{"id":27058,"date":"2026-09-10T17:17:47","date_gmt":"2026-09-10T20:17:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/?p=27058"},"modified":"2026-09-10T17:17:47","modified_gmt":"2026-09-10T20:17:47","slug":"exposicao-de-leonardo-barcelos-transforma-cinema-documental-em-experiencia-sensorial-inedita-no-centro-cultural-ufmg","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/exposicao-de-leonardo-barcelos-transforma-cinema-documental-em-experiencia-sensorial-inedita-no-centro-cultural-ufmg\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00e3o de Leonardo Barcelos transforma cinema documental em experi\u00eancia sensorial in\u00e9dita no Centro Cultural UFMG"},"content":{"rendered":"<div id=\"cmsmasters_row_byrp52m1lu\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_i24cwt1pcl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_sharing\">\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?text=Check+out+%27Exposi%C3%A7%C3%A3o+de+Leonardo+Barcelos+transforma+cinema+documental+em+experi%C3%AAncia+sensorial+in%C3%A9dita+no+Centro+Cultural+UFMG%27+on+Centro+Cultural++UFMG+website&url=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fexposicao-de-leonardo-barcelos-transforma-cinema-documental-em-experiencia-sensorial-inedita-no-centro-cultural-ufmg%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-twitter\">Twitter<\/a>\n<\/div>\n<div class=\"share_wrap\">\n<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer\/sharer.php?display=popup&u=https%3A%2F%2Fwww.ufmg.br%2Fcentrocultural%2Fexposicao-de-leonardo-barcelos-transforma-cinema-documental-em-experiencia-sensorial-inedita-no-centro-cultural-ufmg%2F\" class=\"button cmsmasters-icon-facebook\">Facebook<\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<\/div>\n<p>O Centro Cultural UFMG convida para a abertura da exposi\u00e7\u00e3o individual <strong>\u2018Polifonia da Presen\u00e7a\u2019<\/strong>, do diretor, roteirista e produtor <span style=\"text-decoration: underline; color: #000080;\"><strong><a style=\"color: #000080; text-decoration: underline;\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/leoxbc\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Leonardo Barcelos<\/a><\/strong><\/span>. In\u00e9dita em seu formato, a mostra \u00e9 a primeira grande exposi\u00e7\u00e3o imersiva a transpor integralmente uma trilogia cinematogr\u00e1fica para a linguagem expositiva. Ao reunir nomes centrais da performance contempor\u00e2nea, a experi\u00eancia prop\u00f5e uma imers\u00e3o profunda pelas camadas do corpo, da mem\u00f3ria e da identidade. Trata-se de uma nova forma de experimentar o cinema documental: imagens, sons, gestos e atmosferas ganham espa\u00e7o e convidam o espectador a ultrapassar a tela, integrando a pr\u00f3pria obra. A abertura ser\u00e1 realizada no dia 18 de setembro de 2026, sexta-feira, \u00e0s 19 horas. As obras poder\u00e3o ser vistas at\u00e9 23 de outubro de 2026. A entrada \u00e9 gratuita e tem classifica\u00e7\u00e3o indicativa de 12 anos.<\/p>\n<p>Projeto realizado com recursos da Lei Estadual de Incentivo \u00e0 Cultura de Minas Gerais e do Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte, por meio da Funda\u00e7\u00e3o Municipal de Cultura e da Prefeitura de Belo Horizonte.