{"id":2982,"date":"2021-10-05T16:41:54","date_gmt":"2021-10-05T19:41:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/?page_id=2982"},"modified":"2021-10-26T14:31:50","modified_gmt":"2021-10-26T17:31:50","slug":"100-anos-de-paulo-freire","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/100-anos-de-paulo-freire\/","title":{"rendered":"Paulo Freire, o pensador do di\u00e1logo, da autonomia e da esperan\u00e7a*"},"content":{"rendered":"<h3><em>Considerado um dos mais importantes intelectuais brasileiros, o educador formulou princ\u00edpios que est\u00e3o &#8216;vivos&#8217; na extens\u00e3o da UFMG<\/em><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id=\"attachment_3305\" style=\"width: 760px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3305\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3305\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/CP-Guimaraes-Rosa-Sala-de-aula-do-cursinho-popular-Guimaraes-Rosa-ministrado-por-voluntarios-da-Faculdade-de-Medicina-antes-da-pandemia-Acervo--300x187.jpeg\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"468\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/CP-Guimaraes-Rosa-Sala-de-aula-do-cursinho-popular-Guimaraes-Rosa-ministrado-por-voluntarios-da-Faculdade-de-Medicina-antes-da-pandemia-Acervo--300x187.jpeg 300w, https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/CP-Guimaraes-Rosa-Sala-de-aula-do-cursinho-popular-Guimaraes-Rosa-ministrado-por-voluntarios-da-Faculdade-de-Medicina-antes-da-pandemia-Acervo--1024x639.jpeg 1024w, https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/CP-Guimaraes-Rosa-Sala-de-aula-do-cursinho-popular-Guimaraes-Rosa-ministrado-por-voluntarios-da-Faculdade-de-Medicina-antes-da-pandemia-Acervo--768x479.jpeg 768w, https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/CP-Guimaraes-Rosa-Sala-de-aula-do-cursinho-popular-Guimaraes-Rosa-ministrado-por-voluntarios-da-Faculdade-de-Medicina-antes-da-pandemia-Acervo-.jpeg 1192w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><p id=\"caption-attachment-3305\" class=\"wp-caption-text\">Sala de aula, antes da pandemia, do cursinho popular Guimar\u00e3es Rosa, da Faculdade de Medicina. Estudantes atuam como volunt\u00e1rios no projeto inspirados na educa\u00e7\u00e3o libertadora pregada por Paulo Freire. | Foto: Arquivo Guimar\u00e3es Rosa<\/p><\/div>\n<p>A trilogia\u00a0<em class=\"redactor-inline-converted\">Pedagogia do oprimido, Pedagog<\/em><em class=\"redactor-inline-converted\">ia da esperan\u00e7a e Pedagogia da autonomia<\/em>\u00a0e todo o pensamento de Paulo Freire foram forjados no Brasil e na Am\u00e9rica Latina da d\u00e9cada de 1960. Contudo, o conjunto da sua obra \u00e9 marcado por uma vasta produ\u00e7\u00e3o te\u00f3rica que influenciou pensadores de v\u00e1rias \u00e1reas, em lugares t\u00e3o diversos como o pr\u00f3prio Brasil, o Canad\u00e1, a Europa e a \u00c1frica. Sua teoria e sua pr\u00e1xis cruzaram as fronteiras das disciplinas e dos espa\u00e7os geogr\u00e1ficos e criaram ra\u00edzes em solos que transcendem o da Educa\u00e7\u00e3o, como a Medicina, as Ci\u00eancias Sociais, a Filosofia e a Psicologia.<\/p>\n<p>A heterogeneidade e a complexidade da obra de Freire n\u00e3o impossibilitaram a identifica\u00e7\u00e3o de alguns temas centrais do seu pensamento, cuja reformula\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica sempre se deu com base no bin\u00f4mio educa\u00e7\u00e3o e pol\u00edtica, constituindo s\u00edntese original entre o existencialismo, a fenomenologia e a dial\u00e9tica.<\/p>\n<p><em class=\"redactor-inline-converted\">Pedagogia do oprimido<\/em>\u00a0foi escrito no fim dos anos de 1960, no per\u00edodo em que Freire esteve exilado em Santiago do Chile. Nessa obra, sem abandonar o humanismo caracter\u00edstico dos seus primeiros escritos, Freire incorporar\u00e1 a perspectiva dial\u00e9tica em sua reflex\u00e3o sobre a hominiza\u00e7\u00e3o, a educa\u00e7\u00e3o, a opress\u00e3o e a transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nas an\u00e1lises que prop\u00f5e sobre a condi\u00e7\u00e3o de opress\u00e3o, ele destaca que a principal problem\u00e1tica do oprimido reside no fato de ele hospedar valores, ideais e interesses, incluindo necessidades dos opressores em sua consci\u00eancia, o que impediria a percep\u00e7\u00e3o de uma condi\u00e7\u00e3o de subalternidade e opress\u00e3o. Essa experi\u00eancia seria naturalizada e vivida como algo que se refere a