{"id":649,"date":"2022-06-03T12:27:34","date_gmt":"2022-06-03T15:27:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat_novosite\/?page_id=649"},"modified":"2023-03-13T12:26:27","modified_gmt":"2023-03-13T15:26:27","slug":"lea-freitas-perez","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/residentes\/lea-freitas-perez\/","title":{"rendered":"L\u00e9a Freitas Perez"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-600\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/L\u00e9aFreitas-300x159.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"159\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/L\u00e9aFreitas-300x159.png 300w, https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/L\u00e9aFreitas.png 640w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Per\u00edodo da Resid\u00eancia: <\/strong>1\u00ba de agosto de 2016 a 31 de julho de 2017<\/p>\n<p>Residente do IEAT, professora <a href=\"http:\/\/somos.ufmg.br\/professor\/lea-freitas-perez\">L\u00e9a Freitas Perez<\/a> possui gradua\u00e7\u00e3o em Hist\u00f3ria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, licenciatura em 1979 e bacharelado em 1980. Mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1985), Porto Alegre e Doutorado em Anthropologie Sociale et Ethnologie pela Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, Paris (1993). Est\u00e1gio s\u00eanior de pesquisa, no ISCTE-IUL, Lisboa, entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010. Membro do Conselho Cient\u00edfico da ABA (2002-2006). Coordenadora da Comiss\u00e3o de Ensino da ABA (2006-2008). Vice-coordenadora da Comiss\u00e3o de Ensino e Of\u00edcio da ABA (2008-2010). Membro do Conselho Fiscal da ABA (2006-2008). Membro do Conselho Fiscal da ANPOCS (2008-2010). Fundadora, em, 2002 e coordenadora do Centro de Estudos da Religi\u00e3o Pierre Sanchis, UFMG. Professora da Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio Grande do Sul entre 1987 e 1996. Professora da Universidade Federal de Minas Gerais desde 1997, atualmente \u00e9 professora titular. Tem experi\u00eancia na \u00e1rea de conflu\u00eancia entre hist\u00f3ria, antropologia e sociologia, com \u00eanfase em Festa, Religi\u00e3o e Cidade, notadamente no Brasil e em Portugal. Bolsista de produtividade do CNPq.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>FESTA, RELIGI\u00c3O E CIDADE: INTERFACES E MODULA\u00c7\u00d5ES LUSO-BRASILEIRAS<\/strong><\/p>\n<p>Esta proposta n\u00e3o constitui nenhuma novidade, vez que se prop\u00f5e retrilhar caminhos j\u00e1 percorridos, mas quer fazer de um outro modo, com intuito de repensar a quest\u00e3o fundamental proposta por Roberto DaMatta, o que faz o brasil, Brasil, revisitando o tema de nossas heran\u00e7as portuguesas. Para tanto, e parafraseando Lilia Schwacrz, \u201cnada melhor do que tomar a festa como objeto, a festa que n\u00e3o \u00e9 sen\u00e3o uma forma sint\u00e9tica de reflex\u00e3o sobre a vida\u201d (2001: 69). Assim, o objetivo central dessa proposta \u00e9 de fundo te\u00f3rico, com um evidente acento transdisciplinar, na conflu\u00eancia entre hist\u00f3ria, sociologia e antropoligia, tentando ousar enfrentar, mais uma vez, o desafio de um mergulho (pela via da literatura hist\u00f3rica, sociol\u00f3gica e etnogr\u00e1fica brasileira e portuguesa, associada ao cl\u00e1ssico trabalho de campo) na riqueza e na multiplicidade do multiverso festivo brasileiro e portugu\u00eas. Inspirada nessa literatura, de cunho transdisciplinar, tomo como objeto de estudo as festas religiosas urbanas do catolicismo brasileiro e portugu\u00eas, notadamente as de sua vertente popular, desde uma tripla perspectiva hist\u00f3rica, sociol\u00f3gica e etnogr\u00e1fica. O horizonte \u00e9 pretensioso, bem sei, mas a ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 de pequeno alcance, uma vez que se fazem necess\u00e1rios recortes e \u00eanfases, que delimito a seguir.<\/p>\n<p>O objetivo geral do projeto \u00e9 de fundo te\u00f3rico, hist\u00f3rico e etnogr\u00e1fico, tentando ousar enfrentar, mais uma vez, o desafio de um mergulho (pela via da literatura hist\u00f3rica, sociol\u00f3gica e etnogr\u00e1fica brasileira e portuguesa, associada ao cl\u00e1ssico trabalho de campo) na riqueza e na multiplicidade do multiverso festivo brasileiro e portugu\u00eas, investigando a coimplica\u00e7\u00e3o a geneal\u00f3gica e estrutural entre festa, religi\u00e3o e cidade.<\/p>\n<p>S\u00e3o seus objetivos espec\u00edficos:<\/p>\n<p>1) Cartografar dentro do ciclo festivo anual do catolicismo luso e brasileiro algumas de festas comuns aos dois pa\u00edses, a saber: o ciclo da Paix\u00e3o\/Ressurrei\u00e7\u00e3o, com \u00eanfase nas formas processionais dessas celebra\u00e7\u00f5es, notadamente as prociss\u00f5es da semana santa, particularmente para a prociss\u00e3o dos Passos em Lisboa\/Portugal e Sabar\u00e1\/Minas Gerais.<\/p>\n<p>2) Analisar comparativamente os elementos que relacionam as festas observadas em Minas Gerais \u00e0s suas matrizes, ou seja, as festas portuguesas. 3) Analisar as transforma\u00e7\u00f5es que podem estar acontecendo nessas festas tradicionais em fun\u00e7\u00e3o de seu forte apelo tur\u00edstico contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p>O resultado mais imediato desta pesquisa \u00e9 de cunho conceitual e refere-se \u00e0 possibilidade de uma melhor compreens\u00e3o do potencial da tr\u00edade festa, religi\u00e3o e cidade produzir v\u00ednculo social e possibilitar uma compreens\u00e3o mais acurada da vida em coletividade, em sua dimens\u00e3o afetual. Considerando a din\u00e2mica das transforma\u00e7\u00f5es sociais e a intensifica\u00e7\u00e3o dos problemas implicados no complexo mundo urbano que se dissemina em nosso pa\u00eds, a pesquisa nas diferentes poder\u00e1 contribuir enormemente para a formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas e de interven\u00e7\u00e3o mais eficazes, tanto aquelas direcionadas aos crescentes processos de patrimonializa\u00e7\u00e3o em curso no Brasil, como para com universos mais amplos, que dizem respeito aos dramas sociais implicados no processo de urbaniza\u00e7\u00e3o. Dessa forma, os resultados da pesquisa apresentam enorme potencial de contribuir n\u00e3o apenas com a produ\u00e7\u00e3o do conhecimento acad\u00eamico, como tamb\u00e9m como subs\u00eddio \u00e0 formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Per\u00edodo da Resid\u00eancia: 1\u00ba de agosto de 2016 a 31 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"parent":355,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-649","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/649","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=649"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/649\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3125,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/649\/revisions\/3125"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/355"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/ieat\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=649"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}