{"id":1116,"date":"2025-07-30T15:55:32","date_gmt":"2025-07-30T18:55:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/novo\/?page_id=1116"},"modified":"2025-10-13T15:51:07","modified_gmt":"2025-10-13T18:51:07","slug":"mira-artes-visuais-contemporaneas-dos-povos-indigenas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/exposicoes\/mira-artes-visuais-contemporaneas-dos-povos-indigenas\/","title":{"rendered":"\u00a1MIRA! Artes Visuais Contempor\u00e2neas dos Povos Ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Setembro de 2014 a janeiro de 2015<\/em><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:35px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"413\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/novo\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/IMG_5417-2-1024x413.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1117\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/IMG_5417-2-1024x413.jpg 1024w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/IMG_5417-2-300x121.jpg 300w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/IMG_5417-2-768x310.jpg 768w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/IMG_5417-2.jpg 1140w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<div style=\"height:35px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p>De setembro a janeiro de 2014, o Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG recebeu a exposi\u00e7\u00e3o <strong>\u00a1MIRA! Artes Visuais Contempor\u00e2neas dos Povos Ind\u00edgenas<\/strong>, que re\u00fane 84 trabalhos de 50 artistas ind\u00edgenas do Brasil, Bol\u00edvia, Col\u00f4mbia, Equador e Peru. Inaugurada em 2013 no Centro Cultural UFMG, <strong>\u00a1Mira!<\/strong>traz express\u00f5es art\u00edsticas variadas, como telas e esculturas, al\u00e9m de v\u00eddeos que contam a hist\u00f3ria da concep\u00e7\u00e3o das obras, propondo uma nova leitura. A mostra&nbsp;\u00e9 resultado das pesquisas do n\u00facleo Literaterras e de realiza\u00e7\u00e3o do Espa\u00e7o do Conhecimento e da Diretoria de A\u00e7\u00e3o Cultural (DAC) da UFMG.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pensar a constru\u00e7\u00e3o do conhecimento a partir de outras perspectivas culturais \u00e9 uma das propostas da exposi\u00e7\u00e3o. A professora Leda Martins, Diretora da DAC, enfatiza a import\u00e2ncia da inclus\u00e3o dos diversos olhares dos povos ind\u00edgenas na produ\u00e7\u00e3o cultural contempor\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A bela exposi\u00e7\u00e3o \u00a1Mira!\u00e9 parte das a\u00e7\u00f5es cont\u00ednuas da UFMG na afirma\u00e7\u00e3o e inclus\u00e3o dos ind\u00edgenas em in\u00fameros projetos culturais, assim como em programas de ensino, extens\u00e3o e pesquisa. A exposi\u00e7\u00e3o se destaca por sua import\u00e2ncia, originalidade e valor est\u00e9tico, e essa relev\u00e2ncia \u00e9 tamb\u00e9m evidenciada pela sua repercuss\u00e3o nacional e internacional, assim como pelos in\u00fameros convites que tem recebido para circula\u00e7\u00e3o por pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. \u00a1Mira!nos permite real\u00e7ar a urg\u00eancia em incorporarmos os olhares, pensamentos e pr\u00e1ticas dos povos ind\u00edgenas aos circuitos de produ\u00e7\u00e3o de conhecimentos acad\u00eamicos, contribuindo efetivamente para a visibilidade e valoriza\u00e7\u00e3o que h\u00e1 muito merecem&#8221;, destaca.<\/p>\n\n\n\n<p>Para Maria In\u00eas de Almeida, curadora da exposi\u00e7\u00e3o,&nbsp;<strong>\u00a1Mira!<\/strong>&nbsp;traz um olhar contempor\u00e2neo sobre as obras dos artistas ind\u00edgenas que, embora tratem de temas ligados \u00e0s suas respectivas culturas, n\u00e3o podem ser classificadas simplesmente como arte ind\u00edgena. \u201c\u00c9 um olhar sobre a obra, uma inser\u00e7\u00e3o dessa produ\u00e7\u00e3o no cen\u00e1rio art\u00edstico contempor\u00e2neo. A partir delas o p\u00fablico ter\u00e1 acesso ao pensamento dessas popula\u00e7\u00f5es sobre quest\u00f5es como guerras, espiritualidade e viol\u00eancia&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<p>A curadora acrescenta que, para os povos ind\u00edgenas, a ideia de produ\u00e7\u00e3o da arte s\u00f3 surge a partir do contato com o mundo globalizado. &#8220;Porque, antes, na cultura destes povos, a arte e a vida eram uma coisa s\u00f3, n\u00e3o havia essa separa\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, o olhar ind\u00edgena est\u00e1 impresso em cada uma das obras, uma vez que s\u00e3o trabalhos que demonstram a integra\u00e7\u00e3o dos artistas \u00e0s suas ra\u00edzes