Eventos Realizados

  • Novembro 2017

    Os ganhadores: trabalho africano na Bahia oitocentista

    Prof. João José Reis
    Universidade Federal da Bahia
    Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

    24/11/2017

    14 às 18h

    Auditório Azul

    Escola de Ciência da Informação (ECI/UFMG)
    Av. Antonio Carlos, 6627 - Pampulha, Belo Horizonte - MG

  • Outubro 2017

     

    A V Jornada de Estudos Africanos, teve como tema “Patrimônio, História Intelectual e Cultura na África Ocidental”, realizada em outubro de 2017, no campus Pampulha da UFMG, contou com a parceria do IEAT e da Escola Superior Dom Helder Câmara, e foi financiada pela FAPEMIG, DRI/UFMG, PPGH/UFMG e INEP – Guiné- Bissau.

    Na V Jornada, discutiu-se sobre História patrimonial, em diferentes períodos históricos, no espaço compreendido como África Ocidental.

    Durante o Seminário Internacional ocorreram duas exposições: “De Mim para o Mundo" sob curadoria de Iuri Rosário (UNILAB) e “Os Panos da Guiné” da coleção de Odete Semedo (INEP-Guiné-Bissau), sob curadoria da mesma.

    A programação cultural da V Jornada foi coordenada pela Diretoria de Ação Cultural (DAC/UFMG), por meio de sua equipe de produção e programação cultural. Se apresentaram na V Jornada:

    Quarteto de Saxfone da Escola de Música da UFMG, regido pelo Professor Robson Saquett e integrada pelos alunos Bruno Jorge, Lara Rocha, Luiz Antônio e Ronan Ramos.

    Stadu Maior – Rapper, poeta e compositor [Guiné-Bissau] disparar suas rimas.

    Espetáculo Às Margens, criação do Grupo de In-Cena de Teatro [Teófilo Otoni – MG]

    Para acessar a programação, clique aqui.

    Se quiser ver mais fotos, clique aqui.

     

    Data: 23 a 26 de outubro de 2017.

    Local: Centro de Conferências da Universidade de Ibadan, Ibadan, Nigéria.

    Tema da conferência: música africana na era da globalização.

    Para detalhes: download

  • Abril 2017

    Este curso não só analisou o processo da independência do Brasil, como também a sua influência sobre as demais colónias de Portugal na África. Ainda analisou em que medida a declaração das Bases a Constituição portuguesa, de 1821, fez com que a elite política da Corte do Rio de Janeiro colocasse em prática o projeto da constituição de uma “Confederação Brasílica”, abrangendo Brasil, Cabo Verde, Angola e Moçambique. Propôs também compreender em que medida a perda do Brasil, pelo império português, dentro de uma conjuntura de crise, fez com que a Coroa portuguesa imprimisse um novo sentido para as suas colónias na África. Além disso, propôs compreender as implicações da independência do Brasil, da Argentina e da Colômbia sobre o mundo português em África, por meio da releitura de diversas cartas coletadas nos arquivos norte americanos.

  • Agosto 2016

    Concerning Violence - mostra de cinema CEA 2016

    Oficina de Paleografia

  • Abril 2016

    Foi realizado no Espaço do Conhecimento UFMG, no Circuito Cultural da Praça da Liberdade, nos dias 14 e 15 de abril de 2016.

    O Seminário foi organizado por integrantes dos Departamentos de História/FAFICH, de Artes Plásticas da Escola de Belas Artes e pelo Centro de Estudos Africanos da UFMG. O evento acadêmico integra o projeto "A produção, circulação e utilização de marfins africanos no espaço atlântico entre os séculos XV e XIX", fruto do convênio celebrado entre a UFMG e Universidade de Lisboa. O projeto é coordenado pelos professores Vanicléia S. Santos e José da Silva Horta e também integra a pesquisa internacional "African Ivories in the Atlantic World: a Reassement of Luso-African Ivories", com sede na Universidade de Lisboa.

    A proposta deste Seminário foi reunir pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação que tratam de temas como a produção, circulação e utilização dos marfins durante o período Moderno no espaço atlântico, onde ocorreram diversas transformações políticas, econômicas, sociais, e intercâmbios culturais que marcaram as relações entre Portugal, África e América Portuguesa.

