Evento fz parte das atividades do Programa de Pós-Graduação associado UFMG/Unimontes em Sociedade, Ambiente e Território

Evento é gratuito e aberto ao público Foto: Divulgação

Desafios de representação dos povos e comunidades tradicionais no nível internacional, é este o tema da palestra a ser realizada no dia 13 de agosto, no campus Montes Claros. O evento contará com a participação do presidente do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, Samuel Caetano, e do cientista social e pesquisador britânico Alex Shankland. A palestra terá início às 15h, na sala 21 do Centro de Atividades Administrativas e Didáticas – CAAD – do campus da UFMG em Montes Claros, e faz parte das atividades do Programa de Pós-Graduação Associado UFMG/Unimontes em Sociedade, Ambiente e Território. O evento é gratuito e aberto ao público.

Sobre os palestrantes

Além de presidente do Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, Samuel Leite Caetano é integrante da Rede Cerrado e coordenador técnico do Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA/NM). Criado em 2016, o Conselho Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais foi retomado em abril pelo Decreto nº 11.481, após a última gestão transferi-lo para o extinto Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Reestabelecidos pelo presidente Lula, seus 22 objetivos incluem “promover o desenvolvimento sustentável dos povos e comunidades tradicionais” e “realizar ações para combater toda forma de preconceito, intolerância religiosa, sexismo e racismo ambiental”.

Alex Shankland é um cientista social que trabalha há mais de duas décadas com sistemas de saúde, saúde indígena e de minorias, sociedade civil, responsabilização, representação política e governança local, particularmente no Brasil e em Moçambique. Ele coordena o Centro de Pesquisa e Aprendizagem Mútua para o Desenvolvimento Internacional do Brasil e coorganiza o Programa de Responsabilidade pela Equidade em Saúde. Seus atuais interesses de pesquisa centram-se em teorias e práticas de representação democrática, responsabilização e engajamento cidadão-Estado, com particular referência às estratégias políticas de povos indígenas e outras minorias marginalizadas que se envolvem com políticas de saúde, energia, desenvolvimento e mudanças climáticas, e ao papel da política indisciplinada em um contexto de espaço cívico em transformação.