Autor:
BESSA-OLIVEIRA, M [VOLUNTÁRIO]
Orientador:
MEDEIROS, C A
Outros autores:
RICIERI, B O; RODRIGUES, J L; CORDOVA, L F; TEIXEIRA-JÚNIOR, R
Linhas de pesquisa no CNPq:
CIÊNCIAS HUMANAS / PSICOLOGIA EXPERIMENTAL
Unidade:
FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
Departamento:
PSICOLOGIA
Palavras-Chave:
EQUIVALÊNCIA DE ESTÍMULOS / DIMENSÃO POSIÇÃO DOS ESTÍMULOS / PISTA CONTEXTUAL
Observa-se um pequeno número de casos de formação de equivalência entre estímulos posicionais. Humanos não parecem contar com o treino em relacionar posições arbitrariamente, dificultando a identificação das tarefas envolvidas na formação de classes de equivalência entre posições. Nos estudos de equivalência onde são utilizados estímulos "simbólicos", os tipos de estímulos a serem agrupados entre si: A, B e C são muito diferentes. Estes conjuntos, quando apresentados como comparações frente aos tipos de modelos, especificam a relação testada, funcionando assim como pistas contextuais que favoreceriam a emissão do desempenho prescrito, pela contingência. Já nos procedimentos utilizados para estudar equivalência de posição, os conjuntos de estímulos A, B e C são muito similares, sendo esvaecido o controle contextual, aumentando a variabilidade do responder. Este estudo pretende, com o aumento da diferença entre os conjuntos de estímulos posicionais a serem agrupados, fornecer pistas contextuais para que os participantes emitam o desempenho compatível com a contingência programada. É esperado que se observe uma menor variabilidade no responder e maior incidência na formação de classes de equivalência entre posições. O procedimento visa formar três classes de equivalência de três posições dispostas em uma matriz três por três apresentada na tela de um computador. Para tal, será utilizado o pareamento arbitrário de acordo com o modelo, com delineamento linear AB/BC. Os conjuntos estímulos A, B e C serão apresentados em vermelho, azul e verde respectivamente. Os resultados serão analisados em função dos padrões de erros sistemáticos, a incidência de formação de classes de equivalência e, pelo número de blocos de testes necessários à demonstração da propriedade testada.
Apoio:
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