{"id":5424,"date":"2021-05-21T13:29:18","date_gmt":"2021-05-21T16:29:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/?page_id=5424"},"modified":"2021-07-09T16:16:26","modified_gmt":"2021-07-09T19:16:26","slug":"topico-6","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/home\/topico-6\/","title":{"rendered":"T\u00f3pico VI &#8211; &#8220;Vida das alunas (Internato, dia-a-dia, relacionamentos, participa\u00e7\u00e3o no DAMAR)&#8221;"},"content":{"rendered":"[vc_row css=&#8221;.vc_custom_1621381035230{margin-top: -10px !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1616711489855{margin-bottom: 30px !important;padding-top: 40px !important;}&#8221;]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div><h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-plain wpex-block wpex-text-center vc_custom_1623979144152\" style=\"font-family:La Belle Aurore;font-size:40px;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr\">\u201cMorei na Escola. Era, onde \u00e9 a Escola at\u00e9 hoje. [...] Olha, \u00e9, por um lado muito interessante porque aquela conviv\u00eancia de, de meninas, mo\u00e7as ali\u00e1s, vindas de, de v\u00e1rios lugares, mais de Minas Gerais, mas tamb\u00e9m, \u00e0s vezes, de outros estados e que dava uma conviv\u00eancia muito interessante. \u00c9, agora, era, era um pouco r\u00edgido, seguia os padr\u00f5es de internato da \u00e9poca. [...]\u201d<\/span><\/h1>[vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: right;\"><em><strong>Silvana Del Carrillo Cure,<\/strong><\/em><\/h4>\n<p style=\"text-align: right;\">Entrou em 1964 e se formou em 1967,<br \/>\nNatural de Dores de Indai\u00e1 \/ MG.<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div><h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1623619546335 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Galeria - Cotidiano<\/span><\/h1>[vc_media_grid element_width=&#8221;2&#8243; item=&#8221;masonryMedia_Default&#8221; grid_id=&#8221;vc_gid:1625857987673-9a766b9d-a5f7-2&#8243; include=&#8221;5715,5716,5724,5728,5717,5729,5720,5721,5722,5723,5725,5726,5727,5732,5737,5731,5719,5734,5718,5733,5735,5736,5714&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div><h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1623620243919 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Acervo com Regimento do DAMAR em PDF<\/span><\/h1><div class=\"vcex-multi-buttons vcex-clr\" style=\"text-align:center;\"><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Regimento-Interno-DAMAR-decada-60.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-1\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Regimento Interno - DAMAR - D\u00e9cada de 60<\/a><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Regimento-Interno-DAMAR-1973.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-2\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Regimento Interno - DAMAR - 1973<\/a><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1623613023690 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Entrevistas (sobre a vida no internato)<\/span><\/h1>[vc_tta_accordion][vc_tta_section title=&#8221;Daura Pacheco&#8221; tab_id=&#8221;1621381465890-d69d38a3-25ca&#8221;][vc_column_text]\u201cL\u00e1, na, l\u00e1 na Rua do Chumbo, n\u00f3s t\u00ednhamos o, voley. Jog\u00e1vamos voley! Tinha piscina, mas quando n\u00f3s fomos para l\u00e1 j\u00e1 n\u00e3o usava a piscina. N\u00e3o sei porque. Agora, tinha voley! N\u00f3s jog\u00e1vamos voley! \u00c0s tardes. No in\u00edcio, no in\u00edcio assim&#8230; a\u00ed a gente tinha mais tempo, n\u00e3o \u00e9?\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>DAURA PACHECHO RIBEIRO, ENTROU EM 1945 E SE FORMOU EM 1947, NATURAL DE LEOPOLDINA \u2013 MG. SOBRE A PR\u00c1TICA DE ESPORTES NO INTERNATO.