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Rodrigo Duarte - Departamento de Filosofia
pesquisador projeto

PROJETO: VILÉM FLUSSER E A ESTETOSFERA BRASILEIRA 

Período da Residência: 01/08/2011 a 31/07/2012

Departamento de Filosofia – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas

Professor Rodrigo Duarte possui graduação em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1982), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal de Minas Gerais (1985) e doutorado em Filosofia – Universität Gesamthochschule Kassel (1990). Realizou estágios de pós-douoramento na University of California at Berkeley (1997), na Universität Bauhaus de Weimar (2000) e na Hochschule Mannheim (2011). Atualmente é professor titular do Departamento de Filosofia da Universidade Federal de Minas Gerais. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Ética, Estética e Filosofia Social, atuando principalmente nos seguintes temas: Escola de Frankfurt, Adorno, autonomia da arte, arte contemporânea e arte de massa. Desde maio de 2006 é presidente da Associação Brasileira de Estética (ABRE). Dentre inúmeras publicações no Brasil e no exterior, destacam-se os seus livros: “Marx e o Conceito de Natureza em ‘O Capital'” (1986), “Mímesis e Racionalidade – A concepção de domínio da Natureza em Theodor W. Adorno” (1993), “Adornos. Nove ensaios sobre o filósofo frankfurtiano” (1997), “Adorno/Horkheimer e a Dialética do Esclarecimento” (2002) , “Teoria Crítica da Indústria Cultural” (2003), “Dizer o que não se deixa dizer. Para uma filosofia da expressão” (2008), “Deplatzierungen. Aufsätze zur Ästhetik und kritischer Theorie” (2009) e “Indústria cultural: uma introdução” (2010), “A Arte” (2012) e “Pós-história de Vilém Flusser” (2012, no prelo) .

Currículo Lattes

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PROJETO: VILÉM FLUSSER E A ESTETOSFERA BRASILEIRA 

O presente projeto buscará investigar a formação do pensamento do filósofo tcheco-brasileiro Vilém Flusser e a relação da filosofia dos media de Vilém Flusser com suas reflexões sobre a vida e a cultura brasileiras.

A partir tanto da posição de Flusser sobre a “pós-história” quanto da tônica de suas reflexões sobre o Brasil, parece-me oportuno trabalhar no estabelecimento do conceito de “estetosfera”, que sintetizaria, no caso da situação pós-histórica geral, o predomínio das imagens técnicas, apontando também para as suas possíveis conseqüências nefastas.

Por outro lado, tendo em vista não apenas a obra publicada de FLusser que versa tanto a pós-história quanto o Brasil, mas também um material inédito que obtive em pesquisa no Flusser Archiv, em Berlim, pretendo enfatizar as possibilidades da pós história num sentido mais geral e, de modo particular, o potencial brasileiro para um avanço nas conquistas da liberdade e realização de toda a humanidade. A partir daí, seria possível entender o lado positivo do conceito “estetosfera”.