{"id":3204,"date":"2003-05-22T08:00:00","date_gmt":"2003-05-22T08:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/cecom\/?p=1469"},"modified":"2003-05-22T08:00:00","modified_gmt":"2003-05-22T08:00:00","slug":"sistematico-edicao-1158-22052003","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/2003\/05\/22\/sistematico-edicao-1158-22052003\/","title":{"rendered":"Sistem\u00e1tico: Edi\u00e7\u00e3o 1158 &#8211; 22\/05\/2003"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li><a href=\"\/dti\/#noticias\">Not\u00edcias<\/a>\n<div class='submenuSistematico'>\n<ul>\n<li><a href=\"\/dti\/#anoticias1\"><span class=\"titulo\">DIRETOR     DA ATI PARTICIPA DE REUNI&Atilde;O DA RNP<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#anoticias2\"><span class=\"titulo\">FORMUL&Aacute;RIOS     DE ISEN&Ccedil;&Atilde;O DO VESTIBULAR J&Aacute; EST&Atilde;O NA AG&Ecirc;NCIAS     DO CORREIO<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#anoticias3\"><span class=\"titulo\">CECOM DESENVOLVE     BANCO DE DADOS USANDO O APPROACH<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#anoticias4\"><span class=\"titulo\">CECOR AJUDA     A RECUPERAR NOTEBOOK DO CECOM<\/span><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#informativo\">Informativo<\/a>\n<div class='submenuSistematico'>\n<ul>\n<li><a href=\"\/dti\/#ainformativo1\"><span class=\"titulo\">GENTEWHERE<\/span><br \/>     <\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#ainformativo2\"><span class=\"titulo\">DICAS DE     SITES INTERESSANTES<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#ainformativo3\"><span class=\"titulo\">O SAMBA DO     CARTUCHO DOIDO<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#ainformativo4\"><span class=\"titulo\">ROUBO DE     SENHAS DE TECLADOS VIRTUAIS<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#ainformativo5\"><span class=\"titulo\">MEM&Oacute;RIA     FOTOGR&Aacute;FICA DO CECOM<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#ainformativo6\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"8\" alt=\"\" border=\"0\"><br \/>    <span class=\"titulo\">H\u00e1 20 anos&#8230;<\/span><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#eventos\">Eventos<\/a>\n<div class='submenuSistematico'>\n<ul>\n<li><a href=\"\/dti\/#aeventos1\"><span class=\"titulo\">RECITAL     DE PIANO<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"\/dti\/#aeventos2\"><span class=\"titulo\">SOCIAIS<\/span><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p> <a name='noticias'><\/a><\/p>\n<h4>Not\u00edcias<\/h4>\n<div class=\"centro-sistematico\">  <!-- noticias --> <\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<p>  <!-- #BeginEditable \"materias\" -->   <\/p>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"> <a name=\"anoticias1\"><span class=\"titulo\">DIRETOR     DA ATI PARTICIPA DE REUNI&Atilde;O DA RNP<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>O Diretor de Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, prof. M&aacute;rcio      Luiz Bunte de Carvalho, esteve, nos dias 19 e 20 de maio, em Natal\/RN,      participando do 4o. Workshop RNP2, da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa.      O evento foi realizado em conjunto com o 21o. Simp&oacute;sio Brasileiro      em Redes de Computadores (SBRC).<\/p>\n<p>Com o objetivo de promover a intera&ccedil;&atilde;o entre os grupos      de pesquisa nacionais em inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica na      &aacute;rea de redes, o workshop teve a participa&ccedil;&atilde;o dos      mesmos nos grupos de trabalho da RNP e nos subprojetos do Projeto Giga.      O projeto Giga, parceria da RNP com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento      em Telecomunica&ccedil;&otilde;es (CPqD), prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o      de uma rede experimental de converg&ecirc;ncia tecnol&oacute;gica de      redes IP e redes &oacute;pticas WDM, com capacidade de transmiss&atilde;o      de at&eacute; 10 Gbps.<\/p>\n<p>O evento foi organizado em duas &aacute;reas tem&aacute;ticas: engenharia      de redes (qualidade de servi&ccedil;o, multicast, IPv6, IP sobre redes      &oacute;pticas etc.) e aplica&ccedil;&otilde;es avan&ccedil;adas em      redes (ensino a dist&acirc;ncia, v&iacute;deo digital, telefonia IP      etc.).<\/p>\n<p>Entre as atividades do evento, foram apresentados v&aacute;rios artigos      t&eacute;cnicos, selecionados por uma comiss&atilde;o do programa. Um      dos artigos, &#8220;<i>A Receita do Grude<\/i>&#8221;, foi apresentado      pelo diretor do LCC, prof. Osvaldo S&eacute;rgio Farhat de Carvalho,      sobre a experi&ecirc;ncia da UFMG na implementa&ccedil;&atilde;o do      Grude.<\/p>\n<p>    <\/span> <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"> <a name=\"anoticias2\"><span class=\"titulo\">FORMUL&Aacute;RIOS     DE ISEN&Ccedil;&Atilde;O DO VESTIBULAR J&Aacute; EST&Atilde;O NA AG&Ecirc;NCIAS     DO CORREIO<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>A Copeve &#8211; Comiss&atilde;o Permanente do Vestibular da UFMG &#8211; j&aacute;      distribuiu para o correio os formul&aacute;rios para os pedidos de isen&ccedil;&atilde;o      da taxa de inscri&ccedil;&atilde;o ao Vestibular de 2004, com per&iacute;odo      de postagem de 26 a 30 de maio\/03.<\/p>\n<p>A expectativa &eacute; de 60.000 candidatos &agrave; isen&ccedil;&atilde;o,      contra os 35.000 do &uacute;ltimo vestibular.<\/p>\n<p>A avalia&ccedil;&atilde;o dos question&aacute;rios ser&aacute; feita      pela FUMP e a digita&ccedil;&atilde;o da grade de respostas ser&aacute;      realizada pela empresa Engesoft. <\/p>\n<p>O CECOM &eacute; o respons&aacute;vel pelo acompanhamento, processamento      e emiss&atilde;o dos resultados e os respons&aacute;veis s&atilde;o      Jo&atilde;o Carlos Lages e Rog&eacute;rio Soares Pinheiro, da DAS.<\/p>\n<p>A divulga&ccedil;&atilde;o do resultado est&aacute; marcada para a      primeira semana de agosto\/03.