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SUMMARY:Exposição: "Intermitências"
DESCRIPTION:Sílvia Junqueira abre exposição de fotografias no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Intermitências”\, da artista Sílvia Junqueira\, na próxima sexta-feira\, dia 06 de setembro de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne 20 fotografias capturadas através de um dispositivo celular\, impressas em azulejos e 24 fotografias feitas por câmera profissional\, analógica e celular. A curadoria é do professor Alexandre Rodrigues da Costa\, da Escola Guignard. As obras poderão ser vistas até o dia 03 de novembro de 2019. Entrada gratuita. \nCercada pelo que conhece\, Sílvia Junqueira busca o desconhecido. O título de sua série de fotografias\, Intermitências\, funciona como na brincadeira infantil na qual\, ao ouvir a palavra ‘estátua’\, todos devem ficar imóveis. Joga com a interrupção como forma de lidar com situações em que o olhar revela aquilo que até então permanecia escondido. Intermitência é o que cessa e recomeça por intervalos\, e\, assim como na brincadeira\, as fotografias de Junqueira possuem uma alegria típica dos jogos infantis\, que parecem nunca ter fim – como o desejo da criança\, sempre a recomeçar. Por isso\, em suas imagens\, a encenação e a espontaneidade se confundem\, uma vez que seu olhar se nutre cotidianamente daquilo que tem de mais simples e complexo. É nesse sentido que suas fotografias se aproximam do conceito que Bataille inscreveu ao riso\, aquilo que se torna “a chave do fundo dos mundos”. É por meio desse riso que Sílvia Junqueira exerce sua visão sobre o mundo e sobre sua própria fotografia\, já que\, diante da ausência de respostas\, o que não pode ser explicado leva ao riso. Por essa via\, essas fotografias oferecem não respostas\, mas questionamentos sobre o que a realidade esconde\, a partir de um olhar crítico que parece decompor os gestos e as relações\, como se fossem vistos pela primeira vez\, e\, portanto\, com o riso típico de quem se diverte com um jogo. Que\, no caso\, é a própria fotografia. \nAlexandre Rodrigues da Costa \nSílvia Junqueira é bacharel em Jornalismo e pós-graduada em Artes Plásticas e Contemporaneidade pela Escola Guignard. Trabalha com fotografia desde 2013\, quando concluiu seu curso de fotografia profissionalizante pela Escola de Imagem. Desde então\, dedica-se exclusivamente a esta prática\, produzindo fotos para o site de vendas coletivas Peixe Urbano e para o projeto Diálogos\, do Diário do Comércio. No mesmo ano de 2013 teve sua fotografia selecionada em um concurso realizado pelo Café com Letras\, em Belo Horizonte. Em 2015 contribuiu com seu material para a Revista Viva Bem\, da cidade de Viçosa\, Minas Gerais. Em novembro de 2018 sua fotografia foi selecionada pelo festival Co-Fluir\, na categoria Imagem Única\, exposta no Espaço Cento e Quatro\, em Belo Horizonte. Em 2019 participou\, com dois vídeos\, de duas exposições coletivas montadas na galeria da Escola Guignard e no Viaduto das Artes. \nExposição “Intermitências”\nAbertura: 06 de setembro de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 03/11/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Experimentação da Imagem\nEntrada gratuita \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:Exposição: "Dias de calor"
DESCRIPTION:A pintura de Luiz Lemos poderá ser vista em exposição no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Dias de calor”\, do artista Luiz Lemos\, na próxima sexta-feira\, dia 13 de setembro de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne pinturas e instalações realizadas em 2018 e 2019 e apresenta um amplo conjunto de trabalhos que tem como norte de investigação as relações entre a interpretação da paisagem\, elementos de comunicação e possíveis fronteiras entre imagem e palavra. A curadoria é de Gabriela Carvalho. As obras poderão ser vistas até o dia 03 de novembro de 2019. Entrada gratuita. \nEm Dias de calor\, destaca-se o uso intenso de cores\, gestos\, estampas\, luzes – as pinturas afirmam a repetição\, superposição e anulação de signos que se escondem em campos de cores diversas. A paisagem e a linguagem não se afirmam\, escondem-se de modo a afirmar o básico de sua existência: a paisagem não concebe um lugar; a letra não registra uma palavra.  \nSegundo o artista\, “recolho o que vejo e encontro\, transponho as funções das coisas e apresento um conjunto de (des)significados onde nada tem sua função de origem: uma placa de trânsito se presta a carregar estampas; letras que não escrevem palavras; paisagens imaginadas que não representam locais”. \nLuiz Eduardo Lemos é graduado em Artes pela Escola de Belas Artes da UFMG (2012) e mestrando em Estudos de Linguagens pelo CEFET-MG\, onde pesquisa as aproximações entre palavra e imagem. Entre suas exposições individuais\, destacam-se Dissol(vendo) palavras (curadoria de Júlio Martins\, BDMG Cultural\, 2017-2018); Ressonâncias (curadoria de Manu Grossi\, 2017)\, Hiato (Memorial Minas Gerais Vale\, Belo Horizonte\, 2016)\, Anáfora (Casa Camelo\, Belo Horizonte\, 2013) e Memória Estrutural (FAOP\, Ouro Preto\, 2013); Sobre silêncios e palavras (BDMG Cultural\, Belo Horizonte\, 2012). Participações em coletivas: Mostra Curto Circuito (Galeria GTO\, Sesc Palladium\, Belo Horizonte\, 2016)\, Entre a casa e o acaso (Galeria Mama-Cadela\, Belo Horizonte\, 2015)\, ÁTIMO (Centro Cultural UFMG\, Belo Horizonte\, 2012)\, Mostra! (Centro Cultural UFMG\, Belo Horizonte\, 2011 e 2012)\, Plena Pausa (Casa Camelo\, Belo Horizonte\, 2012)\, dentre outras.  \n  \nExposição “Dias de calor”\nAbertura: 13 de setembro de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 03/11/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nGrande Galeria\nEntrada gratuita \nContato\nLuiz Lemos\n(31) 9 8698-7988\nluizelemos87@gmail.com \n  \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:Exposição: "ESCrita/escAPE" - Livia Limp
DESCRIPTION:Artista plástica Livia Limp inaugura exposição no Centro Cultural UFMG \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “ESCrita/escAPE”\, da artista plástica Livia Limp\, na sexta-feira\, dia 11 de outubro de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne trabalhos que problematizam a relação da imagem e da escrita nas artes visuais\, ao praticar uma escrita que se presta a ser mais objeto que literatura\, onde objetos do cotidiano vigoram como um alfabeto a traduzir a vida na contemporaneidade. As obras poderão ser vistas até o dia 08 de dezembro de 2019. Entrada gratuita. \nMediante a apropriação de objetos novos ou corrompidos\, são construídos trabalhos que transitam entre a bi e a tridimensionalidade\, sendo os mesmos produtos do cruzamento de vários meios\, tais como costura\, grafia\, desenho\, colagem e fotografia\, que evidenciam a porosidade dos limites entre as linguagens\, mas que têm sempre a palavra como principal ativador poético. \nSobre a artista \nLivia Limp é bacharel em Artes Plásticas\, com habilitação em desenho e cerâmica pela Escola Guignard – UEMG (2015). Possui curso de extensão em Estilismo e Modelagem do Vestuário pela Escola de Belas Artes da UFMG (2004). Participou das mostras coletivas Meu corpo\, minha obra: oráculos (2019) e ABDZR (2018) no espaço cultural de Belo Horizonte Mama/Cadela; Bienal das Artes – Sesc-DF em Brasília (2016); Mostra Interna dos alunos da Escola Guignard (2013); Bienal Universitária de Arte UFMG/UEMG (2012)\, com obras expostas no Espaço 104 e no Sesc Palladium; Ocupação Gráfica Parede 2010\, Estúdio Dezenove\, no Rio de Janeiro (2010). Realizou as exposições individuais Do corpo\, o osso: anotações para um futuro diário\, na galeria SESIMINAS (2019); Moda é pura superfície\, no Centro de Referência da Moda de BH; Xilócopa #2\, na Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa (2015). Recebeu menção honrosa no 2º Concurso Internacional del Libro de Artista – Guadalajara – México (2014) e na 4th NBC Meshtec Tokyo Internacional Screen Print Biennial – Tóquio – Japão (2013). \nExposição “ESCrita/escAPE””\nAbertura: 11 de outubro de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 08/12/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Celso Renato\nEntrada gratuita \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:Exposição: "Um caminho pelas sombras"
