{"id":26625,"date":"2025-06-06T11:23:22","date_gmt":"2025-06-06T14:23:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/?p=26625"},"modified":"2025-06-06T11:27:36","modified_gmt":"2025-06-06T14:27:36","slug":"obras-de-treze-mulheres-artistas-residentes-em-belo-horizonte-trazem-questoes-e-imaginarios-relacionados-a-latinidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-treze-mulheres-artistas-residentes-em-belo-horizonte-trazem-questoes-e-imaginarios-relacionados-a-latinidade\/","title":{"rendered":"Obras de treze mulheres artistas residentes em Belo Horizonte trazem quest\u00f5es e imagin\u00e1rios relacionados \u00e0 latinidade"},"content":{"rendered":"<div id=\"cmsmasters_row_byrp52m1lu\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_i24cwt1pcl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_sharing\">\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Check+out+%27Obras+de+treze+mulheres+artistas+residentes+em+Belo+Horizonte+trazem+quest%C3%B5es+e+imagin%C3%A1rios+relacionados+%C3%A0+latinidade%27+on+Centro+Cultural++UFMG+website&url=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fobras-de-treze-mulheres-artistas-residentes-em-belo-horizonte-trazem-questoes-e-imaginarios-relacionados-a-latinidade%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-twitter\">Twitter<\/a>\n<\/div>\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?display=popup&u=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fobras-de-treze-mulheres-artistas-residentes-em-belo-horizonte-trazem-questoes-e-imaginarios-relacionados-a-latinidade%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-facebook\">Facebook<\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<\/div>\n<p>O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposi\u00e7\u00e3o coletiva <strong>\u2018Sangre latina\u2019<\/strong>, das artistas Barbara Daros, Zi Reis, Adriana Santana, Govinda Navegando, Carol Merlo, Carina Aparecida, Mirele Brant, Daniela Schneider, Luciana Lanza, Marina Takeishi, Noemi Assump\u00e7\u00e3o, Nathalia Falagan e Thatiane Mendes, com curadoria de Mirele Brant e Govinda Navegando. A mostra re\u00fane 53 obras, apresentando instala\u00e7\u00e3o, esculturas, pinturas, objetos, colagens e fotografias, que suscitam quest\u00f5es e imagin\u00e1rios relacionados \u00e0s mulheres latino-americanas. O evento acontece no dia 13 de junho de 2025, sexta-feira, \u00e0s 19 horas. As obras poder\u00e3o ser vistas at\u00e9 6 de julho de 2025. A entrada \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o indicativa de 14 anos.<\/p>\n<ul>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\"><a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-treze-mulheres-artistas-residentes-em-belo-horizonte-trazem-questoes-e-imaginarios-relacionados-a-latinidade\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Compartilhe no WhatsApp<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\">C<a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/telegram.me\/share\/url?url=%20https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/obras-de-treze-mulheres-artistas-residentes-em-belo-horizonte-trazem-questoes-e-imaginarios-relacionados-a-latinidade\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ompartilhe no Telegram<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>A latinidade<\/strong><\/p>\n<p>A latinidade \u00e9 um conceito complexo, em constante transmuta\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 nasce carregando em si a representa\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia hist\u00f3rica da coloniza\u00e7\u00e3o. \u00c9, ao mesmo tempo, um chamado para abra\u00e7ar a vasta diversidade de identidades culturais, sociais e pol\u00edticas dos povos que resistem e reexistem. Se, por um lado, a latinidade traz a marca de uma identidade forjada \u00e0 for\u00e7a, euroc\u00eantrica e colonial, por outro, \u00e9 tamb\u00e9m um s\u00edmbolo de resist\u00eancia \u2014 um lar simb\u00f3lico onde ecoam as mem\u00f3rias e ra\u00edzes ancestrais sequestradas pelo processo da invas\u00e3o.