<\/p>\n<p>    <\/span>     <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"> <a name=\"anoticias3\"><span class=\"titulo\">CECOM DESENVOLVE     BANCO DE DADOS USANDO O APPROACH<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>A Divis&atilde;o de Atendimento e Consultoria criou, utilizando o programa      Approach, um banco de dados para armazenar as informa&ccedil;&otilde;es      sobre hardware e software dos micro-computadores da Rede Administrativa.      O Approach &eacute; um programa que faz o gerenciamento de bancos de      dados simples e faz parte do pacote SmartSuite, desenvolvido pela Lotus      e utilizado em v&aacute;rios &oacute;rg&atilde;os e unidades da UFMG.      O SmartSuite &eacute; um dos componentes do padr&atilde;o de software      adotado pelo CECOM para uso nos micros ligados &agrave; Rede Administrativa.<\/p>\n<p>Com esse banco de dados, vai ser poss&iacute;vel conhecer o patrim&ocirc;nio      de hardware e software existente na Rede Administrativa, al&eacute;m      de facilitar o acesso aos dados de configura&ccedil;&atilde;o de todos      os microcomputadores, como processador, capacidade do HD e licen&ccedil;as      de softwares instalados, o que simplificar&aacute; o processo de manuten&ccedil;&atilde;o      destes equipamentos. A Rede Administrativa &eacute; formada pela Reitoria,      Biblioteca Universit&aacute;ria, Unidade Administrativa 3 (DAP e DRH),      Unidade Administrativa 2 (Sast e DPFO), DSG, Campus 2000 e Imprensa      Universit&aacute;ria.<\/p>\n<p>Para obten&ccedil;&atilde;o dos dados necess&aacute;rios ao banco,      cada &oacute;rg&atilde;o receber&aacute;, nos pr&oacute;ximos dias,      um formul&aacute;rio relativo a cada endere&ccedil;o de rede alocado      para aquele &oacute;rg&atilde;o, que dever&aacute; ser preenchido e      devolvido &agrave; DAC. Junto com o formul&aacute;rio, ser&aacute; entregue      tamb&eacute;m um roteiro para o preenchimento correto dos campos de      informa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>O desenvolvimento da aplica&ccedil;&atilde;o e a coordena&ccedil;&atilde;o      do processo de levantamento das informa&ccedil;&atilde;o est&atilde;o      a cargo de Eug&ecirc;nio Pacelli Pereira de Souza.<\/p>\n<p>    <\/span>     <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"> <a name=\"anoticias4\"><span class=\"titulo\">CECOR AJUDA     A RECUPERAR NOTEBOOK DO CECOM<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>O notebook Toshiba Satellite Pro 425CDT utilizado pela DRC &#8211; Divis&atilde;o      de Redes de Comunica&ccedil;&atilde;o &#8211; em suas atividades de suporte      aos equipamentos da Rede UFMG, est&aacute; sendo atualizado com o aux&iacute;lio      do CECOR &#8211; Centro de Conserva&ccedil;&atilde;o e Restaura&ccedil;&atilde;o      de Bens Culturais M&oacute;veis, da Escola de Belas Artes.<\/p>\n<p>O notebook do CECOM, um Pentium de 133 MHz, contava com um disco r&iacute;gido      de 800 Mbytes, no qual estava instalada a vers&atilde;o 4.2 do Conectiva      Linux. Como algumas atividades de manuten&ccedil;&atilde;o em roteadores      Cisco s&oacute; podem ser feitas de forma automatizada em equipamentos      Windows, a DRC estava tentando conseguir uma solu&ccedil;&atilde;o para      reinstalar o Windows no equipamento.<\/p>\n<p>O prof. Luiz Souza, do CECOR, cedeu ao CECOM um disco r&iacute;gido      para uso em notebooks com capacidade de 3,2 Gbytes, que tornar&aacute;      poss&iacute;vel a instala&ccedil;&atilde;o dos dois sistemas operacionais      no microcomputador. Com isto, um sistema de dual-boot permitir&aacute;      que o usu&aacute;rio selecione o sistema operacional mais conveniente      para a execu&ccedil;&atilde;o de cada tipo de tarefa. O disco r&iacute;gido,      assim como um cart&atilde;o de rede ethernet, foram retirados de um      notebook que sofreu danos na placa-m&atilde;e.    <\/p>\n<p>    <\/span><\/td>\n<\/tr>\n<p>  <!-- #EndEditable -->  <\/table>\n<p> <!-- fim noticias --><\/div>\n<p><a name='informativo'><\/a><\/p>\n<h4>Informativo<\/h4>\n<div class=\"centro-sistematico\">  <!-- noticias --> <\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<p>  <!-- #BeginEditable \"materias\" -->   <\/p>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\">\n<p><a name=\"ainformativo1\"><span class=\"titulo\">GENTEWHERE<\/span><br \/>     <\/a> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"20\" alt=\"\" border=\"0\"><br \/>     <span class=\"texto\"> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/Laertescorgr.jpg\" width=\"265\" height=\"248\" alt=\"\" border=\"0\" hspace=\"0\" vspace=\"0\" align=\"left\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"20\" height=\"248\" alt=\"\" border=\"0\" hspace=\"0\" vspace=\"0\" align=\"left\">Ap&oacute;s      um per&iacute;odo tentando encontr&aacute;-lo, n&atilde;o &eacute; que      no in&iacute;cio do m&ecirc;s de maio ele apareceu no CECOM para matar      as saudades? N&atilde;o podia deixar passar a oportunidade. Estava na      hora de entrevist&aacute;-lo. A sua hist&oacute;ria se mistura com a      do Le&atilde;o e as de muitos ex-ceconianos jur&aacute;ssicos. D&aacute;      para escrever um livro, com mil coisas, mil hist&oacute;rias, tantas      coisas para rir, tantos projetos realizados. O focalizado desta semana      &eacute; o ex-ceconiano Laertes Junqueira, um colega e tanto, que participava      de tudo no CECOM.<\/span><\/p>\n<p> <\/p>\n<p><span class=\"texto\"><b>SIST:<\/b> Conta a sua hist&oacute;ria ceconiana.      <br \/>     <b>LAERTES:<\/b> Comecei o est&aacute;gio no CECOM em 01\/09\/71, pela      Mendes Pimentel, ap&oacute;s ter cursado a disciplina Programa&ccedil;&atilde;o      de Computadores, da Engenharia El&eacute;trica, ministrada pelo professor      Hideki Monaka. Junto comigo vieram a Beatriz Rocha Santos, o Virg&iacute;lio      Moreno Gomes Leite e o M&aacute;rcio Renn&oacute;. No CECOM, j&aacute;      estavam, entre outros, o Le&atilde;o, a Marise de Abreu, o Clarindo,      o Monteiro, o Luiz Affonso, o Renato Mudado, o Alceu, o Jos&eacute;      Marcos, o Brant e a Angela Lage. Se n&atilde;o me engano, eles entraram      em mar&ccedil;o\/71. Os estagi&aacute;rios mais graduados, na &eacute;poca,      eram o &Acirc;ngelo Moura, o M&aacute;rcio Ant&ocirc;nio, o Virg&iacute;lio      Augusto, o Newton Lages e outros, que n&atilde;o me recordo. Mais tarde,      em 1973, entraram a lula Lel&eacute;, na Comunica&ccedil;&atilde;o,      a Help, a Izilda e a QQ, na Biblioteca. Em 1971, trabalh&aacute;vamos      no corredor ao lado do audit&oacute;rio da Reitoria. Meu orientador      de est&aacute;gio era o Ant&ocirc;nio Pedro Lima Santos. O Diretor do      CECOM era o prof. Ant&ocirc;nio Mendes, e os outros professores que      comandavam o CECOM eram o Bauer, na &aacute;rea de Suporte, o Wilson,      na &aacute;rea de Tecnologia, o Pacca, na Estat&iacute;tica e o prof.      