DESCRIPTION:Centro Cultural UFMG recebe exposição coletiva que perpassa do desenho à gravura\, a aventura gráfica na manifestação do grotesco e do sublime \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição coletiva “Um caminho pelas sombras”\, dos artistas residentes em Belo Horizonte Daniel Pizani\, Felipe Florêncio\, Júlia Melo e Manassés Muniz\, na sexta-feira\, dia 11 de outubro de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne trabalhos em desenho\, gravura e modelagem e poderá ser vista até o dia 08 de dezembro de 2019. Entrada gratuita. \nDos encontros e experiências no ateliê de gravura em metal e desenho da Escola de Belas Artes da UFMG\, atravessando todo um ciclo de exposições realizadas dentro e fora do circuito belo-horizontino\, o grupo vem dispor à comunidade um novo conjunto de trabalhos que demonstram\, primeiro\, um particular fascínio pelo fazer\, e\, segundo\, particularidades e afinidades na observação e aprofundamento do tema principal: o grotesco\, o sombrio\, o multiforme. \nConceber\, projetar\, riscar\, traçar\, modelar\, amassar\, enxertar\, colar\, cavar\, escavar\, desgastar\, raspar\, cortar\, manchar\, desmanchar\, mesmo soprar\, respirar e acender; em cada um destes gestos de aventura gráfica reside a criação mesma do sentido\, o engendramento das poéticas que se buscam e se prometem realizar na proposição do grotesco e do sublime. \nSão realizados\, para tanto\, seres e atmosferas\, figuras e paisagens de dúvida e incerteza\, de aparição e suspensão\, de deformidade\, metamorfose\, falta\, loucura\, escárnio\, podridão e demência (o profano\, o bizarro\, o grotesco)\, mas também de sonho\, delírio\, éter\, devaneio\, graça e encantamento (o divino\, o sagrado\, o sublime): formas da busca incessante que o humano demonstra e pratica diante de seu caminho de respostas insuficientes\, um caminho pelas sombras. \nDaniel Pizani Marçal\nNatural de Caratinga\, Minas Gerais\, 1994. Bacharelando pelo curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com habilitação em Gravura\, sendo para tanto orientado pelo Prof. Dr. George Gütlich. Aplica-se ao estudo\, prática e apreciação do desenho\, da gravura e da escrita. Participou de exposições de desenhos e gravuras nas cidades de São Paulo\, Curitiba e Belo Horizonte\, com destaque para as duas edições da mostra O Estado da Arte no Ofício\, realizadas respectivamente em São Paulo e Belo Horizonte (2018)\, e para a exposição Devaneios: imagens do fantástico no acervo da cAsA\, realizada em Belo Horizonte (2019). Em 2016\, publicou o seu primeiro livro\, Olhos Sujos\, pela Chiado Editora\, de Lisboa\, Portugal. \nFelipe Florêncio Carvalho\nPedro Leopoldo\, Minas Gerais\, 1991. Estudante de Artes Visuais\, com ênfase em licenciatura na Universidade Federal de Minas Gerais. Sua pesquisa se desenvolve na criação do desenho\, pintura\, gravura\, colagem e figuras tridimensionais sob a estética da destruição e do arruinamento\, com as quais evoca o sonho/pesadelo num imaginário que lida com mundos interiores. No ano de 2018 expôs coletivamente na mostra O Estado da Arte no Ofício\, na Graphias – Casa da Gravura\, em São Paulo\, e em Belo Horizonte\, na galeria cAsA Obras Sobre Papel\, tendo ministrado\, nesta mesma oportunidade\, a oficina ‘Criaturas e Monstruosidades’. \nJúlia Melo\nCarmo do Paranaíba\, Minas Gerais\, 1996. Bacharelanda pelo curso de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais com ênfase em Gravura. Interessa-se pela poética prática e matérica da