{"id":312,"date":"2026-07-07T15:01:07","date_gmt":"2026-07-07T18:01:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/festivaldeinverno\/?page_id=312"},"modified":"2026-07-10T11:22:32","modified_gmt":"2026-07-10T14:22:32","slug":"exposicoes","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/festivaldeinverno\/exposicoes\/","title":{"rendered":"Exposi\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exposi\u00e7\u00f5es de 14 a 24 de julho<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Exposi\u00e7\u00e3o <em>\u201cRetomar o Rio\u201d<\/em>, de Roberto Santana no Espa\u00e7o de Po\u00e9ticas (FaE) &#8211; Curadoria Daniele de S\u00e1 Alves.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: 08h \u00e0s 20h.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exposi\u00e7\u00f5es programadas no Centro Cultural UFMG.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Arte em movimento: tra\u00e7o, mem\u00f3ria e a liberdade do gesto<\/strong> <\/em>com Curadoria: Fabr\u00edcio Fernandino e Daniele Alves &#8211; Centro Cultural UFMG<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A hist\u00f3ria da arte em Minas Gerais, particularmente aquela que se consolidou no \u00e2mbito universit\u00e1rio a partir da segunda metade do s\u00e9culo XX, n\u00e3o pode ser compreendida sem o reconhecimento da profunda influ\u00eancia exercida por Alberto da Veiga Guignard. Entre as d\u00e9cadas de 1940 e 1960, seus alunos constitu\u00edram um n\u00facleo de artistas que n\u00e3o apenas renovou a produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica brasileira, mas tamb\u00e9m lan\u00e7ou as bases para a cria\u00e7\u00e3o da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A exposi\u00e7\u00e3o \u201cArte em movimento: tra\u00e7o, mem\u00f3ria e a Liberdade do gesto\u201d nasce do desejo de reconhecer e celebrar essa heran\u00e7a. Reunindo obras de artistas pertencentes \u00e0s primeiras gera\u00e7\u00f5es formadas por Guignard e que posteriormente integraram o corpo docente da Escola de Belas Artes, a mostra evidencia n\u00e3o apenas trajet\u00f3rias individuais, mas tamb\u00e9m os v\u00ednculos que conectam forma\u00e7\u00e3o art\u00edstica, ensino e constru\u00e7\u00e3o institucional. A mostra conta com obras dos artistas \u00c1lvaro Apocalypse,Yara Tupinamb\u00e1,&nbsp; HAroldo Mattos,&nbsp; Herculano Campos,&nbsp; Wilde Lacerda,&nbsp; Eduardo de Paula, Jarbas Juarez,&nbsp; Pomp\u00e9a Brito, Jefferson Lodi e da Sala especial Beatriz Coelho. As obras&nbsp; foram cedidas pelo Acervo Art\u00edstico da UFMG, Grupo Giramundo e de acervos particulares.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local: Grande Galeria do Centro Cultural UFMG<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Abertura: 14 de julho de 2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ter\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entrada gratuita<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Mem\u00f3rias em madeira: a arte da Xilogravura<\/em> &#8211;<\/strong>&nbsp; <strong>Centro Cultural UFMG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Exposi\u00e7\u00e3o individual \u2018<em>Mem\u00f3rias em madeira: a arte da Xilogravura\u2019<\/em>, do artista<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/xilogravuras.arte\/\"> Pedro de Lima<\/a>, com curadoria de Joana Brito. A mostra re\u00fane xilogravuras que ilustram duas obras escritas pelo artista, expressando a riqueza da cultura popular brasileira.&nbsp; Em suas obras, elementos como vaqueiros, artefatos de couro, rendas de bilro, estandartes de festas, temperos marcantes, cocares ind\u00edgenas e vastos palmeirais convertem-se em mat\u00e9ria-prima de mem\u00f3rias entalhadas. Cada imagem revela a sensibilidade do artista sobre os of\u00edcios, as paisagens e os costumes que moldam o Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pedro de Lima nasceu em Caxias (MA), em 29 de junho de 1947. Na d\u00e9cada de 1960, mudou-se com a fam\u00edlia para o Crato (CE) e, anos depois, seguiu para Bras\u00edlia, onde graduou-se em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Em 1978, ingressou como docente na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal (RN), onde viveu at\u00e9 2021, quando retornou ao Crato, cidade de sua juventude. \u00c9 mestre em Antropologia Social pela UFRN e doutor em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de S\u00e3o Paulo (FAU-USP). Autor de diversos livros acad\u00eamicos, cord\u00e9is, poemas e ensaios sobre quest\u00f5es sociais, tem entre suas principais obras \u2018<em>Encantos do Brasil: xilogravura e cultura popular\u2019<\/em> (Appris\/Art\u00eara, 2019) e \u2018<em>Bai\u00e3o de dois: sons e sabores do Brasil\u2019<\/em> (Confraria do Vento, 2021).