N&iacute;vio Ziviani, na &aacute;rea de Dados. Tamb&eacute;m j&aacute;      estavam no CECOM o prof. Ivan Moura Campos, o Rainer, a Maria Tereza,      o casal Bigonha\/Mariza, o Jo&atilde;o Dantas e o Jo&atilde;o Jacob.      Depois fomos para o quinto andar e trabalh&aacute;vamos na <i>Geral      do Sol<\/i>. Os estagi&aacute;rios da tecnologia trabalhavam na <i>Geral      da Sombra<\/i>. Program&aacute;vamos em Fortran IV, PL\/I, Cobol e Assembler\/360.      <\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\"><b>SIST:<\/b> Quando passou para programador? Conta      como era a loucura de estudar e trabalhar no CECOM e na Prodemge. Conta      como foi professor do curso de Processamento de Dados. Quais alunos      do curso pertenceram ao quadro do CECOM? <br \/>     <b>LAERTES:<\/b> Virei programador em 1974, com bolsa do conv&ecirc;nio      BNDES\/Funtec. Nessa &eacute;poca, tamb&eacute;m trabalhava no suporte      da PRODEMGE, com o Le&atilde;o, o Peterson (que tamb&eacute;m havia      sido estagi&aacute;rio do CECOM), e o Jos&eacute; Fl&aacute;vio, que      havia passado rapidamente pelo CECOM. No CECOM, o Peterson formava com      Dejair e Robinho o trio Tr&ecirc;s Porquinhos. Era meio complicado fazer      o curso de Engenharia El&eacute;trica e trabalhar na Prodemge e no CECOM.      Na escola, alguns professores n&atilde;o me conheciam, porque eu n&atilde;o      era muito frequente e achavam que eu me chamava Salim (apelido dado      pelo Ivan, por causa do Jacob, que foi levado para a escola pelo Clarindo      ou Jos&eacute; Marcos, se n&atilde;o me engano). Nessa &eacute;poca,      eu tamb&eacute;m dava aulas nos cursos de extens&atilde;o do CECOM e      fui chamado para o curso de Processamento de Dados da UFMG. Assim, deixei      a Prodemge. Essa fase foi muito interessante! Dei aulas em todos os      per&iacute;odos do curso de Processamento de Dados para uma mesma turma      (Fundamentos, Linguagem de Programa&ccedil;&atilde;o, T&eacute;cnicas      de Programa&ccedil;&atilde;o, T&eacute;cnicas de An&aacute;lise e Bancos      de Dados.). Alguns foram fazer est&aacute;gio no CECOM (a Cynthia, a      Cl&eacute;lia, a Lourdinha Pivete, a Rosilene e a Bia). Como programador,      trabalhei na &aacute;rea de Controle Acad&ecirc;mico e comecei a trabalhar      com automa&ccedil;&atilde;o de Bibliotecas.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\"><b>SIST:<\/b> Quando passou para Analista de Sistemas?      Quais os trabalhos mais interessantes desenvolvidos no CECOM?<br \/>     <b>LAERTES:<\/b> Em 1976, passei num concurso para analistas de sistemas      e fui para a chefia da Divis&atilde;o de Suporte ao Desenvolvimento      de Sistemas. Nessa &eacute;poca, j&aacute; est&aacute;vamos no oitavo      andar. A divis&atilde;o desenvolvia trabalhos especiais, tais como as      Estat&iacute;sticas para o Vestibular, Metodologia para o Desenvolvimento      de Sistemas e o SAB &#8211; Sistema de Administra&ccedil;&atilde;o de Bibliotecas,      que foi um projeto submetido &agrave; FINEP para atender &agrave; automa&ccedil;&atilde;o      da Biblioteca Universit&aacute;ria. O SAB foi o trabalho mais interessante      que fiz no CECOM, porque envolvia contatos com outras universidades      em todo o Pa&iacute;s e foi uma &eacute;poca de muita aprendizagem.      Participei tamb&eacute;m da elabora&ccedil;&atilde;o do Mini-Calco,      em conjunto com t&eacute;cnicos da Biblioteca Central, da Funda&ccedil;&atilde;o      Get&uacute;lio Vargas e do CNPq.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\"><b>SIST:<\/b> Quais as coisas mais engra&ccedil;adas      vividas no CECOM?<br \/>     <\/span><span class=\"texto\"><b>LAERTES:<\/b> O dia-a-dia no CECOM era      muito engra&ccedil;ado. &Iacute;amos para a Reitoria trabalhar mesmo      em fins de semana, porque era super divertido. Havia muita amizade.      T&iacute;nhamos uma equipe de t&ecirc;nis e jog&aacute;vamos no C&Eacute;U      nos s&aacute;bados (eu, Clarindo, Le&atilde;o, Peterson). O Le&atilde;o      s&oacute; ficava na sombra e s&oacute; tentava acertar a bola se ela      fosse exatamente onde ele estava. Ainda tenho a raquete &#8230;<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\">(<i><b>N.R.:<\/b> A Xina pediu para contar que,      quando ela iniciou o est&aacute;gio no CECOM, o Laertes passou um trote,      mandando-a fazer um programa que lesse na impressora e soltasse o resultado      na leitora de cart&otilde;es. E o pior &eacute; que ela levou a s&eacute;rio!<\/i>)<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\"><b>SIST:<\/b> Quando saiu do CECOM? Conta os lugares      em que esteve, os trabalhos desenvolvidos, os cursos que fez.<br \/>     <b>LAERTES:<\/b> Sa&iacute; do CECOM em 1980 e fui para a TELEMIG, onde      montei o Centro de Informa&ccedil;&otilde;es e trabalhei na montagem      do VideoTexto, a convite do M&aacute;rcio Valim. L&aacute;, al&eacute;m      do video-texto, participei da elabora&ccedil;&atilde;o da metodologia      para o desenvolvimento de sistemas e da montagem do programa interno      de treinamento para usu&aacute;rios, que foi um programa muito amplo      e com bons resultados, feito em conjunto com a UFMG. Participei tamb&eacute;m      da cria&ccedil;&atilde;o do projeto PSIU, em conjunto com a Secretaria      de Administra&ccedil;&atilde;o. Depois, em 1984, voltei para a UFMG.      