gravura\, desenho e pintura. Participou de mostras e exposições nas cidades de Belo Horizonte\, São Paulo e Curitiba\, tendo recebido sua primeira menção honrosa pelo Prêmio Ibema de Gravura de 2017. Ministrou em 2018 juntamente com Daniel Pizani a oficina de desenho “Do que somos povoados: o desenho como prática da imaginação”. \nManassés Muniz Cavalcante\nNatural de São Miguel dos Campos\, Alagoas\, 1991. Graduando em Artes Visuais com habilitação em Gravura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Gravador e desenhista. Realizou exposições coletivas em São Paulo\, Belo Horizonte e Curitiba. Atualmente desenvolve seu trabalho no atelier de gravura da Escola de Belas Artes da UFMG sob orientação do Prof. Dr. George Gütlich. \nExposição “Um caminho pelas sombras”\nAbertura: 11 de outubro de 2019 | às 19 horas\nVisitação: até o dia 08/12/2019\nTerças a sextas de 10h às 21h\nSábados e domingos de 10h às 18h\nSala Ana Horta\nEntrada gratuita \nServiço\nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290\nwww.ufmg.br/centrocultural
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SUMMARY:CineCentro: "O túmulo sinistro"
DESCRIPTION:Centro Cultural UFMG exibe clássicos do cinema no mês de outubro e novembro \nO CineCentro exibirá entre os dias 17 de outubro e 26 de novembro de 2019\, às 19 horas\, uma seleção de filmes de diversos gêneros da história do cinema com entrada franca. Na programação do CineClássico serão apresentadas películas consagradas pelo público e crítica. \n05.11 – Terror – O túmulo sinistro – (Inglaterra\, 14 anos\, 1964\, 81’).\nAnos após ter enterrado sua esposa Ligeia (Elizabeth Shepherd)\, o viúvo Verden Fell (Vincent Price) aceita se casar com outra mulher. Porém\, seu novo casamento é assombrado pela lembrança da falecida. Dirigido por Roger Corman\, inspirado na literatura de Edgar Allan Poe.
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SUMMARY:CineCentro: "O terceiro tiro"
DESCRIPTION:Centro Cultural UFMG exibe clássicos do cinema no mês de outubro e novembro \nO CineCentro exibirá entre os dias 17 de outubro e 26 de novembro de 2019\, às 19 horas\, uma seleção de filmes de diversos gêneros da história do cinema com entrada franca. Na programação do CineClássico serão apresentadas películas consagradas pelo público e crítica. \n12.11 – Suspense – O terceiro tiro – (EUA\, 12 anos\, 1955\, 99’).\nNa pequena cidade de Nova Inglaterra\, nos EUA\, o corpo de Harry Worp é encontrado morto na floresta. Na busca pelo culpado\, várias pessoas da cidade acreditam estar relacionadas com a morte dele\, mas ninguém se sente responsável. Apesar do desejo de enterrar Harry\, o cadáver fica aparecendo e desaparecendo inesperadamente. Dirigido por Alfred Hitchcock.
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SUMMARY:Exposição: "Epistemologias Comunitárias: arte de autoria negra"
DESCRIPTION:Inaugura no dia 14 de novembro\, às 19h\, no Centro Cultural UFMG\, a exposição “Epistemologias Comunitárias:  arte contemporânea de autoria negra”\, que reúne documentos e obras de 16 artistas negras e negros de Belo Horizonte. No dia 20 de novembro\, das 8h às 18h\, o auditório da Escola de Belas Artes da UFMG sedia o seminário “Epistemologias Comunitárias:  contranarrativas na arte contemporânea de autoria negra”\, com a presença de pesquisadores e artistas que irão discutir o tema. Os eventos são gratuitos e participam da programação do Novembro Negro\, promovido pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)\, com apoio da Diretoria de Ação Cultural da UFMG e do Centro Cultural UFMG. \nAlém de uma instalação com 400 fotografias\, a exposição exibirá obras de arte\, livros e vídeos de performances e entrevistas-síntese com 16 artistas das áreas de pintura\, performance\, grafite\, escultura\, instalação\, videoarte e gravura. A curadoria é de Janaina Barros\, Maria Aparecida Moura e Wagner Leite Viana. \nTanto o seminário quanto a exposição são frutos