{"id":26344,"date":"2024-11-28T16:10:10","date_gmt":"2024-11-28T19:10:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/?p=26344"},"modified":"2024-11-28T16:10:10","modified_gmt":"2024-11-28T19:10:10","slug":"obras-de-alexandre-menezes-contam-historias-das-cidades-mineiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-alexandre-menezes-contam-historias-das-cidades-mineiras\/","title":{"rendered":"Obras de Alexandre Menezes contam hist\u00f3rias das cidades mineiras"},"content":{"rendered":"<div id=\"cmsmasters_row_byrp52m1lu\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_i24cwt1pcl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_sharing\">\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Check+out+%27Obras+de+Alexandre+Menezes+contam+hist%C3%B3rias+das+cidades+mineiras%27+on+Centro+Cultural++UFMG+website&url=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fobras-de-alexandre-menezes-contam-historias-das-cidades-mineiras%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-twitter\">Twitter<\/a>\n<\/div>\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?display=popup&u=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fobras-de-alexandre-menezes-contam-historias-das-cidades-mineiras%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-facebook\">Facebook<\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<\/div>\n<p>O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposi\u00e7\u00e3o individual <strong>\u2018Sobre torres, janelas e mem\u00f3ria\u2019<\/strong>, do arquiteto, desenhista, artista pl\u00e1stico e professor <span style=\"text-decoration: underline; color: #000080;\"><strong><a style=\"color: #000080; text-decoration: underline;\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/alexandremmenezes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Alexandre Menezes<\/a><\/strong><\/span>. A mostra re\u00fane pinturas que fazem uma homenagem a Minas Gerais atrav\u00e9s de um olhar voltado para a arquitetura, em uma releitura de torres, janelas e mem\u00f3rias mineiras. O evento acontece no dia 06 de dezembro de 2024, sexta-feira, \u00e0s 19 horas. As obras poder\u00e3o ser vistas at\u00e9 02 de fevereiro de 2025. A entrada \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<ul>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\"><a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-alexandre-menezes-contam-historias-das-cidades-mineiras\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Compartilhe no WhatsApp<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\">C<a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/telegram.me\/share\/url?url=%20https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-alexandre-menezes-contam-historias-das-cidades-mineiras\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ompartilhe no Telegram<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>A exposi\u00e7\u00e3o \u2013 por Alexandre Menezes<\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \u2018Sobre torres, janelas e mem\u00f3ria\u2019 \u00e9 uma homenagem a Minas Gerais, que busca atrav\u00e9s de um olhar voltado para arquitetura, uma releitura de torres, janelas e mem\u00f3rias mineiras. S\u00e3o muitas as arquiteturas, torres e janelas que, de alguma maneira, pertencem e contam hist\u00f3rias das cidades mineiras.<\/p>\n<p>Atr\u00e1s de uma aparente desordem formal, as pinturas escondem uma rela\u00e7\u00e3o entre intui\u00e7\u00e3o e raz\u00e3o, improviso e racioc\u00ednio, ludicidade e disciplina. O rigor da observa\u00e7\u00e3o, que registra torres, janelas e mem\u00f3rias, se expande na vitalidade da pintura, criando um in\u00e9dito equil\u00edbrio entre perspectivas e gestualidades espont\u00e2neas. As manchas soltas, livres e irregulares convivem com linhas precisas, r\u00e1pidas e concisas. Desta rela\u00e7\u00e3o surgem as pinturas, com gestos largos e pingos velozes.