{"id":20448,"date":"2022-09-21T17:04:48","date_gmt":"2022-09-21T20:04:48","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/?p=20448"},"modified":"2022-10-26T11:19:09","modified_gmt":"2022-10-26T14:19:09","slug":"flavio-carsalade-abre-serie-especial-sobre-corredor-cultural-praca-da-estacao-em-novo-episodio-de-podcast","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/flavio-carsalade-abre-serie-especial-sobre-corredor-cultural-praca-da-estacao-em-novo-episodio-de-podcast\/","title":{"rendered":"Fl\u00e1vio Carsalade abre s\u00e9rie especial sobre Corredor Cultural Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o em novo epis\u00f3dio de podcast"},"content":{"rendered":"<div id=\"cmsmasters_row_byrp52m1lu\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_i24cwt1pcl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_sharing\">\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Check+out+%27Fl%C3%A1vio+Carsalade+abre+s%C3%A9rie+especial+sobre+Corredor+Cultural+Pra%C3%A7a+da+Esta%C3%A7%C3%A3o+em+novo+epis%C3%B3dio+de+podcast%27+on+Centro+Cultural++UFMG+website&url=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fflavio-carsalade-abre-serie-especial-sobre-corredor-cultural-praca-da-estacao-em-novo-episodio-de-podcast%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-twitter\">Twitter<\/a>\n<\/div>\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?display=popup&u=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fflavio-carsalade-abre-serie-especial-sobre-corredor-cultural-praca-da-estacao-em-novo-episodio-de-podcast%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-facebook\">Facebook<\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<p>Neste segundo semestre o Corredor Cultural 174 traz uma s\u00e9rie especial sobre o ber\u00e7o e ponto de partida desse podcast: o Corredor Cultural Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o. Essa \u00e1rea t\u00e3o importante do baixo centro de Belo Horizonte ainda carrega o estigma de ser marginalizada e, consequentemente, nem todos os belo-horizontinos frequentam ou t\u00eam uma identifica\u00e7\u00e3o afetiva com o espa\u00e7o. Ainda assim, as manifesta\u00e7\u00f5es culturais insurgentes e populares, a ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico e as diversas vozes e corpos que recorrem ao local mostram sua pot\u00eancia como zona cultural.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/flavio-carsalade-abre-serie-especial-sobre-corredor-cultural-praca-da-estacao-em-novo-episodio-de-podcast\/\"><span style=\"color: #333399;\">Compartilhe pelo WhatsApp<\/span><\/a><\/li>\n<li><span style=\"color: #333399;\"><a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/telegram.me\/share\/url?url=%20https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/flavio-carsalade-abre-serie-especial-sobre-corredor-cultural-praca-da-estacao-em-novo-episodio-de-podcast\/\">Compartilhe pelo Telegram<\/a><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>O primeiro epis\u00f3dio da s\u00e9rie traz um bate-papo sobre a Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o e sua import\u00e2ncia urban\u00edstica e cultural para a cidade de Belo Horizonte. O convidado para essa conversa \u00e9 o arquiteto, urbanista e professor da Escola de Arquitetura da UFMG Fl\u00e1vio de Lemos Carsalade.<\/p>\n<p>Ele foi presidente do Instituto Estadual do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico de Minas de Gerais, o Iepha, e membro do conselho curador do Instituto do Patrim\u00f4nio Hist\u00f3rico e Art\u00edstico Nacional, o Iphan. \u00c9 diretor da Editora UFMG e presidente do Conselho Internacional de Monumentos e S\u00edtios, o Icomos, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental global associada \u00e0 Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Educa\u00e7\u00e3o, a Ci\u00eancia e a Cultura, a Unesco.