<\/p>\n<ul>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\"><a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send?text=https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/exposicao-de-leonardo-barcelos-transforma-cinema-documental-em-experiencia-sensorial-no-centro-cultural-ufmg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Compartilhe no WhatsApp<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<li><strong><span style=\"color: #333399;\">C<a style=\"color: #333399;\" href=\"https:\/\/telegram.me\/share\/url?url=%20https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/exposicao-de-leonardo-barcelos-transforma-cinema-documental-em-experiencia-sensorial-no-centro-cultural-ufmg\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">ompartilhe no Telegram<\/a><\/span><\/strong><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Polifonia da Presen\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o nasce de uma pesquisa audiovisual desenvolvida por Leonardo Barcelos ao longo de mais de dez anos, em colabora\u00e7\u00e3o com roteiristas, pesquisadores e profissionais que integraram as obras da Trilogia do Corpo, entre eles os roteiristas Tiago Tereza, Laura Coggiola e Christiane Tassis, o produtor Andr\u00e9 Hallak, Joana Braga e o diretor de fotografia Vagner Jabour.<\/p>\n<p>Dessa investiga\u00e7\u00e3o nasceram os longas-metragens \u2018Corpo Presente\u2019 e \u2018O Que Pode o Corpo?\u2019, al\u00e9m da s\u00e9rie documental \u2018Cartografias do Corpo\u2019. Juntas, as obras exploram o corpo como territ\u00f3rio de presen\u00e7a, mem\u00f3ria, pol\u00edtica e cria\u00e7\u00e3o, e j\u00e1 circularam por festivais, mostras, institui\u00e7\u00f5es culturais e espa\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o no Brasil e no exterior.<\/p>\n<p>\u201cA exposi\u00e7\u00e3o parte de uma pesquisa art\u00edstica desenvolvida ao longo de v\u00e1rios anos sobre o corpo no mundo contempor\u00e2neo, suas diferentes camadas, transforma\u00e7\u00f5es, disputas e possibilidades. A pesquisa observa o corpo como mat\u00e9ria biol\u00f3gica, constru\u00e7\u00e3o subjetiva, territ\u00f3rio pol\u00edtico e espa\u00e7o de inven\u00e7\u00e3o\u201d, explica Leonardo Barcelos, diretor art\u00edstico da exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O ineditismo do projeto est\u00e1 justamente na passagem do cinema para o espa\u00e7o expositivo: pela primeira vez, uma trilogia cinematogr\u00e1fica \u00e9 transposta, em sua totalidade, para uma linguagem imersiva e instalativa. N\u00e3o se trata de simplesmente exibir filmes em um espa\u00e7o cultural, mas de fazer com que suas imagens e sons ocupem fisicamente o ambiente e atravessem o pr\u00f3prio corpo do visitante.<\/p>\n<p>\u201cO objetivo \u00e9 transformar essa pesquisa audiovisual em uma experi\u00eancia corporal e sensorial. Mais do que transmitir conte\u00fados ou oferecer respostas fechadas, a exposi\u00e7\u00e3o quer criar condi\u00e7\u00f5es para que o p\u00fablico experimente essas quest\u00f5es por meio das imagens, dos sons, da luz, da fuma\u00e7a, dos reflexos e dos diferentes materiais presentes nas instala\u00e7\u00f5es\u201d, afirma Leonardo.<\/p>\n<p><strong>Um percurso entre os n\u00facleos<\/strong><\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 organizada como um percurso cont\u00ednuo, estruturado em quatro n\u00facleos interligados \u2014 \u2018A Origem\u2019, \u2018A Mat\u00e9ria\u2019, \u2018O Outro\u2019 e \u2018A Voz\u2019 \u2014 que conduzem o visitante por diferentes configura\u00e7\u00f5es espaciais e intensidades sensoriais. Elementos visuais, sonoros e arquitet\u00f4nicos estabelecem conex\u00f5es entre os ambientes, fazendo da travessia uma parte fundamental da experi\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cAo se misturarem aos nossos pr\u00f3prios corpos, as imagens operam uma fric\u00e7\u00e3o constante entre mat\u00e9ria, mem\u00f3ria e alteridade. Organizada em quatro eixos que se contaminam continuamente, a exposi\u00e7\u00e3o prop\u00f5e uma travessia sens\u00edvel, convidando a dissolver as certezas do olhar e a experimentar o corpo como um territ\u00f3rio de inven\u00e7\u00e3o\u201d, comenta Eduardo de Jesus, que assina o texto curatorial.