{"id":27017,"date":"2026-07-24T11:30:09","date_gmt":"2026-07-24T14:30:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/?p=27017"},"modified":"2026-07-24T11:30:09","modified_gmt":"2026-07-24T14:30:09","slug":"centro-cultural-ufmg-recebe-horizonte-abissal-primeira-exposicao-individual-de-glayson-arcanjo-em-belo-horizonte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/centro-cultural-ufmg-recebe-horizonte-abissal-primeira-exposicao-individual-de-glayson-arcanjo-em-belo-horizonte\/","title":{"rendered":"Centro Cultural UFMG recebe \u2018Horizonte Abissal\u2019, primeira exposi\u00e7\u00e3o individual de Glayson Arcanjo em Belo Horizonte"},"content":{"rendered":"<div id=\"cmsmasters_row_byrp52m1lu\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_i24cwt1pcl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_sharing\">\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Check+out+%27Centro+Cultural+UFMG+recebe+%E2%80%98Horizonte+Abissal%E2%80%99%2C+primeira+exposi%C3%A7%C3%A3o+individual+de+Glayson+Arcanjo+em+Belo+Horizonte%27+on+Centro+Cultural++UFMG+website&url=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fcentro-cultural-ufmg-recebe-horizonte-abissal-primeira-exposicao-individual-de-glayson-arcanjo-em-belo-horizonte%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-twitter\">Twitter<\/a>\n<\/div>\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?display=popup&u=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fcentro-cultural-ufmg-recebe-horizonte-abissal-primeira-exposicao-individual-de-glayson-arcanjo-em-belo-horizonte%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-facebook\">Facebook<\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<\/div>\n<p>O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposi\u00e7\u00e3o individual <strong>\u2018Horizonte Abissal\u2019<\/strong>, do artista visual <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/glayson_arcanjo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>Glayson Arcanjo<\/strong><\/span><\/a>, com curadoria de Yana Tamayo. A mostra re\u00fane\u00a0trabalhos que investigam\u00a0o corpo humano, o solo, o\u00a0tempo e as materialidades que comp\u00f5em\u00a0a paisagem, por\u00a0meio de diferentes\u00a0linguagens, como desenho, fotografia, pintura, v\u00eddeo\u00a0e instala\u00e7\u00e3o. A abertura ser\u00e1 realizada no dia 31 de julho de 2026, sexta-feira, \u00e0s 19 horas. As obras poder\u00e3o ser vistas at\u00e9 6 de setembro de 2026. A entrada \u00e9 gratuita e a classifica\u00e7\u00e3o \u00e9 livre.<\/p>\n<ul>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\"><a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/centro-cultural-ufmg-recebe-horizonte-abissal-primeira-exposicao-individual-de-glayson-arcanjo-em-belo-horizonte\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Compartilhe no WhatsApp<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\">C<a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/telegram.me\/share\/url?url=%20https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/centro-cultural-ufmg-recebe-horizonte-abissal-primeira-exposicao-individual-de-glayson-arcanjo-em-belo-horizonte\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ompartilhe no Telegram<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Sob os abismos da superf\u00edcie, o fundo do ch\u00e3o \u2013 por Yana Tamayo, curadora<\/strong><\/p>\n<p>Em sua primeira exposi\u00e7\u00e3o individual em Belo Horizonte, o artista mineiro radicado em Goi\u00e2nia, Glayson Arcanjo, apresenta um conjunto de trabalhos produzidos entre 2021 e 2026 que investigam as rela\u00e7\u00f5es entre a vida e o solo que a sustenta. Artista visual e professor da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goi\u00e1s (UFG), Arcanjo articula cria\u00e7\u00e3o, pesquisa e ensino ao realizar exposi\u00e7\u00f5es, investigar processos de cria\u00e7\u00e3o e lecionar disciplinas ligadas ao desenho e \u00e0 experimenta\u00e7\u00e3o po\u00e9tica.