Autor: GRADIM, C.T.
Orientador: ROSIÉRE, C.A.
Outros autores: ;
Linhas de pesquisa no CNPq: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA / GEOTECTÔNICA
Unidade: INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS
Departamento: DEGEL - GEOLOGIA
Palavras-Chave: SERRA DO CURRAL - MICROESTRUTURAL - ANISOTROPIA DA SUSCEPTIBILIDADE MAGNÉTICA
Este trabalho teve como objetivo a análise da petrotrama dos minerais magnéticos (hematita e magnetita) dos dolomitos e itabiritos dolomíticos da Formação Gandarela aflorantes na Serra do Curral, a norte do Quadrilátero Ferrífero, por meio da anisotropia da susceptibilidade magnética, para análise cinemática daquela estrutura. A Serra do Curral é condicionada por dobras inclinadas, vergentes para NW e zonas de cisalhamento relacionado a sistemas de cavalgamento regionais. Anisotropia da susceptibilidade magnética (ASM) é a resposta de um material a um campo magnético fraco induzido. Minerais ferro(i)magnéticos possuem susceptibilidade alta. A ASM é usada como indicador do grau de orientação dos cristais (trama e textura) magnéticos, podendo ser também associada à deformação dos materiais policristalinos. Na etapa de campo foi feita amostragem através de um perfil que corta as variações de dolomitos e, em laboratório, foram preparados corpos de prova cilíndricos para determinação da anisotropia da susceptibilidade magnética. A ASM é uma grandeza tensorial, representada graficamente por um elipsóide sendo seus eixos determinados pelo cálculo dos valores e vetores próprios (k1=kmax.;k2 =kint.; k3=kmin.). Para cada local de amostragem foi calculado um elipsóide de ASM. A análise de diagramas relacionando grau e tipo de anisotropia (fator de intensidade ? vs. quociente de anisotropia q ) mostrou um número elevado de amostras com anistropia oblata (k3<
Apoio: CNPq, FAPEMIG-CPMTC - IGC - UFMGp>
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