{"id":26355,"date":"2024-11-29T11:20:59","date_gmt":"2024-11-29T14:20:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/?p=26355"},"modified":"2024-11-29T11:20:59","modified_gmt":"2024-11-29T14:20:59","slug":"obras-de-daniela-marton-trazem-a-influencia-da-materia-memoria-e-imagem-de-ornamentos-presentes-na-arquitetura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-daniela-marton-trazem-a-influencia-da-materia-memoria-e-imagem-de-ornamentos-presentes-na-arquitetura\/","title":{"rendered":"Obras de Daniela Marton trazem a influ\u00eancia da mat\u00e9ria, mem\u00f3ria e imagem de ornamentos presentes na arquitetura"},"content":{"rendered":"<div id=\"cmsmasters_row_byrp52m1lu\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_i24cwt1pcl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_sharing\">\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Check+out+%27Obras+de+Daniela+Marton+trazem+a+influ%C3%AAncia+da+mat%C3%A9ria%2C+mem%C3%B3ria+e+imagem+de+ornamentos+presentes+na+arquitetura%27+on+Centro+Cultural++UFMG+website&url=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fobras-de-daniela-marton-trazem-a-influencia-da-materia-memoria-e-imagem-de-ornamentos-presentes-na-arquitetura%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-twitter\">Twitter<\/a>\n<\/div>\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?display=popup&u=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fobras-de-daniela-marton-trazem-a-influencia-da-materia-memoria-e-imagem-de-ornamentos-presentes-na-arquitetura%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-facebook\">Facebook<\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<\/div>\n<p>O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposi\u00e7\u00e3o individual <strong>\u2018Mat\u00e9ria e Mem\u00f3ria\u2019<\/strong>, da artista pl\u00e1stica \u00edtalo-brasileira <strong>Daniela Marton<\/strong>, com texto curatorial de <strong>Tom Lisboa<\/strong>. A mostra re\u00fane trabalhos inspirados pela conex\u00e3o entre mat\u00e9ria, mem\u00f3ria e a imagem de ornamentos presentes na arquitetura, dentre eles pinturas, est\u00eanceis e arte digital. O evento acontece no dia 06 de dezembro de 2024, sexta-feira, \u00e0s 19 horas. As obras poder\u00e3o ser vistas at\u00e9 02 de fevereiro de 2025. A entrada \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o livre.<\/p>\n<ul>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\"><a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-daniela-marton-trazem-a-influencia-da-materia-memoria-e-imagem-de-ornamentos-presentes-na-arquitetura\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Compartilhe no WhatsApp<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\">C<a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/telegram.me\/share\/url?url=%20https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-daniela-marton-trazem-a-influencia-da-materia-memoria-e-imagem-de-ornamentos-presentes-na-arquitetura\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ompartilhe no Telegram<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Mat\u00e9ria e Mem\u00f3ria \u2013 por Daniela Marton<\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \u2018Mat\u00e9ria e Memoria visa apresentar uma s\u00e9rie de pinturas que surgiu na \u00e9poca da pandemia, onde as rela\u00e7\u00f5es pessoais passaram a ser feitas a dist\u00e2ncia, a qual refor\u00e7ou ainda mais a busca por elementos arquitet\u00f4nicos que tivessem algum apelo de mem\u00f3ria afetiva para a artista. As imagens dos ornamentos acabam sendo ressignificadas, assumindo a fun\u00e7\u00e3o de articuladores das suas mem\u00f3rias e estimuladores das suas lembran\u00e7as. Embora a pandemia tenha acabado, esse resgate da mem\u00f3ria afetiva proveniente dos ornamentos arquitet\u00f4nicos continua em suas obras, como uma forma de resgatar essas mem\u00f3rias e vivenci\u00e1-las novamente, recriando novos sentimentos.<\/p>\n<p>O campo pict\u00f3rico, dessa forma, acaba ganhando mais corpo, se tornando mais mat\u00e9rico e, por sua vez, as imagens come\u00e7am a sofrer interfer\u00eancias com a materialidade da pintura, que acaba alterando-as, ressignificando assim a recorda\u00e7\u00e3o afetiva contida nelas.