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Informativo analisa trajetória da pandemia em Belo Horizonte no ano passado

Publicado em 28 janeiro 21 às 12:40 por admin

Relatório foi produzido por observatório de saúde urbana da Faculdade de Medicina

O Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (OSUBH), vinculado à Faculdade de Medicina da UFMG, acaba de lançar a 11ª edição do boletim InfoCovid-OSUBH, disponível neste link. O material  traz uma análise da pandemia de covid-19 na capital mineira ao longo do ano de 2020.

Gráfico apresenta os números da covid-19 em BH durante o ano de 2020
Gráfico apresenta os números da covid-19 em BH durante o ano de 2020OSUBH | UFMG

No mês de dezembro, Belo Horizonte registrou 654 internações por covid-19, com 102 óbitos em decorrência da doença. Outras 477 internações foram atribuídas a alguma forma de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) não especificada, que resultaram em 51 óbitos.

O relatório traz uma análise retrospectiva dos dados de 12.236 pacientes acompanhados, com idade média de 58 anos, residentes em Belo Horizonte e internados com SRAG. Desse total, 8.567 pessoas foram diagnosticadas com covid-19, têm média etária de 63 anos, são predominantemente do sexo masculino e não brancos. 

“Observamos uma população mais jovem acometida pela doença do que em outros países, uma grande disparidade racial e um componente preocupante representado pela grande ocorrência de comorbidades”, analisam os autores do relatório. De acordo com o gráfico de óbitos mensais em Belo Horizonte apresentado pelo informativo, das 1.962 pessoas mortas pela doença em 2020, 1.774 apresentavam alguma comorbidade, ou seja, mais de 90%.

As edições anteriores do informativo também podem ser acessadas aqui.

Cuidados no retorno

A mesma recomendação vale para quem tiver contato  com pessoa diagnosticadas  com a  doença.
Seja ágil para comunicar uma eventual contaminação e contribua para a atuação precoce na prevenção e controle de surtos.
Lembre-se: o retorno vale apenas para medidas não-adaptáveis ao modelo remoto e depende de autorização específica.

Tacyana Arce1 de 13Lembre-se: o retorno vale apenas para medidas não-adaptáveis ao modelo remoto e depende de autorização específica.

Confira aqui como lavá-las  corretamente com água e sabão ou utilizando solução de álcool em gel 70%.
A principal barreira contra o coronavírus ainda é a máscara facial. Se possível, use óculos de proteção.
A boca, os olhos e o nariz são portas de entrada para contágio. Por isso é tão importante lavar sempre as mão e evitar levá-las ao rosto.
No trabalho respeite a distância estabelecida no protocolo de biossegurança.  E na vida privada, evite ir a ambientes compartilhados.
Demonstre afeto e apreço de outras maneiras, como a reverência, a saudação com as próprias mãos espalmadas, ou acene a distância.
Deixe portas e janelas abertas, evite locais com ausência ou redução de ventilação e evite o uso de ar condicionado.
Também prefira levar de casa copos e garrafas, ou use descartáveis, caso não tenha como garantir a individualidade do processo de higienização.
Cultive o hábito de limpar teclados, mouses, telefones, cadernos e outros itens da sua área de trabalho ou estudo, diariamente.
Anéis, colares, brincos, abotoaduras e até mesmo crachás podem ajudar a  espalhar o vírus. Prefira, também, sapatos fechados.
Este vídeo mostra o que acontece  quando a tampa  fica levantada.  Proteja-se e cuide  do  próximo.
A mesma recomendação vale para quem tiver contato  com pessoa diagnosticadas  com a  doença.
Seja ágil para comunicar uma eventual contaminação e contribua para a atuação precoce na prevenção e controle de surtos.
Lembre-se: o retorno vale apenas para medidas não-adaptáveis ao modelo remoto e depende de autorização específica.
Confira aqui como lavá-las  corretamente com água e sabão ou utilizando solução de álcool em gel 70%.