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3ria<\/strong><\/p>\n<p>No podcast, Fl\u00e1vio relata que a Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada o lugar mais antigo de Belo Horizonte, o in\u00edcio de tudo, o ber\u00e7o f\u00edsico e real do munic\u00edpio. Os materiais de constru\u00e7\u00e3o da capital chegavam pela linha f\u00e9rrea, desse modo, a primeira pedra que construiu a cidade chegou \u00e0 Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o. \u00c0 medida que os anos se passaram ela tamb\u00e9m passou a ser uma grande porta de entrada da cidade, at\u00e9 que a ferrovia come\u00e7ou a ser substitu\u00edda pelas rodovias.<\/p>\n<p>Carsalade explica que quando se tem uma linha f\u00e9rrea \u00e9 natural que junto dela apare\u00e7am n\u00facleos para estocagem de cargas e, ao mesmo tempo, se instale o com\u00e9rcio local, at\u00e9 pela circula\u00e7\u00e3o de passageiros no entorno da esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria. Foi assim em BH, enquanto durou o apogeu da ferrovia no Brasil, nas primeiras d\u00e9cadas do s\u00e9culo XX, muitos galp\u00f5es foram constru\u00eddos para receber as mercadorias que desembarcavam na Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o, estabelecendo o com\u00e9rcio na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Ele relembra que o terminal rodovi\u00e1rio foi sede do primeiro mercado municipal de BH, que logo depois veio a ser uma feira de amostras. Ent\u00e3o, entre a Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o e a atual rodovi\u00e1ria estabeleceu-se um com\u00e9rcio popular com a chegada dos bens e a sua distribui\u00e7\u00e3o, o bin\u00f4mio esta\u00e7\u00e3o\/mercado. Essa tradi\u00e7\u00e3o permaneceu ao longo do tempo e as ruas que ladeiam a esta\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria continuaram sendo lugares do com\u00e9rcio popular, ainda que os galp\u00f5es tenham sido desativados e muitos deles, por sua vez, transformados em espa\u00e7os comerciais de varejo.<\/p>\n<p><strong>Edifica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/p>\n<p>O arquiteto delineia as primeiras constru\u00e7\u00f5es no largo da esta\u00e7\u00e3o f\u00e9rrea e destaca a Casa do Conde de Santa Marinha, resid\u00eancia que pertencia a um empreiteiro ligado as obras da nova Capital do Estado, onde hoje funciona a sede do Iphan. Ele evidencia tamb\u00e9m o Centro Cultural UFMG e a edifica\u00e7\u00e3o original da esta\u00e7\u00e3o, que depois foi demolida para uma nova constru\u00e7\u00e3o, que atualmente reconhecemos como a Esta\u00e7\u00e3o Central de BH.<\/p>\n<p>Com o desenvolvimento da cidade outras obras importantes come\u00e7aram a aparecer, como os hot\u00e9is Itatiaia e o Sul Am\u00e9rica Palace e, posteriormente, o Edif\u00edcio Central, relatando uma cronologia mais expandida.<\/p>\n<p>Fl\u00e1vio conta que houve um processo de demoli\u00e7\u00e3o e substitui\u00e7\u00e3o de edif\u00edcios muito grande na regi\u00e3o, mas que a Rua dos Caet\u00e9s e a Rua Guaicurus ainda conservam diversas edifica\u00e7\u00f5es do in\u00edcio da cidade. Muitas delas foram descaracterizadas com o tempo e outras se encontram em condi\u00e7\u00f5es extremamente prec\u00e1rias, pois como n\u00e3o eram protegidas pelo Patrim\u00f4nio, acabaram recebendo em suas fachadas lambris de alum\u00ednio e letreiros luminosos enormes, forma que utilizavam para mostrar e chamar aten\u00e7\u00e3o das mercadorias na \u00e9poca.<\/p>\n<p><strong>Renova\u00e7\u00e3o urbana<\/strong><\/p>\n<p>O urbanista menciona o potencial de renova\u00e7\u00e3o urbana do centro da cidade a partir dos espa\u00e7os desativados e ociosos \u2013 em sua maioria de propriedade da Rede Ferrovi\u00e1ria Federal \u2013 e a transforma\u00e7\u00e3o em um \u2018Parque Linear\u2019. O referido projeto, do qual \u00e9 coautor, recebeu men\u00e7\u00e3o honrosa no Concurso Nacional BHCentro em 1989, promovido pela Prefeitura de Belo Horizonte, que selecionou ideias de revitaliza\u00e7\u00e3o de algumas \u00e1reas de maior valor simb\u00f3lico do centro, como a regi\u00e3o da Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o, mas infelizmente n\u00e3o saiu do papel.