de pesquisa desenvolvida por Janaina Barros\, pós-doutoranda da Escola de Ciência da Informação (ECI) da UFMG\, sob a supervisão da professora Maria Aparecida Moura. A partir de uma série de entrevistas e registros documentais\, Janaina mapeou as formas com que os artistas contemporâneos constroem suas práticas\, seja por meio de processos colaborativos de trabalho ou em diálogo com produções que enriquecem seus processos criativos individuais. “O sentido de epistemologia da informação compreende uma práxis de diferentes escritas contranarrativas de artistas que se constituem como memória social\, identidade\, arte como território político”\, explica.  \nDe acordo com a pesquisadora\, essas redes de troca acabaram formando uma cena de autoria negra na cidade\, que remonta a década de 70 até os dias atuais. Integram a mostra\, Antônio Sérgio Moreira\, Eustáquio Neves\, Gil Amâncio\, Jorge dos Anjos\, Lídia Lisboa\, Mariana de Matos (Maré de Matos)\, Mauricio Tizumba\, Paulo Nazareth\, Priscila Rezende\, Renata Felinto\, Ricardo Aleixo\, Rodrigo Marques\, Rui Moreira\, Sonia Gomes\, Wagner Leite Viana (Wagni Neí de Neco) e Warley Desali. Com diferentes percursos de formação artística e trajetórias profissionais\, esses artistas colocam em questão temas como a representatividade negra e a luta por equidade de direitos. \n  \nSEMINÁRIO \nNo Dia da Consciência Negra\, 20 de novembro\, o seminário “Epistemologias Comunitárias:  contranarrativas na arte contemporânea de autoria negra” irá reunir estudantes das áreas de artes\, museologia\, arquivologia\, biblioteconomia e educação\, além de artistas\, pesquisadores e demais interessados no auditório da Escola de Belas Artes da UFMG. Confira a programação: \n8h – Credenciamento \n  \n8h30 – Conferência “Epistemologia de artista e arquivo: Memória social\, patrimônio e produção do conhecimento” \nPalestrantes: \nMaria Aparecida Moura (ECI/UFMG). (Vídeo conferência)\nMaria Guiomar da Cunha Frota (ECI/UFMG)\nRubens Alves (ECI/UFMG)\n\nMediação: Alcenir Soares dos Reis (ECI/UFMG) (a confirmar) \n  \n10h – Mesa “Epistemologia de artista e arquivo: Prática educativa como performatividades e formação de arquivo em arte contemporânea” \nPalestrantes: \nJanaina Barros Silva Viana  (UFMG)\nNila Rodrigues Barbosa (UFBA)\nDenilson Tourinho (UFMG)\nAntônio Sérgio Moreira   (Artista visual)\n\nMediação: Carolina Ruoso (EBA/UFMG) \n  \n14h – Mesa “Práticas poéticas\, epistemologias da informação e arquivo: sobre pesquisas em andamento” \nPalestrantes: \nAlejandro de Campos Pinheiro (UFMG)\nFlávia de Melo Lacerda  (UFMG)\nFábio Lopes de Andrade (UFMG)\nCarlos Antônio Fernandes (UFMG)\nFabiana Batista de Almeida (UFMG) \nMediação: Antônio Salgado (UFMG) \n  \n16h – Mesa “Epistemologia de artista e arquivo: performances\, performatividades e repertórios” \nPalestrantes: \nPriscila Rezende (Performer)\nWarley Desali  (Artista visual)\nGil Amâncio (artista interdisciplinar)\nWagner Leite Viana  (artista visual/EBA/UFMG) \nMediação: Janaina Barros \n  \nSERVIÇO \nExposição “Epistemologias Comunitárias:  arte contemporânea de autoria negra” \nAbertura: 14 de outubro de 2019 | às 19 horas \nVisitação: até o dia 12/01/2020 \nTerças a sextas de 10h às 21h \nSábados e domingos de 10h às 18h \nEspaço Experimentação da Imagem – Centro Cultural UFMG (Av. Santos Dumont\, 174 – Centro) \nEntrada gratuita \n  \nSeminário “Epistemologias Comunitárias:  contranarrativas na arte contemporânea de autoria negra” \n20 de novembro de 2019 | das 8h às 18h \nAuditório – Escola de Belas Artes da UFMG (Av. Antônio Carlos\, 6.627 – Pampulha) \nLink para inscrição \n 
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SUMMARY:Exposição: "Recodificações" - Pedro Veneroso