    O evento acadêmico evidenciou as formas sociais de circulação e os usos simbólicos dos marfins e outros objetos de arte, assim como de pessoas e de ideias, no que tange aos aspectos relativos à História, História da Arte e Cultura Material.

    Para mais informações sobre a pesquisa, clique neste link: http://ow.ly/10ou7d

  • Dezembro 2015

    Primeira jornada de estudos sobre África Ocidental CEA 2015

  • Novembro 2015
    Evento sobre o I Congresso de Escritores e Artistas Negros – 11 a 13/11/2015

    O Departamento de História e o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) organizou, de 11 a 13 de novembro, o I Congresso de Escritores e Artistas Negros – seis décadas depois. O evento teve o apoio do Centro de Estudos Africanos (CEA/UFMG). No evento, pesquisadores sobre África comentaram filmes para ampliar o debate. O 1º Congresso de Artistas Negros ocorreu em 1956, na Universidade Paris-Sorbonne (França),  e foi um espaço privilegiado em que pensadores das colônias e ex-colônias francesas na África e na América e uma delegação de intelectuais estadunidenses debateram o lugar da cultura negra após o fim da II Guerra Mundial.

    Sessões comentadas

    Maria Nazareth Soares Fonseca, professora do programa de pós-graduação em Letras da PUC-Minas, e Fernanda Murad Machado, da Universidade de São Paulo (USP), abriu o evento, às 10h30. Em seguida, às 17h, Fernanda Murad Machado comentou o documentário Aimé Césaire, une voix pour l’histoire (1994), sobre o poeta e político crítico do colonialismo.

    No dia 12, às 17h, David Marinho de Lima Júnior, mestre em cinema africano, comentou o filme Xala (1975). Dirigido por Ousmane Sembene, o longa-metragem explora os arranjos políticos do momento em que o Senegal conquista a independência da França.

    Na sexta-feira, foram exibidos dois documentários: Concerning Violence (2004), às 10h, e Lumières Noires (2006), às 17h. O primeiro longa-metragem foi comentado por Gustavo Durão, pesquisador do Instituto de Estudos Africanos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e Raissa Brescia dos Reis, pesquisadora do Movimento da Negritude pela UFMG. O enredo trata da violência dos colonizadores e dos movimentos pela independência de países africanos nas décadas de 1960 e 1970.

    Lumières Noires analisou as circunstâncias e a importância do Congresso de Artistas Negros da Sorbonne, em 1956. A sessão foi comentada por Patricia Teixeira Santos, pesquisadora em história africana pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e Luiz Duarte Haele Arnaut, professor do Departamento de História da UFMG.

  • Outubro 2015
    I Jornada de Estudos sobre África Ocidental – 21/10/2015

    A Universidade Federal de Minas Gerais realizou, no dia 21 de outubro de 2015, a I Jornada de Estudos sobre África Ocidental, na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas/UFMG. Confira a programação completa do encontro:

    21 de outubro

    8h – Credenciamento dos participantes

    8h45 – Cerimônia de abertura

    9h – Comunicações coordenadas:

    O fim do colonialismo, século XX

    Nem brancos, nem negros. A representação dos “amarelos” em caricaturas do jornal Les Echos d’Afrique noire na África Ocidental Francesa, Sílvio Marcus de Souza Correa (UFSC)

    A “mulher negra” e os embates em torno do projeto cultural e político da Présence Africaine (1947-1956), Raissa Brescia dos Reis (UFMG)

    Um olhar sobre a Guiné a partir dos Boletins Culturais da Guiné Portuguesa (1946-1973), Cláudio Klippel Borges (UFRGS)

    Conacri, “a capital dos movimentos de vanguarda”: o papel da Guiné no contexto das lutas pela independência em África, Leandro Santos Bulhões de Jesus (UniCEUB/UnB)

    10h30 – Conferência de abertura:

    A circulação transnacional de atores, textos e ideias e a emergência dos nacionalismos independentistas

    Leila Hernandez (USP)

    11h40 – Comunicações coordenadas:

    Dilemas pós-independência, século XX

    Batalhas pela memória entre os claridosos: resistência e conciliação com o passado no pós-independência em Cabo Verde, Taciana Almeida Garrido de Resende (UFMG)