<\/p>\n<p>A pintura se apresenta como um resultado da atualiza\u00e7\u00e3o dessas lembran\u00e7as, passando assim a mat\u00e9ria fazer parte da mem\u00f3ria, de modo que surja o passado e o presente, colocados em comunh\u00e3o. O acr\u00e9scimo dos elementos arquitet\u00f4nicos promove um novo processo art\u00edstico, composto por diferentes elementos art\u00edsticos: o est\u00eancil (gravura), as fotografias arquitet\u00f4nicas, o Autocad (software da arquitetura surgindo arte digital).<\/p>\n<p>Para essa exposi\u00e7\u00e3o, a artista ir\u00e1 expor tamb\u00e9m pinturas posteriores ao momento da pandemia, visando elucidar o espectador que o estudo da artista no aspecto da rela\u00e7\u00e3o mat\u00e9ria continua presente. Sobretudo em rela\u00e7\u00e3o ao aspecto do uso das cores, onde em alguns momentos remetem as dores sentidas no momento da feitura, principalmente se s\u00e3o causadas por problema de sa\u00fade. Em virtude disso, os usos das cores nas pinturas da artista em alguns momentos continuam sendo provenientes das dores, que acabam refletindo em seu trabalho por meio das cores.<\/p>\n<p><strong>Sobre sermos viajantes \u2013 texto curatorial por Tom Lisboa<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAo chegar a uma nova cidade, o viajante reencontra um passado que n\u00e3o lembrava existir: a surpresa daquilo que voc\u00ea deixou de ser ou deixou de possuir revela-se nos lugares estranhos, n\u00e3o nos conhecidos\u201d. Daniela Marton poderia ser esse viajante citado no livro \u2018As Cidades Invis\u00edveis\u2019, de Italo Calvino. Vinda da arquitetura, ela encontra no territ\u00f3rio estrangeiro da pintura, talvez, a melhor maneira de \u2018edificar\u2019 suas obras. Sua singularidade, contudo, n\u00e3o adv\u00e9m da frieza do c\u00e1lculo, mas do gesto espont\u00e2neo que apaga qualquer rastro de uma f\u00f3rmula racionalista.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, a maneira como ela disp\u00f5e as camadas de tinta e estabelece entre elas rela\u00e7\u00f5es crom\u00e1ticas e t\u00e1teis, percebemos uma aproxima\u00e7\u00e3o com o fenomenol\u00f3gico. Somos assim expostos a uma pintura que cria um campo de experi\u00eancia oriundo desta descontinuidade dos contornos e de uma gama de cores que se desfazem. Mesmo quando usa o AutoCAD (um software utilizado para elaborar pe\u00e7as de desenho t\u00e9cnico) para criar os est\u00eanceis que s\u00e3o aplicados sobre as telas, sua finalidade \u00e9 transfigurada. O que surge s\u00e3o constru\u00e7\u00f5es desgastadas e inst\u00e1veis que problematizam, contradizem e expandem conceitos advindos de sua antiga forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica.<\/p>\n<p>Diferentes cargas emocionais permeiam sua produ\u00e7\u00e3o. Desde a dor que se converte em cor at\u00e9 as escolhas das imagens que remetem ao universo da arquitetura que coleta da internet e reproduz em cada est\u00eancil. A op\u00e7\u00e3o pela coluna j\u00f4nica, na obra \u2018Rupturas\u2019, por exemplo, \u00e9 por consider\u00e1-la um dos elementos mais elegantes e simples da arquitetura, por remeter as edifica\u00e7\u00f5es antigas de Roma e Veneza, mas, principalmente, por lembr\u00e1-la de uma viagem para visitar sua fam\u00edlia na It\u00e1lia. Nesta tela, a solidez da coluna se desfigura num mar de mat\u00e9ria, cor e gestualidade, criando uma nova arqueologia para esta refer\u00eancia cl\u00e1ssica.<\/p>\n<p>Por fim, faz-se necess\u00e1rio pontuarmos a import\u00e2ncia da dor, tanto f\u00edsica quanto psicol\u00f3gica, em suas escolhas crom\u00e1ticas e tamb\u00e9m de escala, j\u00e1 que em momentos de profundo sofrimento ela chegou a optar por telas de menor dimens\u00e3o. Giulio Carlo Argan observou, a respeito da obra de Van Gogh, uma caracter\u00edstica que encontro nas obras de Daniela: \u201ca mat\u00e9ria pict\u00f3rica adquire uma exist\u00eancia aut\u00f4noma, exasperada, quase insuport\u00e1vel; o quadro n\u00e3o representa: \u00e9\u201d. Ao percorrermos o conjunto de seus trabalhos embarcamos em um mundo de s\u00edmbolos e mensagens que nos instigam e desafiam. Passamos a ser viajantes em processo de autodescoberta.