<\/p>\n<p>Estes procedimentos, aparentemente opostos, podem ser entendidos como uma tentativa de pintar n\u00e3o somente o mundo vis\u00edvel, mas tamb\u00e9m as mem\u00f3rias, as hist\u00f3rias, o vento, o som, o cheiro, a cidade e a vida, com todo seu aspecto simb\u00f3lico. Desta forma, a exposi\u00e7\u00e3o \u2018Sobre torres, janelas e mem\u00f3ria\u2019 ganha exist\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Sobre torres, janelas e mem\u00f3ria \u2013 por Celina Borges Lemos<\/strong><\/p>\n<p>Alexandre Menezes, arquiteto, desenhista, artista pl\u00e1stico e professor, iniciou sua brilhante e plural carreira ainda muito jovem. Os primeiros sinais, deste rico caminho como pintor, se manifestam na sua vida ainda estudante. Ao concluir a Faculdade de Arquitetura, sua sensibilidade art\u00edstica se aprimorou, por integrar o ato de desenhar, ao dom de pintar. Por esse arcabou\u00e7o instigante, o ato de pintar ganhou solidez e qualidade ao cursar tamb\u00e9m a Escola de Belas Artes.<\/p>\n<p>Destas passagens nasce este artista marcado pela permanente inspira\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m pela necessidade de transmitir e compartilhar suas descobertas atrav\u00e9s do ensinar. E sua carreira se multiplica, quer seja no compartilhamento dos saberes e das viv\u00eancias junto aos seus alunos e alunas, quer seja por essa capacidade de originar, manusear, desenhar, compor, tra\u00e7ar, cortar, colorir.<\/p>\n<p>Nestas excepcionais obras da exposi\u00e7\u00e3o, o talento do artista parece orbitar por um espa\u00e7o narrador e prospectante, composto por algumas facetas: a da arquitetura, dos objetos, detalhes, arremates; e o das luzes, tonalidades, sombras e rugosidades. Pela mat\u00e9ria da tela sobrevivem o lugar do real e a fic\u00e7\u00e3o pl\u00e1stica do artista voraz, irreverente. Algumas cria\u00e7\u00f5es art\u00edsticas do s\u00e9culo passado, analisadas por Clement Greenberg, se aproximam dos detalhes presentes nas suas pinturas: contr\u00e1rio a uma ilus\u00e3o das coisas, Alexandre Menezes oferece a \u201cilus\u00e3o das modalidades\u201d, ou seja, aquela em que a mat\u00e9ria \u00e9 corp\u00f3rea e \u00e0s vezes incorp\u00f3rea, sem peso e existe apenas oticamente como uma miragem.<\/p>\n<p>Nas \u201cTorres\u201d, prevalece o dom\u00ednio t\u00e1til, disposto numa ordem da tect\u00f4nica moldada, artisticamente, pelos memor\u00e1veis art\u00edfices e arquitetos fazedores de express\u00e3o, e da eterniza\u00e7\u00e3o de suas obras. Eles contribuem para modificar o estado de paisagem, at\u00e9 ent\u00e3o predominantemente natural, atrav\u00e9s da inser\u00e7\u00e3o do elemento artificial, o das torres sineiras dos lend\u00e1rios templos ouro-pretanos em Minas Gerais. Fiel aos detalhes e elementos que comp\u00f5em a est\u00e9tica barroca e rococ\u00f3 do per\u00edodo, o pintor performa, atrav\u00e9s dos tra\u00e7os e cores, a originalidade primitiva da pedra, da argamassa pintada e da sinuosidade do volume cristalino, este por sinal, o ponto de luz fundador das telas. Neste tect\u00f4nico moldado e configurado numa est\u00e9tica singular, as pinceladas difusas sobrep\u00f5em \u00e0 mat\u00e9ria equilibrada da construtividade, e esses estilha\u00e7os irreverentes al\u00e7am o dom\u00ednio \u00f3tico.<\/p>\n<p>Sobre as \u201cJanelas\u201d, o artista cria um elemento l\u00fadico na composi\u00e7\u00e3o e inverte o estado da imagem. Atribui import\u00e2ncia bem menor ao t\u00e1til e tenta delinear quase tudo a duas dimens\u00f5es, e esta planaridade bidimensional testa nossa sensibilidade como observadores. As pinceladas irregulares, profusas definem uma sobre textura, um detalhe rugoso e primitivo. E nessa saga, intenta atribuir um original sentido \u00e0 mat\u00e9ria do tect\u00f4nico, moldado, edificado e colorido das janelas e suas molduras esquadrias, bandeiras, vergas e sobre vergas, ent\u00e3o elaboradas engenhosamente pelos antigos e memor\u00e1veis art\u00edfices e arquitetos. Ele deixa vis\u00edvel a sua tentativa de superar uma segmenta\u00e7\u00e3o entre o primeiro plano e o fundo, e por nesta postura, adota o contraste de tons e das texturas, para delinear uma profundidade e, simultaneamente, uma ambiguidade entre o t\u00e1tico e o \u00f3tico.