DESCRIPTION:Artista mineiro Pedro Veneroso inaugura exposição no Centro Cultural UFMG \n  \nCentro Cultural UFMG convida para a abertura da exposição “Recodificações”\, do artista visual Pedro Veneroso\, na próxima terça-feira\, dia 19 de novembro de 2019\, às 19 horas. A mostra reúne produções que exploram as relações entre a arte\, a ciência e a tecnologia. As obras poderão ser vistas até o dia 12 de janeiro de 2020. Entrada gratuita. \n  \nApós circular pelo mundo com suas obras\, Pedro Veneroso volta a expor em Belo Horizonte com a mostra individual Recodificações. A prolífica produção do artista exibida em diversos países – entre os quais a Espanha\, os Estados Unidos\, a França e o México – e cidades brasileiras – como Rio de Janeiro\, São Paulo e Belém –\, até então permanece\, em grande parte\, inédita em Belo Horizonte. O artista\, um dos expoentes da atual geração de arte eletrônica e digital brasileira\, se propõe a reunir nesta mostra uma parte destacada de sua produção na área\, abrangendo linguagens como a instalação\, a net art\, a arte computacional\, o vídeo\, a fotografia\, a gravura e a literatura\, tangenciando alguns dos temas centrais às suas pesquisas. As investigações das relações entre espaço e tempo e entre diferentes códigos\, linguagens e notações humanas – assuntos que atravessam a carreira do artista desde o início – são acompanhadas por explorações mais recentes\, como os sistemas complexos\, os algoritmos generativos e a teoria das redes\, fruto das pesquisas acadêmicas do artista formado pela UFMG. \n  \nVeneroso iniciou sua carreira em 2006\, quando desenvolveu uma série de fotografias que inaugurou suas pesquisas nas zonas de interseção entre a arte\, a ciência e a tecnologia. Utilizando as técnicas de light painting\, em que é possível registrar rastros de luz em uma única imagem e múltipla exposição\, que permite sobrepor diversas cenas\, as obras dessa série consistem em experimentos com técnicas que aprofundam as dimensões espaço-temporais das fotografias. Nesse contexto\, uma fotografia não representa o registro de um instante\, mas de durações\, e se desliga da mera representação da realidade concreta. Essa produção embrionária influenciaria a atuação do artista nos anos seguintes\, quando se uniu a André Mintz e Aline Xavier para criar o Marginalia Project\, coletivo de arte e tecnologia fundado em 2008\, e o Marginalia+lab\, laboratório internacional de arte e tecnologia coordenado pelo coletivo que\, sediado em Belo Horizonte\, realizou inúmeras exposições\, residências\, workshops\, encontros e publicações entre 2009 e 2012. \n  \nO período entre 2011 e 2012 – época em que Veneroso foi artista residente no Museu da Imagem e do Som de São Paulo – marcou uma importante transição na carreira do artista. Nesse momento\, a sua produção em arte\, ciência e tecnologia se tornou mais constante e aprofundou as relações entre técnicas tradicionais e contemporâneas. Representante de uma cultura maker\, guiado pelo princípio do faça-você-mesmo\, o artista utiliza suas obras como modos de pesquisa de técnicas\, temas e linguagens\, integrando a prática e a teoria artística a conhecimentos e técnicas de outras disciplinas. Não por acaso\, no atelier do artista\, localizado na região da Pampulha\, computadores\, câmeras e impressoras compartilham espaço com instrumentos de marcenaria e de laboratório\, projetores\, livros\, placas e monitores de áudio\, microscópios e componentes eletrônicos. Aspectos formais da arte\, como cor e composição\, situam-se lado a lado com o domínio de linguagens de programação\, eletrônica e práticas acadêmicas e científicas\, em relação de experimentação e contaminação permanente. As relações entre linguagens\, mídias e disciplinas sempre estiveram presentes nas obras e pesquisas do artista\, mas foi a partir dessa época que ganharam protagonismo em sua produção\, tornando-se temas centrais de muitos trabalhos posteriores. Daí o conceito Recodificações\, que dá nome a esta exposição e busca sublinhar os modos como as obras de Veneroso desconstroem sistemas de códigos convencionais e propõem novos modos de ver e interpretar o mundo. \n  \nA