<\/p>\n<p>\u2018Horizonte Abissal\u2019 chega ao Centro Cultural UFMG reunindo mais de 20 obras realizadas nos \u00faltimos seis anos. Desenvolvidos em diferentes linguagens \u2014 desenho, fotografia, pintura, v\u00eddeo e instala\u00e7\u00e3o \u2014, os trabalhos prop\u00f5em uma aproxima\u00e7\u00e3o sens\u00edvel entre o corpo, a vida vegetal, a materialidade do solo, o tempo e as rela\u00e7\u00f5es que conformam a paisagem. O territ\u00f3rio habitado pelo artista torna-se campo de observa\u00e7\u00e3o, experimenta\u00e7\u00e3o e elabora\u00e7\u00e3o po\u00e9tica na tentativa de formular outras maneiras de compreender o que se v\u00ea: um lugar onde o tempo e as intemp\u00e9ries agem sobre todas as coisas e no qual cada elemento transforma e \u00e9 transformado pelos demais. O ch\u00e3o oferece estabilidade, abrigo e nutri\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m delimita fronteiras, disson\u00e2ncias e territ\u00f3rios em disputa.<\/p>\n<p>A ideia cl\u00e1ssica da natureza como espa\u00e7o de equil\u00edbrio e harmonia desfaz-se quando a percebemos como um sistema vivo, inst\u00e1vel e vertiginoso que \u00e9. A terra surge como alicerce, abismo e reservat\u00f3rio da vida: uma imagem ambivalente, em permanente movimento. Essa dimens\u00e3o torna-se cada vez mais evidente \u00e0 medida que a expans\u00e3o das formas capitalistas de explora\u00e7\u00e3o intensifica as transforma\u00e7\u00f5es da Terra.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, Arcanjo tem investigado a materialidade do solo, seus ciclos de transforma\u00e7\u00e3o e as rela\u00e7\u00f5es humanas, pol\u00edticas e econ\u00f4micas que continuamente o redefinem. Seu trabalho evidencia tamb\u00e9m as assimetrias, tens\u00f5es e viol\u00eancias que atravessam os usos da terra no territ\u00f3rio brasileiro, especialmente no Cerrado. A paisagem evocada pelo artista \u00e9 continuamente remodelada por processos geol\u00f3gicos, ciclos org\u00e2nicos e atividades produtivas em larga escala.<\/p>\n<p>O desenho ocupa um lugar central nessa pesquisa. Mais do que uma t\u00e9cnica, opera como matriz de reflex\u00e3o e ferramenta de escuta do mundo. Graficamente, pictoricamente e poeticamente, evidencia a fisicalidade dos influxos envolvidos nos tr\u00e2nsitos da mat\u00e9ria. Desenhar torna-se um modo de observar, coletar, separar e experimentar diferentes composi\u00e7\u00f5es \u2014 uma pr\u00e1tica que se aproxima metodologicamente das ci\u00eancias, mas que, em vez de produzir provas, prefere formular perguntas conduzidas pela sensibilidade e pela imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Grande parte das obras nasce do contato direto com a terra. O artista coleta amostras de solo, peneira, separa e prepara pigmentos, preservando as tonalidades que revelam a composi\u00e7\u00e3o mineral e org\u00e2nica de cada lugar. Ao transformar terra em pigmento, transporta fragmentos do territ\u00f3rio para o campo da linguagem. Misturado \u00e0 \u00e1gua, o p\u00f3 \u00e9 suspenso, decanta, para, em seguida, ser depositado sobre papel ou porcelana. A partir da\u00ed, espera, experimenta\u00e7\u00e3o e acaso passam a conduzir o processo. Alguns pigmentos aderem intensamente; outros se desfazem facilmente. O tempo torna-se colaborador da obra, e a imagem emerge da intera\u00e7\u00e3o entre for\u00e7as vis\u00edveis e invis\u00edveis.