Dessa vez foi para trabalhar no Laborat&oacute;rio de Servi&ccedil;os      de Inform&aacute;tica, com o prof. Ant&ocirc;nio Mendes e o Angelo.      O LSI ministrava programas de treinamento para empresas. Em 1986, fui      convidado pela Itamb&eacute; para montar a Assessoria de Suporte T&eacute;cnico.      Fiquei na Itamb&eacute; at&eacute; 1998, trabalhando inicialmente com      equipamentos BULL e, posteriormente, com equipamentos e softwares IBM.      Nessa &eacute;poca, eu trabalhava tamb&eacute;m na Assembl&eacute;ia      Legislativa. Fui aprovado num concurso em 1991 e fui nomeado em 1994.      Na Assembl&eacute;ia, onde estou at&eacute; hoje, montei a Administra&ccedil;&atilde;o      de Dados e, atualmente, trabalho na Ger&ecirc;ncia de Suporte T&eacute;cnico      como Administrador de Dados.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\"><b>SIST:<\/b> Tem tido contato com aquela turma      do CECOM de antigamente?<br \/>     <b>LAERTES:<\/b> Infelizmente, n&atilde;o tenho tido muito contato com      as pessoas de antigamente. &Agrave; medida que o tempo passa os la&ccedil;os      v&atilde;o enfraquecendo, os interesses divergem, a disponibilidade      diminui e a gente se distancia dos amigos, e tamb&eacute;m de partes      da nossa pr&oacute;pria hist&oacute;ria. No caso do CECOM h&aacute;      uma particularidade: a gente deixa o CECOM, mas sempre carrega um peda&ccedil;o!      H&aacute; algum tempo li uma observa&ccedil;&atilde;o no Sistem&aacute;tico      que dizia que ceconiano &eacute; uma praga, porque tem sempre um em      algum lugar. Isso &eacute; verdade! Eu estava perambulando em Praga,      &#8220;ligeiramente&#8221; b&ecirc;bado, para compensar o frio (cerca      de -3 graus), &agrave;s 2 horas da madrugada, quando algu&eacute;m berrou      meu nome do outro lado da rua. Era um ex-estagi&aacute;rio do CECOM      ou um ex-aluno da extens&atilde;o (o teor alco&oacute;lico n&atilde;o      me deixou ser muito preciso no reconhecimento). Foi uma situa&ccedil;&atilde;o      muito engra&ccedil;ada.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\"><b>SIST:<\/b> Foi bom visitar o CECOM? Quer deixar      um recado para todos?<br \/>     <b>LAERTES:<\/b> Na sexta-feira, dia 09\/05\/03, estive no CECOM, de visita,      depois de muitos anos. Est&aacute; muito diferente, como n&atilde;o      poderia deixar de ser. Mas algumas coisas ainda permanecem: a agita&ccedil;&atilde;o      da Lel&eacute;, a calma do Le&atilde;o, a alegria da Beth, a tranquilidade      da Beatriz e da Tim&eacute;. N&atilde;o sei se por nostalgia ou distra&ccedil;&atilde;o,      mas me deu a sensa&ccedil;&atilde;o de estar em casa.<\/span><\/p>\n<p>    <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>E foi isto mesmo que aconteceu. A conversa na sala do caf&eacute; do      CECOM fluiu como nos velhos tempos e as perguntas sobre as pessoas foram      muitas. Parecia que o tempo passado havia se encontrado com o tempo      presente, n&atilde;o deixando nenhuma brecha para tr&aacute;s. Parecia      n&atilde;o haver lacuna nenhuma.<\/p>\n<p>Agradecemos ao Laertes pela entrevista, pelo retorno no tempo com tantas      lembran&ccedil;as e pelo presente da presen&ccedil;a dele no CECOM.<\/p>\n<p>    <\/span> <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><a name=\"ainformativo2\"><span class=\"titulo\">DICAS DE     SITES INTERESSANTES<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>Adyrus, o ca&ccedil;ador de sites, enviou, para os leitores do Sistem&aacute;tico,      as seguintes dicas: <\/p>\n<p>&#8211; &Eacute; preciso reviver o passado? O encontro entre dois irm&atilde;os      traz &agrave; tona lembran&ccedil;as da inf&acirc;ncia e revela que      nem sempre &eacute; poss&iacute;vel esquecer as m&aacute;goas com o      passar do tempo. Veja esse drama protagonizado por Luiz Fernando Guimar&atilde;es      na p&aacute;gina <a href=\"http:\/\/www.portacurtas.com.br\/index.asp\">http:\/\/www.portacurtas.com.br\/index.asp<\/a>,      onde voc&ecirc; vai curtir todos os curtas metragens e ficar sabendo      dos &uacute;ltimos lan&ccedil;amentos. N&atilde;o deixe de visitar esta      p&aacute;gina e fique por dentro de tudo.<\/p>\n<p>&#8211; Foi lan&ccedil;ada nesta semana, em Ingl&ecirc;s, uma p&aacute;gina      que fala s&oacute; sobre Albert Einstein.Todo o seu acervo e trabalho      est&atilde;o l&aacute; para que possamos saber mais sobre este g&ecirc;nio.      Vale a pena conferir o endere&ccedil;o <a href=\"http:\/\/www.alberteinstein.info\/\">http:\/\/www.alberteinstein.info\/<\/a>.<\/p>\n<p>&#8211; Para quem gosta de hist&oacute;ria em quadrinhos, a p&aacute;gina      da editora <i>Nona Arte<\/i> (<a href=\"http:\/\/www.nonaarte.com.br\">http:\/\/www.nonaarte.com.br<\/a>)      traz diversas hist&oacute;rias em quadrinhos no formato PDF que podem      ser baixadas de gra&ccedil;a. Com t&iacute;tulos variados e diferentes,      voc&ecirc; pode ler as hist&oacute;rias em s&eacute;rie. Ser&aacute;      que o Frota ainda &eacute; chegado em hist&oacute;ria em quadrinhos?<\/p>\n<p>&#8211; A Bedeteca de Lisboa (<a href=\"http:\/\/www.bedeteca.com\">http:\/\/www.bedeteca.com<\/a>),      &uacute;nica biblioteca p&uacute;blica do pa&iacute;s exclusivamente      dedicada a ilustra&ccedil;&atilde;o, &eacute; um concorrido espa&ccedil;o      de irrever&ecirc;ncia e juventude. Ancorado no Pal&aacute;cio do Contador      Mor, nos Olivais, este original equipamento cultural constitui ainda,      para al&eacute;m de deposit&aacute;rio de um rico esp&oacute;lio bibliogr&aacute;fico,      o p&oacute;lo gerador dos famosos &#8220;Sal&otilde;es da Banda Desenhada      e da Ilustra&ccedil;&atilde;o de Lisboa&#8221;, a mais conhecida galeria      de exposi&ccedil;&otilde;es de autores da especialidade e habitual ponto      de encontro dos seus cultores.<\/p>\n<p>&#8211; Consagrado pela imprensa especializada como o mais consistente festival      de jazz da Am&eacute;rica Latina, num cen&aacute;rio de crescente revaloriza&ccedil;&atilde;o      desse g&ecirc;nero pelo p&uacute;blico mais jovem, a Pernod Ricard do      Brasil apresenta a 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Chivas Jazz Festival      (<a href=\"http:\/\/www.chivasjazz.com.br\/\">http:\/\/www.chivasjazz.com.br\/<\/a>).      