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SUMMARY:Exposição: "Viagem Pitoresca pelo Mercado Central de BH"
DESCRIPTION:Artista plástica Rita de Souza inaugura exposição no Centro Cultural UFMG \nO Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Viagem Pitoresca pelo Mercado Central de BH”\, da artista plástica Rita de Souza\, na quinta-feira\, dia 20 de fevereiro de 2020\, às 19 horas. A mostra reúne uma série de desenhos em grafite sobre papel. As obras poderão ser vistas até o dia 05 de abril de 2020. Entrada gratuita. \nEsse trabalho foi realizado a partir de pequenas expedições ao Mercado Central de Belo Horizonte durante vindas ao Brasil entre 2015 e 2018\, período em que a artista fixou residência no Canadá. \nA escolha pelo Mercado Central de BH se deu pelo fato de ser um espaço que agrega inúmeros elementos culturais da região. O intuito é realizar uma viagem dentro da própria cultura numa espécie de busca por elementos existentes na memória e que remetem à histórias e lembranças. Os desenhos\, ricos em texturas e contrastes de luz e sombra\, são pequenas naturezas-mortas que carregam certos significados e que deixam entrever peculiaridades de um contexto\, de uma época e de um lugar. \nCom o olhar atento\, e com alma de uma artista viajante\, imigrante ou emigrante\, seu trabalho tenta captar e transformar através da linguagem visual\, elementos habituais das bancas do mercado. Esses elementos\, que podem passar despercebidos no convívio diário e na vida turbulenta contemporânea\, ganham protagonismo nessa coleção do cotidiano criada pela artista. \nNo total\, a mostra exibe 25 desenhos e convida cada visitante a realizar sua própria viagem por meio do encontro com os objetos representados\, que pode suscitar lembranças afetivas ou mesmo certos estranhamentos. \nSobre a artista \nRita de Souza nasceu em Belo Horizonte onde vive e trabalha atualmente. Bacharel e Licenciada em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais\, com formação em 1998 e 2000 respectivamente. Em 2018\, concluiu o curso de bacharelado em História da Arte pela Faculté des Arts et des Sciences da Université de Montréal no Canadá. Já trabalhou como professora\, ilustradora e designer gráfico. Atualmente\, conciliando sua formação em Artes e História da Arte\, seu trabalho explora a produção artística como forma poética de registro e memória. \nExposição “Viagem Pitoresca pelo Mercado Central de BH”\nAbertura: 20 de fevereiro de 2020 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 05/04/2020\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Celso Renato\nEntrada gratuita
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SUMMARY:Exposição: "Geometrias Emotivas - (des) construção e (de) composição" - Daniela Moser
DESCRIPTION:O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição”\, da artista Daniela Moser\, na sexta-feira\, dia 06 de março de 2020\, às 18 horas. A mostra reúne obras que misturam técnicas de pintura\, desenho\, fotografia e colagem e poderá ser vista até o dia 05 de abril de 2020. Entrada gratuita. \nMultiplicidade\, espontaneidade e fluidez. Estas são algumas palavras que podem ser associadas ao trabalho da artista mineira Daniela Moser. Misturando técnicas de pintura\, desenho\, fotografia e colagem\, as obras trazem composições pensadas através da modulação de cor\, uma das principais assinaturas de seu trabalho. As composições se dão tanto por formas geométricas planas – como retângulos e quadrados –\, quanto por formas orgânicas fluidas; sempre numa proposição de partir do pequeno e\, dele\, expandir espontaneamente.  \nA questão da espontaneidade é para Moser uma construção: há um esforço das composições não serem construídas racionalmente\, de serem efetivamente formações de um acaso\, que surgem como surpresas. Esses acasos formados aparecem primeiramente no papel – o principal suporte utilizado –\, que\, pela sua materialidade\, permite uma constante modificação das composições e\, nisso\, uma multiplicidade de recortes e fragmentações; sendo na forma de adensamento\, no agrupar de massas de cores\, ou na espacialização dos fragmentos aplicados pelo suporte. \nA criação das obras\, assim\, parte de um entendimento da colagem não só como técnica\, mas como linguagem\, expandindo esta forma artística para além de elementos tradicionalmente associados a ela\, como a cola. As duas séries Enxertos e Modulações são obras que levam a colagem para agrupamentos em camadas soltas\, permitindo também que o papel aja de acordo com suas próprias características: dobras\, entortamentos e eventuais separações que podem acontecer – espontaneamente. \nEstas