Espaço em Rede – Espaço do Conhecimento UFMG
 
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Espaço em Rede

Oficinas, contações de histórias, jogos e brincadeiras: essas são algumas das ações educativas realizadas no Espaço do Conhecimento UFMG. Em 2020, essas atividades foram adaptadas para o ambiente virtual, dentro do novo projeto Espaço em Rede, que criou alternativas de conexão, aproximação e troca, a partir do compartilhamento de conteúdos criativos e instigantes, no YouTube e IGTV. Em 2021, o Espaço em Rede vai além! A partir de março, serão realizadas oficinas virtuais ao vivo, pelo Zoom, com turmas reservadas a grupos escolares e outras para o público em geral. Todas as atividades são gratuitas, mas têm vagas limitadas, preenchidas por ordem de inscrição.

Programação 2021:

JUNHO | Oficina virtual “Brincando com as Palavras”

Paçoca, pipoca, Maracanã, jacaré, Ipanema: o que essas palavras têm em comum? Assim como diversos outros hábitos, comidas, práticas e instrumentos que estão presentes no nosso dia a dia, elas têm origem nos conhecimentos dos povos indígenas! Em junho, a oficina do Espaço em Rede vai propor aos participantes uma reflexão sobre as culturas indígenas, utilizando palavras presentes no léxico do português brasileiro. Através de jogos e desafios, a oficina “Brincando com as Palavras” realizada no dia 19 de junho, traz, de forma lúdica e leve, uma contextualização histórica sobre os povos indígenas brasileiros. Falaremos também sobre os troncos linguísticos Tupi e Macro-Jê, sua estrutura e relevância, além da formação de palavras influenciadas mais especificamente pelo tronco linguístico Tupi.

Quando: 19 de junho, sábado, às 10h

Onde: plataforma Zoom (o link será enviado aos inscritos por email)

Vagas: 20 | Inscrições: https://forms.gle/ttmwq3DSg8vDREay8

Atividade gratuita

 

 

ABRIL | Oficina virtual “Brincando de Contar Histórias” 

Você conhece as diversas formas de explicar a criação do mundo e dos seres humanos, elaboradas por diferentes culturas? Esse tema será abordado na oficina virtual Brincando de Contar Histórias, que o Espaço do Conhecimento UFMG realiza no próximo dia 10 de abril. A atividade é uma contação de histórias, mesclada com brincadeiras, e se baseia na instalação Cosmogonias, localizada no segundo andar do museu, dentro da exposição Demasiado Humano. Nessa instalação, são apresentadas histórias de criação do mundo das culturas Yorubá, Maxacali, Maia-Quiché, Grega e Judaico-Cristã.

Quando: 10/04 (sábado), às 10h
Onde: Zoom (link enviado aos inscritos por e-mail)
Classificação indicativa: a partir de 8 anos
Vagas: 18 | Formulário de inscrição: https://forms.gle/DEvqfkerv63xEFnm7
Atividade gratuita

 

 


MARÇO | Oficina virtual “Os Sorielisarb – quem são os outros?” 

Você conhece os Sorielisarb? Eles se encontram entre os povos do Caribe, do braço direito do Rio Amazonas, e povos do tronco tupi do Rio da Prata, estando majoritariamente dentro daquilo que se convencionou chamar de círculo tupi-guarani. Os Sorielisarb existem em grande número e são um povo muito próximo a nós, mas, ao mesmo tempo, desconhecido. Na oficina, que é voltada para o público infanto-juvenil (idade mínima de 8 anos), vamos analisá-los, conhecer seus costumes e crenças e descobrir que nem tudo é o que parece! A atividade é conduzida pelos mediadores do Núcleo de Ações Educativas do museu e está relacionada à exposição Mundos Indígenas.

Classificação indicativa: a partir de 8 anos
Onde: Zoom (link enviado aos inscritos por e-mail)
Atividade gratuita

 

 


Conteúdos publicados em 2020:

Setembro 2020 | Contação de histórias “Ananse das Histórias”

No mundo antigo, segundo a mitologia do povo Akan, na atual região de Gana e Costa do Marfim, não haviam histórias, e por isso viver era muito triste. Kwaku Ananse, o homem aranha, queria se tornar o dono de todas as histórias e para isso teve que tecer uma grande teia e pedir ajuda ao Deus Nyame, que lhe concedeu três difíceis missões. Nesse vídeo, o público descobrirá que missões são essas e o que ele faz para passar por elas.  Ananse das Histórias faz parte da seleção de narrativas e personagens importantes das culturas Akan, Banto, Yorubá e Zulu, da tradicional atividade “Histórias da África de A a Z”. Para contar essa história, a mediadora Priscila Martins usa objetos do cotidiano, materiais comuns ao ambiente caseiro que representam um convite a um exercício de escuta e imaginação.

