{"id":622,"date":"2022-06-03T11:48:13","date_gmt":"2022-06-03T14:48:13","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat_novosite\/?page_id=622"},"modified":"2023-03-06T14:22:25","modified_gmt":"2023-03-06T17:22:25","slug":"joao-trindade-marques","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/residentes\/joao-trindade-marques\/","title":{"rendered":"Jo\u00e3o Trindade Marques"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-613\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Jo\u00e3oTrindade--300x159.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"159\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Jo\u00e3oTrindade--300x159.png 300w, https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/Jo\u00e3oTrindade-.png 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Per\u00edodo da Resid\u00eancia: <\/strong>1\u00ba de agosto de 2019 a 31 de julho de 2020<\/p>\n<p>Residente do IEAT, <a href=\"http:\/\/somos.ufmg.br\/professor\/joao-trindade-marques\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Jo\u00e3o Trindade Marques<\/a> \u00e9 Professor Associado e integra o corpo docente Departamento de Bioqu\u00edmica e Imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais desde 2010. Possui gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997), mestrado (1998) e doutorado (2002) pelo Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Microbiologia do Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Universidade Federal de Minas Gerais. Realizou p\u00f3s-doutorado na Cleveland Clinic em Cleveland\/OH (2002 a 2006) e na Northwestern University em Chicago\/IL (2006 a 2010), ambos nos EUA. Atua nas \u00e1reas de Imunologia e Microbiologia com \u00eanfase no papel de RNAs n\u00e3o codificantes e vias de RNA de interfer\u00eancia na intera\u00e7\u00e3o v\u00edrus-hospedeiro em modelos invertebrados como o mosquito Aedes aegypti e a mosca Drosophila melanogaster.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>AS BASES MOLECULARES DA RESIST\u00caNCIA ANTIVIRAL DE MOSQUITOS AEDES AEGYPTI CONTRA OS ARBOV\u00cdRUS<\/strong><\/p>\n<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, houve um aumento sem precedentes no n\u00famero de infec\u00e7\u00f5es por v\u00edrus transmitidos por mosquitos vetores, os chamados arbov\u00edrus, incluindo os v\u00edrus da Dengue, Zika e Chikungunya. Somente o v\u00edrus da Dengue \u00e9 atualmente respons\u00e1vel por aproximadamente 400 milh\u00f5es novas infec\u00e7\u00f5es humanas por ano em todo o mundo. O n\u00famero de casos anuais da doen\u00e7a aumentou mais de 30 vezes nos \u00faltimo 50 anos. Entre 2013 e 2016, o Brasil apresentou uma m\u00e9dia de mais de 1 milh\u00e3o de casos por ano de pacientes com Dengue. Este cen\u00e1rio \u00e9 agravado pela aus\u00eancia de vacinas e tratamentos efetivos contra a maioria dos arbov\u00edrus incluindo dengue, Zika e Chikungunya. Estes v\u00edrus s\u00e3o transmitidos por mosquitos do g\u00eanero Aedes sp e o inseto vetor \u00e9 um dos alvos mais importante para a preven\u00e7\u00e3o de epidemias. Estrat\u00e9gias de controle populacional t\u00eam sido amplamente utilizadas, desde o simples uso de inseticidas at\u00e9 a libera\u00e7\u00e3o de mosquitos esterilizados por radia\u00e7\u00e3o ou modificados geneticamente. Entretanto, o controle populacional deve ser utilizado continuamente e, quando a redu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 total, o seu impacto real na transmiss\u00e3o dos arbov\u00edrus ainda \u00e9 incerto. A resist\u00eancia natural \u00e0 infec\u00e7\u00e3o por arbov\u00edrus, como o v\u00edrus da Dengue \u00e9 amplamente documentada em popula\u00e7\u00f5es de mosquitos Aedes aegypti, existindo grandes varia\u00e7\u00f5es inter e intra-populacionais. O conhecimento sobre os mecanismos de resist\u00eancia natural poderia ser explorado para o desenvolvimento de estrat\u00e9gias de interven\u00e7\u00e3o em popula\u00e7\u00f5es de mosquitos de forma a interferir ou mesmo bloquear a transmiss\u00e3o vetorial. Nossa hip\u00f3tese \u00e9 de que a express\u00e3o diferencial de genes observada entre indiv\u00edduos de uma mesma popula\u00e7\u00e3o explicar\u00e1 a varia\u00e7\u00e3o na resist\u00eancia \u00e0 infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus da dengue observada em mosquitos A. aegypti. Neste projeto iremos aplicar estrat\u00e9gias multi- e transdisciplinares com enfoque em an\u00e1lises de bioinform\u00e1tica e manipula\u00e7\u00e3o g\u00eanica de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o para o combate a transmiss\u00e3o vetorial dos arbov\u00edrus.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Per\u00edodo da Resid\u00eancia: 1\u00ba de agosto de 2019 a 31 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":355,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-622","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/622","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=622"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/622\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3059,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/622\/revisions\/3059"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/355"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=622"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}