<\/p>\n<p>Em meados de 2020, o ch\u00e3o deixou de ser apenas uma superf\u00edcie para tornar-se o espa\u00e7o primordial de rela\u00e7\u00e3o e disputa entre tudo o que vive, se transforma ou se move. Nele, a vida germina, enra\u00edza-se e decomp\u00f5e-se. Sob essa perspectiva de depend\u00eancia m\u00fatua, a decomposi\u00e7\u00e3o pode ser compreendida como recomposi\u00e7\u00e3o, compostagem ou restitui\u00e7\u00e3o da mat\u00e9ria viva.<\/p>\n<p>Durante a produ\u00e7\u00e3o das obras para esta mostra, novos procedimentos passaram a tensionar a ideia de superf\u00edcie. Se, inicialmente, o artista se dedicava aos vest\u00edgios encontrados no r\u00e9s do ch\u00e3o \u2014 pigmentos, ra\u00edzes, galhos, cinzas, varia\u00e7\u00f5es crom\u00e1ticas da terra e suas rela\u00e7\u00f5es com a \u00e1gua \u2014, aos poucos seu olhar desloca-se para estratos, camadas, satura\u00e7\u00f5es e profundidades. A paisagem imaginada por Glayson amplia-se como se pud\u00e9ssemos olhar tamb\u00e9m verticalmente por dentro dela, atrav\u00e9s de fendas, eros\u00f5es e frestas.<\/p>\n<p>Esse movimento de descida \u2014 presente tamb\u00e9m em trabalhos nos quais o artista submete o pr\u00f3prio corpo \u00e0 resist\u00eancia do contato vertical com o ch\u00e3o \u2014 nos convida a refletir sobre nossa maneira de produzir rela\u00e7\u00f5es e realidades materiais sobre a Terra. Na mitologia grega, a cat\u00e1base designa a descida ao mundo dos mortos. Embora represente a travessia de um her\u00f3i em dire\u00e7\u00e3o ao submundo, essa narrativa reafirma uma separa\u00e7\u00e3o entre vida e morte e entre mundos incomunic\u00e1veis.<\/p>\n<p>Outras cosmologias, por\u00e9m, oferecem imagens distintas. Em muitas narrativas amer\u00edndias \u2014 especialmente nas cosmovis\u00f5es andinas \u2014 o interior da terra n\u00e3o corresponde apenas ao mundo &#8220;inferior&#8221;, mas a um plano de conhecimento, de encontro com os ancestrais, as sementes, a matura\u00e7\u00e3o dos minerais e os ciclos de transforma\u00e7\u00e3o e preparo da vida. Essa cartografia imagin\u00e1ria acerca da terra conecta mem\u00f3rias ainda vivas dos projetos coloniais de extra\u00e7\u00e3o mineral que aproximam as minas de Potos\u00ed, na Bol\u00edvia, das minas de Vila Rica, atual Ouro Preto. Ambas tiveram papel crucial para forjar a modernidade europeia.<\/p>\n<p>O t\u00edtulo da exposi\u00e7\u00e3o faz men\u00e7\u00e3o a uma travessia coletiva: imaginar a descida ao ventre da Terra \u00e9 tamb\u00e9m uma experi\u00eancia vertiginosa de imagina\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Poder\u00edamos retornar \u00e0 superf\u00edcie transformados por essa experi\u00eancia abissal de cinco s\u00e9culos de esvaziamento dos solos? Ainda pertencemos \u00e0 terra ou apenas a atravessamos?<\/p>\n<p>Ao reorganizar poeticamente os elementos e as for\u00e7as que determinam o horizonte que vemos, Glayson Arcanjo nos convida a reconhecer a interdepend\u00eancia entre os seres e as mat\u00e9rias que comp\u00f5em um ecossistema, convocando uma mem\u00f3ria afetiva e sensorial da terra inscrita em nossos corpos. Nesse percurso, entre suspens\u00e3o, impregna\u00e7\u00e3o e submers\u00e3o, a terra deixa de ser apenas suporte para afirmar-se como corpo vivo, arquivo de mem\u00f3rias e pergunta sobre os modos de habitar um mundo em partilha.