O evento vai acontecer de 28 a 31 de maio de 2003, simultaneamente,      em S&atilde;o Paulo e no Rio de Janeiro. O alto n&iacute;vel art&iacute;stico      que marcou as edi&ccedil;&otilde;es anteriores desse festival foi mantido      mais uma vez na sele&ccedil;&atilde;o do elenco, que destaca revela&ccedil;&otilde;es      recentes e &iacute;dolos do jazz que nunca se apresentaram no Brasil      anteriormente. (Site em Portugu&ecirc;s e Ingl&ecirc;s)<\/p>\n<p>&#8211; Voltado para educadores que trabalham com adolescentes, mas interessante      para qualquer um, o Projeto S&eacute;culo XX1 (<a href=\"http:\/\/www.multirio.rj.gov.br\/seculo21\/inicial.asp\">www.multirio.rj.gov.br\/seculo21\/inicial.asp<\/a>)      relaciona assuntos do mundo jovem, m&uacute;sica, sexualidade, trabalho,      viol&ecirc;ncia, com os temas do novo s&eacute;culo: globaliza&ccedil;&atilde;o,      revolu&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, novas m&iacute;dias. <\/p>\n<p>&#8211; Uma p&aacute;gina, que voc&ecirc; pode ler em Ingl&ecirc;s, Franc&ecirc;s      e Alem&atilde;o, que tem dezenas de formatos de imagens de que talvez      nunca tenhamos ouvido falar podem ser facilmente visualizados, editados      e convertidos com o XNview, &eacute; a <a href=\"http:\/\/perso.wanadoo.fr\/pierre.g\/indexgb.html\">http:\/\/perso.wanadoo.fr\/pierre.g\/indexgb.html<\/a>.      O programa &eacute; gratuito e disp&otilde;e de tradu&ccedil;&atilde;o      para diversos idiomas, inclusive o nosso Portugu&ecirc;s, al&eacute;m      de vers&otilde;es para Windows, Linux, DOS, MacOS e outras plataformas.<\/p>\n<p>&#8211; Excelente fonte de consulta, o World Flag Database (<a href=\"http:\/\/www.flags.net\/\">http:\/\/www.flags.net\/<\/a>)      traz as bandeiras de todos os pa&iacute;ses do mundo, estados ou prov&iacute;ncias,      e de v&aacute;rias organiza&ccedil;&otilde;es internacionais. A p&aacute;gina      fornece dados como moeda, &aacute;rea e idioma dos pa&iacute;ses e a      principal diferen&ccedil;a e as bandeiras com uma boa visualiza&ccedil;&atilde;o.      (Site em Ingl&ecirc;s)<\/p>\n<p>&#8211; Inspirada em Voltaire, que diz: &#8220;<i>Uma colet&acirc;nea de pensamentos      deve ser uma farm&aacute;cia onde se encontram rem&eacute;dios para      todos os males<\/i>&#8221;, a p&aacute;gina <a href=\"http:\/\/www.farmaciadepensamentos.com\">http:\/\/www.farmaciadepensamentos.com<\/a>      tem a ousadia de lhe oferecer uma farm&aacute;cia que n&atilde;o trabalha      com falsifica&ccedil;&otilde;es (e repudia esta pr&aacute;tica), cujos      rem&eacute;dios n&atilde;o t&ecirc;m contra-indica&ccedil;&atilde;o,      n&atilde;o causam efeitos colaterais, e n&atilde;o custam nada ao bolso.      Os rem&eacute;dios s&atilde;o uma cole&ccedil;&atilde;o de mais de 18.000      prov&eacute;rbios, inclusive b&iacute;blicos, frases, ad&aacute;gios      populares, legendas de caminh&atilde;o etc., de mais de 6.000 diferentes      autores, classificados segundo a mol&eacute;stia a que se destinam,      usando como recurso a met&aacute;fora de uma farm&aacute;cia convencional.<\/p>\n<p>    <\/span> <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><a name=\"ainformativo3\"><span class=\"titulo\">O SAMBA DO     CARTUCHO DOIDO<\/span><\/a> <span class=\"texto\"> <\/span> <\/p>\n<div align=\"center\">\n<table width=\"99%\" border=\"1\">\n<tr>\n<td bgcolor=\"#CCCCCC\"><span class=\"texto\"><font face=\"1\">O caderno         de Inform&aacute;tica de &#8220;<i>O Globo<\/i>&#8221; publicou,         no dia 19\/05\/2003, mat&eacute;ria sobre o mercado de cartuchos         de impressoras no Brasil, de autoria de Elis Monteiro. Carlos         Alfeu extraiu trechos da mat&eacute;ria para os leitores do Sistem&aacute;tico.<\/font><\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/table><\/div>\n<p><span class=\"texto\"><br \/>     O Instituto Nacional de Metrologia, Normaliza&ccedil;&atilde;o e Qualidade      Industrial (Inmetro) usou uma express&atilde;o cunhada pelo escritor      Stanislaw Ponte Preta para definir a situa&ccedil;&atilde;o do mercado      de cartuchos no Brasil: &#8220;<i>samba do crioulo doido<\/i>&#8221;. Cada      fabricante tem sua pr&oacute;pria forma de medir a quantidade de tinta      de um cartucho (on&ccedil;a e mil&iacute;metro, por exemplo), e o mercado      perif&eacute;rico &#8211; aquele que faz propaganda nas bancas de jornal e      est&aacute; presente em lojas de inform&aacute;tica e at&eacute; no      delivery via telefone &#8211; n&atilde;o oferece seguran&ccedil;a ao consumidor.      Existem s&eacute;rias d&uacute;vidas quanto &agrave; qualidade e proced&ecirc;ncia      da tinta e das embalagens dos &#8220;<i>remanufaturados<\/i>&#8221;. O      uso de cartuchos alternativos prejudica a impressora? Qual a garantia      para quem compra tinta no mercado &#8220;<i>cinza<\/i>&#8221;? Por essas      e outras quest&otilde;es &#8211; e depois de receber den&uacute;ncias de consumidores      de que a tinta original acaba r&aacute;pido demais -, o instituto decidiu      fazer um estudo dos cartuchos a fim de normatizar, em breve, a venda      do produto. O prazo para o t&eacute;rmino das compara&ccedil;&otilde;es      e medi&ccedil;&otilde;es feitas pelo Inmetro &eacute; de dois meses.      Conclu&iacute;dos os estudos, a minuta contendo resultados e recomenda&ccedil;&otilde;es      vai para consulta p&uacute;blica e, definidas as regras, os fabricantes      t&ecirc;m seis meses para efetivar as mudan&ccedil;as propostas pelo      instituto: a indica&ccedil;&atilde;o, na embalagem do cartucho, do volume      de tinta.<br \/>     A padroniza&ccedil;&atilde;o proposta pelo Inmetro atingir&aacute; tamb&eacute;m      o mercado informal: o instituto j&aacute; est&aacute; contactando empresas      que comercializam remanufaturados (chamados tamb&eacute;m de alternativos      ou recarregados) para legalizar a situa&ccedil;&atilde;o dos produtos.      