    África: a violência cederá espaço à democracia? Qual democracia?, Manuel Jauará (UFSJ)

    Análise da gestão do patrimônio cultural na Cidade Velha – Cabo Verde, Iolanda Santos (UFABC)

    Circuncisão Feminina na Guiné-Bissau: O corpo da mulher enquanto campo de disputa (1975-2011), Jéssica Costa Prazeres (UFJF)

    13h – Almoço

    14h30 – Conferência:

    Relatos sobre o culto a Dangbe no reino de Uidá – séculos XVII e XVIII

    Lia Dias Laranjeira (USP)

    15h40 – Comunicações coordenadas:
    Rituais e relações de poder, séculos XVI-XVIII

    Protagonismo Comercial Africano – Gâmbia, 1580-1630, Felipe da Silveira Malacco (UFMG)

    Cerimônias Fúnebres: percepções sobre as práticas religiosas e sociais na Guiné, Jeocasta Juliet Oliveira Martins (UFMG)

    Uma breve história dos rituais jurídicos da Costa da Mina no século XVIII, Vinicius Lins Gesteira (UFBA)

    Islã, produção intelectual e usos do capital cultural na Senegâmbia (séculos XVI a XVIII), Thiago Henrique Mota (UFMG)

    17h – Coffee break e lançamento de livros

    18h –  Comunicações coordenadas:
    Dinâmicas externas, séculos XVIII-XIX

    “Na rota do marfim”: a circulação do marfim africano em terras brasileiras – Século XVIII, Rogéria Cristina Alves (SEE/MG)

    Poder político, tráfico e diplomacia no Daomé (fins do século XVIII e início do XIX), Ana Paula Pereira Sanção (UNICAMP)

    Adandozan e as embaixadas daomeanas enviadas para o reino de Portugal (1797-1818), Joice de Souza Santos (PUC-RJ)

    19h – Conferência de encerramento:

    Catolicismo e geopolítica colonial no Daomé do século XIX

    Luís Nicolau Parés (UFBA)

    Lançamento de livro

    Durante o evento, foram lançados os livros “Isso não é África, é Cabo Verde”, de Taciana Almeida Garrido Resende (UFMG), e “O Culto a Dangbe no reino de Uidá”, de Lia Dias Laranjeira (USP). A publicação é resultado do mestrado da autora defendido no Programa de Pós-Graduação em História da UFMG.

     

  • Agosto 2015
    Conferência sobre literatura caboverdiana – 19 a 25/08/2015

     

    [caption id="attachment_358" align="aligncenter" width="408"] Professora caboverdiana Fatima Fernandes. Foto: CEA/UFMG[/caption]

    A professora Maria de Fátima Fernandes, pesquisadora da área de Literatura do Departamento de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Cabo Verde (Uni-CV) participou, de 19 a 25 de agosto de 2015, de atividades do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação, História, Letras e Artes: Diversidade Sociocultural, Relações Étnico-raciais em Países de Língua Portuguesa (NEPEHLA/ CNPq).

    Uma das atividades da qual a professora caboverdiana participou foi o Seminário Internacional Relações Étnico-raciais e Diversidade Sociocultural em Países de Língua Portuguesa, realizado nos dias 20 e 21, no Auditório Luiz Pompeu, na Faculdade de Educação (FaE). O evento foi um desdobramento do o Projeto Pró-Mobilidade Docente e Discente Internacional CAPES/AULP: “Ensinar qual língua, ler qual literatura? Interculturalidade e relações étnico-raciais no Brasil e em Cabo Verde”, desenvolvido e coordenado pela professora e pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (Ceale), Aracy Alves Martins.

