{"id":26659,"date":"2025-08-18T10:39:12","date_gmt":"2025-08-18T13:39:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/?p=26659"},"modified":"2025-08-18T10:39:12","modified_gmt":"2025-08-18T13:39:12","slug":"exposicao-reune-desenhos-de-justino-cardoso-e-celebra-o-cinquentenario-da-independencia-de-mocambique","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/exposicao-reune-desenhos-de-justino-cardoso-e-celebra-o-cinquentenario-da-independencia-de-mocambique\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o re\u00fane desenhos de Justino Cardoso e celebra o cinquenten\u00e1rio da Independ\u00eancia de Mo\u00e7ambique"},"content":{"rendered":"<div id=\"cmsmasters_row_byrp52m1lu\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_i24cwt1pcl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_sharing\">\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Check+out+%27Exposi%C3%A7%C3%A3o+re%C3%BAne+desenhos+de+Justino+Cardoso+e+celebra+o+cinquenten%C3%A1rio+da+Independ%C3%AAncia+de+Mo%C3%A7ambique%27+on+Centro+Cultural++UFMG+website&url=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fexposicao-reune-desenhos-de-justino-cardoso-e-celebra-o-cinquentenario-da-independencia-de-mocambique%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-twitter\">Twitter<\/a>\n<\/div>\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?display=popup&u=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fexposicao-reune-desenhos-de-justino-cardoso-e-celebra-o-cinquentenario-da-independencia-de-mocambique%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-facebook\">Facebook<\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<\/div>\n<p>O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposi\u00e7\u00e3o <strong>\u2018Ohitthuna Amakhuwa \u2013 A Arte Gr\u00e1fica de Justino Cardoso\u2019<\/strong>, com curadoria de Eduardo Vargas e colabora\u00e7\u00e3o de Br\u00edgida Campbell. A mostra apresenta onze s\u00e9ries de desenhos realizadas entre 2011 e 2024. In\u00e9ditas no Brasil, essas s\u00e9ries do Mestre Justino Cardoso contam, no cinquenten\u00e1rio da Independ\u00eancia de Mo\u00e7ambique, hist\u00f3rias marcantes do pa\u00eds, al\u00e9m de outras hist\u00f3rias da \u00c1frica. O evento acontece no dia 22 de agosto de 2025, sexta-feira, \u00e0s 19 horas. As obras poder\u00e3o ser vistas at\u00e9 21 de setembro de 2025. A entrada \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o indicativa de 12 anos.<\/p>\n<ul>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\"><a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/exposicao-reune-desenhos-de-justino-cardoso-e-celebra-o-cinquentenario-da-independencia-de-mocambique\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Compartilhe no WhatsApp<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\">C<a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/telegram.me\/share\/url?url=%20https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/exposicao-reune-desenhos-de-justino-cardoso-e-celebra-o-cinquentenario-da-independencia-de-mocambique\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ompartilhe no Telegram<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Ohitthuna Amakhuwa \u2013 A Arte Gr\u00e1fica de Justino Cardoso \u2013 por Eduardo Vargas<\/strong><\/p>\n<p>Ohitthuna Amakhuwa, ou resist\u00eancia Makua, objetiva dar a conhecer ao p\u00fablico brasileiro os incr\u00edveis tra\u00e7os de Justino Cardoso e um pouco da hist\u00f3ria e das experi\u00eancias de um pa\u00eds que se encontra t\u00e3o longe e t\u00e3o perto de n\u00f3s. Com tra\u00e7os vigorosos e hachuras inconfund\u00edveis, nestas s\u00e9ries Justino Cardoso traz \u00e0 tona a chaga colonial em muitas de suas facetas, passadas e presentes, bem como as tradi\u00e7\u00f5es aut\u00f3ctones, sobretudo as de sua etnia, a dos Makuas, e suas pr\u00e1ticas de resist\u00eancia \u00e0s viol\u00eancias coloniais. Elas abordam, ainda, outros temas que lhe s\u00e3o caros, como os da unidade e da diversidade do pan-africanismo.