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DTI Governança

A Diretoria de Tecnologia da Informação – DTI é o órgão da Universidade Federal de Minas Gerais responsável por traçar as políticas estratégicas na área de tecnologia da Informação, além de coordenar e acompanhar a implementação pelos seus órgãos executivos.

A Governança de TI é parte da Governança Corporativa (Gestão da Gestão). Compreende o desenvolvimento de um conjunto estruturado de competências e habilidades estratégicas para o planejamento, implantação, controle e monitoramento de programas e projetos de governança.

A UFMG e a DTI têm procurado se alinhar aos propósitos da governança, seja pelo aspectos operacionais, seja pelas implicações legais, através de um conjunto de estratégias e plano de gestão, visando também otimizar a aplicação de recursos, reduzir os custos e alinhar o setor de TI às estratégias de negócio.

O índice de governança de TI, apelidado de iGovTI, é o resultado da aplicação bianual de questionários pelo TCU a vários órgãos, autarquias, bancos, estatais, etc., vinculados ao Governo Federal (cerca de 370 em 2014) que, juntamente com um relatório de diagnóstico, pretende fazer uma avaliação crítica de vários aspectos da TI, “com o propósito de orientar as organizações públicas no esforço da melhoria do índice de governança e da gestão de TI”.  Além disso, “o índice permite ao TCU avaliar, de um modo geral, a efetividade das ações adotadas para induzir a melhoria da situação de governança de TI na Administração Pública Federal”.

Em dezembro de 2014 saiu o resultado da avaliação de Governança de Tecnologia da Informação, referente ao ciclo 2013/2014, promovida pelo Tribunal de Contas da União. Dentro de um processo de melhoria contínua iniciado em 2010, esta avaliação foi considerada bastante positiva, pois a UFMG saiu da nota 0,38 obtida em 2012 (numa escala de 0,00 a 1,00) para, em 2014, atingir a nota de 0,59 em governança de TI. A nota média obtida pelas organizações que fazem parte do SISP (Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática do Governo Federal), tais como a UFMG, foi de 0,42.

A UFMG vem melhorando de forma sólida e de maneira gradativa. Neste último ano o salto foi significativo, sendo explicado por duas razões: o investimento feito pela DTI  ao longo dos últimos anos e a mudança da metodologia de avaliação feita pelo TCU, que passou a graduar os níveis de adoção de boas práticas em cinco faixas avaliativas, por item, e não somente duas, como era feito anteriormente.

Veja as faixas de avaliação e os resultados da UFMG no quadro abaixo:
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2010 e 2012                          2014
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Inicial              0,00 ≤ iGovTI < 0,40        0,00 ≤ iGovTI < 0,30
Básico                          —                       0,30 ≤ iGovTI < 0,50
Intermediário  0,40 ≤ iGovTI < 0,60        0,50 ≤ iGovTI < 0,70
Aprimorado    0,60 ≤ iGovTI ≤ 1,00         0,70 ≤ iGovTI ≤ 1,00
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Resultados             0,35 e 0,38                           0,59
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