    [caption id="attachment_359" align="aligncenter" width="631"] Maria de Fátima Fernandes desenvolve pesquisa sobre literatura caboverdiana. Foto: CEA/UFMG.[/caption]

    O seminário reuniu professores, pesquisadores e estudantes da área de ações afirmativas e intercambistas de Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Maria de Fátima Fernandes foi convidada para o evento com apoio do Centro de Estudos Africanos da UFMG (CEA/UFMG). No dia 20, a professora Maria de Fátima Fernandes apresentou em conferência o tema “Literatura Caboverdiana”. A mediadora do debate foi a professora Míriam dos Santos Jorge, diretora adjunta da Diretoria de Relações Internacionais/DRI/UFMG

    Perfil

    Maria de Fátima Fernandes é Doutora em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), com a tese “Um triângulo de pensamentos e percursos: a expressão metafórica do sentido de existir na Literatura Cabo-verdiana contemporânea – João Varela, Corsino Fortes e José Luís Tavares”, orientada pela Profa. Dra. Simone Caputo Gomes. É Mestre em Estudos Portugueses, Brasileiros e África Lusófona – Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) (1995). Graduada em Língua e Literaturas Modernas-Estudos Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa (1994).

    Veja a programação do Seminário Internacional Relações Étnico-raciais e Diversidade Sociocultural em Países de Língua Portuguesa:

  • Dezembro 2014

    III Jornada de Estudos Africanos CEA 2014

  • Novembro 2014
    Ciclo de palestras sobre Moçambique – 11/2014

    O Centro de Estudos Africanos da UFMG (CEA/UFMG)  realizou, nos dias 05, 11 e 14 de novembro de 2014, ciclo de conferências com o professor da Universidade Eduardo Mondlane e diretor do Arquivo Histórico de Moçambique, Joel das Neves Tembe. Tembe é especialista em estudos sobre a história social e política de Moçambique e África Austral. As atividades tiveram o apoio do Programa Pró-Mobilidade Internacional AULP/CAPES.

    No dia 5, quarta-feira, Tembe discutiu o tema “Arquivos moçambicanos: desafios e perspectivas”, no Auditório Baesse, 4º andar da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH). No dia 11, o professor ministrou a palestra “Colonização, trabalho infantil e imigração em Moçambique”, da Faculdade de Ciências Econômicas (FACE). Para finalizar o ciclo de conferências, no dia 14 de novembro, professor Tembe apresentou a palestra “Independência, diáspora e nacionalismo em Moçambique”.

    [caption id="attachment_371" align="aligncenter" width="399"] Conferência de Joel Tembe sobre os arquivos históricos em Moçambique. Foto: CEA/UFMG.[/caption]

    Mini-curso “História da África do Sul” – 10 a 14/11/2014

    A argentina Marisa Pineau, professora da Faculdade de Filosofia da Universidade de Buenos Aires (UBA/Argentina), ministrou, de 10 a 14 de novembro de 2014, o mini-curso “História da África do Sul”, no Auditório Prof. Luiz Bicalho, da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich). A atividade foi realizada pelo Centro de Estudos Africanos (CEA/UFMG) e teve o apoio do Programa de Mobilidade Acadêmica AULP/CAPES.

    [caption id="attachment_366" align="aligncenter" width="529"] Professora Marisa Pineau atua nas áreas de história da Ásia e África contemporâneas, história da colonização e descolonização. Foto: CEA/UFMG.[/caption]

    O curso abordou a história da África nos séculos XX e XXI com ênfase nos temas: a criação de um Estado moderno com bases raciais, a construção de identidades étnicas e políticas, as formas de resistência à supremacia branca, as negociações para o fim do apartheid e o estabelecimento de uma democracia da maioria.

    [caption id="attachment_367" align="aligncenter" width="531"] Mini-curso sobre a história da África do Sul ministrado pela profa. Marisa Pineau (UBA Argentina). Foto: CEA/UFMG.[/caption]

    Mostra de Cinema Moçambicano: Licínio Azevedo – 03 a 20/11/2014

    O filme “Virgem Margarida”, que narra a história da adolescente Margarida, levada por engano com um grupo de 500 prostitutas a uma aldeia para aprender novas regras de convivência, após a independência de Moçambique,  abriu a Mostra de Cinema Moçambicano: Licínio Azevedo. A programação foi realizada de 03 a 20 de novembro.  O evento foi realizado pelo Centro de Estudos Africanos (CEA/UFMG).

    Durante a mostra, além de “Virgem Margarida”, foram exibidos os filmes “Árvore dos antepassados”, “Desobediência”, “Ferro em brasa”, “Hóspedes da noite”, “Tchuma Tchato”, “Marracuene” e “Grande bazar”. Após as exibições, foram promovidos debates com especialistas em temas sobre África.