uma esp\u00e9cie de ess\u00eancia universal, e a possibilidade de uma an\u00e1lise cr\u00edtica seria temida, consistindo, assim, no que Freire chamou de medo da liberdade. Medo que se explicitar\u00e1, por um lado, como afirma\u00e7\u00e3o do\u00a0<em class=\"redactor-inline-converted\">status quo<\/em>\u00a0e, por outro, como prescri\u00e7\u00e3o de um futuro predeterminado. Esse processo, segundo Freire, explicaria a manuten\u00e7\u00e3o e a naturaliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de opress\u00e3o. Freire dir\u00e1 que isso n\u00e3o significa que os oprimidos n\u00e3o saibam que s\u00e3o oprimidos \u2013 o problema \u00e9 que est\u00e3o demasiadamente imersos na situa\u00e7\u00e3o de opress\u00e3o, e reconhecerem-se como oprimidos n\u00e3o os levaria \u00e0 supera\u00e7\u00e3o da opress\u00e3o, mas a uma ader\u00eancia ao opressor.<\/p>\n<div id=\"attachment_3301\" style=\"width: 722px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3301\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3301 size-full\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Capa-de-Pedagogia-do-oprimido-a-mais-conhecida-obra-do-educador-Foto-Ewerton-Martins-Ribeiro-UFMG.jpg\" alt=\"\" width=\"712\" height=\"474\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Capa-de-Pedagogia-do-oprimido-a-mais-conhecida-obra-do-educador-Foto-Ewerton-Martins-Ribeiro-UFMG.jpg 712w, https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Capa-de-Pedagogia-do-oprimido-a-mais-conhecida-obra-do-educador-Foto-Ewerton-Martins-Ribeiro-UFMG-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 712px) 100vw, 712px\" \/><p id=\"caption-attachment-3301\" class=\"wp-caption-text\">Capa de &#8216;Pedagogia do oprimido&#8217;, a mais conhecida obra do educador | Foto: Ewerton Martins Ribeiro\/UFMG<\/p><\/div>\n<p>Freire baseia-se na <em class=\"redactor-inline-converted\">Dial\u00e9tica do senhor e do escravo<\/em>, de Hegel, que descreve o processo pelo qual a luta das consci\u00eancias pelo m\u00fatuo reconhecimento leva \u00e0 domina\u00e7\u00e3o de uma pessoa por outra. Para Freire, um dos elementos b\u00e1sicos na media\u00e7\u00e3o opressor- -oprimido \u00e9 a prescri\u00e7\u00e3o, pois imp\u00f5e a op\u00e7\u00e3o de uma consci\u00eancia a outra e faz o comportamento dos oprimidos ser prescrito, levando-os a temer a liberdade. Essa situa\u00e7\u00e3o exigiria que os oprimidos, ao expulsarem os valores, as cren\u00e7as e as prescri\u00e7\u00f5es do opressor de sua consci\u00eancia, preenchessem o vazio com a sua autonomia. Essa compreens\u00e3o dial\u00e9tica rompe radicalmente com perspectivas dicot\u00f4micas e essencialistas das situa\u00e7\u00f5es de opress\u00e3o. Freire adotar\u00e1 a dial\u00e9tica e criticar\u00e1 o idealismo presente na interpreta\u00e7\u00e3o hegeliana do processo hist\u00f3rico e da forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia das bases materiais e hist\u00f3ricas para a forma\u00e7\u00e3o da consci\u00eancia.<\/p>\n<p>Mas como sair dessa condi\u00e7\u00e3o? Para Freire, \u00e9 a conscientiza\u00e7\u00e3o da situa\u00e7\u00e3o de opress\u00e3o por parte do oprimido que marca o princ\u00edpio dessa emancipa\u00e7\u00e3o, e esse processo s\u00f3 poder\u00e1 ocorrer por meio de uma pedagogia com o oprimido e n\u00e3o para o oprimido. Freire faz uma cr\u00edtica aos modelos de educa\u00e7\u00e3o que consideram que os educandos s\u00e3o recipientes vazios que dever\u00e3o ser \u201cenchidos\u201d pelos conte\u00fados comunicados, narra\u00e7\u00f5es dos educadores, num processo de arquivamento, sem transforma\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o cr\u00edtica. Nessa educa\u00e7\u00e3o banc\u00e1ria, o \u201csaber\u201d \u00e9 uma doa\u00e7\u00e3o daqueles que se julgam s\u00e1bios.<\/p>\n<p>O que Freire prop\u00f5e \u00e9 o di\u00e1logo, a intera\u00e7\u00e3o e a participa\u00e7\u00e3o para a supera\u00e7\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o da opress\u00e3o. Ao longo de sua obra, essa posi\u00e7\u00e3o ganha interpreta\u00e7\u00f5es mais contundentes sobre as desigualdades sociais que marcam a sociedade brasileira, e a an\u00e1lise do conflito e do antagonismo vai ganhando centralidade na compreens\u00e3o da condi\u00e7\u00e3o de opress\u00e3o.