às 18h | Vagas: 30\nLocal: Conservatório UFMG\nClassificação: a partir de 16 anos\nPúblico-alvo: músicos\, estudantes\, leigos e não leigos.\nInvestimento: R$20\,00 \n***PRÁTICA INSTRUMENTAL E PERFORMANCE DE MÚSICA DE CÂMARA PARA SOPROS ******\nDirecionada a instrumentistas de sopro\, a oficina será dividida em duas partes. Na primeira\, cada músico do Quinteto Villa-Lobos irá ministrar um workshop sobre a estudos e práticas relativas a seu instrumento. Serão cinco workshops: flauta\, oboé\, fagote\, clarineta e trompa. Na segunda parte\, o quinteto irá abordar questões relativas a performance de música de câmara para quinteto de sopros\, sobretudo música brasileira. \nProfessor:\nQuinteto Villa-Lobos – fundado em 1962\, o grupo esmera-se na divulgação da música de câmara brasileira\, ao mesmo tempo em que amplia seu repertório por vários gêneros\, conferindo competência e popularidade às suas apresentações nos mais variados espaços. Ao longo de sua história\, gravou inúmeros CDs obtendo popularidade e reconhecimento\, além de premiações e indicação ao Grammy. Já se apresentou em todos os estados brasileiros\, além de países como Alemanha\, França\, Jerusalém\, Portugal\, México\, Eslovênia\, entre outros. Em 2018\, foi agraciado pelo ministro das relações exteriores com a Comenda da Ordem de Rio Branco. \nPeríodo: 18 de julho | 13h30 às 17h40 | Vagas: 70\nLocal: Conservatório UFMG\nClassificação: a partir de 14 anos\nMaterial do aluno: os participantes devem levar o material que desejem apresentar\, como as partes e partituras.\nPúblico-alvo: instrumentistas de todos os níveis.\nInvestimento: R$20\,00 \n***UM PASSEIO PELO CIRCUITO DE ARTE URBANA E OFICINA DE STENCIL***\nPriscila Amoni\, uma das idealizadoras do Festival CURA – Circuito Urbano de Artes\, guiará a turma pelas ruas do hipercentro da cidade\, contando um pouco dos bastidores e do conceito dos dez murais (pinturas gigantes) nas fachadas dos edifícios do centro de BH\, que foram pintados durante o festival. O passeio se encerra com uma oficina de stencil\, ministrada pelo artista André\, conhecido como Comum. \nProfessores:\nPriscilla Amoni – mestre em Pintura pela Universidade de Lisboa (Portugal)\, trabalha atualmente como pintora muralista e diretora de arte em cinema. É co-criadora e curadora do festival CURA – Circuito Urbano de Artes.\nComum – artista plástico formado pela Escola de Belas Artes (UFMG)\, teve seu percurso artístico iniciado nas ruas de Belo Horizonte através da pixação\, do lambe-lambe e do graffiti. Conhecido por utilizar o stencil como sua técnica principal\, o artista tem produzido grandes painéis em Belo Horizonte. \nPeríodo: 20 de julho | 9h às 11h (passeio) e 11h às 13h (oficina) | Vagas: 15 | Local: saída do Centro Cultural UFMG| Classificação: a partir de 16 anos\nMaterial do aluno: para o passeio\, recomenda-se roupas leves\, chapéu\, óculos escuros\, filtro solar\, água\, tênis confortáveis e máquina fotográfica. O participante poderá levar uma imagem que pretende transformar em stencil durante a oficina.\nPúblico-alvo: artistas\, artesãos\, criadores de imagens e demais interessados na técnica do stencil.\nInvestimento: R$15\,00 \n***VISITA MEDIADA AO CIRCUITO CULTURAL PRAÇA DA ESTAÇÃO***\nA oficina conduzirá os participantes a conhecerem detalhes importantes da história de Belo Horizonte\, a partir dos monumentos arquitetônicos da Praça da Estação. Os prédios a serem visitados externamente são: Centro Cultural UFMG\, CentoeQuatro\, Centro de Memória da Engenharia\, Monumento à Terra Mineira\, Estações do CBTU\, Vale – Vitória Minas\, Central do Brasil\, Oeste de Minas\, Casa do Conde de Santa Marinha\, Centro de Referência da Juventude\, Serraria Souza Pinto\, Edifício Chagas Dória e o Centro de Memória Ferroviária. A visita passa pelas ruas Caetés\, Guaicurus e Sapucaí\, pelos jardins da Praça Rui Barbosa\, e pelos viadutos da Floresta e Santa Tereza. \nProfessora:\nAlice de Mello – criadora do Projeto de Visitas Mediadas do Centro Cultural UFMG\, do Circuito Cultural Praça da Estação e do DiverCidades Mineiras. É graduada em História pela UNOPAR e técnica em Guia de Turismo pelo SENAC Minas. \nPeríodo: 18 de julho | 9h às 12h | Vagas: 30 | Local de saída: Centro Cultural UFMG | Classificação: a partir de 16 anos\nMaterial do aluno: roupa confortável\, tênis ou calçado fechado confortável\, lanche leve\, água\, protetor solar\, boné ou chapéu.\nPúblico-alvo: interessados em conhecer a história da cidade.\nInvestimento: R$10\,00 \n***VIVÊNCIA DE MÚSICA INSTRUMENTAL BRASILEIRA***\nVoltada para instrumentistas com interesse no repertório da música instrumental brasileira. Será dividida em duas partes: na primeira\, cada músico do Trio Corrente irá ministrar um workshop sobre estudos e práticas relativas a seu próprio instrumento. Serão três workshops: piano\, contrabaixo e bateria. Na segunda parte\, o quinteto irá abordar questões relativas à prática em conjunto da música instrumental brasileira\, passando por questões como estilo\, arranjo\, ritmo e improvisação. \nProfessor:\nTrio Corrente – grupo vencedor do Grammy e uma das formações instrumentais mais destacadas do país. Lança\, neste ano\, o seu sexto álbum\, Tem que ser Azul\, registrado pelo selo italiano especializado em jazz\, Abeat Records. O trio\, que caminha para duas décadas de existência\, é reconhecido pelo virtuosismo de cada integrante\, bem como pelo entrosamento e pela empatia musical radical entre os músicos. \nPeríodo: 15 de julho | 10h30 às 12h30 e 14h às 15h40 | Vagas: 40\nLocal: Conservatório UFMG\nClassificação: a partir de 15 anos\nPúblico-alvo: estudantes e profissionais de música.