exposição se concentra justamente nesse período\, com obras desenvolvidas a partir de 2012 e foco na produção mais recente do artista. Os destaques da parcela retrospectiva da mostra são as instalações Gogoame\, de 2016\, e Tempo: cor\, lançada este ano no FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica\, importante evento de arte e tecnologia que acontece em São Paulo e completou 20 anos nesta edição. Gogoame\, nome que em japonês significa chuva à tarde\, trata-se de um projeto de net art – desenvolvido para visualização e interação na web – que promove a interseção entre texto e imagem\, criando uma chuva de letras onde se formam palavras e frases. Já Tempo: cor\, exibida como uma instalação imersiva\, aprofunda a pesquisa do artista sobre o tempo e o espaço com o desenvolvimento de um conjunto de relógios cromáticos que convertem horas em cores. Dessa forma\, os visitantes podem imergir na representação das horas\, experimentando a notação do tempo de modo espacial e sensorial. \n  \nTransitando pelas cinco salas que compõem a exposição\, é possível apreender os modos como as pesquisas do artista são interligadas e os trabalhos se nutrem mutuamente. Nota-se\, ainda\, que vertentes da arte e da cultura contemporâneas – como a arte conceitual\, a arte política\, as instalações e a poesia concreta – são recuperadas e ressignificadas. A exposição é composta por 15 obras\, entre as quais somente uma foi exibida anteriormente em Belo Horizonte. Dois trabalhos inéditos ainda serão lançados na mostra\, a série de fotografias Contagem binária\, desenvolvida em 2015 e finalizada recentemente\, e a instalação generativa Estado das coisas\, cujo protótipo será mostrado. Contagem binária propõe um modo de se contar de 0 a 31 nos dedos de uma mão\, enquanto a instalação inédita Estado das coisas se utiliza de algoritmos generativos e de análises de redes sociais em tempo real para controlar as rotações de imagens que se comportam como de bússolas descompassadas\, em um comentário sobre a situação política e social do mundo na atualidade – do desmatamento na Amazônia brasileira à imigração entre a África e a Europa. Promovendo as relações entre som e imagem\, Veneroso se une a Sara Não Tem Nome para a realização da apresentação audiovisual Ruínas\, que mescla elementos da produção de vídeos de Veneroso com a prática musical de Sara. A performance acontecerá durante a abertura da exposição\, às 20h\, e\, após o evento\, a instalação continuará a funcionar pelo restante do período de visitação da exposição. \n  \nSobre a artista \nPedro Veneroso é doutorando em Artes\, mestre com distinção em Estudos Literários e bacharel em Artes Visuais\, todos pela Universidade Federal de Minas Gerais. Ele investiga as interseções entre a arte\, a ciência e a tecnologia a partir de perspectivas práticas e teóricas. Atualmente\, pesquisa as aplicações dos sistemas complexos e da teoria da redes nas experiências humanas do espaço-tempo em ambientes virtuais e concretos. Entre 2009 e 2012 foi um dos coordenadores e curadores do Marginalia+lab – laboratório de arte e tecnologia sediado em Belo Horizonte. Foi curador e coordenador da exposição Polímatas\, que reuniu dezenas de obras transdisciplinares na UFMG em 2019. Foi premiado no 4º Filme em Minas (Belo Horizonte)\, nomeado para o 8º Prêmio Sergio Motta (São Paulo)\, finalista do 7º Concurso Transitio_MX (Cidade do México\, México) e semifinalista do 12º Prêmio Arte Laguna (Veneza\, Itália). Participou de exposições nacionais e internacionais em instituições como MAM Rio e CCJF (Rio de Janeiro)\, MIS\, Red Bull Station e Centro Cultural FIESP (São Paulo)\, Museu de Arte da Pampulha e Palácio das Artes (Belo Horizonte)\, El Museo Cultural Santa Fe\, Indiana University e Washington University (Estados Unidos)\, Laboratório Arte Alameda (México)\, Centro Cultural Galileo e Mini HUB (Espanha)\, Forum Altice Braga (Portugal)\, Jingxi Province Museum (China)\, Monash University (Austrália) e Mains D’Oeuvres (França). Entre 2017 e 2019\, foi professor do curso de Cinema de Animação e Artes Digitais na Escola de Belas Artes da UFMG. \n  \nExposição “Recodificações” \nAbertura: 19 de novembro de 2019 | às 19 horas \nVisitação: até o dia 12/01/2020 \nTerças a sextas de 10h às 21h \nSábados e domingos de 10h às 18h \nGrande Galeria \nEntrada gratuita \n  \nServiço \nCentro Cultural UFMG \nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro \nBelo Horizonte – MG \n(31)3409-8290 \nwww.ufmg.br/centrocultural \n 