<\/p>\n<p>Sabemos que a convoca\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o como lugar por excel\u00eancia da emancipa\u00e7\u00e3o ganha, muitas vezes, um sentido demag\u00f3gico por meio da recorrente utiliza\u00e7\u00e3o dessa no\u00e7\u00e3o para, no fundo, legitimar as a\u00e7\u00f5es que seguem sendo prescritivas dos modos de viver e pensar. Freire critica essas posi\u00e7\u00f5es do\u00a0<em>pseudodi\u00e1logo<\/em>\u00a0e prop\u00f5e a a\u00e7\u00e3o dial\u00f3gica. A compreens\u00e3o da a\u00e7\u00e3o dial\u00f3gica pelo autor sofrer\u00e1 modifica\u00e7\u00f5es ao longo da sua obra: de uma vis\u00e3o mais idealista e rom\u00e2ntica, Freire passar\u00e1 a considerar as lutas sociais como caminho para a transforma\u00e7\u00e3o social, o que \u00e9, em \u00faltima inst\u00e2ncia, a luta pela emancipa\u00e7\u00e3o. Aos poucos, essa emancipa\u00e7\u00e3o deixar\u00e1 de ser um ponto fixo de chegada para se transformar em processo permanente de liberta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Esse desvelamento do mundo da opress\u00e3o refere-se ao processo de conscientiza\u00e7\u00e3o, e o processo permanente de liberta\u00e7\u00e3o refere-se \u00e0 dimens\u00e3o da utopia e da esperan\u00e7a no pensamento de Paulo Freire. Para ele, a consci\u00eancia \u00e9 a capacidade dos seres humanos de se distanciarem das coisas para faz\u00ea-las presentes. \u00c9 essa condi\u00e7\u00e3o de tomada de consci\u00eancia como\u00a0<em class=\"redactor-inline-converted\">ser-no-mundo<\/em>\u00a0e\u00a0<em class=\"redactor-inline-converted\">ser-com-o-mundo<\/em>\u00a0que define o processo de humaniza\u00e7\u00e3o \u2013 a humaniza\u00e7\u00e3o \u00e9 o pressuposto para a emancipa\u00e7\u00e3o e a sua utopia. Um aspecto relevante \u00e9 que esse processo, para Freire, n\u00e3o pode ser vivido de forma isolada, mas em coletividade, em intera\u00e7\u00e3o, refor\u00e7ando a import\u00e2ncia do contexto social e dos aspectos materiais para analisar as desigualdades e realizar a sua transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Que suas ideias n\u00e3o sejam esquecidas e, mais que isso, que sejam debatidas, analisadas e postas em pr\u00e1tica, em um exerc\u00edcio cont\u00ednuo de liberdade.<\/p>\n<p><strong>&#8216;Viver&#8217; Paulo Freire hoje<\/strong><\/p>\n<p>Paulo Freire nasceu em 1921, em Recife, Pernambuco. No dia 19 de setembro de 2021, seu centen\u00e1rio foi lembrado n\u00e3o apenas no Brasil, mas no mundo inteiro. At\u00e9 o Google, um dos maiores sites de busca da Internet, publicou imagem alusiva aos 100 anos do educador em sua pagina inicial.<\/p>\n<p>A Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o (FaE) da UFMG tem promovido v\u00e1rias atividades para celebrar o centen\u00e1rio na Universidade. Segundo a professora Lucinha Alvarez, que faz parte da comiss\u00e3o institu\u00edda para organizar essas a\u00e7\u00f5es, a melhor homenagem \u00e9 reafirmar as propostas de Freire. \u201cA melhor forma de comemorar o centen\u00e1rio de Paulo Freire \u00e9 viver Paulo Freire hoje\u201d.<\/p>\n<p>Todo o processo de aprendizagem proposto por ele orienta as diretrizes da Extens\u00e3o Universit\u00e1ria brasileira por promover o protagonismo dos sujeitos envolvidos e possibilitar a troca e di\u00e1logo entre saberes cient\u00edficos e populares.<\/p>\n<div id=\"attachment_3297\" style=\"width: 760px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img aria-describedby=\"caption-attachment-3297\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-3297\" src=\"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Jornada-de-Extensao-UFMG-2021-21-1.png\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"422\" srcset=\"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Jornada-de-Extensao-UFMG-2021-21-1.png 1287w, https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Jornada-de-Extensao-UFMG-2021-21-1-300x169.png 300w, https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Jornada-de-Extensao-UFMG-2021-21-1-1024x576.png 1024w, https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-content\/uploads\/2021\/10\/Jornada-de-Extensao-UFMG-2021-21-1-768x432.png 768w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><p id=\"caption-attachment-3297\" class=\"wp-caption-text\">No ano do centen\u00e1rio, estudantes demonstraram na Jornada de Extens\u00e3o que o pensamento de Freire continua vivo na UFMG | Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o YouTube Extens\u00e3o UFMG<\/p><\/div>\n<p>Em junho de 2021, na edi\u00e7\u00e3o dos 20 anos da Jornada de Extens\u00e3o, os estudantes extensionistas da UFMG se mobilizaram para demostrar como os princ\u00edpios freirianos \u2013 em especial a autonomia, di\u00e1logo e a esperan\u00e7a \u2013 guardam rela\u00e7\u00e3o com a extens\u00e3o universit\u00e1ria desenvolvida na Universidade e se articulam em prol do di\u00e1logo com a sociedade. Na programa\u00e7\u00e3o comemorativa em homenagem ao pedagogo, os discentes produziram e exibiram <a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/jornadadeextensaoufmg\/videos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">v\u00eddeos referentes a atividades de extens\u00e3o das quais participam na p\u00e1gina oficial do evento<\/a>.