<\/p>\n<p>Ser latino-americana, latino-americano, \u00e9 caminhar numa diversidade que desafia as fronteiras impostas, numa identidade que nunca se fecha, que n\u00e3o se acomoda.<\/p>\n<p>A proposta dessa mostra busca apresentar a potencialidade das mulheres desse territ\u00f3rio, contemplando artistas residentes em Belo Horizonte. Parte dessas artistas trabalham viajando entre estados brasileiros e pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina, atuando em movimentos ativistas feministas e de retomadas. Muitas dedicam-se \u00e0 processos educativos com p\u00fablicos diversos, em sala de aula, oficinas e centros de conviv\u00eancia da rede de sa\u00fade mental.<\/p>\n<p>S\u00e3o mulheres aut\u00f4nomas que defendem e disseminam seus saberes, territ\u00f3rios, tradi\u00e7\u00f5es, s\u00edmbolos, subjetiva\u00e7\u00f5es e modos de vida. A identidade possui um valor estrat\u00e9gico nessa proposta, levantando quest\u00f5es femininas e feministas que permitem observar e compreender as regula\u00e7\u00f5es que interpelam as mulheres. A vis\u00e3o coletiva est\u00e1 relacionada \u00e0s mem\u00f3rias e \u00e0s ancestralidades, que v\u00e3o sendo repensadas e reconstru\u00eddas por meio das narrativas tensionadas nos trabalhos.<\/p>\n<p><strong>Sangre latina \u2013 por Carina Aparecida, Govinda Navegando e Mirele Brant<\/strong><\/p>\n<p>As obras re\u00fanem, por m\u00faltiplas linguagens que se alternam, mat\u00e9rias de express\u00e3o como resist\u00eancia. Essa resist\u00eancia e produ\u00e7\u00e3o ativa se apresentam em car\u00e1ter de busca espiritual, de manifesta\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, de reconex\u00e3o \u00e0 natureza e aos ancestrais personificados, muitas vezes nos saberes da bisav\u00f3, av\u00f3 e da m\u00e3e, al\u00e9m de estar na ordem da n\u00e3o submiss\u00e3o aos padr\u00f5es est\u00e9ticos. Situam-se em imagin\u00e1rios de encantaria, rebeli\u00e3o e liberdade. S\u00e3o mulheres latino-americanas, atravessadas por quest\u00f5es existenciais, dispostas a fazerem da arte uma bandeira da luta \u00edntima e coletiva.<\/p>\n<p>Por uma latinidade que se fa\u00e7a espelho das feridas da coloniza\u00e7\u00e3o, refletidas nas fronteiras de nossos pr\u00f3prios corpos. Por uma latinidade que, se preciso, se recuse a ser, na busca profunda e incans\u00e1vel pelas ra\u00edzes que tentaram enterrar. Por uma latinidade que, em seu emaranhado de limita\u00e7\u00f5es e contradi\u00e7\u00f5es, seja tamb\u00e9m territ\u00f3rio f\u00e9rtil para o que criamos e que abrace as m\u00faltiplas maneiras de ser, sentir, ocupar e olhar para este territ\u00f3rio de tantas mem\u00f3rias que habitamos.<\/p>\n<p><strong>Sobre as artistas<\/strong><\/p>\n<p><strong>Barbara Daros<\/strong>, 1994, natural de Belo Horizonte, \u00e9 Bacharel em Artes Pl\u00e1sticas, habilitada em Pintura pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Arte-educadora e artista multidisciplinar, busca integrar diferentes linguagens e suportes de cria\u00e7\u00e3o. Sua pesquisa parte das Artes Visuais, em jun\u00e7\u00e3o com as artes do corpo e do som. Constr\u00f3i narrativas entre a pintura mural e em tela, a dan\u00e7a, a m\u00fasica e a tatuagem.<\/p>\n<p><strong>Carina Aparecida<\/strong> tem seus trabalhos de fotografia e audiovisual inspirados na rela\u00e7\u00e3o mem\u00f3ria, saberes ancestrais e territorialidades. Estudou Document\u00e1rio no Centro de Forma\u00e7\u00e3o em Cinematografia em Caracas, na Venezuela, e h\u00e1 mais de quinze anos se dedica \u00e0s produ\u00e7\u00f5es documentais\/experimentais. J\u00e1 desenvolveu e exp\u00f4s trabalhos no Chile e Col\u00f4mbia. Em 2019, foi uma das participantes da resid\u00eancia art\u00edstica \u2018Est\u00e9tica da Autonomia e Feminismos\u2019, na cidade de S\u00e3o Crist\u00f3bal de Las Casas, no M\u00e9xico. \u00c9 neta de Sinhana, parteira, raizeira e benzedeira.