<\/p>\n<p>As condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o destas s\u00e9ries s\u00e3o percept\u00edveis nos pr\u00f3prios desenhos. Produzindo em contexto de consider\u00e1vel precariedade, com limitadas possibilidades de publica\u00e7\u00e3o, boa parte de seus trabalhos foram feitos em papel para serem expostos em paredes ou muros, em lugares de grande circula\u00e7\u00e3o. Impactado pelas sequ\u00eancias dos filmes de <em>cowboy<\/em> e pelas demandas de produ\u00e7\u00e3o de uma arte popular, Justino Cardoso desenvolveu narrativas ao estilo de bandas desenhadas, vale dizer, com Will Eisner, desta arte serial onde as imagens e as palavras (que Justino economiza, mas n\u00e3o dispensa em alguns casos) s\u00e3o arranjadas de modo a narrar uma hist\u00f3ria ou dramatizar uma ideia.<\/p>\n<p>Esp\u00e9cie de desenhos liter\u00e1rios, as hist\u00f3rias e as ideias dramatizadas nas bandas desenhadas de Justino est\u00e3o fortemente ligadas \u00e0 sua experi\u00eancia de vida e \u00e0 mem\u00f3ria social da regi\u00e3o, marcada por acontecimentos dram\u00e1ticos no passado e no presente. Al\u00e9m disso, como se pode observar nos originais que ser\u00e3o exibidos, ao contr\u00e1rio do padr\u00e3o das bandas desenhadas impressas, onde muitos quadros ocupam uma \u00fanica p\u00e1gina, nas bandas desenhadas por Justino os quadros s\u00e3o ampliados em mais de um sentido, pois geralmente ocupam uma p\u00e1gina ou prancha inteira, quando n\u00e3o formam pol\u00edpticos, alguns com mais de dez pranchas.<\/p>\n<p>De origem humilde, como a maioria dos mo\u00e7ambicanos, e com um talento incontest\u00e1vel para as artes gr\u00e1ficas, Justino Cardoso se tornou meu amigo e parceiro nesses \u00faltimos anos. Esta exposi\u00e7\u00e3o exclusiva de seus trabalhos celebra seu talento, o cinquenten\u00e1rio da Independ\u00eancia de Mo\u00e7ambique e nossa parceria.<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p>Justino Cardoso nasceu em 1960, em uma humilde fam\u00edlia de professores, na regi\u00e3o de Namapa, na divisa da prov\u00edncia de Nampula com a de Cabo Delgado, no Norte de Mo\u00e7ambique. Desenha desde cedo sobre os livros e os cadernos de escola.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a Independ\u00eancia de Mo\u00e7ambique, em 1975, come\u00e7ou a trabalhar em Nampula para os Jornais do Povo, jornais constru\u00eddos na via p\u00fablica que traziam not\u00edcias di\u00e1rias. Em 1979 foi chamado pelo presidente Samora Machel para trabalhar no departamento de Informa\u00e7\u00e3o e Propaganda, em Maputo, onde continuou a desenhar e a fazer cartazes, panfletos e folhetos.<\/p>\n<p>Quando estava trabalhando para a FRELIMO (Frente de Liberta\u00e7\u00e3o de Mo\u00e7ambique), em Maputo, conheceu Malangatana, Albino Magaia, Juvenal Bucuane, Eduardo Waite, Armando Artur, Idasse Tembe, Ungulane Bakakossa, Sol de Carvalho, Ana Magaia, Maria de Lurdes Torcato, Mia Couto, M\u00e1rio Ferro, Machado da Gra\u00e7a, Aberto Silva, entre outros artistas, escritores, jornalistas e intelectuais mo\u00e7ambicanos. Foi quando tamb\u00e9m tomou contato com os filmes de <em>cowboy<\/em>, cujas sequ\u00eancias de a\u00e7\u00e3o muito inspirariam suas bandas desenhadas.<\/p>\n<p>Em 1984 deixou Maputo e decidiu continuar com a carreira de forma independente. Seguiu ent\u00e3o para o Malaui, mas logo que atravessou a fronteira foi preso. Naquela altura, Mo\u00e7ambique estava em conflito com a Rep\u00fablica do Malaui. Ficou na pris\u00e3o de Domasi, perto de Zomba, de 12 de abril a 19 de maio, onde foi interrogado constantemente, confundido com um agente. Justino costuma dizer que foi observando as folhas das palmeiras das grades da pris\u00e3o no Malaui que viu pela primeira vez as hachuras que tanto singularizam seus desenhos. Quando saiu liberto do Malaui seguiu para Nampula.