Usar todos os clich&ecirc;s seria insuficiente para explicar a confus&atilde;o      do mercado. Por um lado, as fabricantes de impressoras lan&ccedil;am      modelos cada vez mais baratos, o que &#8220;seria&#8221; bom para o consumidor.      Seria, se o pre&ccedil;o do cartucho diminu&iacute;sse na mesma propor&ccedil;&atilde;o.      Em vez disso, &agrave;s vezes &eacute; mais vantajoso comprar uma impressora      nova &#8211; que traz um cartucho de &#8220;<i>brinde<\/i>&#8221; &#8211; do que uma      recarga original, que n&atilde;o sai por menos de R$ 80, podendo chegar      a R$ 200, dependendo da marca.<br \/>     Segundo algumas das maiores fabricantes de cartuchos originais, a explica&ccedil;&atilde;o      para a confus&atilde;o &eacute; simples: elas ganham mais com a venda      de suprimentos do que com a de impressoras. As companhias admitem que      o pre&ccedil;o do cartucho est&aacute; alto demais. De acordo com Lu&iacute;s      Fernando Tedesco, gerente de marketing de suprimentos da HP &#8211; empresa      que criou e patenteou a tinta para impressoras -, o elevado pre&ccedil;o      &eacute; fruto de: 1) o produto ser importado e n&atilde;o existir fabrica&ccedil;&atilde;o      local; 2) desvaloriza&ccedil;&atilde;o do Real; 3) alta taxa de c&acirc;mbio      (d&oacute;lar alto). &#8211; S&oacute; para se ter uma id&eacute;ia: um cartucho      que em 1998 custava R$ 48 hoje est&aacute; saindo por R$ 100. Temos      consci&ecirc;ncia de que os pre&ccedil;os est&atilde;o altos, mas deve-se      levar em considera&ccedil;&atilde;o essas vari&aacute;veis, que acabam      influenciando no pre&ccedil;o final do cartucho. &#8211; diz Lu&iacute;s.      &#8211; Um ponto que deve ser avaliado &eacute; que as pessoas, impressionadas      pelos baixos pre&ccedil;os das impressoras, acabam comprando o equipamento      errado para sua necessidade. Muitos reclamam que a tinta que compram      n&atilde;o dura muito tempo, mas para quem imprime demais a solu&ccedil;&atilde;o      &eacute; adquirir uma impressora a laser, que usa toner, com dura&ccedil;&atilde;o      maior. A afirma&ccedil;&atilde;o faria todo o sentido, se n&atilde;o      fosse por um por&eacute;m: a impressora a laser &eacute; muito mais      cara e economizar, pelo menos nesses tempos bicudos, &eacute; palavra      de ordem.<br \/>     No caso das impressoras Lexmark, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; um      pouco mais delicada: o cabe&ccedil;ote da impressora vem no cartucho      e n&atilde;o no perif&eacute;rico, o que encarece o produto. Por esse      motivo, o pre&ccedil;o de um cartucho Lexmark varia, hoje, entre R$      120 e R$ 155. Para o modelo Z35, o pre&ccedil;o dos dois cartuchos (preto      e colorido) &eacute; R$ 279! Segundo Ricardo Kamel, diretor da divis&atilde;o      de produtos de consumo da Lexmark, o alto pre&ccedil;o &eacute; decorrente      da alta tecnologia: &#8211; O cartucho gen&eacute;rico (outro &#8220;<i>apelido<\/i>&#8221;      do remanufaturado) &eacute; mais barato. Mas nossos cartuchos s&atilde;o      vendidos em cadeias oficiais de distribui&ccedil;&atilde;o, que recolhem      impostos, pagam direito de uso de shopping, de venda por cart&atilde;o      de cr&eacute;dito, enfim, uma s&eacute;rie de encargos que acabam encarecendo      o pre&ccedil;o final do produto &#8211; diz Ricardo. &#8211; Constantemente somos      acusados de termos os cartuchos mais caros do mercado, mas acredito      que com a queda do d&oacute;lar os pre&ccedil;os caiam tamb&eacute;m.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"texto\"><br \/>     <\/span>    <\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><a name=\"ainformativo4\"><span class=\"titulo\">ROUBO DE     SENHAS DE TECLADOS VIRTUAIS<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>O Inform&aacute;tica Terra (www.terra.com.br), de 16\/05\/2003, publicou      mat&eacute;ria sobre <i>programas que roubam senhas de teclados virtuais<\/i>,      transcrita a seguir: <\/p>\n<p>&#8220;Nos &uacute;ltimos meses, v&aacute;rios bancos brasileiros aderiram      ao chamado teclado virtual. Trata-se de uma nova forma de inserir senhas      em transa&ccedil;&otilde;es de Internet Banking. Em vez de o usu&aacute;rio      digitar os n&uacute;meros, clica com o mouse sobre um teclado num&eacute;rico      vis&iacute;vel na tela do computador. O objetivo &eacute; aumentar a      seguran&ccedil;a das transa&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias, mas      a pr&aacute;tica tem demonstrado que tal prote&ccedil;&atilde;o j&aacute;      est&aacute; sendo quebrada. <br \/>     O surgimento de teclados virtuais coincide com a avalanche de falsas      mensagens de e-mail, que come&ccedil;ou a assolar a Internet brasileira      a partir de meados do ano passado. Os e-mails s&atilde;o distribu&iacute;dos      aos milhares trazendo nomes de bancos e outras empresas conhecidas,      mas com um programa-espi&atilde;o &#8220;de brinde&#8221;. Um dos bancos      que adotou o teclado virtual afirma que &#8220;com ele, voc&ecirc; fica      protegido contra v&iacute;rus ou programas de captura de senha que possam      existir no computador que voc&ecirc; est&aacute; utilizando&#8221;. <br \/>     Isto &eacute; v&aacute;lido para os keyloggers tradicionais, que registram      apenas o que usu&aacute;rio digita. Mas j&aacute; est&atilde;o sendo      distribu&iacute;dos programas de captura n&atilde;o s&oacute; das teclas,      mas tamb&eacute;m da tela do computador. Isso significa que mesmo os      teclados virtuais est&atilde;o vulner&aacute;veis &agrave; espionagem.      <br \/>     Nesta semana, circulou pela segunda vez (pelo menos) uma mensagem atribu&iacute;da      &agrave; Verisign, uma das maiores empresas de certifica&ccedil;&atilde;o      digital do mundo, induzindo o usu&aacute;rio a instalar um falso certificado,      cujo link estava disfar&ccedil;adamente hospedado no provedor Kit.Net,      da Globo.com. Obviamente, tratava-se de um arquivo mal&eacute;fico,      que posteriormente foi analisado pelo laborat&oacute;rio ACME! de seguran&ccedil;a      de redes da Unesp. <br \/>     Segundo o resultado da an&aacute;lise, o arquivo &#8220;certificado_digital.exe&#8221;      gera outro, de nome MSNBC32.EXE, que por sua vez cria um arquivo texto      para guardar &#8220;os pressionamentos de teclas, bem como os t&iacute;tulos      das janelas ativas&#8221;. Estas teclas s&atilde;o correlacionadas com      snapshots (registros da tela) feitos ao redor do mouse. Outros arquivos      &#8220;armazenam imagens de 25&#215;25 pixels em 16 milh&otilde;es de cores      ao redor do cursor, quando o bot&atilde;o esquerdo do mouse &eacute;      pressionado&#8221;. <br \/>     De acordo com os pesquisadores, &#8220;o programa capta imagens e o comportamento      do sistema por aproximadamente 400 segundos&#8221;. O mesmo comportamento      foi encontrado em um arquivo de nome &#8220;Desejos.exe&#8221;, baixado      de um link numa mensagem que tamb&eacute;m circulou intensamente h&aacute;      alguns dias, contendo falsos cart&otilde;es virtuais. <br \/>     O analista de seguran&ccedil;a Nelson Murilo confirma que programas      com tais capacidades j&aacute; est&atilde;o circulando h&aacute; semanas.      Ontem mesmo circulou um spam atribu&iacute;do &agrave; Embratel e que      leva a uma p&aacute;gina do hpG, c&oacute;pia fiel da mensagem fraudulenta.      A p&aacute;gina ainda est&aacute; no ar e pode ser vista em www.contafacil21.hpg.ig.com.br.      Segundo Murilo, o falso programa &#8220;Conta F&aacute;cil 21&#8221; oferecido      na p&aacute;gina, teoricamente &#8220;para consulta de extrato telef&ocirc;nico      direto da Embratel&#8221;, cont&eacute;m um arquivo capaz de capturar      teclados virtuais. <br \/>     H&aacute; mais de dois meses, o programador Marcos Velasco j&aacute;      havia publicado em seu site um artigo com explica&ccedil;&otilde;es      ilustradas de como funciona um captador de imagens usado para roubar      senhas de teclados virtuais. O artigo, em formato RTF, pode ser aberto      por qualquer editor de textos, e baixado aqui. <br \/>     O que se v&ecirc;, portanto, &eacute; que seguran&ccedil;a n&atilde;o      depende apenas de tecnologia, pois esta pode ser quebrada. Seguran&ccedil;a      &eacute; tamb&eacute;m uma quest&atilde;o de postura. &Eacute; necess&aacute;rio      que o usu&aacute;rio fique atento a e-mails n&atilde;o solicitados,      downloads e arquivos desconhecidos em geral e mantenha sempre atualizados      programas de prote&ccedil;&atilde;o (como antiv&iacute;rus, antitrojans      e firewall pessoal), al&eacute;m de aplicar as corre&ccedil;&otilde;es      peri&oacute;dicas para brechas de seguran&ccedil;as nos softwares do      sistema operacional, de navega&ccedil;&atilde;o e de correio.&#8221;     <\/p>\n<p>    <\/p>\n<p>    <\/span> <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><a name=\"ainformativo5\"><span class=\"titulo\">MEM&Oacute;RIA     FOTOGR&Aacute;FICA DO CECOM<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>Voltando no tempo, O Sistem&aacute;tico publica outras fotos do Sistema      IBM\/360-40, instalado no CECOM em 1970. O IBM funcionou no CECOM at&eacute;      final de 1976. Como o Sistema Burroughs 6700 foi instalado em maio de      1975, o IBM funcionou paralelo a ele, para transfer&ecirc;ncia de todos      os sistemas, at&eacute; o final do ano de 1976.<\/p>\n<p>Para aqueles que n&atilde;o conheceram o IBM\/360-40, as caracter&iacute;sticas      t&eacute;cnicas dele eram: 128K de mem&oacute;ria; 1 unidade leitora\/perfuradora      de cart&otilde;es, capaz de ler at&eacute; 1000 cart&otilde;es por minuto      e perfurar 300 cart&otilde;es por minuto; 1 unidade impressora capaz      de imprimir at&eacute; 1100 linhas por minuto; 2 unidades de disco magn&eacute;tico,      cada uma com a capacidade de armazenamento de, aproximadamente, 30 milh&otilde;es      de bytes; e 4 unidades de fita magn&eacute;tica de 800 bpi.<\/p>\n<p>Segundo Renato Righi, ele &eacute; o autor das fotos, em data ignorada.<\/p>\n<p>    <\/span> <\/p>\n<table width=\"98%\" border=\"1\">\n<tr>\n<td bgcolor=\"#CCCCCC\">\n<div align=\"center\"><span class=\"texto\"><b>H&aacute;         27 anos&#8230;<\/b><br \/>        <b>RESCIS&Atilde;O DE CONTRATO<\/b><br \/>        <font face=\"1\">A UFMG rescindiu, em junho deste ano, o contrato         firmado com a Comiss&atilde;o Nacional de Energia Nuclear, que         regia a utiliza&ccedil;&atilde;o pela mesma do computador IBM\/360-40.         Com este ato, a UFMG ter&aacute; condi&ccedil;&otilde;es de transferir         para a Universidade Federal de Santa Catarina este computador,         em troca do sistema de grande porte B6700, j&aacute; instalado         e colocado &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de seus usu&aacute;rios.         &#8230; <i><br \/>        (Boletim Informativo do Centro de Computa&ccedil;&atilde;o da         UFMG, v.6, no 2, mar&ccedil;o\/junho 1976<\/i>)<\/font><\/span><\/div>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p><span class=\"texto\"> <\/span><\/p>\n<p>    <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/IBMant1.jpg\" width=\"461\" height=\"339\"><\/p>\n<p align=\"center\"><font face=\"1\"><i>Ao fundo: Arnaldo operando unidades      de fita. &Agrave; frente, leitora\/perfuradora de cart&otilde;es. &Agrave;      direita, console de opera&ccedil;&atilde;o e CPU.<\/i><\/font><\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/IBMant2.jpg\" width=\"452\" height=\"335\"><\/p>\n<p align=\"center\"><font face=\"1\"><i>Arnaldo montando um disco na unidade<\/i><\/font><\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/IBMant3.jpg\" width=\"448\" height=\"335\"><\/p>\n<p align=\"center\"><font face=\"1\"><i>Console acoplado &agrave; CPU, unidade      de disco e leitora\/perfuradora de cart&otilde;es<\/i><\/font><\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/IBMant4.jpg\" width=\"448\" height=\"335\"><\/p>\n<p align=\"center\"><font face=\"1\"><i>Console, impressora e unidade de fita<\/i><\/font><\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/IBMant5.jpg\" width=\"335\" height=\"431\"><\/p>\n<p align=\"center\"><i><font face=\"1\">A CPU com a tradicional placa &#8220;Pense&#8221;      dos IBM, que atualmente se encontra na Reda&ccedil;&atilde;o de O Sistem&aacute;tico.