 

 

Outubro 2020 | Oficina de Animação em Massinha

Vocês já pararam para pensar como são feitos os desenhos animados? Tudo começou com Georges Méliès, na época do cinema mudo. Méliès também era mágico e seus filmes ficaram conhecidos por desafiar o real. Um dos truques que ele utilizava era a “parada para substituição”, que deu início à técnica conhecida como Stop Motion, muito importante até hoje para produzir filmes de animação como os famosos “A Fuga das Galinhas” (2000), “A Noiva Cadáver” (2004) e “Coraline e o Mundo Secreto” (2009). Nesta oficina, a mediadora Júlia Lobato te ensina a fazer uma animação utilizando massinha e a técnica Stop Motion. Para isso, vamos precisar de uma cartolina ou papel cartão, massinhas coloridas e um celular. Também é necessário baixar um aplicativo. Recomendamos o Stop Motion Studio, que é bem simples de usar. Se você for criança, peça a ajuda de um adulto para instalar o aplicativo. Agora, é só seguir o passo a passo!

 

 

Novembro 2020 | Contação de histórias “Pan Ku”

Na mitologia chinesa, a ruptura de um grande ovo é responsável pela criação do mundo. No centro desse ovo habitava Pan Ku, um ser que crescia grande e misterioso por dezoito mil anos. Com sua força e tamanho, Pan Ku rompeu a casca, separando assim Yin e Yang, elementos opostos que se complementam entre si. Nesse momento, a escuridão cessou, e o mundo surgiu. A história contada no Espaço em Rede de novembro faz parte da série “Contos Orientais”, que aborda narrativas sobre o surgimento do universo e personagens das culturas chinesa e japonesa. Para contar, utilizamos utensílios do cotidiano e objetos feitos de papel, que possibilitam a experimentação e reprodução no ambiente domiciliar. O papel é um elemento extremamente importante na arte chinesa, uma arte tradicional que evoluiu no curso do desenvolvimento dessa cultura. Venha aprender mais da cultura oriental com a gente!

 

 

Dezembro 2020 | Oficina de Encadernação

Você sabia que, até certo momento da história, as bibliotecas eram bem diferentes das que temos hoje? Os livros eram basicamente em formato de rolos, chamados volumes. O formato dos nossos livros e cadernos atuais, o códice, desponta nos primeiros séculos da era cristã e marcam uma importante transformação, tornando-os muito mais fáceis de transportar e manusear. Para tratar deste tema, o Espaço vem desenvolvendo periodicamente oficinas que ensinam o passo a passo de diferentes tipos de encadernação, desde os mais simples até algumas técnicas mais elaboradas. Esse assunto também é apresentado na seção Fábrica da Letra, da exposição Demasiado Humano. Neste vídeo, você vai aprender a fazer seu próprio caderno ou livreto de forma prática e com materiais que já tem em casa ou na escola. Fique atento a cada passo e se for criança não esqueça de pedir a ajuda de um adulto, combinado?


 

Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes. Sua programação diversificada inclui exposições, cursos, oficinas, apresentações culturais, palestras e debates. Integrante do Circuito Liberdade, o museu é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas Gerais. O Espaço pertence à Diretoria de Ação Cultural (DAC) da UFMG, é amparado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com patrocínio do Instituto Unimed-BH, viabilizado por mais de 5,2 mil médicos cooperados e colaboradores.

 

Sobre o Instituto Unimed-BH 

Associação sem fins lucrativos, o Instituto Unimed-BH, desde 2003, desenvolve projetos visando ampliar o acesso à cultura, estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, valorizar os espaços públicos e o meio ambiente e contribuir com a formação para a cidadania. É responsável pela realização do Programa Sociocultural Unimed-BH que, ao longo de sua história, destinou cerca de R$140 milhões ao setor cultural, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura e da Lei Federal de Incentivo à Cultura, gerando milhares de postos de trabalho, impulsionados pelo patrocínio de mais de 5.200 médicos cooperados e colaboradores. Anualmente milhares de pessoas são alcançadas por meio de projetos de cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. Neste ano, todas as iniciativas do Instituto celebram os 50 anos da Unimed-BH.