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local: Sala Ana Horta&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Visita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 16\/08\/2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ter\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sala Ana Horta<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entrada gratuita<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Retalhos: Desenhos, Fotografias e Objetos de Wanda Tofani<\/em> &#8211;<\/strong> <strong>Centro Cultural UFMG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mostra re\u00fane cinco cole\u00e7\u00f5es de obras visuais da artista Wanda Tofani desenvolvidas nos \u00faltimos sete anos, explorando leituras da vida, da mem\u00f3ria e dos mitos por meio de desenhos, fotografias e objetos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wanda de Paula Tofani (Belo Horizonte, MG) \u00e9 artista visual, professora e pesquisadora. Graduou-se em Desenho, Pintura e Gravura pela Escola de Belas Artes da UFMG (1981\u20131983). Em 1990, ingressou como professora do Departamento de Desenho da institui\u00e7\u00e3o, onde tamb\u00e9m concluiu o Mestrado em Artes (1997). \u00c9 doutora em Literatura e Outros Sistemas Semi\u00f3ticos (Literatura Comparada) pela Faculdade de Letras da UFMG (2005). Aposentou-se da doc\u00eancia em 2012. Ao longo de sua trajet\u00f3ria, realizou sete exposi\u00e7\u00f5es individuais em Minas Gerais, participou de oito sal\u00f5es nacionais, recebendo premia\u00e7\u00e3o em quatro deles, e integrou cerca de vinte exposi\u00e7\u00f5es coletivas, incluindo uma internacional, na qual apresentou trabalhos fotogr\u00e1ficos. Sua produ\u00e7\u00e3o transita entre desenho, gravura, fotografia, aquarela e a cria\u00e7\u00e3o de vestimentas e objetos com materiais de consumo. Atualmente, dedica-se principalmente ao desenho e \u00e0 aquarela.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local: Sala Celso Renato de Lima<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Visita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 16\/08\/2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ter\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: 12 anos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entrada gratuita<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Arquivos dos Mundos Perdidos<\/em>&nbsp; &#8211; Centro Cultural UFMG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Exposi\u00e7\u00e3o do duo de artistas<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lfutemma\/\"> Luan Futemma<\/a> e<a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/lubrand\/\"> Luiza Brand\u00e3o<\/a>. A mostra prop\u00f5e uma imers\u00e3o em hist\u00f3rias onde o real e o m\u00e1gico se entrela\u00e7am, reunindo desenhos, pinturas, gravuras e uma instala\u00e7\u00e3o. A exposi\u00e7\u00e3o nasce do encontro entre duas pesquisas art\u00edsticas que, embora distintas em suas linguagens, convergem na busca por imagens que sobrevivem como fragmentos e rastros. S\u00e3o obras profundamente influenciadas pela atmosfera da literatura fant\u00e1stica moderna e contempor\u00e2nea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Luan Futemma (1993) \u00e9 artista formando em Artes Visuais com habilita\u00e7\u00e3o em gravura pela UFMG. Sua pesquisa re\u00fane o esquecido e o fant\u00e1stico, explorando a fragilidade do tempo e a maneira como o imagin\u00e1rio remodela a realidade. Seu trabalho \u00e9 guiado pelo fasc\u00ednio pelo ins\u00f3lito, manifestando-se na cria\u00e7\u00e3o de