<\/p>\n<p><strong>Sobre a artista<\/strong><\/p>\n<p><strong>Daniela Marton<\/strong> atualmente vive e trabalha em Curitiba. Artista graduada em Arquitetura e Urbanismo pelo Mackenzie (2011), possui licenciatura em Artes Visuais pela Universidade Estadual do Paran\u00e1 (UNESPAR &#8211; 2021) e \u00e9 mestre em Po\u00e9ticas Visuais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS &#8211; 2023). Realizou uma s\u00e9rie de cursos livres de pintura e desenho na Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ) e no Museu Casa Alfredo Andersen (PR). Artista Visual, suas obras possuem \u00eanfase em pintura e escultura. Participa de exposi\u00e7\u00f5es coletivas em sal\u00f5es, museus, pinacotecas e Bienais no Brasil e no exterior desde 2017, como a Bienal de Salerno na It\u00e1lia (2018), onde foi premiada, Bienal The Wrong nos EUA (2019 e 2021) e da Bienal Oswaldo Goeldi em Taubat\u00e9 (SP &#8211; 2020). Participou dos sal\u00f5es de artes visuais de Pinhais (2023 e 2024), Vinhedo (2017), Navegantes (2019) e Universidade do Vale do Para\u00edba (Univap &#8211; 2024). Principais exposi\u00e7\u00f5es individuais na Pinacoteca de Vi\u00e7osa (2021 e 2024), Museu de Arte Moderna de Resende (2022), Museu Casa Alfredo Andersen (2023), Pinacoteca Taubat\u00e9 (2023), Centro Cultural UFMG (2024), entre outras.<\/p>\n<p><strong>Sobre o autor do texto curatorial<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tom Lisboa<\/strong> \u00e9 Mestre em Comunica\u00e7\u00e3o e Linguagens e atua como artista visual, professor de cinema e fotografia e curador independente. Est\u00e1 radicado em Curitiba desde 1987. Em 2012, recebeu o Pr\u00eamio FUNARTE Marc Ferrez de Fotografia e, em 2005, o Pr\u00eamio Porto Seguro de Fotografia, na categoria pesquisas contempor\u00e2neas, com a s\u00e9rie polaroides (in)vis\u00edveis. Neste mesmo ano, foi ainda mapeado pelo Rumos Ita\u00fa Cultural. Foi um dos artistas brasileiros selecionados para Bienal de Cerveira (2013), em Portugal,\u00a0e tem participado como convidado dos principais festivais de fotografia do pa\u00eds (Paraty em Foco, Fest POA, Foto Arte, Semana da Foto em Curitiba) e do exterior (Encuentros Abiertos\/Argentina e PhotoVisa\/Russia). Integrou a equipe curatorial da Bienal Internacional de Curitiba (2017, 2016,\u00a02014, 2013 e 2009).<\/p>\n<div id=\"cmsmasters_divider_6d10s6ghgh\" class=\"cmsmasters_divider cmsmasters_divider_width_long cmsmasters_divider_pos_center\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_t3c22q9w6m\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_toijiibenl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u2018Sobre torres, janelas e mem\u00f3ria\u2019 \u2013 Alexandre Menezes<\/strong><br \/>\nAbertura: 06 de dezembro de 2024 | \u00e0s 19h<br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 02\/02\/2025<br \/>\nTer\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<br \/>\nS\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<br \/>\nSala Ana Horta<br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<br \/>\nEntrada gratuita<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.google.com.br\/maps\/dir\/\/Av.+Santos+Dumont,+174+-+Centro,+Belo+Horizonte+-+MG,+30111-040\/@-19.9170546,-43.9360151,17z\/data=!4m6!4m5!1m0!1m2!1m1!1s0xa699fbd5aaae01:0xab4780c129fa0883!3e0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Consulte rotas e meios para chegar<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_6kvmqaa7i\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_sf8b3oog58\" class=\"cmsmasters_column three_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div id=\"cmsmasters_notice_smk9h2u97i\" class=\"cmsmasters_notice cmsmasters_notice_warning cmsmasters-icon-check-1\">\n<a href=\"#\" class=\"notice_close cmsmasters_theme_icon_cancel\"><\/a><div class=\"notice_content\">\n<p>Lembre-se: \u00e9 recomend\u00e1vel o uso de m\u00e1scara nos espa\u00e7os do Centro Cultural UFMG mesmo para imunizados<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<div id=\"cmsmasters_column_ioy14g1s5h\" class=\"cmsmasters_column one_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":6,"featured_media":26357,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[121,91],"tags":[],"class_list":["post-26355","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-exposicoes","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26355","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26355"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26355\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26360,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26355\/revisions\/26360"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26357"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26355"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26355"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26355"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}