<\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o comemorativa da Jornada de Extens\u00e3o teve ainda a atra\u00e7\u00e3o cultural <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=mlY96N7pCVY\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">&#8220;Aprendi Lendo Caju&#8221;<\/a>. Um cordel criado e interpretado pelo professor Fernando Limoeiro sobre a hist\u00f3ria de um lavrador analfabeto que foi transformado pelo mundo de Paulo Freire.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de Freire n\u00e3o s\u00f3 na extens\u00e3o, mas tamb\u00e9m no ensino e pesquisa da Universidade, \u00e9 demonstrada tamb\u00e9m na <a href=\"https:\/\/ufmg.br\/comunicacao\/publicacoes\/boletim\/edicao\/2103\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">edi\u00e7\u00e3o especial do Boletim UFMG<\/a> e neste v\u00eddeo produzido pela TV UFMG.<\/p>\n<div class=\"video-container\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Centen\u00e1rio de Paulo Freire: a atualidade do pensamento do Patrono da Educa\u00e7\u00e3o Brasileira\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-fyzBZkX03o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Outras publica\u00e7\u00f5es e produ\u00e7\u00f5es alusivas ao centen\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/rbeducacaobasica.com.br\/numero-especial-paulo-freire\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Edi\u00e7\u00e3o especial da Revista Brasileira de Educa\u00e7\u00e3o B\u00e1sica<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/periodicos.ufmg.br\/index.php\/revistainterfaces\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Revista Interfaces &#8211; Peri\u00f3dico da extens\u00e3o da UFMG &#8211; Volume 9, n\u00famero 1, de 2021\u00a0<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/episode\/3kU2OSN9UXs9AVG62nOqy8\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Programa Outra esta\u00e7\u00e3o &#8211; R\u00e1dio UFMG Educativa<\/a><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/ufmg.br\/comunicacao\/noticias\/centenario-de-paulo-freire-e-tema-de-entrevista-no-programa-conexoes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Entrevista da professora Lucinha Alvarez, da FaE, ao Programa Conex\u00f5es<\/a><\/p>\n<p><strong class=\"redactor-inline-converted\">Para saber mais<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/memorial.paulofreire.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Memorial Virtual Paulo Freire<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.acervo.paulofreire.org:8080\/jspui\/;jsessionid=2A1257C2B96EE697C0B00EE1A615D2BB\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Acervo do Instituto Paulo Freire<\/a><\/p>\n<p><strong class=\"redactor-inline-converted\">*Parte deste texto foi retirada do artigo <em class=\"redactor-inline-converted\">Revisitando a pedagogia do oprimido: contribui\u00e7\u00f5es \u00e0 psicologia social comunit\u00e1ria<\/em>, publicado em 2007 por <strong>Claudia Mayorga &#8211; professora do Departamento de Psicologia da Fafich e pr\u00f3-reitora de Extens\u00e3o da UFMG<\/strong><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Considerado um dos mais importantes intelectuais brasileiros, o educador formulou [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2982"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2982"}],"version-history":[{"count":76,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2982\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3370,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2982\/revisions\/3370"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2982"}],"wp:term":[{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.ufmg.br\/proex\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2982"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}