criaturas, monstros e animais imagin\u00e1rios que dialogam com universos m\u00edticos e narrativas lend\u00e1rias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Luiza Brand\u00e3o (1998) \u00e9 artista e graduanda em Artes Visuais pela UFMG, com habilita\u00e7\u00e3o em Desenho. Partindo do gesto do desenho, sua pesquisa se desdobra em suportes como pintura, gravura, bordado e douramento. Seu trabalho \u00e9 profundamente atravessado pelo imagin\u00e1rio fant\u00e1stico, no qual a fantasia e a narrativa atuam como elementos estruturantes de sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local: Espa\u00e7o Experimenta\u00e7\u00e3o da Imagem<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Visita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 19\/07\/2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ter\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entrada gratuita<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Brasilidade: mem\u00f3ria viva da arte e cultura popular<\/em> &#8211; Centro Cultural UFMG&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Exposi\u00e7\u00e3o individual \u2018Brasilidade: mem\u00f3ria viva da arte e cultura popular\u2019, da artista visual Beatriz Coelho, com curadoria de Cristiano Gurgel Bickel. A mostra apresenta um conjunto de aquarelas reunidas em tr\u00eas s\u00e9ries que exploram aspectos da religiosidade, da corporalidade e da festividade. A mostra presta uma homenagem \u00e0 artista Beatriz Coelho, primeira Professora Em\u00e9rita da Escola de Belas Artes da UFMG, fundadora do Cecor e diretora da EBA na d\u00e9cada de 1970. Uma mulher empreendedora e inspiradora que, posicionando-se \u00e0 frente de seu tempo, sempre defendeu a arte como exerc\u00edcio da criatividade e da liberdade, dedicando-se firmemente \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria cultural brasileira, tanto nos aspectos materiais quanto imateriais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Beatriz Coelho \u00e9 graduada em Artes Pl\u00e1sticas pela Escola Guignard (1969), com s\u00f3lida trajet\u00f3ria dedicada \u00e0 doc\u00eancia, gest\u00e3o acad\u00eamica e \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio hist\u00f3rico. Teve papel pioneiro na Escola de Belas Artes (EBA\/UFMG), onde idealizou e coordenou o curso de especializa\u00e7\u00e3o em Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro de Bens Culturais M\u00f3veis (1978\u20131988), al\u00e9m de ter dirigido o Cecor por 15 anos (1980\u20131995) e a pr\u00f3pria unidade acad\u00eamica da institui\u00e7\u00e3o. No campo institucional, idealizou e presidiu o Centro de Estudos da Imagin\u00e1ria Brasileira (Ceib) entre 1998 e 2018, retornando \u00e0 presid\u00eancia no mandato de 2020 a 2022. Sua forma\u00e7\u00e3o internacional inclui est\u00e1gios de especializa\u00e7\u00e3o no Centro de Conserva\u00e7\u00e3o e Restauro da Catalunha e na Cidade do M\u00e9xico. Especialista em conserva\u00e7\u00e3o de imagin\u00e1ria religiosa e esculturas policromadas, coordenou o restauro de alguns dos maiores tesouros do patrim\u00f4nio mineiro, incluindo o forro da Igreja de S\u00e3o Francisco de Assis (Ouro Preto) e a tela <em>A Santa Ceia<\/em> (Santu\u00e1rio do Cara\u00e7a), ambos de Mestre Ata\u00edde; a caixa de madeira do \u00f3rg\u00e3o da S\u00e9 (Catedral de Mariana) e a <em>Via Sacra<\/em> de Candido Portinari, na Igreja de S\u00e3o Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha, BH). Aposentada da doc\u00eancia e da gest\u00e3o desde 1995, dedica-se atualmente \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de aquarelas, tendo realizado exposi\u00e7\u00f5es individuais na Galeria Ata\u00edde, Oficina de Arte e Of\u00edcios (2018) e em formato virtual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cristiano Gurgel Bickel \u00e9 artista visual, arquiteto-urbanista, curador e Professor Associado do Departamento de Artes Pl\u00e1sticas da Escola de Belas Artes da UFMG. Doutor em Arquitetura e Urbanismo e mestre em Artes Visuais pela UFMG, atua nas \u00e1reas de escultura, tridimensionalidade, espacialidade nas pr\u00e1ticas art\u00edsticas contempor\u00e2neas e curadoria