<\/p>\n<p>Em 1989 foi convidado para ir para a Coreia do Norte, Pyongyang, no 13\u00ba Festival da Juventude, para onde levou uma banda desenhada que falava sobre a origem da guerra em Mo\u00e7ambique. Depois passou pelo I\u00eamen e pela R\u00fassia para mostrar seus trabalhos apenas. Quando voltou, em 1996, introduziu a banda desenhada no setor p\u00fablico de Mo\u00e7ambique, tecendo cr\u00edticas sobre a corrup\u00e7\u00e3o no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em 1997 fundou o<em> Muhupi<\/em>, o primeiro jornal independente de Nampula, hoje extinto; em 1998 come\u00e7ou a ilustrar a revista<em> Vida Nova<\/em> do Centro Catequ\u00e9tico Paulo VI em Anchilo, Nampula; em 2009 publicou seu primeiro livro de banda desenhada, <em>Mo\u00e7ambique 1498-2009<\/em>; em 2010 participou da exposi\u00e7\u00e3o coletiva <em>The Origin &#8211; Uma viagem entre Ci\u00eancia e Arte<\/em>, que foi montada na It\u00e1lia, na Fran\u00e7a e na Su\u00ed\u00e7a, e publicou <em>Lenda Makonde<\/em>, pela Loreleo \u00c9ditions, que publicaria a maior parte dos seus trabalhos subsequentes; em 2012 foi reconhecido pela f\u00e1brica rOtring por conta do uso de suas canetas durante 34 anos consecutivos; em 2013 lan\u00e7ou o livro <em>Ilha de Mo\u00e7ambique: Hist\u00f3ria e Patrim\u00f4nio<\/em>; em 2014, lan\u00e7ou os livros <em>Malangatana, Os Makuas de Mo\u00e7ambique, Sendo Armando Guebuza \u2013 desenvolver Mo\u00e7ambique e Mondlane: Uma vida por Mo\u00e7ambique<\/em>; em 2015 lan\u00e7ou os livros <em>Nacala-a-Velha<\/em> e <em>Hist\u00f3ria da Alf\u00e2ndega<\/em>; em 2017 participou na exposi\u00e7\u00e3o coletiva<em> Liberdade &#8211; arte de Mo\u00e7ambique e Tanz\u00e2nia<\/em> realizada no Hofkabinett, Linz, \u00c1ustria; em 2019 publicou<em> Evangelho de S\u00e3o Mateus<\/em> ilustrado; em 2021 recebeu o t\u00edtulo de Doutor Honoris Causa da Universidade Rovuma (UNIROVUMA); em 2022 teve montada uma exposi\u00e7\u00e3o individual de seus trabalhos intitulada <em>Mo\u00e7ambique em retrospectiva<\/em> no Museu da Presid\u00eancia, em Maputo.<\/p>\n<p>Em 2024 realizou com Eduardo Vargas a exposi\u00e7\u00e3o <em>Comboio d\u2019Olhos<\/em>, que circulou pelo Brasil e por Mo\u00e7ambique. Ainda em 2024, foi agraciado pelo governo de Mo\u00e7ambique com o pr\u00eamio de Artista Gr\u00e1fico do ano. Justino desenhou ainda v\u00e1rios murais expostos em pra\u00e7as e rotundas de Nampula, Lichinga e Pemba, as capitais das prov\u00edncias do Norte. Justino vive e trabalha em Nampula.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_t3c22q9w6m\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_toijiibenl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u2018Ohitthuna Amakhuwa \u2013 A Arte Gr\u00e1fica de Justino Cardoso\u2019<\/strong><br \/>\nAbertura: 22 de agosto de 2025 | \u00e0s 19h<br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 21\/09\/2025<br \/>\nTer\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<br \/>\nS\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<br \/>\nGrande Galeria<br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<br \/>\nEntrada gratuita<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.google.com.br\/maps\/dir\/\/Av.+Santos+Dumont,+174+-+Centro,+Belo+Horizonte+-+MG,+30111-040\/@-19.9170546,-43.9360151,17z\/data=!4m6!4m5!1m0!1m2!1m1!1s0xa699fbd5aaae01:0xab4780c129fa0883!3e0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Consulte rotas e meios para chegar<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_6kvmqaa7i\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_sf8b3oog58\" class=\"cmsmasters_column three_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":6,"featured_media":26660,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[121,91],"tags":[],"class_list":["post-26659","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-exposicoes","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26659","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=26659"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26659\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26664,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/26659\/revisions\/26664"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/26660"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=26659"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=26659"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=26659"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}