    Licínio Azevedo

    Nascido em Porto Alegre, Licínio Azevedo é cineasta e cofundador da produtora moçambicana Ebano Multimedia. Diretor e produtor de documentários premiados em festivais internacionais, Licínio também é escritor. Sua coleção sobre a guerra de independência de Moçambique inspirou “O Tempo dos Leopardos”, o primeiro longa-metragem produzido no país.

    Conferência sobre os museus em Cabo Verde – 25/11/2014

    O professor Martinho Robalo (Universidade de Cabo Verde/ Instituto da Investigação e do Património Culturais/IIPC) apresentou, no dia 25 de novembro de 2014, a Conferência “Os museus em Cabo Verde: potencialidades para a investigação histórica”. O evento, realizado no Auditório Luiz Bicalho – FAFICH/UFMG, foi uma realização do Centro de Estudos Africanos da UFMG/DRI/UFMG e teve o apoio do Departamento de História/ PPGH/UFMG e Colegiado de História.

    Mostra de cinema moçambicano CEA 2014.1
  • Outubro 2014
    Teresa Cruz e Silva debate o lugar das Ciências Sociais como motor de mudança – 21 a 24/10/2014

    Em outubro de 2014, o Centro de Estudos Africanos trouxe a Belo Horizonte a professora moçambicana Teresa Cruz e Silva.  Docente da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Teresa ministrou, de 21 a 24 de outubro de 2014, o mini-curso “As Ciências Sociais e as Instituições do Ensino Superior como motores de Mudança: o caso de Moçambique”.  No mesmo dia 24, ela também apresentou a Conferência “O Lugar das Ciências Sociais como motor de mudança: o caso de Moçambique”, na sala 3052 da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH).

    Doutora em História Social, Teresa é professora associada do Centro de Estudos Africanos da Faculdade de Letras e Ciências Sociais da UEM, em Maputo (Moçambique). Os seus interesses de pesquisa centram-se na história social contemporânea de Moçambique e da África Austral, nacionalismo e movimentos nacionalistas na África, redes sociais, religião e sociedade, juventude e identidades sociais, segurança regional e estudos de gênero.

    Presidiu o Comitê Executivo do Conselho para o Desenvolvimento da Pesquisa em Ciências Sociais na África (Codesria) entre 2005 e 2008 e é membro de vários conselhos editoriais e científicos de revistas nacionais e internacionais. A conferência, assim como o minicurso  ministrado nesta semana pela professora, são baseados no texto de comunicação escrito por Teresa após a 13ª Assembleia Geral do Codesria, realizada em 2011, em Marrocos.

    O relatório propõe questionamentos sobre o papel da educação no futuro das antigas colônias portuguesas na África, particularmente as instituições de ensino superior, analisando as Ciências Sociais e a produção científica nas universidades públicas em Moçambique, numa tentativa de fazer um balanço entre as práticas e as necessidades de transformação.

    [caption id="attachment_373" align="aligncenter" width="342"] A professora Teresa Cruz e Silva participou de atividades acadêmicas promovidas pelo CEA/UFMG. Foto: Boletim UFMG.[/caption]

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    Conferência sobre a República Portuguesa nas Ilhas de Cabo Verde – 22/10/2014

    O professor Victor Semedo Victor Semedo, da Universidade de Cabo Verde (UNI-Cabo Verde) apresentou, no dia 22 de outubro de 2014, a Conferência “A proclamação da República Portuguesa nas Ilhas de Cabo Verde. O evento foi realizado no Auditório Sônia Viegas, da Faculdade de Letras (FALE) e da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FAFICH). As professoras da UFMG Vanicléia Silva Santos (História) e Aracy Alves Martins participaram da Mesa de Debates.