de exposi\u00e7\u00f5es. Foi diretor da Escola de Belas Artes da UFMG por dois mandatos consecutivos (2017\u20132025), per\u00edodo em que liderou importantes a\u00e7\u00f5es de desenvolvimento institucional, revitaliza\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os, moderniza\u00e7\u00e3o administrativa e fortalecimento da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e cultural. Como artista, realizou exposi\u00e7\u00f5es individuais e coletivas, projetos expogr\u00e1ficos, cenogr\u00e1ficos e obras escult\u00f3ricas comissionadas, al\u00e9m de desenvolver curadorias institucionais e iniciativas de extens\u00e3o voltadas \u00e0 difus\u00e3o da arte e da cultura. Recebeu premia\u00e7\u00f5es e reconhecimentos nacionais e internacionais nas \u00e1reas de artes visuais, arte digital e escultura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local: Sala especial &#8211; Grande Galeria<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Visita\u00e7\u00e3o: at\u00e9 o dia 24\/07\/2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ter\u00e7as a sextas: 9h \u00e0s 20h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e1bados, domingos e feriados: 9h \u00e0s 17h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Classifica\u00e7\u00e3o indicativa: livre<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entrada gratuita<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exposi\u00e7\u00f5es Espa\u00e7o do Conhecimento UFMG<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Exposi\u00e7\u00e3o \u201cdemasiado humano\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong>: A exposi\u00e7\u00e3o \u201cdemasiado humano\u201d parte da compreens\u00e3o de que a atividade intelectual humana \u00e9 sempre inventiva, criativa e art\u00edstica. Todo conhecimento \u00e9 uma constru\u00e7\u00e3o, uma interpreta\u00e7\u00e3o sobre o mundo e tamb\u00e9m uma disputa de sentidos. Como afirmou Nietzsche, nosso conhecimento \u00e9 humano, demasiado humano, incapaz de se colocar fora da vida ou de alcan\u00e7ar uma neutralidade absoluta. Hoje organizada em quatro m\u00f3dulos \u2013 <strong>O Aleph<\/strong>, <strong>Pensar as Origens<\/strong>,<strong> Modos de Existir<\/strong> e <strong>Sonhar a Terra<\/strong> \u2013 a exibi\u00e7\u00e3o principal do museu trata da aventura do conhecimento, abordando a origem da vida, a evolu\u00e7\u00e3o e a trajet\u00f3ria humana no planeta, convidando o p\u00fablico a compreender ci\u00eancia e cultura como processos vivos, abertos \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o e \u00e0 mudan\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Visita\u00e7\u00e3o:<\/strong> ter\u00e7a a domingo, de 10h \u00e0s 17h; s\u00e1bado, de 10h \u00e0s 21h<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Exposi\u00e7\u00e3o virtual \u201cSert\u00e3o Mundo\u201d<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Descri\u00e7\u00e3o<\/strong>: A exposi\u00e7\u00e3o virtual Sert\u00e3o Mundo foi concebida a partir do universo de Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa e das m\u00faltiplas interpreta\u00e7\u00f5es do sert\u00e3o presentes nas artes, na cultura e na literatura. Lan\u00e7ada originalmente em 2021, a exposi\u00e7\u00e3o convida o p\u00fablico a percorrer diferentes sert\u00f5es, geogr\u00e1ficos, simb\u00f3licos e imagin\u00e1rios, por meio da m\u00fasica, dos bordados, da dan\u00e7a, da culin\u00e1ria, das artes visuais, das sonoridades e das palavras. Inspirada na obra rosiana, a mostra evidencia como quest\u00f5es universais como o amor, o medo, o sentido da vida e a d\u00favida atravessam fronteiras e encontram eco em diferentes culturas e territ\u00f3rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Visita\u00e7\u00e3o:<\/strong> <a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/espacodoconhecimento\/exposicaosertaomundo\/#0\">Exposi\u00e7\u00e3o Sert\u00e3o Mundo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exposi\u00e7\u00f5es Campus Cultural UFMG em Tiradentes &#8211; Museu Casa Padre Toledo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Visita\u00e7\u00e3o: <\/strong>Ter\u00e7a a domingo de 10 \u00e0s 17h (abertura