<\/p>\n<p>Em \u2018A Origem\u2019, uma grande proje\u00e7\u00e3o com imagens de \u2018Corpo Presente\u2019 funciona como um portal visual. Ra\u00edzes atravessam paredes e piso, conduzindo o p\u00fablico at\u00e9 um espelho d&#8217;\u00e1gua, onde proje\u00e7\u00f5es, luz e fuma\u00e7a se entrela\u00e7am para criar um ambiente de passagem entre corpo, mat\u00e9ria e energia. O n\u00facleo da obra explora a ancestralidade, a transforma\u00e7\u00e3o e os ciclos da mat\u00e9ria.<\/p>\n<p>\u2018A Mat\u00e9ria\u2019 aproxima o corpo das ideias de gesta\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o, cuidado e transforma\u00e7\u00e3o. M\u00f3dulos circulares de tecido recebem proje\u00e7\u00f5es e ilumina\u00e7\u00e3o c\u00eanica, enquanto uma c\u00fapula de vidro, imagens e areia branca comp\u00f5em um ambiente que remete, simultaneamente, a um \u00fatero, um organismo, um planeta ou ao pr\u00f3prio universo. O n\u00facleo estabelece, ainda, um di\u00e1logo direto com a performance de Ludmilla Ramalho, que encerra a programa\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o no dia 23 de outubro.<\/p>\n<p>J\u00e1 \u2018O Outro\u2019 prop\u00f5e uma experi\u00eancia de encontro e alteridade. Em um percurso labir\u00edntico formado por espelhos, vidros, superf\u00edcies reflexivas, materiais transl\u00facidos e proje\u00e7\u00f5es, o visitante v\u00ea seu pr\u00f3prio corpo misturado \u00e0s imagens de outras pessoas. A experi\u00eancia desloca a percep\u00e7\u00e3o de identidade e convida \u00e0 reflex\u00e3o sobre reconhecimento, diferen\u00e7a e pertencimento.<\/p>\n<p>No n\u00facleo \u2018A Voz\u2019, o corpo deixa de ser apenas imagem para se afirmar tamb\u00e9m como discurso, mem\u00f3ria e posi\u00e7\u00e3o no mundo. Quatro telas apresentam eixos tem\u00e1ticos distintos, constru\u00eddos a partir de trechos da s\u00e9rie in\u00e9dita \u2018Cartografias do Corpo\u2019, que re\u00fane depoimentos, performances e fragmentos audiovisuais de artistas, pensadores, ativistas e personagens de diferentes gera\u00e7\u00f5es e contextos. Entrela\u00e7ando quest\u00f5es como identidade, g\u00eanero, ra\u00e7a, ancestralidade, territ\u00f3rio, tecnologia, opress\u00e3o e emancipa\u00e7\u00e3o, essas vozes constroem um campo de escuta onde experi\u00eancias individuais se cruzam e ganham dimens\u00e3o coletiva.<\/p>\n<p>Entre os nomes presentes est\u00e3o Marina Abramovi\u0107, Ailton Krenak, \u00c9rica Hilton, Suely Rolnik, Z\u00e9 Celso Martinez Corr\u00eaa, Ayrson Her\u00e1clito, Regina Jos\u00e9 Galindo, Carlos Martiel, Paulo Nazareth, Edgar Xakriab\u00e1, Zahy Guajajara, Jup do Bairro, Viktoria Modesta, ORLAN e Berna Reale. Mais do que reunir depoimentos isolados, o n\u00facleo coloca essas falas em di\u00e1logo, fazendo emergir tens\u00f5es, converg\u00eancias e diferentes formas de resist\u00eancia e reinven\u00e7\u00e3o do corpo contempor\u00e2neo. \u00c9 dessa sobreposi\u00e7\u00e3o de presen\u00e7as, discursos e experi\u00eancias que nasce a polifonia que d\u00e1 t\u00edtulo \u00e0 mostra. \u201cAs vozes n\u00e3o aparecem isoladamente: elas se cruzam e reverberam umas nas outras, formando a polifonia que d\u00e1 nome \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o diretor.