    [caption id="attachment_380" align="aligncenter" width="415"] Victor Semedo apresentou palestra sobre a república portuguesa em Cabo Verde. Foto: CEA/UFMG.[/caption]

    [caption id="attachment_381" align="aligncenter" width="412"] Da esq. para a dir. Profa. Vanicléia Silva Santos, Profa. Aracy Martins, Prof. Victor Semedo. Foto: CEA/UFMG.[/caption]

     

  • Setembro 2014

    Palestras sobre raça e diáspora africana – 08 e 09/2014O professor de Sociologia e Estudos Africanos na Universidade da Pensilvânia, EUA, Tukufu Zuberi, esteve em Minas Gerais, de agosto a setembro de 2014, realizando uma série de palestras sobre Raça, África e Diáspora. Zuberi foi convidado pela Cátedra de Altos Estudos da UFMG. A visita foi promovida pelo Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (Ieat), pela Fundep, pelo Departamento de Demografia/Cedeplar, pelo Departamento de Sociologia e Antropologia da Fafich e pelo Centro de Estudos Africanos, vinculado à Diretoria de Relações Internacionais (DRI).

    No dia 25 de setembro, Tukufu Zuberi apresentou, no auditório da Reitoria da UFMG, a conferência “África e a Diáspora Africana: uma breve história demográfica de 10.000 anos”.
    Palestras realizadas pelo demógrafo Tukufu Zuberi na UFMG:

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  • Junho 2014
    CEA promove ciclo de palestras – 05 e 06/2014

    Em 2014, o Centro de Estudos Africanos - CEA/UFMG realizou, entre maio e junho, dois ciclos de palestras com professores de instituições africanas que estão na UFMG vinculados a projeto de pesquisa no âmbito do Programa Pró-Mobilidade Internacional – Capes/AULP.

    O primeiro ciclo de palestra teve a participação do linguista David Langa, da Universidade Eduardo Mondlane (Moçambique), e dos historiadores Eleusio Filipe, da mesma universidade; e Victor Semedo, da Universidade de Cabo Verde. Os temas discutidos foram Língua, Música e Nacionalismos nos dois países, com mediação das professoras Vanicléia Silva Santos, do Departamento de História da Fafich; e Sônia Queiroz, da Faculdade de Letras.

    Os professores Nlandu Balenda e Maria Helena Canhici, ambos da Universidade Onze de Novembro, de Angola, participaram da segunda rodada de palestras. O tema da apresentação de Balenda foi a “História da educação em Angola – do período colonial até os dias de hoje”. Canhici expôs um “Estudo sistemático sobre dificuldades de aprendizagem nas escolas em Cabinda”.

    AULP

    A AULP promove a cooperação e troca de informação entre universidades e institutos superiores dos sete países de língua oficial portuguesa – Portugal, Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe. A entidade tem como objetivo facilitar a comunicação entre os membros em prol do desenvolvimento coletivo do ensino e da língua portuguesa no mundo, além de estimular a investigação e o intercâmbio de alunos e docentes.

  • Dezembro 2013

    II Jornada de Estudos Africanos CEA 2013

  • Outubro 2013
    Ensino de história, arte e cultura africanas e afro-brasileiras para alunos e professores da educação básica

    OFICINA

    Renata Felinto : “Marcas de africanidade na produção de artes visuais brasileira”.
    Dia 30 de Outubro de 09:00 – 11:00 (Valor R$5,00/pago no dia da oficina)

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    MESA 1

    “Das leis às práticas: africanidade e cultura visual na educação escolar”
    Dia 30 de Outubro de 13:30 – 17:00 – FAFICH/Auditório Sônia Viegas (Letras)

    Pablo Lima (FAE/UFMG) – “Da lei à escola: desafios e possibilidades do ensino de história afro-brasileira”.
    Renata Felinto (UNESP) – “Marcas de africanidade na produção de artes visuais brasileira”.
    Folashade Ogunlade (Nigéria, Residência artística na Owiwi /Galeria de Arte Afrikana- BH/MG) – Influence on artistic creation and physical appearance in present day nigerian art”.
    Vanicléia S. Santos (FAFICH/UFMG) – Coordenadora da mesa.

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    MESA 2

    “A estética africana e afro-brasileira e o ensino de História”
    Dia 31 de Outubro de 13:30 – 17:00 – FAE/Sala de Teleconferência

    Pablo Lima (FAE/UFMG) – “Artes e história afro-brasileira: pesquisa e ensino”.
    Renata Felinto (UNESP) – “Criação visual e a herança estética africana“.
    Folashade Ogunlade (Nigéria, Residência artística na Owiwi/ Galeria de Arte Afrikana- BH/MG) – “African Art and Critical Citzen”.
    Luiz Arnaut (FAFICH/UFMG) – “A importância do trabalho interdisciplinar no ensino de História da África”.
    Vanicléia S. Santos (FAFICH/UFMG) – Coordenadora da mesa.