de cada exposi\u00e7\u00e3o j\u00e1 informada nos eventos, acima)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Exposi\u00e7\u00e3o de longa dura\u00e7\u00e3o<em> <\/em><strong><em>Tiradentes Passado Presente<\/em>, Campus Cultural UFMG em Tiradentes<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Local: <\/strong>Museu Casa Padre Toledo<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Curadoria: Din\u00e1 Marques Pereira, Fabr\u00edcio Fernandino, Fernando Mencarelli, Patricia Franca-Huchet<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sinopse: A exposi\u00e7\u00e3o prop\u00f5e um percurso imersivo que articula as diversas dimens\u00f5es da hist\u00f3ria da cidade de Tiradentes e da pr\u00f3pria casa do Padre Toledo. Os eixos expogr\u00e1ficos convidam \u00e0 reflex\u00e3o sobre o cotidiano da vida colonial, os modos de morar, produzir e conviver nas Minas do s\u00e9culo 18, as express\u00f5es de religiosidade e sincretismo, e a presen\u00e7a marcante das popula\u00e7\u00f5es afrodescendentes na constru\u00e7\u00e3o da identidade local. A mem\u00f3ria das irmandades religiosas, as festas do Ros\u00e1rio e os congados ganham destaque, assim como os registros das pr\u00e1ticas agr\u00edcolas, dos of\u00edcios tradicionais e dos saberes transmitidos ao longo das gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Exposi\u00e7\u00e3o Espa\u00e7os Topol\u00f3gicos<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local: Espa\u00e7o Jardim &#8211; Museu Casa Padre Toledo<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Curadoria: Fabr\u00edcio Fernandino<br>Sinopse: Espa\u00e7os topol\u00f3gicos \u00e9 o t\u00edtulo dado a uma s\u00e9rie que Fabr\u00edcio Fernandino iniciou no ano de 2005, atrav\u00e9s de in\u00fameros esbo\u00e7os e anota\u00e7\u00f5es em cadernos de registros para trabalhos em madeira. A exposi\u00e7\u00e3o \u00e9 um fragmento de um amplo conjunto de obras j\u00e1 executadas. As obras revelam um duplo sentido conceitual: um formal, matem\u00e1tico e est\u00e9tico, e o outro filos\u00f3fico e pol\u00edtico, potencializado pela montagem, onde o espectador \u00e9 convidado a desvelar as quest\u00f5es apresentadas. \u201c\u00c0s vezes somente a palavra n\u00e3o \u00e9 suficiente para traduzir sentimentos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em><strong>Exposi\u00e7\u00e3o Campo das&nbsp; Vertentes<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Local: Por\u00e3o revelado &#8211; Museu Casa Padre Toledo<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Curadoria: Fabr\u00edcio Fernandino, Fernando Mencarelli, Din\u00e1 Marques Pereira, Patricia Franca-Huchet<br>Sinopse: A regi\u00e3o dos Campos das Vertentes, em Minas Gerais, configura-se como um territ\u00f3rio de extrema relev\u00e2ncia hist\u00f3rica, cultural e simb\u00f3lica no processo de forma\u00e7\u00e3o social, pol\u00edtica e art\u00edstica do pa\u00eds. Marcada pela presen\u00e7a de cidades hist\u00f3ricas, por rotas coloniais estrat\u00e9gicas e por intensas trocas culturais, a regi\u00e3o mant\u00e9m at\u00e9 hoje uma forte rela\u00e7\u00e3o entre patrim\u00f4nio material, paisagem natural e modos de vida tradicionais.<br>A exposi\u00e7\u00e3o Tiradentes Passado Presente \u2013 3\u00aa fase prop\u00f5e aprofundar a investiga\u00e7\u00e3o curatorial sobre esse territ\u00f3rio, ampliando o olhar para al\u00e9m da cidade de Tiradentes e incorporando munic\u00edpios que integram seu entorno hist\u00f3rico e cultural imediato. O projeto busca articular passado e presente por meio de documentos hist\u00f3ricos, registros visuais, cartografias e produ\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, promovendo uma leitura cr\u00edtica e sens\u00edvel da regi\u00e3o dos Campos das Vertentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Exposi\u00e7\u00f5es de 14 a 24 de julho Exposi\u00e7\u00e3o \u201cRetomar o Rio\u201d, de Roberto Santana no Espa\u00e7o de Po\u00e9ticas (FaE) &#8211; Curadoria Daniele de S\u00e1 Alves. Hor\u00e1rio de visita\u00e7\u00e3o: 08h \u00e0s 20h.&nbsp; Exposi\u00e7\u00f5es programadas no Centro Cultural UFMG. 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