culturais&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor cient\u00edfico-cultural do Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG \u00e0 \u00e9poca, Ren\u00e9 Lommez Gomes, corrobora esse racioc\u00ednio em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 natureza identit\u00e1ria dos trabalhos que integram a exposi\u00e7\u00e3o e reflete sobre o processo de constru\u00e7\u00e3o desta. &#8220;\u00c9 preciso entender que a ideia principalera fazer um mapeamento da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica ind\u00edgena. Durante o processo, quando vieram informa\u00e7\u00f5es sobre quem s\u00e3o esses artistas e como eles produziam seus trabalhos, algumas ideias pr\u00e9-concebidas foram descartadas, a exemplo do conceito de que a arte ind\u00edgena \u00e9 uma &#8216;retomada de tradi\u00e7\u00e3o&#8217;. \u00c9 um aspecto presente, claro, mas o mais importante \u00e9 essa desconstru\u00e7\u00e3o que ela provoca, trazendo \u00e0 tona a ideia de que esses ind\u00edgenas n\u00e3o s\u00e3o &#8216;povos parados no tempo e isolados no mundo&#8217;. Eles s\u00e3o pessoas que mant\u00eam identidades ind\u00edgenas, mas vivem no mundo contempor\u00e2neo&#8221;, refor\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Ren\u00e9 Lommez acrescenta ainda que o universo dos artistas que integram a mostra \u00e9 complexo, e essa tradu\u00e7\u00e3o est\u00e1 entre os desafios da mostra. &#8220;Alguns deles ainda vivem em aldeias, nas suas comunidades, e outros j\u00e1 est\u00e3o completamente inseridos no universo urbano, inclusive com forma\u00e7\u00e3o universit\u00e1ria. H\u00e1 alguma conex\u00e3o com a tradi\u00e7\u00e3o e as quest\u00f5es ind\u00edgenas atuais, mas n\u00e3o \u00e9 uma caracter\u00edstica predominante e nem t\u00e3o vis\u00edvel. Ent\u00e3o,&nbsp;\u00a1Mira! contribui para a queda desses estere\u00f3tipos&#8221;, diz.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:35px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>Nova abordagem<br><\/strong>Como se trata de uma exposi\u00e7\u00e3o que j\u00e1 percorreu espa\u00e7os como o Centro Cultural UFMG, a Casa&nbsp;da&nbsp;Cultura&nbsp;da Am\u00e9rica Latina da&nbsp;UnB e o Museu Nacional dos Correios, os dois \u00faltimos em Bras\u00edlia, o retorno \u00e0 capital mineira trouxe tamb\u00e9m uma nova abordagem da mostra.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c\u00a1Mira! \u00e9 uma exposi\u00e7\u00e3o fluida, que se adapta aos locais onde \u00e9 recebida e, no Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG, ela ter\u00e1 um enfoque maior na constru\u00e7\u00e3o dos saberes a partir do olhar dos artistas que registram suas vis\u00f5es de mundo. Quando foi inaugurada no Centro Cultural UFMG, o foco era a hist\u00f3ria dos povos ind\u00edgenas; desta vez, ela est\u00e1 mais centrada nas diversas formas de tradu\u00e7\u00e3o do universo ind\u00edgena para o mundo contempor\u00e2neo&#8221;, explica Maria In\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ren\u00e9 Lommez fala da leitura feita pelo museu a partir da trajet\u00f3ria da exposi\u00e7\u00e3o: \u201c\u00a1Mira! vir para o Espa\u00e7o agora \u00e9 muito significativo. Como se trata de uma remontagem&nbsp;da exposi\u00e7\u00e3o de 2013, n\u00e3o vamos simplesmente fazer a mesma exposi\u00e7\u00e3o. O objetivo \u00e9 tentar refletir um pouco sobre as novas quest\u00f5es que apareceram e sobre a pr\u00f3pria circula\u00e7\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o, e tentar dar um enfoque maior no processo de constru\u00e7\u00e3o dessas obras. Al\u00e9m de exp\u00f4-las queremos mostrar quem s\u00e3o os artistas, o que e como eles produzem&#8221;, enfatiza.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:35px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-3 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/novo\/mira-artes-visuais-contemporaneas-dos-povos-indigenas\/mira_08-1024x682\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\" data-id=\"1118\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/novo\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/mira_08-1024x682-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1118\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/mira_08-1024x682-1.jpg 1024w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/mira_08-1024x682-1-300x200.jpg 300w, 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Artes Visuais Contempor\u00e2neas dos Povos Ind\u00edgenas, que re\u00fane 84 trabalhos de 50 artistas ind\u00edgenas do Brasil, Bol\u00edvia, Col\u00f4mbia, Equador e Peru. 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