\nInvestimento: R$20\,00 \n***VOCO INVOCA DADÁ NO TEMPO DA AVACALHAÇÃO***\nOficina intensiva organizada em torno do legado textual\, sonoro e plástico-visual do movimento dadaísta\, lançado internacionalmente no Cabaret Voltaire (Zurique)\, há 103 anos. Por meio de exercícios vocais e corporais\, explanações teóricas e conversas informais\, os/as participantes prepararão um conjunto de performances que serão apresentadas ao público do Festival de Inverno da UFMG no mesmo dia\, às 20 horas. \nProfessor:\nRicardo Aleixo – poeta\, artista visual/sonoro\, performador\, pesquisador das poéticas da voz e do corpo\, cantor\, compositor\, ensaísta e editor. Já fez performances em todo o Brasil e em países como Alemanha\, Argentina\, Portugal\, França\, México\, Espanha\, Estados Unidos e Suíça. Mantém no bairro Campo Alegre\, em Belo Horizonte\, o Laboratório Interartes Ricardo Aleixo (LIRA). \nPeríodo: 19 de julho | 9h30 às 12h30 e 14h30 às 18h30 | Vagas: 15\nLocal: Conservatório UFMG\nClassificação: a partir de 16 anos\nPúblico-alvo: poetas\, estudantes e profissionais das artes cênicas\, artes visuais\, música e afins.\nMaterial do aluno: roupas confortáveis para a prática de exercícios corporais e vocais.\nInvestimento: R$20\,00
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SUMMARY:Exposição: 'Olho Nu' - Marco Tulio Resende
DESCRIPTION:Artista plástico e professor da Escola Guignard\, Marco Tulio Resende\, expõe no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Olho Nu”\, do artista plástico mineiro Marco Tulio Resende\, sábado\, dia 13 de julho de 2019\, às 10 horas. A mostra reúne desenhos\, gravuras\, pinturas\, objetos\, instalações e livros-objeto e poderá ser vista até o dia 1º de setembro de 2019. A curadoria foi idealizada pelo museólogo Alexandre Madalena e pelo professor da Escola de Belas Artes da UFMG e diretor do Centro Cultural UFMG Fabrício Fernandino. A entrada é gratuita e integra a programação do 51º Festival de Inverno da UFMG. \nEm um universo poético da afetividade e da intimidade\, Olho Nu reúne obras recentes do pintor e desenhista Marco Túlio Resende\, inspiradas em seu alfabeto visual. É “uma escrita elementar e essencial\, com pensamentos construídos a partir de marcas\, rastros e fragmentos do humano”\, afirma Alexandre Madalena\, curador adjunto da exposição. A mostra “é uma pulsão poética levada ao extremo\, transitando entre metáforas que se mostram como um desafio para quem as vê”\, continua o museólogo. \nO trabalho exposto utiliza o desenho na forma de diários e como restos de lembranças carregadas de questões relativas ao tempo passado e presente. Sugere o exercício de novos olhares\, que movimentam os pensamentos a um arquivo sentimental presente em cada um\, remetendo a momentos advindos de sensações e percepções resgatadas pela memória do corpo e das coisas. \nSegundo o curador da mostra\, Fabrício Fernandino\, “apenas um olho nu nos facultaria perceber e\, mais que perceber\, emocionar. Marco Tulio nos convida a esse olhar e nos presenteia não apenas com sua obra\, mas com uma vida. Sua obra tem densidade do tempo vivido\, o requinte do inesperado e\, em sua materialidade única\, personaliza o imaterial universo do ato criador”. \nSobre o artista\nMarco Tulio Resende é natural de Belo Horizonte\, Minas Gerais. Graduado em Artes Plásticas pela Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais\, entre 1971 e 1974. Mestre pela School of the Art Institute of Chicago\, entre 1975 e 1978\, como bolsista da Fulbright Comission\, programa de intercambio educacional e cultural do governo dos Estados Unidos. Em 1979\, ingressou como professor na Escola Guignard\, onde prossegue atuante. Participou de diversas exposições individuais e coletivas\, residências artísticas\, salões\, mostras e bienais. Desenvolveu ações como artista visitante na Universidade Federal de Minas Gerais\, Universidade Federal de Ouro Preto\, Universidade de São Paulo e Sheffield Hallam University\, na Inglaterra\, a convite da British Council. Possui livros\, catálogos e artigos publicados\, obras em acervos museológicos\, espaços públicos de memória\, coleções privadas nacionais e internacionais.\nhttps://www.marcotulioresende.com/ \nExposição “Olho Nu – Marco Tulio Resende”\nAbertura: 13 de julho de 2019 | às 10 horas\nVisitação: até o dia 01/09/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nGrande Galeria\nEntrada gratuita
URL:https://www.ufmg.br/centrocultural/evento/exposicao-olho-nu-marco-tulio-resende/
LOCATION:Centro Cultural UFMG
CATEGORIES:Exposições,Festival de Inverno UFMG
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