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SUMMARY:Exposição: 'Olho Nu' - Marco Tulio Resende
DESCRIPTION:Artista plástico e professor da Escola Guignard\, Marco Tulio Resende\, expõe no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Olho Nu”\, do artista plástico mineiro Marco Tulio Resende\, sábado\, dia 13 de julho de 2019\, às 10 horas. A mostra reúne desenhos\, gravuras\, pinturas\, objetos\, instalações e livros-objeto e poderá ser vista até o dia 1º de setembro de 2019. A curadoria foi idealizada pelo museólogo Alexandre Madalena e pelo professor da Escola de Belas Artes da UFMG e diretor do Centro Cultural UFMG Fabrício Fernandino. A entrada é gratuita e integra a programação do 51º Festival de Inverno da UFMG. \nEm um universo poético da afetividade e da intimidade\, Olho Nu reúne obras recentes do pintor e desenhista Marco Túlio Resende\, inspiradas em seu alfabeto visual. É “uma escrita elementar e essencial\, com pensamentos construídos a partir de marcas\, rastros e fragmentos do humano”\, afirma Alexandre Madalena\, curador adjunto da exposição. A mostra “é uma pulsão poética levada ao extremo\, transitando entre metáforas que se mostram como um desafio para quem as vê”\, continua o museólogo. \nO trabalho exposto utiliza o desenho na forma de diários e como restos de lembranças carregadas de questões relativas ao tempo passado e presente. Sugere o exercício de novos olhares\, que movimentam os pensamentos a um arquivo sentimental presente em cada um\, remetendo a momentos advindos de sensações e percepções resgatadas pela memória do corpo e das coisas. \nSegundo o curador da mostra\, Fabrício Fernandino\, “apenas um olho nu nos facultaria perceber e\, mais que perceber\, emocionar. Marco Tulio nos convida a esse olhar e nos presenteia não apenas com sua obra\, mas com uma vida. Sua obra tem densidade do tempo vivido\, o requinte do inesperado e\, em sua materialidade única\, personaliza o imaterial universo do ato criador”. \nSobre o artista\nMarco Tulio Resende é natural de Belo Horizonte\, Minas Gerais. Graduado em Artes Plásticas pela Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais\, entre 1971 e 1974. Mestre pela School of the Art Institute of Chicago\, entre 1975 e 1978\, como bolsista da Fulbright Comission\, programa de intercambio educacional e cultural do governo dos Estados Unidos. Em 1979\, ingressou como professor na Escola Guignard\, onde prossegue atuante. Participou de diversas exposições individuais e coletivas\, residências artísticas\, salões\, mostras e bienais. Desenvolveu ações como artista visitante na Universidade Federal de Minas Gerais\, Universidade Federal de Ouro Preto\, Universidade de São Paulo e Sheffield Hallam University\, na Inglaterra\, a convite da British Council. Possui livros\, catálogos e artigos publicados\, obras em acervos museológicos\, espaços públicos de memória\, coleções privadas nacionais e internacionais.\nhttps://www.marcotulioresende.com/ \nExposição “Olho Nu – Marco Tulio Resende”\nAbertura: 13 de julho de 2019 | às 10 horas\nVisitação: até o dia 01/09/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nGrande Galeria\nEntrada gratuita
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SUMMARY:Exposição: “Entre Espaço" - Marina Moreira e Luiza Poeiras
DESCRIPTION:Alunas da Escola de Belas Artes da UFMG abrem exposição coletiva no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva “Entre Espaço”\, de Marina Moreira e Luiza Poeiras\, na próxima sexta-feira\, dia 09 de agosto de 2019\, às 19 horas. A mostra explora a conexão entre os trabalhos das artistas\, com foco na discussão do espaço na representação gráfica\, utilizando da gravura em metal e seus desdobramentos em linha e mancha. As obras poderão ser vistas até o dia 06 de outubro de 2019. Entrada gratuita. \nA série apresentada pela artista Marina Moreira é resultado