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SUMMARY:CineCentro: "Por um punhado de dólares"
DESCRIPTION:Centro Cultural UFMG exibe clássicos do cinema no mês de outubro e novembro \nO CineCentro exibirá entre os dias 17 de outubro e 26 de novembro de 2019\, às 19 horas\, uma seleção de filmes de diversos gêneros da história do cinema com entrada franca. Na programação do CineClássico serão apresentadas películas consagradas pelo público e crítica. \n26.11 – Faroeste – Por um punhado de dólares – (Itália\, 14 anos\, 1964\, 99’).\nUm pistoleiro sem nome (Clint Eastwood) chega a San Miguel\, uma cidade no México que faz fronteira com os Estados Unidos. O lugar está em guerra\, dividido entre duas facções poderosas\, os Baxters e os Rojos\, e ambas querem o apoio do pistoleiro. Para ganhar dinheiro\, ele aceita as duas propostas e passa a trabalhar para as gangues rivais. Dirigido por Sergio Leone.
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SUMMARY:Espetáculo: "Bruto Afeto" - Vertente Corpo Es’passo
DESCRIPTION:Grupo Vertente Corpo Es’passo apresenta espetáculo no Centro Cultural UFMG \nNa sexta-feira\, dia 29 de novembro de 2019\, às 18h30\, o Centro Cultural UFMG recebe o grupo Vertente Corpo Es’passo para a apresentação do espetáculo “Bruto Afeto”\, duo interpretado pelos artistas Hewrison Ken e Ismael Soares. A direção do espetáculo é assinada pelo artista Carlos Normando. A entrada é gratuita e integra o projeto Baixo Centro En[cena]\, como parte da programação do Circuito Cultural UFMG. Classificação: 12 anos. \nUm encontro ordinário. Dois corpos\, duas matérias repletas de carne. Alguns minutos pré rompimento. O cheiro de sangue\, o tênis branco e a carne pulsante de um coração extraordinário. \nEm cena dois atores se encontram para partilhar seus corpos e suas matérias fartas de carne. A presença da carne pulsante vem de um dos personagens que é a figura típica de um açougueiro. Contrapondo a essa figura do carnal lascivo temos presente o outro personagem que permite sensibilizar seu coração extraordinário. \nBruto Afeto teve seu primeiro contato com o público em 2017 no Centro de Referência da Juventude de Belo Horizonte (CRJ-BH)\, depois disso circulou por diversos espaços da cidade\, como escolas da rede municipal de ensino\, teatros e espaços de cultura. \nFicha técnica\nDireção: Carlos Normando\nDramaturgia: Hewrison Ken e Ismael\nPreparação Corporal: Vertente Corpo Es’passo\nAtuação: Hewrison Ken e Ismael Soares\nVoz em off: César Macedo e Íris Harry\nProdução: Paula Libéria\, Ítalo Araújo e Ludy Lins\nFotografia: Paula Libéria\nConcepção: Vertente Corpo Es’passo \nSobre o grupo\nO Vertente Corpo Es’passo surgiu em 2016 com o objetivo de explorar as relações e possibilidades do corpo no espaço. O foco do grupo se dá nas experimentações corporais em diversos lugares\, trazendo a arquitetura e o espaço como aliado do corpo. A linha de pesquisa do grupo desdobra-se na transversalidade das artes cênicas\, como a dança\, o teatro\, o circo e o audiovisual. O corpo ocupa\, se estabelece e faz uso de tudo que um espaço tem a lhe oferecer. \nServiço\n“Bruto Afeto”\nData: 29/11/2019\nHorário: 18h30\nLocal: Auditório do Centro Cultural UFMG\nEntrada franca | Classificação: 12 anos \nCentro Cultural UFMG\nAv. Santos Dumont\, 174 – Centro\nBelo Horizonte – MG\n(31)3409-8290
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