<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p><strong>Glayson Arcanjo<\/strong> (Belo Horizonte, MG, 1975. Vive e trabalha em Goi\u00e2nia, GO) \u00e9 artista, educador e pesquisador. \u00c9 professor na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goi\u00e1s (FAV\/UFG), onde tamb\u00e9m coordena a Galeria da FAV. Doutor em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp, 2018), mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, 2008) e bacharel em Educa\u00e7\u00e3o Art\u00edstica pela Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU, 2006). Seus trabalhos integram acervos de importantes museus e cole\u00e7\u00f5es p\u00fablicas brasileiras, como a Pinacoteca de S\u00e3o Paulo, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), o Centro Cultural UFG e o Museu de Arte da UFU (MUnA). Entre suas exposi\u00e7\u00f5es individuais, destacam-se: \u2018Terra: suspens\u00e3o, impregna\u00e7\u00e3o, submers\u00e3o\u2019 (SESIMINAS, 2026); \u2018Meu quintal \u00e9 um mundo\u2019 (Ateli\u00ea V\u00e3o, GO, 2026); \u2018As coisas come\u00e7am no ch\u00e3o\u2019 (Sesc Goi\u00e1s, 2024); \u2018Rastro\/Ru\u00edna\u2019 (MUnA, MG, 2022) e \u2018Desenho\/Ru\u00edna\u2019 (MAPA, GO, 2022). Participou tamb\u00e9m de diversas mostras coletivas, incluindo \u2018Mapas em Brasa\u2019 (Galeria da FAV UFG, 2026), \u2018Caminhos de terra e vento\u2019 (Vila Cultural Cora Coralina, GO, 2025), \u2018Panorama da Arte Contempor\u00e2nea de Goi\u00e1s\u2019 (Galeria Sibasolly, 2024) e \u2018Dias fora de tudo\u2019 (Centro Cultural UFMG, 2023).<br \/>\nSobre a curadora<\/p>\n<p><strong>Yana Tamayo<\/strong> (Bras\u00edlia, DF, 1978. Vive e trabalha em Bras\u00edlia) \u00e9 artista visual, curadora e pesquisadora. Doutora e mestre pelo Instituto de Artes da UnB e graduada em Artes Pl\u00e1sticas pela UFMG. Com aproximadamente 24 anos de trajet\u00f3ria nas artes visuais, sua pesquisa articula arte, educa\u00e7\u00e3o e curadoria para investigar novas formas de di\u00e1logo entre materialidade, mem\u00f3ria e esfera p\u00fablica no Brasil e na Am\u00e9rica Latina. Foi s\u00f3cia-fundadora do espa\u00e7o aut\u00f4nomo Nave (DF), onde coordenou projetos de pesquisa, forma\u00e7\u00e3o e curadoria.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_t3c22q9w6m\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_toijiibenl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u2018Horizonte Abissal\u2019 \u2013 Glayson Arcanjo<\/strong><br \/>\nAbertura: 31 de julho de 2026 | \u00e0s 19h<br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 06\/09\/2026<br \/>\nTer\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<br \/>\nS\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<br \/>\nGrande Galeria<br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<br \/>\nEntrada gratuita<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.google.com.br\/maps\/dir\/\/Av.+Santos+Dumont,+174+-+Centro,+Belo+Horizonte+-+MG,+30111-040\/@-19.9170546,-43.9360151,17z\/data=!4m6!4m5!1m0!1m2!1m1!1s0xa699fbd5aaae01:0xab4780c129fa0883!3e0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Consulte rotas e meios para chegar<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_6kvmqaa7i\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_sf8b3oog58\" class=\"cmsmasters_column three_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":6,"featured_media":27018,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[91],"tags":[],"class_list":["post-27017","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27017","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27017"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27017\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27021,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27017\/revisions\/27021"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27018"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27017"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27017"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27017"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}