dos últimos anos de estudo voltados para a geometria abstrata. Essa pesquisa se inicia nos cubos feitos em incisão direta e aquatinta\, que investigam a massa e a variação tonal adquirida na gravação\, tendo a linha apenas como elemento delimitador de espaço. Avançando na pesquisa\, a linha passou a ser elemento principal e a massa densa\, antes adquirida por meio da aquatinta\, agora é explorada no emaranhar das incisões e na sobreposição das impressões. \nEm “Tecer Espaço” Luiza Poeiras pesquisa a linha como forma de se relacionar com o espaço e busca tensionar\, por meio de sua representação gráfica e da disposição espacial do trabalho\, a linha como objeto de representação e a linha como ferramenta de diálogo com o espaço: “linha que incide\, fere\, cava; linha circuito\, caminho\, conexão”\, diz a artista. Neste trabalho\, aproximadamente 300 impressões de gravura em metal se dispõem em uma parede de nove metros em uma composição que conecta as imagens através de suas estruturas lineares. Em suas diversas qualidades\, permitidas por processos diretos e indiretos de gravação no cobre – ponta seca e verniz mole – a linha vagueia entre fragmentos que remetem à lugares vazios e composições abstratas. \nA exposição abarca os vínculos poéticos de cada artista através da linha e seus desdobramentos enquanto representação e manifestação tridimensional e\, ao mesmo tempo\, a individualidade dos caminhos encontrados nas pesquisas. \nAs artistas\nLuiza Poeiras trabalha com a imagem utilizando de meios como a gravura\, o desenho\, a fotografia e o vídeo e tem como força motriz de sua pesquisa o pensamento sobre o espaço e os diálogos e relações possíveis de se tecer nele. Está no 8º período de Graduação em Artes Visuais e já participou de diversas exposições coletivas na cidade como “Panorama da Gravura” na Reitoria da UFMG e “Farofa Gráfica” na Galeria Mama Cadela. \nNascida em Belo Horizonte e morando a vida toda em Betim\, a artista Marina Moreira teve seu primeiro contato com a gravura já dentro da Universidade. Encantada pelas técnicas\, fez sua primeira exposição coletiva em 2017\, “Deriva X”\, apresentando um compilado de obras incluindo xilogravura\, serigrafia e gravura em metal. A partir disso\, foca sua produção no estudo específico da geometria abstrata\, se utilizando da gravura em metal como principal meio. Cursando Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG\, já participou de outras exposições como “Estado da Arte no Ofício” na Casa da Gravura UFMG e o “Panorama da Gravura” na Reitoria UFMG. \nConheça mais a produção das artistas em:\nhttps://www.behance.net/MarinaMoreira\nhttps://www.luizapoeiras.com.br/ \nExposição “Entre Espaço”\nAbertura: 09 de agosto de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 06/10/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Ana Horta\nEntrada gratuita \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:Exposição: “O tempo como objeto de transição" - Alfredo Nobel
DESCRIPTION:Escultor Alfredo Nobel expõe no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “O tempo como objeto de transição”\, do escultor mineiro Alfredo Nobel\, na próxima sexta-feira\, dia 09 de agosto de 2019\, às 19 horas. A mostra tem curadoria de Estandelau e poderá ser vista até o dia 06 de outubro de 2019. Entrada gratuita. \nApós um longo período de pesquisa e produção o escultor belorizontino Alfredo Nobel apresenta inúmeras esculturas desse processo. Sua técnica obedece às resistências e fragilidades de materiais como o cimento\, a porcelana\, o aço e a terracota e orquestram\, tanto isoladamente\, quanto em conjunto\, um fluxo de sentidos e significados. \nPara o curador da mostra\, Estandelau\, “as esculturas articulam-se como objetos antropomórficos\, ou seja\, sua forma aparente evoca a de um ser humano. Contudo\, estes objetos não representam a superfície\, dizem algo através