<\/p>\n<p>A proposta do \u2018Parque Linear do Arrudas\u2019 continua bastante atual e pretende aproveitar as amplas faixas de terreno dispon\u00edveis, sem vias de autom\u00f3veis, para viabilizar a liga\u00e7\u00e3o urbana entre Rodovi\u00e1ria, Esta\u00e7\u00e3o Lagoinha e Serraria Souza Pinto, sentido Leste-Oeste, e entre a \u2018cidade baixa\u2019 (Centro) e \u2018cidade alta\u2019 (Floresta\/Col\u00e9gio Batista), sentido Norte-Sul, atrav\u00e9s de uma extensa laje sobre a linha f\u00e9rrea e a Avenida do Contorno, como via de passagem para pedestres. O High Line, em Nova Iorque, \u00e9 um modelo exemplar de parque linear e ressignifica\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<p><strong>Baixo centro<\/strong><\/p>\n<p>Carsalade explica a express\u00e3o \u2018baixo centro\u2019 de BH, regi\u00e3o onde tudo acontece com um pouco mais de liberdade e vitalidade, termo que tamb\u00e9m se confunde com a pr\u00f3pria geografia do espa\u00e7o, pelo fato de estar no ponto mais baixo da cidade, \u00e1rea de passagem do Ribeir\u00e3o Arrudas e das linhas f\u00e9rreas.<\/p>\n<p>Esse territ\u00f3rio diversificado inclui o com\u00e9rcio ambulante, moradores em situa\u00e7\u00e3o de rua, profissionais do sexo, grupos teatrais alternativos, local de troca de \u00f4nibus de muitas pessoas, naturalmente n\u00e3o frequentado pela elite, mas que \u00e9 muito rico e vascularizado, apesar de muitos governantes tra\u00e7arem um muro invis\u00edvel para essa localidade.<\/p>\n<p>O arquiteto relembra a gest\u00e3o do ex-prefeito Marcio Lacerda, que em 2010 criou um decreto proibindo a realiza\u00e7\u00e3o de eventos de qualquer natureza na Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o. Essa decis\u00e3o deu origem ao movimento \u2018Praia da Esta\u00e7\u00e3o\u2019, ap\u00f3s um grupo de jovens questionar a maneira como as pessoas ocupavam o espa\u00e7o p\u00fablico da capital. A a\u00e7\u00e3o ganhou for\u00e7a e contribuiu para a forma\u00e7\u00e3o de outras iniciativas centradas na ocupa\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o p\u00fablico, como a retomada dos blocos de rua no carnaval de BH.<\/p>\n<p>\u00c9 ineg\u00e1vel a voca\u00e7\u00e3o cultural da Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o, como ela contribui para a consolida\u00e7\u00e3o de valores culturais e estabelece v\u00ednculo entre as pessoas e o espa\u00e7o p\u00fablico.<\/p>\n<p>Ou\u00e7a o podcast na \u00edntegra e conhe\u00e7a as hist\u00f3rias da Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o e a sua import\u00e2ncia urban\u00edstica e cultural para a cidade de Belo Horizonte:<\/p>\n<iframe loading=\"lazy\" style=\"border-radius: 12px;\" src=\"https:\/\/open.spotify.com\/embed\/episode\/1DqrTC10u9imFApLu0EFQs?utm_source=generator\" width=\"100%\" height=\"352\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe>\n<p>Conhe\u00e7a o trabalho de Fl\u00e1vio Carsalade em: <span style=\"color: #333399;\"><a 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class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_column_5g5olsgdr\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><\/div><\/div>\n<div class=\"cmsmasters_text\">\n<\/div>\n<\/p>\n<div><strong>Corredor Cultural 174 Podcast<\/strong><\/div>\n<p style=\"text-align: left;\">Corredor Cultural 174 Podcast \u00e9 um projeto que disponibiliza mensalmente no Spotify conversas com artistas, m\u00fasicos, escritores, cineastas, agentes culturais e demais pessoas que pensam, respiram e produzem cultura. \u201cCorredor\u201d, pelo fato do Centro Cultural UFMG estar situado no corredor cultural Pra\u00e7a da Esta\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m no sentido de espa\u00e7o de passagem, onde transitam ideias, movimentos e express\u00f5es art\u00edsticas em Belo Horizonte. \u201cCultural\u201d, pois a tem\u00e1tica ser\u00e1 sempre cultura e \u201c174\u201d \u00e9 o n\u00famero de localiza\u00e7\u00e3o da institui\u00e7\u00e3o na Avenida Santos Dumont.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Corredor Cultural 174 Podcast Corredor Cultural 174 Podcast \u00e9 um projeto que disponibiliza mensalmente no Spotify conversas com artistas, m\u00fasicos, escritores, cineastas, agentes culturais e demais pessoas que pensam, 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