séries desdobram noutra obra\, que surge na proposta de um contato do espectador com o trabalho. Livros Interativos foi disparado por esta questão\, sendo um convite sensorial e criativo\, de desde sentir as texturas das páginas até de estar – ao folheá-las – num ato contínuo de (des)construção de composições\, onde retira-se uma forma de um espaço para o outro; cria-se um outro em variações múltiplas\, o corpo daquele que manipula sendo uma outra forma – orgânica – presente\, que instaura uma nova dinâmica. \nO orgânico na obra de Moser\, aliás\, aparece pelo experimento de fotografar anônimos no espaço urbano. Nisso\, a artista traçou Cartografia do Corpo II\, desenhando sobre os contornos e as curvas de pessoas captadas num momento de lazer; depois sobrepostos e esvaziados de identidade\, numa mistura quadriculada\, modulada e fluida de corpos relocados. Estas formas perpassam por diversos outros trabalhos\, como Corpocidade e (DE)forma\, emprestando suas curvas às geometrias emotivas das demais obras\, coladas subjetivamente entre si. O mais interessante\, entretanto\, é como essas formas não podem ser reduzidas à uniformidade – são uma diferença que se mantém diferente\, em singularidades plurais de multidão; e aqui está a potencialidade do trabalho. \nMosaicos de pequenos mundos \nAo olharmos para a obra de Daniela Moser\, podemos perceber como a colagem possibilita uma poética do imaginário\, especificamente sobre o corpo e a cidade\, que se materializam em mosaicos de composições geométricas. O jornalista e sociólogo Robert Park entende a cidade como um estado de espírito que se constitui a partir dos processos vitais das pessoas que nela vivem. Ou seja\, são os sujeitos que a constroem não apenas em sua dimensão física\, mas em sua dimensão imaterial\, subjetiva. Esse estado de espírito\, que é a cidade\, é construído a partir da ação de diferentes grupos que nela convivem\, configurando-a como “um mosaico de pequenos mundos que se tocam\, mas não se interpenetram”\, nas palavras de Park. \nNesta perspectiva\, as colagens de Moser apontam\, em sua multiplicidade\, pequenos mundos de diferentes indivíduos que se manifestam e se constroem em interações sutis\, que fazem surgir novas variedades; fazendo com que essas cidades coladas sejam constituídas a partir da mistura do entrelaçamento de indivíduos e grupos – semelhantes em suas distinções. Esta é a preciosidade da obra. \nAs combinações\, divisões e fragmentações possibilitam reflexões sobre a mistura que constitui a vida urbana e as diferenças que marcam as relações entre os corpos que habitam esses mundos. Num contexto atual de intolerância ao outro e desrespeito às diferenças\, obras como Corpocidade e Cartografia do Corpo\, resgatam um senso de multidão\, tratando a multiplicidade de forma afetiva. Aqui\, as singulares estão no quadrado\, na curva\, na cor; e são participantes adensados de nosso presente comum\, junto com quem os observa.  \nAssim\, trabalhar essas questões\, reunidas nas nove obras num ambiente expositivo\, teria como propósito imaginar esses traços e recortes (literais) de uma pluralidade de existências. Numa aplicação prática da estratégia artística\, a arte torna-se\, nas colagens de Moser\, um dispositivo de pensamento e de proposição simbólica de (re) pensar questões ofuscadas pela sociedade contemporânea\, por geometrias afetivas. Resgatando\, com elas\, a possibilidade da espontaneidade\, da coletividade\, do convívio e da criatividade. \nSobre a artista  \nDaniela Moser é Bacharel em Desenho pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006). Participou do Acompanhamento Artístico Individual no Ateliê ESPAI\, sob a orientação de Marcelo Drummond (2019); da Oficina Cola-Colagem\, coordenada pelo artista Roberto Marques (2018) e da Ocupa_Espai: Residência Artística sob a orientação de Nydia Negromonte e Marcelo Drummond (2018). Integrou as exposições coletivas Um erro inesperado aconteceu\, na Periscópio Galeria\, com a curadoria de Nydia Negromonte e Marcelo Drummond (2019); Festival Independente de Contagem F5\, MG (2015); Arte no Banheiro\, BH/MG (2007); Ser-para-a morte\, no Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre\, RS (2007); Perfumarias e Miudezas\, no Centro Cultural de Contagem\, MG (2006) e A Poética das Coisas\, na Casa da Cultura de Betim\, MG (2006). Exposições individuais: Ocupa_Espai\, BH/MG (2018) e Transversais\, na Galeria BDMG\, BH/MG (2005). \nExposição “Geometrias Emotivas: (des) construção e (de) composição” \nAbertura: 06 de março de 2020 | às 18 horas \nVisitação: até o dia 05/04/2020 \nTerças a sextas de 10h às 21h \nSábados e domingos de 10h às 18h \nSala Ana Horta \nEntrada gratuita \nContato \nDaniela Moser \nInstagram: @daniela.moser \nFacebook: Daniela Moser \n(31) 9 8409-4864 \ndanielamoser64@yahoo.com \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:Exposição: "Cidade Refletida" - Thais Andressa