de sua forma e materialidade\, que nós\, enquanto humanos\, em nossa exterioridade\, não aparentamos”. \nSobre o artista\nAlfredo Nobel é bacharel em Artes Plásticas\, com habilitação em Desenho e Escultura pela Escola Guignard – Universidade Estadual de Minas Gerais (1990). Possui especialização em Arte-Educação pelo Centro de Estudos e Pesquisas Educacionais de Minas Gerais – CEPEMG (1995). Participou de inúmeras exposições individuais e coletivas durante sua trajetória artística. \nExposição “O tempo como objeto de transição”\nAbertura: 09 de agosto de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 06/10/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Celso Renato\nEntrada gratuita \nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG
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SUMMARY:Recitais: "Esqueça a cortesia\, rasgue a poesia" - Marcos Sandália & Meia
DESCRIPTION:Cantor e compositor mineiro Marcos Sandália & Meia lança canções de terceiro EP no Centro Cultural UFMG \nNa quarta-feira\, dia 04 de setembro de 2019\, às 19h30\, o Centro Cultural UFMG recebe o cantor e compositor Marcos Sandália & Meia para o show de lançamento das canções de seu terceiro EP\, intitulado Esqueça a cortesia\, rasgue a poesia. A entrada é gratuita e integra a programação do projeto Recitais. \nCom uma linguagem simples\, leve e espirituosa\, que a crítica definiu como “brega-rock-jovem-guardista-conceitual”\, Esqueça a cortesia\, rasgue a poesia refina a proposta do primeiro compacto do artista\, Teimoso\, Vaidoso e Outros Defeitos Mais. \nA apresentação será no formato voz e violão\, mesclando canções de seus EPs anteriores e as músicas do próximo trabalho. Baladas românticas\, grooves emocionais\, blues cafajeste\, folk-rock\, bossa/jazz e traços de experimentação\, tudo isso é possível identificar em um show totalmente autoral\, simples\, sem ser banal. \nMarcos Sandália & Meia\nExpoente da vanguarda ipatinguense\, Marcos S&M se considera “rústico transado/démodé futurista”. Tem 33 anos\, é jornalista e também violonista\, contrabaixista e produtor musical. É vocalista e cavaquinista do bloco de carnaval Tchanzinho Zona Norte\, sendo o compositor do hino do bloco\, destaque entre os foliões de BH desde 2013. \nProjeto Recitais\nO projeto Recitais\, aberto a toda comunidade\, oferece ao público momentos diferenciados de lazer e fruição. Voltado para apresentações artísticas\, literárias e cênicas musicais\, este é um espaço vasto às experimentações das artes verbais e performáticas. Localizado no hall superior do Centro Cultural UFMG\, o projeto acontece todas as quartas-feiras\, às 19h30. Um convite especial a um momento de lirismo\, poesia e sensibilidade ao entardecer em um espaço físico privilegiado – intimista e delicado. As apresentações têm por objetivo divulgar trabalhos inéditos ou ainda pouco conhecidos de poetas\, músicos\, atores ou daqueles que transitam por linguagens híbridas e inovadoras nos campos sonoros e expressões corporais. Escutar\, sentir e participar também faz parte da construção dessa tessitura expressiva e poética. O espaço\, as janelas e as portas estão abertos a esse momento de sentimento e emoção. Sejam bem-vindos! \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290
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SUMMARY:Exposição: "Intermitências"