<\/p>\n<p><strong>Carolina Merlo<\/strong> (1983) \u00e9 graduada em Artes Visuais pela UFMG (2009), com bacharelado em Gravura. Atua como ilustradora e arte-educadora antimanicomial. Em sua pesquisa visual abrange t\u00e9cnicas como desenho, aquarela, recortes, colagens e gravura. Tamb\u00e9m pesquisa o t\u00eaxtil com bordados e bonecos de pano. Em suas cria\u00e7\u00f5es, se dedica as quest\u00f5es do feminino, da presen\u00e7a da plantas, animais, seres on\u00edricos e sagrados. No campo das publica\u00e7\u00f5es trabalha com o universo do livro ilustrado para a inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p><strong>Daniela Schneider<\/strong>, 1977, Belo Horizonte. Formada em Psicologia pela Universidade FUMEC (2002) e em Artes Visuais pela Escola Guignard (2010), p\u00f3s-graduanda em Arte Contempor\u00e2nea na mesma institui\u00e7\u00e3o. J\u00e1 participou de exposi\u00e7\u00f5es coletivas na Mini Galeria, Galeria Mari\u2019Stella Trist\u00e3o no Pal\u00e1cio das Artes, Coletivo 252 e Museu de Artes e Of\u00edcios de Belo Horizonte. Exposi\u00e7\u00e3o individual na Piccola Galleria, na Casa Fiat de Cultura, em 2023. Resid\u00eancia art\u00edstica no NowHere, Lisboa, em agosto de 2023. \u00c9 apaixonada pelo croch\u00ea, que aprendeu com a m\u00e3e e a av\u00f3. Cria formas que podem lembrar uma parte do corpo, ou o todo, sobretudo o corpo feminino, convidando o espectador a interagir com a obra, tocando ou manipulando.<\/p>\n<p><strong>Dri Santana<\/strong> \u00e9 artista visual, ilustradora e muralista. Vive e trabalha entre o interior de Minas, Cl\u00e1udio e a capital Belo Horizonte. Possui Bacharelado em Artes Gr\u00e1ficas e Licenciatura em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFMG. \u00c9 Mestra em Educa\u00e7\u00e3o pela Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o da UFMG. Em seus trabalhos s\u00e3o encontrados temas que perpassam quest\u00f5es ligadas \u00e0 ancestralidade, \u00e0s culturas africana e afro-brasileira, onde cria narrativas po\u00e9ticas partindo de suas pesquisas, investigando suas origens e hist\u00f3rias. Tem participado de atividades voltadas para as artes visuais como: Resid\u00eancia Art\u00edstica Angola Air\/Luanda 2024; Projeto ALA pelos parques da cidade (Coletivo ALA) 2024; Sesc Arte Urbana (artista colaboradora); Sesc Mesa Brasil. Belo Horizonte\/MG, 2024, dentre outras.<\/p>\n<p><strong>Govinda Navegando<\/strong>, que tamb\u00e9m \u00e9 Fernanda Figueiredo, \u00e9 uma corpa experimental desde que teve consci\u00eancia sobre sua exist\u00eancia e o fazer criador. Nasceu em Belo Horizonte\u00a0em 1987 e\u00a0entre montanhas bebeu das influ\u00eancias cotidianas art\u00edsticas e intelectuais provindas dos av\u00f3s maternos. Seu sonho de crian\u00e7a sempre foi viver mundos imag\u00e9ticos improv\u00e1veis. Suas fotoperformances com colagens digitais nos convidam para um olhar l\u00fadico da bricolagem, que podemos chamar tamb\u00e9m de surrealismo fant\u00e1stico, sem deixar de pautar um certo erotismo. V\u00e1rios animais surgem nas imagens, al\u00e9m de plantas, que fazem composi\u00e7\u00e3o com cores vibrantes, luzes, cristais e olhos em cen\u00e1rios infinitos que nos permitem um mergulho nos cosmos, denotando uma atmosfera ao mesmo tempo naturalista e futurista. Trabalha com a performatividade e fenomenologias interpostas por ambientes on\u00edricos, nos quais a figura feminina surge na vivacidade do mist\u00e9rio da cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Luciana Lanza<\/strong> \u00e9 mestranda na Escola de Belas Artes da UFMG na linha de pesquisa em Ensino e Aprendizado em Artes. Formada em Dan\u00e7a pelo Pal\u00e1cio das Artes e em Jornalismo pela FUMEC. Como bailarina independente recebeu, em 2023, o pr\u00eamio Iberescena de ajuda as Artes C\u00eanicas para cria\u00e7\u00e3o de espet\u00e1culo. Pesquisa sobre o ato de ocupar espa\u00e7os atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de dan\u00e7a contempor\u00e2nea, contato e improvisa\u00e7\u00e3o, teatro, capoeira e dan\u00e7as populares.