DESCRIPTION:O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Cidade Refletida”\, da fotógrafa Thais Andressa\, na sexta-feira\, dia 06 de março de 2020\, às 19 horas. A mostra reúne registros do cotidiano de São João del-Rei. As fotografias poderão ser vistas até o dia 12 de abril de 2020. Entrada gratuita. \nRegistros do cotidiano de São João del-Rei ganham espaço na série “Cidade Refletida”\, da fotógrafa Thais Andressa. Um dos intuitos da mostra é chamar a atenção para o patrimônio histórico e para a preservação da memória da cidade tricentenária. Nesse trabalho\, Thais buscou um olhar mais contemplativo e poético sobre a paisagem urbana. “Sempre tive interesse por arquitetura e história. Fotografar a cidade me permite narrar visualmente um pouco dos aspectos históricos da localidade e as transformações que acontecem no espaço”\, ressalta a fotógrafa. Situada a aproximadamente 200 km da capital mineira\, São João del-Rei (MG) é atrativa para turistas de diversas regiões do Brasil e do mundo.  \nA série “Cidade Refletida” tem como destaque registros feitos através de reflexos formados em poças d’água e em outras superfícies espelhadas. “As imagens que se formam\, lembram-me aquarelas e\, mostram um cenário que mexe com a imaginação”\, declara Thais. Para o professor e historiador Augusto Leonel Ribeiro\, em suas imagens\, a fotógrafa consegue captar a alma\, a essência\, dessa cidade riquíssima em cultura\, arte e religiosidade. “Seus reflexos revelam o cotidiano de uma cidade que preserva tradições e o estilo interiorano de vida\, ao mesmo tempo em que avança e se dinamiza”\, afirma o historiador. Serão exibidas cerca de 40 fotografias realizadas entre 2016 e 2020.  \nSobre a fotógrafa  \nThais Andressa é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). A fotógrafa realizou exposições individuais no Centro Cultural UFSJ\, no Museu Regional de São João del-Rei e no Centro Cultural Sesi Minas Ouro Preto. Entre suas principais referências na área da fotografia estão: Henri Cartier-Bresson\, Vivian Maier e Francesca Woodman. Além da fotografia\, Thais atua na área de produção cultural\, na cobertura de eventos artísticos e culturais\, na região do Campo das Vertentes. Também se dedica à pesquisa sobre fotografia com foco no protagonismo feminino. Tem trabalhos fotográficos publicados nas revistas “Mais Saúde & Bem-Estar” e “Mais Vertentes”.  \nExposição “Cidade Refletida” \nAbertura: 06 de março de 2020 | às 19 horas \nVisitação: até o dia 12/04/2020 \nTerças a sextas de 10h às 21h \nSábados e domingos de 10h às 18h \nEspaço Experimentação da Imagem \nEntrada gratuita
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SUMMARY:Exposição: "Dilatação Antropofágica" - Pedro Gottardi
DESCRIPTION:Artista catarinense inaugura exposição no Centro Cultural UFMG\ncom temática que envolve o corpo \nO Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Dilatação Antropofágica”\, do artista catarinense Pedro Gottardi\, na sexta-feira\, dia 13 de março de 2020\, às 19 horas. A mostra reúne uma série de obras inspiradas em radiografias (raio-x)\, impressas sobre tecido de algodão\, além de documentos e instalação com objetos que traduzem sentimentos na carne. As produções poderão ser vistas até o dia 12 de abril de 2020. Entrada gratuita. \nCarne que come carne. Vive o percurso: sentir-se dentro de si. As diferentes pontas afiadas. Como sentimentos engolidos\, digeridos\, processados e expelidos. Pedro Gottardi\, 2018. \nApós sofrer um acidente durante a execução da performance art “A celebração da nossa carne”\, durante o 31º Festival Internacional de Teatro Universitário de Blumenau\, em 2018\, quando engoliu involuntariamente um pedaço de carne espetado por alfinetes niquelados de costura\, Pedro Gottardi ressignificou sua experiência e deu origem a Dilatação Antropofágica. \nSegundo o artista\, com as radiografias em mãos as visualidades foram poetizadas e revelaram em si marcas\, percursos e paisagens corporais. Pedro descreve que as provocações falam sobre coisas que sentimos no corpo\, as quais podem ou não perfurar a carne\, tal qual um ato antropofágico de engolir e digerir nossa própria existência\, como se comêssemos a nós mesmos. Para Gottardi\, a vivência elucida e traz à tona sentimentos e emoções que interferem diretamente no corpo e a resposta desta reflexão é perceber em si os sentidos