DESCRIPTION:Sílvia Junqueira abre exposição de fotografias no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Intermitências”\, da artista Sílvia Junqueira\, na próxima sexta-feira\, dia 06 de setembro de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne 20 fotografias capturadas através de um dispositivo celular\, impressas em azulejos e 24 fotografias feitas por câmera profissional\, analógica e celular. A curadoria é do professor Alexandre Rodrigues da Costa\, da Escola Guignard. As obras poderão ser vistas até o dia 03 de novembro de 2019. Entrada gratuita. \nCercada pelo que conhece\, Sílvia Junqueira busca o desconhecido. O título de sua série de fotografias\, Intermitências\, funciona como na brincadeira infantil na qual\, ao ouvir a palavra ‘estátua’\, todos devem ficar imóveis. Joga com a interrupção como forma de lidar com situações em que o olhar revela aquilo que até então permanecia escondido. Intermitência é o que cessa e recomeça por intervalos\, e\, assim como na brincadeira\, as fotografias de Junqueira possuem uma alegria típica dos jogos infantis\, que parecem nunca ter fim – como o desejo da criança\, sempre a recomeçar. Por isso\, em suas imagens\, a encenação e a espontaneidade se confundem\, uma vez que seu olhar se nutre cotidianamente daquilo que tem de mais simples e complexo. É nesse sentido que suas fotografias se aproximam do conceito que Bataille inscreveu ao riso\, aquilo que se torna “a chave do fundo dos mundos”. É por meio desse riso que Sílvia Junqueira exerce sua visão sobre o mundo e sobre sua própria fotografia\, já que\, diante da ausência de respostas\, o que não pode ser explicado leva ao riso. Por essa via\, essas fotografias oferecem não respostas\, mas questionamentos sobre o que a realidade esconde\, a partir de um olhar crítico que parece decompor os gestos e as relações\, como se fossem vistos pela primeira vez\, e\, portanto\, com o riso típico de quem se diverte com um jogo. Que\, no caso\, é a própria fotografia. \nAlexandre Rodrigues da Costa \nSílvia Junqueira é bacharel em Jornalismo e pós-graduada em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela Escola Guignard. Trabalha com fotografia desde 2013\, quando concluiu seu curso de fotografia profissionalizante pela Escola de Imagem. Desde então\, dedica-se exclusivamente a esta prática\, produzindo fotos para o site de vendas coletivas Peixe Urbano e para o projeto Diálogos\, do Diário do Comércio. No mesmo ano de 2013 teve sua fotografia selecionada em um concurso realizado pelo Café com Letras\, em Belo Horizonte. Em 2015 contribuiu com seu material para a Revista Viva Bem\, da cidade de Viçosa\, Minas Gerais. Em novembro de 2018 sua fotografia foi selecionada pelo festival Co-Fluir\, na categoria Imagem Única\, exposta no Espaço Cento e Quatro\, em Belo Horizonte. Em 2019 participou\, com dois vídeos\, de duas exposições coletivas montadas na galeria da Escola Guignard e no Viaduto das Artes. \nExposição “Intermitências”\nAbertura: 06 de setembro de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 03/11/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Experimentação da Imagem\nEntrada gratuita \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:Exposição: "Dias de calor"
DESCRIPTION:A pintura de Luiz Lemos poderá ser vista em exposição no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Dias de calor”\, do artista Luiz Lemos\, na próxima sexta-feira\, dia 13 de setembro de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne pinturas e instalações realizadas em 2018 e 2019 e apresenta um amplo conjunto de trabalhos que tem como norte de investigação as relações entre a interpretação da paisagem\, elementos de comunicação e possíveis fronteiras entre imagem e palavra. A curadoria é de Gabriela Carvalho. As obras poderão ser vistas até o dia 03 de novembro de 2019. Entrada gratuita. \nEm Dias de calor\, destaca-se o uso intenso de cores\, gestos\, estampas\, luzes – as pinturas afirmam a repetição\, superposição e anulação de signos que se escondem em campos de cores diversas. A paisagem e a linguagem não se afirmam\, escondem-se de modo a afirmar o básico de sua existência: a paisagem não concebe um lugar; a letra não registra uma palavra.  \nSegundo o artista\, “recolho o que vejo e encontro\, transponho as funções das coisas e apresento um conjunto de (des)significados onde nada tem sua função de origem: uma placa de trânsito se presta a carregar estampas; letras que não escrevem palavras; paisagens imaginadas que não representam locais”. \nLuiz Eduardo Lemos é graduado em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG (2012) e mestrando em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG\, onde pesquisa as aproximações entre palavra e imagem. Entre suas exposições individuais\, destacam-se Dissol(vendo) palavras (curadoria de Júlio Martins\, BDMG Cultural\, 2017-2018); Ressonâncias (curadoria de Manu Grossi\, 2017)\, Hiato (Memorial Minas Gerais Vale\, Belo Horizonte\, 2016)\, Anáfora (Casa Camelo\, Belo Horizonte\, 2013) e Memória Estrutural (FAOP\, Ouro Preto\, 2013); Sobre silêncios e palavras (BDMG Cultural\, Belo Horizonte\, 2012). Participações em coletivas: Mostra Curto Circuito (Galeria GTO\, Sesc Palladium\, Belo Horizonte\, 2016)\, Entre a casa e o acaso (Galeria Mama-Cadela\, Belo Horizonte\, 2015)\, ÁTIMO (Centro Cultural UFMG\, Belo Horizonte\, 2012)\, Mostra! (Centro Cultural UFMG\, Belo Horizonte\, 2011 e 2012)\, Plena Pausa (Casa Camelo\, Belo Horizonte\, 2012)\, dentre outras.  \n  \nExposição “Dias de calor”\nAbertura: 13 de setembro de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 03/11/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nGrande Galeria\nEntrada gratuita \nContato\nLuiz Lemos\n(31) 9 8698-7988\nluizelemos87@gmail.com \n  \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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DESCRIPTION:Vida em Desborda\nRito I: grito no abismo cartas para minha morta\nRito II: nota pública: “para acabar com o juízo…” \nTeatro\, filosofia\, performance\, antropologia e esquizoanálise se unem em “Vida em Desborda”\, espetáculo performático com concepção\, direção e atuação de Clarissa Alcantara\, realizado em parceria com a videoartista Tereza Marinho. \nAs cartas que Clarissa dirige à sua morta\, são as últimas cartas de amor que escreveu para sua mãe em um diário\, quando ela\, em seu último ano de vida\, sofria de Alzheimer. Cartas nunca enviadas. Doze anos depois\, Clarissa quer desafiar o tabu da relação abismal entre vivos e mortos e fazer nascer de seu grito\, um grito imenso de mil gritos. Vida que quer desbordar gritos que viram música\, música da negritude\, das fragilidades\, das sensualidades condenadas\, das ameaças do mistério que ultrapassa os gêneros masculino e feminino. Grito que vira uma dança de expressão de Orixás desterritorializados\, e é assim que quer reivindicar a desborda da arte com o oculto. \nA música é executada ao vivo por Celso Nascimento\, Naná Carneiro e Wellison Pimenta. Coordenação técnica e projeção das imagens\, André Oliveira. Coordenação de produção\, Regina Ganz.\nFoto: Lucas Pacheco \n:: SERVIÇO :: \nLocal: Centro Cultural UFMG\nDatas: Sexta a domingo\, dia 13/09 às 19h30 e dias 14/09 e 15/09 às 19h.\nContato: (31)98373-2552\nIngressos: R$15\,00 inteira e R$7\,50 meia + taxas do sympla\nIngressos: https://www.sympla.com.br/vida-em-desborda__622864 \nREDES SOCIAIS\nFacebook: https://www.facebook.com/serieperformatica/\nInstagram: https://www.instagram.com/vida_em_desborda/
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SUMMARY:"Traga sua caneca: encontros não-descartáveis"
DESCRIPTION:Primeiro da série dos encontros não-descartáveis a serem realizados pelo escotoma – grupo de estudos das imagens-passagens no segundo semestre de 2019\, o Traga sua caneca de setembro receberá Maria Carolina Fenati\, editora das Edições Chão da Feira\, para uma conversa sobre a Literatura no Método. \nDesde 2018\, os artistas-pesquisadores do escotoma vêm se debruçando sobre a leitura do “Atlas do Corpo e da Imaginação – teoria e fragmentos”\, do português Gonçalo M. Tavares. Ao texto base do livro\, resultante da tese de doutoramento do autor apresentada à Faculdade de Motricidade da Universidade de