<\/p>\n<p>A exposi\u00e7\u00e3o chega a Belo Horizonte em um momento de intensifica\u00e7\u00e3o dos debates sobre corpo, identidade, territ\u00f3rio e representa\u00e7\u00e3o. Corpos negros, ind\u00edgenas, trans, LGBTQIA+, perif\u00e9ricos, com defici\u00eancia e outros historicamente marginalizados ocupam, hoje, espa\u00e7os cada vez mais relevantes de produ\u00e7\u00e3o de discurso e de disputa simb\u00f3lica. Para Leonardo Barcelos, essas quest\u00f5es atravessam diferentes \u00e9pocas e seguem urgentes: \u201cmuitas das reivindica\u00e7\u00f5es presentes nas obras \u2013 relacionadas ao feminismo, \u00e0s popula\u00e7\u00f5es negras e ind\u00edgenas, \u00e0s pessoas LGBTQIA+ e a outros corpos historicamente marginalizados \u2013 atravessam diferentes d\u00e9cadas e permanecem atuais. A exposi\u00e7\u00e3o procura mostrar tanto a persist\u00eancia desses conflitos quanto a capacidade desses corpos de criar novas formas de exist\u00eancia, representa\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Nesse sentido, \u2018Polifonia da Presen\u00e7a\u2019 n\u00e3o pretende oferecer uma experi\u00eancia exclusivamente racional ou explicativa: o corpo do visitante \u00e9 parte constitutiva da obra. &#8220;A exposi\u00e7\u00e3o n\u00e3o pretende funcionar apenas como uma explica\u00e7\u00e3o racional. O pr\u00f3prio corpo do visitante completa o trabalho&#8221;, afirma Barcelos. &#8220;Talvez o visitante n\u00e3o saia necessariamente com uma defini\u00e7\u00e3o exata sobre tudo o que viu, mas poder\u00e1 sentir essas quest\u00f5es e perceber como elas atravessam sua pr\u00f3pria experi\u00eancia no mundo&#8221;, completa o artista.<\/p>\n<p><strong>Pr\u00e9-estreia de \u2018Cartografias do Corpo\u2019<\/strong><\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o de Polifonia da Presen\u00e7a tamb\u00e9m marca a pr\u00e9-estreia de \u2018Cartografias do Corpo\u2019, s\u00e9rie documental criada e dirigida por Leonardo Barcelos, composta por 13 epis\u00f3dios de 26 minutos cada. Gravada no Brasil e em cidades como Nova York, Berlim e Paris, a s\u00e9rie re\u00fane artistas, pensadores, pesquisadores e ativistas de diferentes pa\u00edses e trajet\u00f3rias em torno das rela\u00e7\u00f5es entre corpo, identidade, territ\u00f3rio, performance, tecnologia e pol\u00edtica.<\/p>\n<p>A pr\u00e9-estreia acontece no dia 8 de outubro, \u00e0s 18h, no Audit\u00f3rio do Centro Cultural UFMG, com a exibi\u00e7\u00e3o de dois epis\u00f3dios selecionados para apresentar alguns dos principais eixos tem\u00e1ticos e quest\u00f5es que atravessam a s\u00e9rie. Entre os artistas e pensadores presentes em \u2018Cartografias do Corpo\u2019 est\u00e3o Z\u00e9 Celso Martinez Corr\u00eaa, Marina Abramovi\u0107, Marco Paulo Rolla, Natacha Voliakovsky, Carlos Martiel, Paula Garcia, Suely Rolnik e Christine Mello, entre muitos outros.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, das 19h \u00e0s 21h, acontece o debate \u2018O Corpo como Arquivo, Territ\u00f3rio e Fronteira\u2019, reunindo diferentes perspectivas sobre corpo, imagem, mem\u00f3ria, performance e cria\u00e7\u00e3o art\u00edstica em di\u00e1logo com a exposi\u00e7\u00e3o e com a s\u00e9rie. A mesa ser\u00e1 mediada por Eduardo de Jesus, pesquisador, curador e professor, e contar\u00e1 com a participa\u00e7\u00e3o de Leonardo Barcelos, cineasta e diretor da exposi\u00e7\u00e3o; Carlos Mendon\u00e7a, pesquisador e professor com atua\u00e7\u00e3o nos estudos da performance; H\u00e9lio Lauar, psicanalista; e Ana Luisa Santos, artista, performer e pesquisadora.<\/p>\n<p><strong>Programa\u00e7\u00e3o formativa<\/strong><\/p>\n<p>A experi\u00eancia proposta pela mostra vai al\u00e9m das instala\u00e7\u00f5es, com uma programa\u00e7\u00e3o paralela de atividades educativas, a\u00e7\u00f5es de media\u00e7\u00e3o, exibi\u00e7\u00f5es, conversas e performances, criada para aproximar o p\u00fablico dos temas centrais da Trilogia do Corpo: corpo, imagem, alteridade e pol\u00edtica.