<\/p>\n<p><strong>Marina Takeishi<\/strong> (1991) \u00e9 natural de Tr\u00eas Pontas, graduada em Design Gr\u00e1fico pela UEMG, com p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Arteterapia Junguiana e em Culturas Populares e Tradicionais. Como nipo-brasileira, dedica sua pesquisa \u00e0s culturas tradicionais e mitol\u00f3gicas do Brasil e Jap\u00e3o, honrando suas ancestralidades. Sua pintura reflete essa investiga\u00e7\u00e3o, combinando manchas fluidas de tinta aguada e grafismos geom\u00e9tricos, com inspira\u00e7\u00e3o em elementos que traduzem os esp\u00edritos da natureza. Utiliza o movimento do seu corpo ao pintar, fixando carimbos naturais de plantas para criar texturas. Publicou, como ilustradora, o livro \u2018Imersa\u2019 (Editora Elora, 2021) e, como escritora, \u2018Palavra-p\u00e1ssaro, palavra-peixe\u2019 (Editora Minimalismos).<\/p>\n<p><strong>Mirele Brant<\/strong>, 1982, Belo Horizonte\/MG. Graduada em Artes Pl\u00e1sticas pela Escola Guignard\/UEMG e Estilismo e Modelagem do Vestu\u00e1rio pela UFMG. Mestrado em Educa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o pela UNB. Trabalha com pintura, desenho, colagem e instala\u00e7\u00e3o, explorando a figura feminina na publicidade de moda, os arqu\u00e9tipos, mitologias e imagin\u00e1rios relacionados ao feminino. Atua como artista visual, produtora e curadora no campo das Artes Visuais, tendo realizado diversas exposi\u00e7\u00f5es coletivas e individuais.<\/p>\n<p><strong>Nathalia Falagan<\/strong> \u00e9 artista visual e ilustradora autodidata, natural de Belo Horizonte. Utiliza a pintura como principal meio expressivo. Interessa-se pela vida em suas rela\u00e7\u00f5es e nos fios que conectam os seres \u00e0 natureza e ao cosmos, investigando essas interliga\u00e7\u00f5es sob a \u00f3tica do feminino e de diferentes cosmovis\u00f5es e culturas ancestrais. Dentro da tr\u00edade corpo-natureza-mem\u00f3ria busca extrair a ancestralidade dos v\u00ednculos com a terra, abarcando experi\u00eancias individuais e coletivas que trazem \u00e0 vida significados mais amplos e universais. Fluindo em um territ\u00f3rio atemporal de sonhos e mem\u00f3rias, por meio do imaginar e de narrativas on\u00edricas, cria novos di\u00e1logos e outras realidades poss\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>Noemi Assump\u00e7\u00e3o<\/strong> \u00e9 artista visual, vive e trabalha em Belo Horizonte\/MG, onde nasceu em 1973. Formada em design gr\u00e1fico pela Escola de Design\/UEMG (1998) e em Artes Pl\u00e1sticas pela Escola Guignard\/UEMG (2013) com habilita\u00e7\u00f5es em desenho e escultura. A artista transita entre a instala\u00e7\u00e3o, o v\u00eddeo e a performance. Trabalha com os sentimentos e as dores geradas pela rela\u00e7\u00e3o do indiv\u00edduo com o pr\u00f3prio corpo, o lugar do desejo que orbita entre a dor e o prazer e, principalmente, a psique que cria compuls\u00f5es compensat\u00f3rias a partir do vazio existencial contempor\u00e2neo, provocado pelo consumo exagerado e imposi\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es est\u00e9ticos opressores.<\/p>\n<p><strong>Thatiane Mendes<\/strong> \u00e9 artista, pesquisadora e\u00a0professora adjunta na Escola de Design da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG). Doutora em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais e mestre pela Universidade de Barcelona. Trabalha na interse\u00e7\u00e3o entre t\u00eaxteis\/vest\u00edveis, escultura e instala\u00e7\u00e3o. Investiga, em sua produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica, as constru\u00e7\u00f5es sociais e os estere\u00f3tipos relacionados ao corpo, acompanhadas das no\u00e7\u00f5es de g\u00eanero e monstruosidade. Como processo catalisador faz uso de experimentos e experi\u00eancias, nas quais ci\u00eancias, tecnologia e biologia possuem um papel importante.<\/p>\n<p><strong>Zi Reis<\/strong> \u00e9 artista transdisciplinar, m\u00e3e e mulher perif\u00e9rica. Mestranda na Linha de Artes Visuais na Escola de Belas Artes da UFMG, graduada em Artes Visuais pela mesma escola, formada em Dire\u00e7\u00e3o e Produ\u00e7\u00e3o Audiovisual pela Oi Kabum! BH Escola de Arte e Tecnologia, Doutora Honoris Causa, Ilha de Itaparica, Bahia. Trabalha com m\u00faltiplas linguagens, como arte urbana, poesia falada, cinema e Arte-educa\u00e7\u00e3o. Articula, em suas cria\u00e7\u00f5es, quest\u00f5es sobre a maternidade e a inf\u00e2ncia, a ancestralidade e a luta das mulheres por equidade de