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Gabriel Araújo: “Recuperar a história do cinema negro no Brasil é importante para entender o cinema que a gente quer produzir hoje”

Plataforma Indeterminações trabalha com crítica e memória do cinema negro e apresentou 2 restaurações de produções dos anos 70 na CineOP

O trabalho de restauração de filmes também tem espaço na CineOP, evento que trata o cinema como patrimônio. A segunda-feira, 29, ganhou uma sessão especial de curtas restaurados. Foram 5 títulos exibidos: ‘Belô Antiga’, de autoria desconhecida (1940 ~ 1962); ‘Paracatu (Minas)’, também sem autoria atribuída (1955); “Exercício de Espera”, de Guilherme de Almeida Prado, (1975); e 2 obras do cinema negro brasileiro dos anos 70: ‘Pérola Negra’, um pequeno retrato do jovem Luiz Melodia, de Reinaldo Cozer (1979); e ‘Ataulfo Alves’, que traz traços da vida do cantor, de Afrânio Vital (1973). Esses dois últimos filmes foram restaurados por iniciativa da plataforma de crítica de cinema negro brasileiro Indeterminações, criada em 2021 por Gabriel Araújo, jornalista, crítico e curador de cinema, junto com a crítica e historiadora pernambucana Lorenna Rocha.

O crítico de cinema concedeu entrevista à jornalista Luiza Glória

Gabriel Araújo conversou com a Rádio UFMG Educativa sobre essa iniciativa, o trabalho de restauração e sobre memória do cinema negro. Ouça a participação da jornalista Luiza Glória no Conexões desta terça-feira, 30, em que ela apresenta esse material.

Luiza Glória viaja à Ouro Preto a convite da produção da CineOP.

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