<\/p>\n<p>No dia 24 de setembro, das 18h \u00e0s 20h, a exposi\u00e7\u00e3o exibe o document\u00e1rio \u2018O Que Pode o Corpo?\u2019 (2024, 73 min), criado e dirigido por Leonardo Barcelos em Minas Gerais. A obra investiga o corpo como express\u00e3o e territ\u00f3rio de debate p\u00fablico no mundo contempor\u00e2neo, articulando performance, identidade, cultura e pol\u00edtica. Ap\u00f3s a exibi\u00e7\u00e3o, haver\u00e1 uma conversa com o diretor.<\/p>\n<p>As atividades cinematogr\u00e1ficas continuam em 1\u00ba de outubro, das 18h \u00e0s 20h, com a exibi\u00e7\u00e3o de \u2018Corpo Presente\u2019 (2023, 79 min), tamb\u00e9m dirigido por Barcelos, o document\u00e1rio explora o corpo como territ\u00f3rio de mem\u00f3ria, express\u00e3o e resist\u00eancia. Acompanhando a trajet\u00f3ria de uma artista que investiga a pr\u00f3pria corporeidade, o filme entrela\u00e7a encontros com performers e pensadores que refletem sobre identidade, pol\u00edtica e transforma\u00e7\u00e3o. Com imagens de arquivo e performances in\u00e9ditas, a obra prop\u00f5e um olhar sensorial e cr\u00edtico sobre os m\u00faltiplos significados do corpo na contemporaneidade. A sess\u00e3o ser\u00e1 seguida por um debate com Leonardo Barcelos e Ludmilla Ramalho.<\/p>\n<p>A programa\u00e7\u00e3o segue em 14 de outubro, das 18h \u00e0s 20h, com uma nova exibi\u00e7\u00e3o de epis\u00f3dios da s\u00e9rie \u2018Cartografias do Corpo\u2019. Na ocasi\u00e3o, ser\u00e3o apresentados dois ou tr\u00eas epis\u00f3dios, ampliando o contato do p\u00fablico com a pesquisa documental que estrutura parte fundamental da exposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No dia 23 de outubro, \u00e0s 17h, a artista multim\u00eddia Ludmilla Ramalho realiza uma performance que estabelece um di\u00e1logo entre imagens de sua gravidez, registradas no longa-metragem \u2018Corpo Presente\u2019, e sua presen\u00e7a atual ao lado da filha, hoje com seis anos. Em cena, m\u00e3e e filha compartilham o mesmo espa\u00e7o de queda e cuidado. A partir do questionamento \u201cquanto pesa um corpo que cuida?\u201d, a performance investiga a maternidade como experi\u00eancia de exaust\u00e3o, v\u00ednculo e interdepend\u00eancia. \u201cExiste um encontro entre diferentes tempos do mesmo corpo: o corpo gr\u00e1vido registrado no passado; o corpo da artista no presente; e a presen\u00e7a da filha como continuidade daquela experi\u00eancia. A interven\u00e7\u00e3o faz com que a imagem registrada deixe de ser apenas documento e volte a se tornar uma experi\u00eancia viva\u201d, explica Leonardo Barcelos.<\/p>\n<p><strong>Sobre o artista<\/strong><\/p>\n<p><strong>Leonardo Barcelos<\/strong> \u00e9 cineasta e roteirista com mais de 25 anos de atua\u00e7\u00e3o no audiovisual e nas artes contempor\u00e2neas. Radicado em Belo Horizonte, desenvolve narrativas h\u00edbridas que transitam entre cinema, performance e artes visuais. \u00c9 bacharel em Comunica\u00e7\u00e3o Social pela UFMG e p\u00f3s-graduado em Comunica\u00e7\u00e3o, Novas Tecnologias e Hiperm\u00eddia pela UNI-BH. Membro fundador do Coletivo Teia, refer\u00eancia no audiovisual brasileiro contempor\u00e2neo, tem obras exibidas em mais de 40 pa\u00edses, em festivais, museus e institui\u00e7\u00f5es culturais da Am\u00e9rica Latina, Europa e Estados Unidos, incluindo Berlinale, Veneza, Toronto, Locarno, Rotterdam, Sundance e San Sebasti\u00e1n, al\u00e9m de espa\u00e7os como MoMA, New Museum e Inhotim. Dirigiu os document\u00e1rios \u2018Balan\u00e7a Mas N\u00e3o Cai\u2019 (2012), \u2018Corpo Presente\u2019 (2023), com estreias na Mostra de Tiradentes e no Festival de Havana, e \u2018O Que Pode o Corpo?