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    Workshop sobre o Islã – 03 e 04/10/2013

    [caption id="attachment_450" align="aligncenter" width="484"] A professora da Unifesp, Patrícia Teixeira Santos, apresentou o workshop sobre o Islã. Foto: CEA/UFMG.[/caption]

    O Centro de Estudos Africanos da UFMG promoveu, nos dias 3 e 4 de outubro de 2013, no Auditório A104 do CAD 2, o workshop “As revoltas anti-coloniais no século XIX na África: estudos sobre o papel social e político do Islã – a experiência dos movimentos mahdistas”, ministrado pela professora da Unifesp, Dra. Patrícia Teixeira Santos.

    Lançamento de Livro
    Ao fim do workshop, no dia 4, aconteceu ainda o lançamento do livro de Patrícia, “Fé, guerra e escravidão: uma história da conquista colonial do Sudão (1881-1898)”.

  • Setembro 2013
    Conferência “A fotografia como fonte histórica” – 26/09/2013

    No dia 26 de setembro de 2013, o Centro de Estudos Africanos promoveu a conferência “A fotografia como fonte histórica: um estudo das mudanças políticas e sociais em São Tomé e Príncipe – do colonialismo moderno à independência”, com o professor Augusto Nascimento, pesquisador do Instituto de Investigação Científica Tropical.

    Encontro de Escritores Africanos – 03/09/2013

    [caption id="attachment_453" align="aligncenter" width="716"] esquerda para a direita, os escritores Ungulani Khosa e Vera Duarte e os professores Antonio Hildebrando, da Belas-Artes, Aracy Alves Martins, da FaE, Sônia Queiroz, da Fale, e Luiz Arnaut, do Departamento de História. Foto: Valquíria Ferreira. Foto: CEA/UFMG.[/caption]

    Os escritores Ungulani Ba Ka Khosa, de Moçambique, e Vera Duarte, de Cabo Verde, participaram, no dia 3 de setembro de 2013, do Encontro de Escritores Africanos, promovido pelo Centro de Estudos Africanos do Departamento de Relações Internacionais (DRI). Na ocasião, lançaram obras e conversaram com o público – formado em parte pelos intercambistas africanos da Universidade – sobre a realidade do continente e os diálogos promovidos entre o Brasil e seus países. As conversas tocaram temas como educação e literatura, mas também as relações econômicas fomentadas pela atuação de empresas brasileiras na África.

    No encontro, Khosa lançou o romance “Ualalapi”, que transita entre os gêneros histórico e ficcional. Nas conversas que precederam o lançamento, o autor destacou a importância da aproximação entre o Brasil e as nações africanas, assim como o interesse dos brasileiros em descobrir a literatura dos países do continente.

    O escritor lembrou que esse interesse precisa se reverter em investimento na aquisição de obras para as bibliotecas das universidades brasileiras. Para Khosa, se por um lado há interesse em conhecer a literatura de seu e de outros países da África, por outro as bibliotecas das universidades do Brasil ainda não contam com os livros que compõem a base dessa literatura.

    O moçambicano também abordou a necessidade de se trazer a cultura local para o plano principal das atenções em seu país. “Ainda não estamos a dar a devida dignidade, a devida cidadania que a cultura nacional merece. A música que remete à cultura tradicional, por exemplo, que é tão importante, infelizmente ainda é encarada de maneira antropológica. É uma cultura que nunca tem acesso à ‘sala de visitas’, que ainda está nos ‘fundos da casa’. Costuma-se dizer ‘agora vamos ouvir a nossa música tradicional’, quando esse tradicional deveria ocupar os espaços principais”, apontou.

    Vera Duarte, por sua vez, lançou “A palavra e os dias” no encontro, sua primeira coletânea de crônicas – que, segundo Christina Ramalho, organizadora da obra, oferece “um repertório consistente e revelador de vivências cotidianas, privadas e públicas, locais e globais, bem-humoradas e ‘indignadas’” sobre a realidade da mulher cabo-verdiana.

