{"id":7357,"date":"2025-12-02T13:42:51","date_gmt":"2025-12-02T16:42:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/?page_id=7357"},"modified":"2025-12-04T13:47:03","modified_gmt":"2025-12-04T16:47:03","slug":"heteroidentificacao-racial-na-ufmg","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/podcast-papo-em-pauta\/heteroidentificacao-racial-na-ufmg\/","title":{"rendered":"Heteroidentifica\u00e7\u00e3o racial na UFMG"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"413\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Papo-em-Pauta-Novembro_Banner-2.1-1024x413.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-865\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Papo-em-Pauta-Novembro_Banner-2.1-1024x413.png 1024w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Papo-em-Pauta-Novembro_Banner-2.1-300x121.png 300w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Papo-em-Pauta-Novembro_Banner-2.1-768x310.png 768w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Papo-em-Pauta-Novembro_Banner-2.1-1536x620.png 1536w, https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Papo-em-Pauta-Novembro_Banner-2.1-2048x826.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:34px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><em>01 de novembro de 2022<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Os negros representam a maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira. 56,10% se declararam negros, grupo que re\u00fane pretos e pardos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Cont\u00ednua do IBGE (2018). Os negros \u2013 que o IBGE conceitua como a soma de pretos e pardos \u2013 s\u00e3o, portanto, a maioria da popula\u00e7\u00e3o. No entanto,&nbsp; a superioridade num\u00e9rica, ainda n\u00e3o se reflete na sociedade brasileira. Diante dessa estat\u00edstica, \u00e9 importante dialogar sobre quem \u00e9 negro no Brasil e quem pode concorrer \u00e0s vagas de cotas nas universidades p\u00fablicas. Esses e outros temas estar\u00e3o em debate no Papo em Pauta \u2013 iniciativa patrocinada pelo Instituto Unimed-BH e pela Cemig \u2013 que acontece no pr\u00f3ximo s\u00e1bado, 05 de novembro, \u00e0s 10h no Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG. A atividade inaugura a programa\u00e7\u00e3o do Novembro Negro do museu.<\/p>\n\n\n\n<p>Aberto ao p\u00fablico, o debate ter\u00e1 como convidado o professor Rodrigo Ednilson de Jesus, autor do livro \u201cQuem quer (pode) ser negro no Brasil?\u201d, presidente da Comiss\u00e3o Permanente de A\u00e7\u00f5es Afirmativas e Inclus\u00e3o da UFMG, doutor em Educa\u00e7\u00e3o pela UFMG e professor da Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o e do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Educa\u00e7\u00e3o da UFMG.<\/p>\n\n\n\n<p>O bate papo vai abordar quest\u00f5es relevantes sobre racismo e heteroidentifica\u00e7\u00e3o, como explica Rodrigo Ednilson. \u201cNunca foi positivo ser negro no Brasil, pois esse lugar social \u00e9 vulner\u00e1vel e ainda \u00e9 um lugar de desprestigio social, de medo e de risco. Quem quer se negro diante da viol\u00eancia policial? Frente ao racismo? Ou \u00e0 viol\u00eancia obst\u00e9trica que marca a vida de tantas mulheres negras no Brasil?\u201d, inquire o professor.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:34px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<p><strong>A\u00e7\u00f5es Afirmativas na UFMG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desde 2009, quando implementou a pol\u00edtica de b\u00f4nus vinculada a uma autodeclara\u00e7\u00e3o racial, a UFMG adota pol\u00edticas de a\u00e7\u00f5es afirmativas para minimizar as desigualdades no acesso da popula\u00e7\u00e3o negra ao ensino superior. A partir de 2012, ano em que foi instaurada a legisla\u00e7\u00e3o federal espec\u00edfica, a Lei n\u00ba 12.711, a Universidade iniciou sua&nbsp; pol\u00edtica de cotas. As bancas de heteroidentifica\u00e7\u00e3o foram implementadas na UFMG em 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Em um importante momento para se refletir sobre v\u00e1rios temas e comportamentos que refor\u00e7am o racismo, o museu promove essa e mais uma s\u00e9rie de atividades. Confira a programa\u00e7\u00e3o completa em <a href=\"http:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/acontece\/programacao\"><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0)\" class=\"has-inline-color has-black-color\">&nbsp;<\/mark><mark style=\"background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#810e13\" class=\"has-inline-color\">ufmg.br\/espacodoconhecimento\/acontece\/programacao<\/mark><\/a>. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:34px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Papo em Pauta | Heteroidentifica\u00e7\u00e3o racial na UFMG: Quem quer (pode) ser negro no Brasil?\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/CiR5mrVZuqk?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>01 de novembro de 2022 Os negros representam a maioria da popula\u00e7\u00e3o brasileira. 56,10% se declararam negros, grupo que re\u00fane pretos e pardos, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) Cont\u00ednua do IBGE (2018). 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