\u2019 (2024). Criou ainda a s\u00e9rie documental \u2018Cartografias do Corpo\u2019 (13 \u00d7 26 min) e atualmente finaliza o longa h\u00edbrido \u2018Territ\u00f3rios do Sens\u00edvel\u2019.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_t3c22q9w6m\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_toijiibenl\" class=\"cmsmasters_column one_first\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\"><div class=\"cmsmasters_text\">\n<p><strong>Ficha t\u00e9cnica<\/strong><br \/>\nProdutora: Tandera Filmes; Co-produ\u00e7\u00e3o: Trem Chic Cinevideolab; Dire\u00e7\u00e3o e concep\u00e7\u00e3o art\u00edstica: Leonardo Barcelos; Produ\u00e7\u00e3o Executiva: Leonardo Barcelos; Produ\u00e7\u00e3o B\u00e1rbara Burgarelli e Mariana Takamatsu; Arquitetura e Expografia: Nath\u00e1lia Larsen; Textos Curatoriais: Eduardo Jesus; Coordena\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica Audiovisual: Leandro Arag\u00e3o; Montagem: Igor Hermont e Ana Katherine; Edi\u00e7\u00e3o de v\u00eddeos: Tiago Tereza e Gabriel Penna; Designer gr\u00e1fico: Alexandre Brand\u00e3o; Redes Sociais: UMA Assessoria; Assessoria de Imprensa: Cristina Sanches (CS Comunica\u00e7\u00e3o e Arte); Performance: Ludmilla Ramalho; Convidados &#8211; Mesa de Debate \u2018O Corpo como Arquivo, Territ\u00f3rio e Fronteira\u2019: Eduardo de Jesus; Ana Lu\u00edsa Santos; Carlos Mendon\u00e7a; e H\u00e9lio Lauar.<\/p>\n<p><strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u2018Polifonia da Presen\u00e7a\u2019 \u2013 Leonardo Barcelos<\/strong><br \/>\nAbertura: 18 de setembro de 2026 | \u00e0s 19h<br \/>\nVisita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 23\/10\/2026<br \/>\nTer\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<br \/>\nS\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<br \/>\nGrande Galeria<br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<br \/>\nEntrada gratuita<\/p>\n<p><span style=\"color: #0000ff;\"><strong><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"https:\/\/www.google.com.br\/maps\/dir\/\/Av.+Santos+Dumont,+174+-+Centro,+Belo+Horizonte+-+MG,+30111-040\/@-19.9170546,-43.9360151,17z\/data=!4m6!4m5!1m0!1m2!1m1!1s0xa699fbd5aaae01:0xab4780c129fa0883!3e0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Consulte rotas e meios para chegar<\/a><\/strong><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"cmsmasters_row_6kvmqaa7i\" class=\"cmsmasters_row cmsmasters_color_scheme_default cmsmasters_row_top_default cmsmasters_row_bot_default cmsmasters_row_boxed\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer_parent\">\n<div class=\"cmsmasters_row_outer\">\n<div class=\"cmsmasters_row_inner\">\n<div class=\"cmsmasters_row_margin\">\n<div id=\"cmsmasters_column_sf8b3oog58\" class=\"cmsmasters_column three_fourth\">\n<div class=\"cmsmasters_column_inner\">\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":6,"featured_media":27063,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[91],"tags":[],"class_list":["post-27058","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27058","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=27058"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27058\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":27065,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/27058\/revisions\/27065"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media\/27063"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=27058"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=27058"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/centrocultural\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=27058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}