    Ungulani Ba Ka Khosa e Vera Duarte estão no Brasil motivados por sua participação na Bienal do Rio. Além dos lançamentos que fazem na UFMG, os autores também participam de uma série de eventos literários e palestras em outros estados brasileiros.

     

  • Agosto 2013

    Conferência Magna na Reitoria com prof. José da Silva Horta – 09/08/2013

    O que é uma “nação”? Marcadores identitários e complexidades da representação étnica nas escritas de viagem: Guiné do Cabo Verde (séculos XVI e XVII)

    Apresentação:
    Vanicléia Silva Santos (Departamento de História – FAFICH/ UFMG)

    Comentadores:
    Luiz Alberto O. Gonçalves (Departamento de Ciências Aplicadas à Educação – FAE/UFMG e Presidente do CEA-UFMG)
    Eduardo Viana Vargas (Diretor da DRI/UFMG)

  • Junho 2013
    II Jornada de Estudos Africanos

    A II Jornada de Estudos Africanos foi realizada em junho de 2013, no campus Pampulha da UFMG, e o tema foi a “Cooperação Acadêmica Internacional no Século XXI – A Experiência dos Centros de Estudos Africanos no Mundo”. O evento reuniu diretores de Centros confêneres de diferentes partes do mundo (Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Estados Unidos, França, Gana, Guiné, Moçambique, Portugal e Reino Unido), que compartilharam suas experiências acadêmicas e administrativas.

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  • Outubro 2012
    História, arte e culturas africanas – 30 e 31/10/2012

    O Departamento de História da UFMG realizou, nos dias 30 e 31 de outubro de 2012, o evento “Ensino de história, arte e cultura africanas e afro-brasileiras”, que contou com a participação de estudantes da UFMG, professores universitários e dos ensinos fundamental e médio. A atividade, organizada pelas professoras Miram Hermeto e Vanicléia Silva Santos, promoveu um debate entre professores da área de prática de ensino de história e duas artistas plásticas, uma brasileira e outra nigeriana, que trabalham com arte negra.

    No primeiro dia do evento, a artista plástica e doutoranda em Artes pela Unesp, Renata Felinto, o professor Pablo Lima, da FaE/UFMG, e a artista nigeriana Folashade Ogunlade discutiram o tema “Das leis às práticas: africanidade e cultura visual na educação escolar”, em mesa-redonda coordenada pela professora Vanicléia Silva Santos.
    No dia seguinte, a mesa-redonda “A estética africana e afro-brasileira e o ensino de história” reuniu os mesmos participantes da mesa anterior, além do professor Luiz Arnaut, do Departamento de História
    Durante o evento, também foi realizada a oficina de artes visuais “Marcas da africanidade”, ministrada pela artista plástica Renata Felinto.

    PERFIS DAS ARTISTAS PLÁSTICAS:

    Renata Felinto nasceu em São Paulo, Brasil. É bacharel e licenciada em Artes Plásticas e mestre e doutoranda pelo Instituto de Artes da UNESP. Desenvolve pesquisa acerca da produção em artes visuais de negros e mestiços brasileiros e o pensamento estético crítico acerca da história deste segmento populacional. Atua como artista plástica, fotógrafa, pesquisadora e educadora a partir de sua empresa Cubo Preto Ensino de Arte e Cultura, por meio da qual vem desenvolvendo cursos, palestras e exposições que objetivam dar visibilidade à produção de artistas afrodescendentes”.

    Folashade Ogunlade nasceu no estado de Kaduna, na Nigéria. Graduou-se no Departamento de artes plásticas e artes aplicadas em Ladoke Akintola University of Technology, Estado de Oyo. Sua prática artística e experiência foram multiplicando depois de sua familiaridade com o famoso nigeriano aquarelista Sam Ovraiti, com quem trabalhou por alguns anos e fez residência artística no Bruce Onobrakpeya Foundation, Estado do Delta. Folashafe aprendeu com alguns grandes mestres da arte nigeriana, como Kolade Oshinowo, Adejumo Olusegun, Ajayi Olu e Bruce Onabrakpeya. Ela já participou de exposições de arte e festivais em algumas partes da África, os quais incluem Abuja e Lagos (Nigéria), Yaoundé (Cameroun) e Lomé (Togo).