Lisboa\, somou-se um vasto repertório de imagens produzidas pelo coletivo de arquitetos e artistas “Os Espacialistas”. A montagem editorial do “Atlas do corpo e da Imaginação” confluiu em um arranjo generoso das vizinhanças e contaminações entre texto e imagem\, teoria e fragmentos\, filosofia e literatura. O corpo é o eixo que sustenta e articula os quatro capítulos\, escrita de um pensamento fisiológico. \nNo dia 26 de setembro\, o Traga sua caneca tratará do “Capítulo 1 – O corpo no método”. Os integrantes do escotoma irão propôr um exercício inicial de gestos de coreografias literárias\, seguido de uma conversa com Maria Carolina Fenati entorno de uma mesa posta. \nA proposição Traga sua caneca – encontros não descartáveis é parte das ações desenvolvidas pelo escotoma dentro do Programa de Residências Artísticas – Ateliê Aberto\, do Centro Cultural UFMG. O evento é gratuito e aberto ao público. \nCriado em 2018 pelo artista e professor da EBA/UFMG\, Rodrigo Borges\, o escotoma – grupo de estudos das imagens-passagens\, reúne artistas-pesquisadores comprometidos com a pesquisa sobre o surgimento e desaparecimento de formas e imagens\, bem como de suas narrativas\, decorrentes de hesitações e espantos\, promotores de dúvidas e inquietações. O grupo é atualmente formado por Clarice G. Lacerda\, Bruno Rios\, Eduardo Hargreaves\, Izabel Stewart\, Lourenço Martins Marques\, Maira Públio\, Matheus Ferreira\, Natália Rezende\, Nina Horikawa e Olivia Guimarães.\n________ \nserviço\nTraga sua caneca – encontro não descartáveis: A literatura no método\n(a partir do “capítulo 1 – O corpo no método” / “Atlas do Corpo e da Imaginação” – Gonçalo M. Tavares.) \nescotoma convida:\nMaria Carolina Fenati (Edições Chão da Feira) \n26 Setembro 2019\, quinta-feira\, 19h30\nateliê escotoma – sala 7 / Centro Cultural UFMG\nAv. Santo Dumont 174 – Centro BH MG\nEntrada gratuita
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SUMMARY:Espetáculo: "De onde nascem as margens?"
DESCRIPTION:Alunos do Teatro da UFMG apresentam espetáculo no Centro Cultural UFMG \nNa sexta-feira\, dia 27 de setembro de 2019\, às 18 horas\, o Centro Cultural UFMG recebe alunos do curso de graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da UFMG para a apresentação do espetáculo “De onde nascem as margens?”. A peça é resultado da disciplina Prática de Criação Cênica A\, da professora Bya Braga\, responsável pela direção cênica e coordenação acadêmica. A entrada é gratuita e integra o projeto Baixo Centro En[cena]\, como parte da programação do Circuito Cultural UFMG. Classificação: 12 anos. \nA educação foi a temática proposta para a criação do espetáculo coletivo e colaborativo\, que teve como inspiração inicial A Educação pela noite\, de Antonio Candido\, pensando na prática de uma educação libertária e na necessidade de uma discussão crítica sobre o tema no momento atual brasileiro. A montagem permitiu aos estudantes vivenciarem experiências do teatro de grupo e composições de ações físicas pelo movimento expressivo. \nDe onde nascem as margens? nasceu de um processo criativo intenso\, crítico e bem humorado\, que expressa a singularidade dos participantes\, seja por meio de subtemas escolhidos para a composição de cenas\, seja na produção artística específica com atuações\, dramaturgias distintas (gestual\, textual\, de luz\, espaço e som) e direção. \nE foi pela noite. Pela noite se educaram e se reeducaram quando houve o ápice e a colisão. Para evitar uma evasão\, escolheu-se a morte da utopia. Os sonhos de antes já não puderam existir. Certa margem se levantou\, surgindo insurgente\, cortante. Outras foram\, então\, caladas.\nA educação parou no dia.\nO lugar no qual as margens se encontravam\, os caminhos se cruzavam e onde todos podiam viver sua diversidade\, sofreu um desmonte.\nO capital assola\, a escola se arruína mais e mais. E os indivíduos que ali estão?