g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>Sobre as curadoras<\/strong><\/p>\n<p><strong>Govinda Navegando<\/strong> \u00e9 formada em Cinema e V\u00eddeo, especializada em Dire\u00e7\u00e3o de Arte, mestra em Pr\u00e1ticas Art\u00edsticas Contempor\u00e2neas, professora de Cria\u00e7\u00e3o de Personagens e Dire\u00e7\u00e3o de Arte, tar\u00f3loga e esquizoterapeuta. Como manifesto em suas obras e curadorias, converge saberes em um agenciamento \u00e9tico-est\u00e9tico que engloba a percep\u00e7\u00e3o psicom\u00e1gica, a estrutura do tarot, a performatividade com influ\u00eancias da esquizoan\u00e1lise, assim como o cinema e todo o mundo da dire\u00e7\u00e3o de arte e das for\u00e7as de Pachamama. O surrealismo pulsa em si como uma urg\u00eancia de descamar os n\u00edveis da realidade e do real. Sangre Latina \u00e9 a segunda curadoria feita em parceria com Mirele Brant.<\/p>\n<p><strong>Mirele Brant<\/strong> \u00e9 bacharel e licenciada em Artes Visuais, especialista em Arte e Cultura, mestre em Educa\u00e7\u00e3o e doutoranda em Linguagens na linha de pesquisa Discurso, M\u00eddia e Tecnologia no programa Posling do Cefet \u2013 MG. Curadora independente desde 2010, produz e realiza exposi\u00e7\u00f5es coletivas em Belo Horizonte, tendo realizado tamb\u00e9m em Bras\u00edlia e Buenos Aires. Busca, com suas curadorias, unir artistas com obras relevantes na cena art\u00edstica local, em espa\u00e7os culturais institucionais e independentes, trazendo propostas inovadoras que agreguem no campo art\u00edstico. Curadorias realizadas: \u2018Para al\u00e9m da Zona de Conforto\u2019, Galeria de Arte Biblioteca Padre Alberto Antoniazzi, PUC Minas Cora\u00e7\u00e3o Eucar\u00edstico, BH (2010). \u2018Atropelamentos\u2019, Centro Cultural UFMG, BH (2011). \u2018Um Espelho Colado aos Olhos\u2019, Casa Camelo, BH (2016). \u2018Puls\u00e3o Feminina\u2019, Sesc 504 Sul, Bras\u00edlia, DF (2017). \u2018Puls\u00e3o Vermelha\u2019, Casa Viva Lagoinha, BH (2023). \u2018La Mirada Femenina\u2019, Espacio Bol\u00edvar, Buenos Aires (2024).<\/p>\n<div id=\"cmsmasters_divider_6d10s6ghgh\" class=\"cmsmasters_divider cmsmasters_divider_width_long cmsmasters_divider_pos_center\"><\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_t3c22q9w6m\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_toijiibenl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u2018Sangre latina\u2019<\/strong><br \/>\nAbertura: 13 de junho de 2025 | \u00e0s 19h<br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 06\/07\/2025<br \/>\nTer\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<br \/>\nS\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<br \/>\nSala Celso Renato de Lima<br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o indicativa: 14 anos<br \/>\nEntrada gratuita<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.google.com.br\/maps\/dir\/\/Av.+Santos+Dumont,+174+-+Centro,+Belo+Horizonte+-+MG,+30111-040\/@-19.9170546,-43.9360151,17z\/data=!4m6!4m5!1m0!1m2!1m1!1s0xa699fbd5aaae01:0xab4780c129fa0883!3e0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Consulte rotas e meios para chegar<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_6kvmqaa7i\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_sf8b3oog58\" class=\"cmsmasters_column three_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":6,"featured_media":26626,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[121,91],"tags":[],"class_list":["post-26625","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-exposicoes","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26625","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26625"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26625\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26632,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26625\/revisions\/26632"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26626"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26625"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26625"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26625"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}