<\/p>\n<p>Sobre a \u201cMem\u00f3ria\u201d, o nosso artista, como arquiteto procura sensibilizar, ressemantizar o legado secular, que tem como s\u00edntese dessa rememora\u00e7\u00e3o as cidades erigidas em torno do s\u00e9culo dezoito em Minas. Cidades estas legendas, que guardam um longo passado pleno de identidades e lembran\u00e7as. S\u00e3o as arquiteturas, seus detalhes, seus estados de paisagem que representam e abrigam um verdadeiro \u201cpal\u00e1cio de mem\u00f3rias\u201d. A exposi\u00e7\u00e3o \u2018Sobre torres, janelas e mem\u00f3ria\u2019, de Alexandre Menezes, representa mais um ato, um luminoso gesto do artista, que se configura, simboliza permanece e partilha. Algo pr\u00f3prio da sua alargada generosidade presente em tudo que ele cria e faz.<\/p>\n<p>Celina Borges Lemos \u00e9 Professora Titular da Escola de Arquitetura da UFMG.<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p><strong>Alexandre Menezes<\/strong> \u00e9 natural de Belo Horizonte, onde se formou em Arquitetura e Urbanismo pelo Instituto Metodista Izabela Hendrix e em Belas Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais, na qual teve a oportunidade de estudar com Amilcar de Castro, \u00c1lvaro Apocalypse, Jos\u00e9 Alberto Nemer, M\u00e1rio Zavagli, Sandra Bianchi, entre outros grandes artistas mineiros. Desde cedo manifestou interesse pelo desenho e pintura, assim como pelo ato de ensinar. Foi professor nos cursos de Arquitetura e Urbanismo do Izabela Hendrix (1987 at\u00e9 2000), da Universidade FUMEC (1990 at\u00e9 2018), da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Minas Gerais (1994 at\u00e9 2020) e atualmente \u00e9 Professor Associado na Escola de Arquitetura da UFMG, sempre trabalhando com desenho e processo criativo. Possui Mestrado em Arquitetura pela UFMG e Doutorado (PhD) pela Universidade de Sheffield, na Inglaterra, onde morou de 2001 at\u00e9 2005. Desde 1982 exp\u00f5e seus trabalhos em mostras coletivas e individuais, assim como em sal\u00f5es de arte no Brasil e no exterior.<\/p>\n<div id=\"cmsmasters_divider_6d10s6ghgh\" class=\"cmsmasters_divider cmsmasters_divider_width_long cmsmasters_divider_pos_center\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_t3c22q9w6m\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_toijiibenl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u2018Sobre torres, janelas e mem\u00f3ria\u2019 \u2013 Alexandre Menezes<\/strong><br \/>\nAbertura: 06 de dezembro de 2024 | \u00e0s 19h<br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 02\/02\/2025<br \/>\nTer\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<br \/>\nS\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<br \/>\nSala Ana Horta<br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<br \/>\nEntrada gratuita<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.google.com.br\/maps\/dir\/\/Av.+Santos+Dumont,+174+-+Centro,+Belo+Horizonte+-+MG,+30111-040\/@-19.9170546,-43.9360151,17z\/data=!4m6!4m5!1m0!1m2!1m1!1s0xa699fbd5aaae01:0xab4780c129fa0883!3e0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Consulte rotas e meios para chegar<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_6kvmqaa7i\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_sf8b3oog58\" class=\"cmsmasters_column three_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div id=\"cmsmasters_notice_smk9h2u97i\" class=\"cmsmasters_notice cmsmasters_notice_warning cmsmasters-icon-check-1\">\n<a href=\"#\" class=\"notice_close cmsmasters_theme_icon_cancel\"><\/a><div class=\"notice_content\">\n<p>Lembre-se: \u00e9 recomend\u00e1vel o uso de m\u00e1scara nos espa\u00e7os do Centro Cultural UFMG mesmo para imunizados<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<div id=\"cmsmasters_column_ioy14g1s5h\" class=\"cmsmasters_column one_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":6,"featured_media":26345,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[121,91],"tags":[],"class_list":["post-26344","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-exposicoes","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26344","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26344"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26344\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26347,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26344\/revisions\/26347"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26345"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26344"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26344"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26344"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}