…\nComo\, então\, reviver uma educação pela noite?\nComo nos relacionar com as margens? E de onde elas nascem? O que elas têm sido e poderiam ser? Limites? Fronteiras? Ou poderiam ser um entre lugar?\n“De onde nascem as margens?” é um espetáculo no qual a educação e o ambiente escolar se movem entre conflitos e depoimentos sinceros surgidos diante da dúvida sobre o mundo atual\, da necessidade de sobrevivência e do caos social.\nNas cenas a utopia balança. Rimos\, mas das angústias mostradas. E vozes gritam por liberdade\, pela alegria\, querendo ser ouvidas.\nDiante do caos é possível hoje resistir? Ressurgir?\nQue venha a noite. \nBya Braga (Maria Beatriz Braga Mendonça) é atriz e diretora cênica\, professora associada e pesquisadora na área de Atuação e Improvisação performativas na UFMG\, desde 1993. Está vinculada ao Departamento de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes\, tendo realizado\, em 2018\, Pós-doutorado na New York University – Performance Studies Department\, com a supervisão do Prof. André Lepecki. \nOs atores estudantes do espetáculo cursavam\, no momento de composição do espetáculo\, o quarto período da graduação em Teatro (Bacharelado e Licenciatura) da Escola de Belas Artes – UFMG\, no 1º Semestre de 2019. \nFicha artística e técnica:\nDireção cênica e Coordenação acadêmica: Profª Bya Braga (Maria Beatriz Braga Mendonça).\nAtuação: estudantes Alex Zanonn\, Ana Moura\, Bárbara Brito\, Bruno Pimenta\, Camila Gabriela\, Cristiani Stefany Fonseca\, Cristiano L.B.\, Kelly Souza\, Lisander Willmore\, Luis Mafra\, Mat Carsan Cardoso\, Naiara Augusta\, Patrícia Coelho Costa.\nDramaturgia Geral: criação coletiva e colaborativa (incluindo dramaturgias textuais dos estudantes Alex Zanonn\, Bruno Pimenta\, Cristiani Fonseca\, Kelly Souza\, Naiara Augusta\, Camille Latron Llorens e da professora Bya Braga).\nIluminação (criação e operação): Eliezer Sampaio.\nAssistência de iluminação e montagem de luz: Ismael Soares.\nFigurino: Halyson Félix com a colaboração do grupo de estudantes na confecção.\nCenografia: criação da Disciplina Oficina de Cenografia\, com orientação do Prof. Ed Andrade. Estudantes: Aya Oliveira\, Camille Latron Llorens\, Gabriel Pinter\, Mateus Viana e Maya Portugal.\nAssistência de cenografia e cenotecnia: Daniel Ducato\nProdução Executiva: Ana Moura\, Bruno Pimenta\, Luis Mafra\, Maya Portugal\, Aya Oliveira.\nOrientação Musical: Prof. Ernani Maletta e estudante João Vasconcelos (Curso de Graduação em Música-EM-UFMG).\nOperação de som e vídeo: João Vasconcelos\nFilme de Animação: Estudantes Micaelle Ariel de Britto e Otávio Azevedo Garcia do Curso de Graduação em Cinema de Animação e Artes Digitais-EBA-UFMG.\nConfecção de Máscaras Neutras e Máscara do Capitão (Commedia dell’Arte): Tarcísio Ribeiro Jr.\nAdereços e Máscara do Pássaro: Halyson Félix\, Cristiano L.B\, com a colaboração do grupo de estudantes na confeção.\nDesign gráfico: Estudantes Alex Zanonn e Bruno Pimenta.\nFotografia: Cléber Falieri.\nRealização: Disciplina Prática de Criação Cênica A – Curso de Graduação em Teatro da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais\, 1º Semestre de 2019. \nProjeto Baixo Centro En[cena]\nO Baixo Centro En[cena] faz parte da programação do Circuito Cultural realizado pela Diretoria de Ação Cultural da UFMG nos Campus e equipamentos de cultura da universidade. O projeto tem como objetivo oferecer ao público do baixo centro de Belo Horizonte uma programação gratuita de espetáculos teatrais toda última sexta-feira do mês\, às 18h30. Uma opção de lazer e fruição com qualidade técnica e estética. \nServiço\n“De onde nascem as margens?”\nData: 27/09/2019\nHorário: 18 horas\nLocal: Auditório do Centro Cultural UFMG\nEntrada franca | Classificação: 12 anos\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290
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