<\/font><\/i><\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/IBMant6.jpg\" width=\"448\" height=\"339\"><\/p>\n<p align=\"center\"><i><font face=\"1\">Leitora\/perfuradora e ao fundo a CPU<\/font><\/i><\/p>\n<p align=\"center\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/fotos\/IBMant7.jpg\" width=\"448\" height=\"322\"><\/p>\n<p align=\"center\"><i><font face=\"1\">Impressora e unidade de disco<\/font><\/i><\/p>\n<p>    <\/span> <\/td>\n<\/tr>\n<p>  <!-- #EndEditable -->  <\/table>\n<p> <!-- fim noticias --> <!-- tabela ha 20 anos --> <\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" class=\"cinza\">\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"19\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"510\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"19\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"vermelho\" colspan=\"5\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"vermelho\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><!-- #BeginEditable \"ha 20 anos\" --><a name=\"ainformativo6\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"8\" alt=\"\" border=\"0\"><br \/>    <span class=\"titulo\">H\u00e1 20 anos&#8230;<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>O Sistem&aacute;tico Ano VII, no. 20, de 19\/05\/1983, publicou not&iacute;cias      sobre a viagem da diretora do CECOM, Maria Miriam Arruda Salvador, &agrave;      Canela\/RS, para o 20o. ENACUB, erros em fitas magn&eacute;ticas, 1a.      Ol&iacute;mpiada do CECOM, 1o. CALIBRE, entre outras. A not&iacute;cia      que se destacou foi:<\/p>\n<p><b>SISTEMA FREQ&Uuml;&Ecirc;NCIA<\/b><br \/>     <font face=\"1\">Em reuni&atilde;o realizada na &uacute;ltima sexta-feira,      dia 13, na qual participaram representantes da Divis&atilde;o de Projetos      Administrativos e de Servi&ccedil;os Implantados, foi entregue ao Setor      de Controle de Qualidade a execu&ccedil;&atilde;o do Sistema Freq&uuml;&ecirc;ncia<\/font>.<\/p>\n<p>    <\/span><!-- #EndEditable --><br \/>     <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"8\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<td class=\"vermelho\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td class=\"vermelho\" colspan=\"5\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-content\/uploads\/imgs\/tudo_pixel.gif\" width=\"1\" height=\"1\" alt=\"\" border=\"0\"><\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p> <!-- fim tabela ha 20 anos --><\/div>\n<p><a name='eventos'><\/a><\/p>\n<h4>Eventos<\/h4>\n<div class=\"centro-sistematico\">  <!-- noticias --> <\/p>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\">\n<tr>\n<td><\/td>\n<td><\/td>\n<\/tr>\n<p>  <!-- #BeginEditable \"materias\" -->   <\/p>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"> <a name=\"aeventos1\"><span class=\"titulo\">RECITAL     DE PIANO<\/span><\/a> <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p>Na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, dia 27 de maio, &agrave;s 19:00,      acontece no audit&oacute;rio da Escola de M&uacute;sica da UFMG o recital      de Mestrado em piano do ceconiano Marcelo Novaes Machado, orientado      pelo professor e diretor da EMUFMG, Lucas Bretas.<\/p>\n<p>No programa, obras de J.S.Bach (Su&iacute;te Francesa n&ordm; 5, em      Sol Maior &#8211; Allemande, Courante, Sarabande, Gavotte, Bourr&eacute;e,      Loure, Gigue), L.Van Beethoven (Sonata Opus 31, n&ordm; 3 &#8211; Allegro,      Scherzo, Menuetto, Presto con fuoco), F. Mendelssohn (Fantasia Opus      28 &#8211; Con moto agitato&#8230;Andante, Allegro con moto, Presto).<\/p>\n<p>O concerto ter&aacute; entrada franca.<\/p>\n<p>    <\/span> <\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><\/td>\n<td align=\"LEFT\" valign=\"TOP\"><a name=\"aeventos2\"><span class=\"titulo\">SOCIAIS<\/span><\/a>     <span class=\"texto\">     <\/p>\n<p><b>ANIVERS&Aacute;RIOS:<\/b> <i>&#8220;O Sistem&aacute;tico&#8221; envia      os parab&eacute;ns para os ex-ceconianos: Wang Kui Ying, hoje, dia 22;      Jonas Fernandes Campos, no dia 23; Osvaldo S&eacute;rgio Farhat de Carvalho      (LCC), no dia 25; Ade&iacute;se Lucas Pereira, no dia 26; Walter Guerra      (LCC) e Ana Maria da Rocha, no dia 28; e Avair Eust&aacute;quio, no      dia 29.<\/i><\/p>\n<p>    <\/span>    <\/td>\n<\/tr>\n<p>  <!-- #EndEditable -->  <\/table>\n<p> <!-- fim noticias --><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Not\u00edcias DIRETOR DA ATI PARTICIPA DE REUNI&Atilde;O DA RNP FORMUL&Aacute;RIOS DE ISEN&Ccedil;&Atilde;O DO VESTIBULAR J&Aacute; EST&Atilde;O NA AG&Ecirc;NCIAS DO CORREIO CECOM DESENVOLVE BANCO DE DADOS USANDO O APPROACH CECOR AJUDA A RECUPERAR NOTEBOOK DO CECOM Informativo GENTEWHERE DICAS DE SITES INTERESSANTES O SAMBA DO CARTUCHO DOIDO ROUBO DE SENHAS DE TECLADOS VIRTUAIS MEM&Oacute;RIA FOTOGR&Aacute;FICA DO &#8230; <a title=\"Sistem\u00e1tico: Edi\u00e7\u00e3o 1158 &#8211; 22\/05\/2003\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/2003\/05\/22\/sistematico-edicao-1158-22052003\/\" aria-label=\"Read more about Sistem\u00e1tico: Edi\u00e7\u00e3o 1158 &#8211; 22\/05\/2003\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"inline_featured_image":false,"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"coauthors":[79],"class_list":["post-3204","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sistematico"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3204","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3204"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3204\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3204"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3204"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3204"},{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/dti\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=3204"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}