{"id":645,"date":"2022-06-03T12:25:49","date_gmt":"2022-06-03T15:25:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat_novosite\/?page_id=645"},"modified":"2023-03-06T16:27:59","modified_gmt":"2023-03-06T19:27:59","slug":"mauro-luiz-engelmann","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/residentes\/mauro-luiz-engelmann\/","title":{"rendered":"Mauro Luiz Engelmann"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-602\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/MauroLuiz-300x159.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"159\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/MauroLuiz-300x159.png 300w, https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/MauroLuiz.png 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Per\u00edodo da Resid\u00eancia: <\/strong>1\u00ba deagosto de 2017 a 31 de julho de 2018<\/p>\n<p>Residente do IEAT, professor <a href=\"http:\/\/somos.ufmg.br\/professor\/mauro-luiz-engelmann\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Mauro Luiz Engelmann<\/a> possui doutorado em Filosofia pela University of Illinois at Chicago (2008) e gradua\u00e7\u00e3o\/mestrado em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2000), tendo efetuado parte de seus estudos nas universidades de Berlim (1996), Munique (2001-2) e Jena (2006). Em 2015 foi pesquisador visitante no IHPST-Sorbonne e na Universidade de Cambridge. Trabalha na \u00e1rea de Filosofia Contempor\u00e2nea, especialmente Frege, Russell, Moore, Wittgenstein, Circulo de Viena e Quine, sendo o foco de sua pesquisa o per\u00edodo intermedi\u00e1rio da filosofia de Wittgenstein. \u00c9 o autor do livro \u201cWittgenstein\u2019s Philosophical Development: Phenomenology, Grammar, Method, and the Anthropological View\u201d (Macmillan Palgrave, 2013) e de artigos em revistas especializadas, entre eles: \u201cWittgenstein\u2019s Most Fruitful Ideas and Sraffa\u201d em Philosophical Investigations (Reino Unido) 2013, \u201cWittgenstein\u2019s New Method and Russell\u2019s Analysis of Mind\u201d em Journal of Philosophical Research (USA) 2012, \u201cLe Langage comme Calcul dans le Big Typescript\u201d em Philosophiques (Canada) 2012, \u201cWhat Wittgenstein\u2019s Grammar is Not\u201d em Wittgenstein-Studien (Alemanha) 2011 e \u201cThe Original Position Revisited: Duty and Justification\u201d em Manuscrito (2010). Suas publica\u00e7\u00f5es mais recentes s\u00e3o \u201cThe Faces of Necessity, Perspicuous Representation, and the Irreligious Cult of the Useful\u201d (em \u201cWittgenstein\u2019s Remarks on Frazer: The Text and the Matter\u201d, De Gruyter 2016) e \u201cWhat Does a Phenomenological Language Do? (Revisiting \u201cSome Remarks on Logical Form\u201d in its Context)\u201d(em Colours in the Development of Wittgenstein\u2019s Philosophy, Macmillan Palgrave 2017).<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>PROJETO: <\/strong><strong>O <em>TRACTATUS LOGICO-PHILOSOPHICUS<\/em> DE WITTGENSTEIN: RACIONALIDADE SEM PRINC\u00cdPIOS FUNDAMENTAIS E A HARMONIZA\u00c7\u00c3O DE CI\u00caNCIA, \u00c9TICA, POL\u00cdTICA E RELIGI\u00c3O.<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com Wittgenstein, o simbolismo l\u00f3gico do Tractatus mostra a natureza tautol\u00f3gica de qualquer proposi\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria. A partir disso, uma ideia deflacionada de \u2018necessidade\u2019 orienta uma vis\u00e3o de mundo que exclui a fundamenta\u00e7\u00e3o de qualquer princ\u00edpio na l\u00f3gica, na matem\u00e1tica, na ci\u00eancia, na \u00e9tica, na religi\u00e3o e na pol\u00edtica. Do ponto de vista l\u00f3gico do Tractatus, supostas proposi\u00e7\u00f5es a priori da \u00e9tica da forma \u201cVoc\u00ea deve \u2026\u201d n\u00e3o podem existir. Se existissem, como desejavam Russell e Moore, seriam simplesmente sem conte\u00fado, como as proposi\u00e7\u00f5es \u201cintrinsecamente necess\u00e1rias\u201d da l\u00f3gica. Uma vez que nada torna os ju\u00edzos \u00e9ticos obrigat\u00f3rios, a \u2018necessidade \u00e9tica\u2019 \u00e9 um sinal vazio e a navalha de Occam deve ser aplicada. Os princ\u00edpios da ci\u00eancia s\u00e3o injustific\u00e1veis do mesmo modo que os princ\u00edpios da \u00e9tica. Na aus\u00eancia de um modelo que mostre a necessidade de princ\u00edpios filos\u00f3ficos da ci\u00eancia (como o da causalidade, por exemplo), a ideia de princ\u00edpios fundamentais necess\u00e1rios deve ser abandonada. Disso resulta que a fun\u00e7\u00e3o da ci\u00eancia \u00e9 unificar as proposi\u00e7\u00f5es verdadeiras sobre o mundo em uma rede conceitual (teorias) \u2013 conforme Bolztmann e Hertz, por exemplo. O objetivo do projeto consiste em explicar como a vis\u00e3o de mundo promovida por Wittgenstein est\u00e1 de acordo com tra\u00e7os essenciais das concep\u00e7\u00f5es de religi\u00e3o de Tolstoy, Kierkegaard e Dostoi\u00e9vskie mostrar que, se considerarmos que uma sociedade consiste na coopera\u00e7\u00e3o de diversos indiv\u00edduos com concep\u00e7\u00f5es distintas daquilo que \u00e9 bom ou correto, a mais razo\u00e1vel compreens\u00e3oda pol\u00edtica na concep\u00e7\u00e3o de mundo do Tractatus\u00e9expressa pela \u201cposi\u00e7\u00e3o original\u201d nos moldes de John Rawls, quando corretamente compreendido, em Theory of Justice e Justice as Fairness.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Per\u00edodo da Resid\u00eancia: 1\u00ba deagosto de 2017 a 31 de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":355,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-645","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/645","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=645"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/645\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3107,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/645\/revisions\/3107"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/355"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=645"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}