que a carne absorve\, visto que as epifanias permitem a vasão para o poético. \nPedro Gottardi trabalha temáticas que envolvem o corpo e sua subjetividade e desenvolveu o olhar artístico sobre o corpo humano quando fez aulas de teatro. As performances sempre fizeram parte da sua carreira enquanto artista\, descobrindo e pesquisando materialidades e técnicas que acabam sendo absorvidas em seu processo de criação. \nSobre o artista \nPedro Gottardi nasceu em 1989 na cidade de Brusque\, em Santa Catarina. Atualmente reside em Blumenau (SC)\, onde estuda e desenvolve seus projetos artísticos. É mestrando em Educação pela Universidade Regional de Blumenau (FURB)\, graduado em Artes Visuais pela mesma instituição (2018) e integrante do Grupo de Pesquisa em Artes e Estética na Educação do Programa de Pós-Graduação em Educação dessa universidade. Além de artista plástico é performer\, professor de arte\, pesquisador e conselheiro cultural no município de Blumenau. Desde 2017 vem expondo seus trabalhos em galerias de Santa Catarina e de outros estados brasileiros\, com destaque para Dilatação Corporal: experiências de um corpo em expansão\, Dilatação Antropofágica\, Dilaporal e A Poiésis de um corpo (des) construído e (ex) posto. \nExposição “Dilatação Antropofágica”\nAbertura: 13 de março de 2020 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 12/04/2020\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nGrande Galeria (sala 5)\nEntrada gratuita \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:Exposição: "Quando a noite chegar desliguem as máquinas"
DESCRIPTION:Artista Lucas Ero aproxima conceitos de máquina e corpo em exposição no Centro Cultural UFMG \nO Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Quando a noite chegar desliguem as máquinas”\, do artista Lucas Ero\, na sexta-feira\, dia 13 de março de 2020\, às 19 horas. A mostra reúne máquinas eróticas imaginárias e poderá ser vista até o dia 12 de abril de 2020. Entrada gratuita. \nNascido no Vale do Aço\, Lucas Ero cresceu sob a fuligem de uma grande siderúrgica. A presença panóptica da usina\, centro da vida da cidade de Ipatinga\, sempre foi um símbolo de poder ameaçador para ele. Seu avô materno\, ex-operário da siderúrgica USIMINAS\, trabalhou em sua construção em 1958 e sobreviveu ao “Massacre de Ipatinga” de sete de outubro de 1963\, quando militares utilizaram metralhadoras contra uma manifestação grevista de funcionários da empresa. O episódio levou à emancipação da cidade em 29 de abril de 1964\, um útero industrial banhado em sangue humano que serviu de laboratório para o Golpe Militar de 64. \nEm 2009\, Lucas abandonou o cargo de “operador de máquinas” na sinterização da usina para seguir como um artista visual inventor de máquinas eróticas imaginárias. Suas máquinas são humanas\, sexuais\, sociais\, penais\, solitárias\, excitadas ou desinteressadas: objetos mecânicos ficcionais — de algum modo antropomórficos — que nascem da liberdade criativa do suporte bidimensional\, experimentações pictóricas e conotações simbólicas. Como sondas lançadas ao abismo\, fazem prospecções imagéticas de um vocabulário voltado ao locus maquínico da contemporaneidade: dos dejetos tecnológicos ao dispêndio das carnificinas mecânicas\, pulsões eróticas ou destrutivas que movem tanto as engrenagens famintas da indústria\, quanto os motores de combustão do desejo humano na criação artística. \nSobre o artista \nLucas Ero é bacharel em Artes Visuais com habilitação em Desenho pela Escola de Belas Artes da UFMG (2015). Participou das residências artísticas Obras em Construção\, na Casa das Caldeiras\, em São Paulo (2017); Residência Camelo\, na Casa Camelo\, em Belo Horizonte (2016); Residência do Museu do Sexo Hilda Furacão\, que ocorreu simultaneamente no circuito composto pelo Iphan\, Funarte\, Casa do Conde e hotéis da Rua Guaicurus\, zona boêmia de BH (2016) e Quimeras\, ministrada pelos artistas franceses François Andes e Pascal Marquilly\, no Festival Artes Vertentes\, em Tiradentes\, MG (2015). Participou de exposições coletivas e individuais durante sua trajetória artística\, com destaque para Ainda que Eu Ande Pelo Vale do Aço da Morte\, Solitária e Seres Maquinais. Recebeu o Prêmio Residência Camelo (2016) e foi indicado ao Dente de Ouro (2019). \nExposição “Quando a noite chegar desliguem as máquinas”\nAbertura: 13 de março de 2020 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 12/04/2020\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nGrande Galeria (salas 1\, 2\, 3 e 4)\nEntrada gratuita \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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