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Efig\u00eania Maria das Dores &#8211; 01&#8243; tab_id=&#8221;1621381508265-319c1215-800c&#8221;][vc_column_text]\u201cAh, o internato era assim simplesmente agrad\u00e1vel. Era bom a gente chegar no internato. N\u00f3s t\u00ednhamos piano. N\u00f3s t\u00ednhamos radiola, na \u00e9poca, n\u00e9, agora \u00e9 som, n\u00e9 [riso], ent\u00e3o n\u00f3s t\u00ednhamos radiola, n\u00f3s t\u00ednhamos \u00e9, \u00e9, como eu j\u00e1 falei, piscina, aquele jardim maravilhoso. E a\u00ed n\u00f3s cham\u00e1vamos os moleques [riso], chamava os molequinhos para pegar, pegar jaca pra gente, <u>manga<\/u>, pegar jaca e manga. Ent\u00e3o a gente tinha assim aquele, aquele, aquela maneira da gente viver no interior, era, a Escola de Enfermagem era continua\u00e7\u00e3o daquilo. Quer dizer, tinha o refeit\u00f3rio, tudo bem, uma mesa para quatro alunas, mas era assim um ambiente <u>super<\/u> agrad\u00e1vel, voc\u00ea ter uma refei\u00e7\u00e3o ali naquele refeit\u00f3rio.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>EFIG\u00caNIA MARIA DAS DORES, ENTROU EM 1955 E SE FORMOU EM 1958, NATURAL DE OLIVEIRA \u2013 MG. SOBRE A VIDA NO INTERNATO.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Efig\u00eania Maria das Dores &#8211; 02&#8243; tab_id=&#8221;1623613293042-d349d5c6-16ce&#8221;][vc_column_text]\u201cEnt\u00e3o, quer dizer, a gente ia ao [cine] Acaiaca. Depois que n\u00f3s sa\u00edmos da Serra, l\u00e1 da casa da Serra, n\u00f3s fomos morar no Hospital da Cruz Vermelha, atr\u00e1s do Parque Municipal. A Escola alugou o 1\u00ba e 2\u00ba andar para fazer o Internato da Escola. E, e a gente ent\u00e3o sa\u00eda de casa, por exemplo, domingo ou s\u00e1bado para ir ao Acaiaca, que era o cinema mais pr\u00f3ximo, e quando terminava o filme ou antes de terminar, voc\u00ea tinha que voltar correndo, porque na porta da Escola tinha uma freira te esperando [risos] e para marcar qual o hor\u00e1rio que voc\u00ea estava chegando. Ent\u00e3o era um trem assim meio, meio duro, parecendo assim coisa meio de quartel, mas dava pra gente ficar bem enquadrada l\u00e1 dentro e bem feliz, porque a motiva\u00e7\u00e3o que existia de voc\u00ea estar fazendo um, uma, um estudo que voc\u00ea escolheu, que voc\u00ea est\u00e1 mexendo com pessoas, mexendo com gente, na, na, na fase mais dif\u00edcil da pessoa que \u00e9 a fase que eu acho que \u00e9 a fase que ela est\u00e1 doente, \u00e9 a fase mais carente. Eu sou, eu sou uma pessoa assim simplesmente apaixonada pelo doente. N\u00e3o \u00e9 novidade para voc\u00ea, n\u00e9?\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>EFIG\u00caNIA MARIA DAS DORES, ENTROU EM 1955 E SE FORMOU EM 1958, NATURAL DE OLIVEIRA \u2013 MG. SOBRE LAZER.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Efig\u00eania Maria das Dores &#8211; 03&#8243; tab_id=&#8221;1623613428056-f8ebd32f-8d27&#8243;][vc_column_text]\u201cAh, me lembro que disseram que n\u00f3s t\u00ednhamos que mudar porque a casa ia ser vendida, ou que o dono n\u00e3o queria mais que a Escola de Enfermagem ficasse l\u00e1, que as meninas da Escola, e de uma hora para outra nos mostraram o Hospital da Cruz Vermelha que estava rec\u00e9m constru\u00eddo, novinho, n\u00e3o tinha doente l\u00e1, ent\u00e3o disseram que tinham alugado o primeiro e segundo andar para n\u00f3s, mostraram os quartos, que eram super mais confort\u00e1veis do que na Serra. Eram quartos, eram apartamentos para quatro meninas, l\u00e1 na Serra a gente dormia at\u00e9 dez em um quarto s\u00f3. \u00c9, era mais dif\u00edcil, n\u00e9, l\u00e1 era mais dif\u00edcil. Ent\u00e3o n\u00f3s t\u00ednhamos um apartamento mais confort\u00e1vel, no centro da cidade, bem mais no centro, no, n\u00e3o \u00edamos mais depender nem de bonde, gente andava era de bonde tamb\u00e9m.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>EFIG\u00caNIA MARIA DAS DORES, ENTROU EM 1955 E SE FORMOU EM 1958, NATURAL DE OLIVEIRA \u2013 MG. SOBRE A MUDAN\u00c7A DE LOCAL DO INTERNATO.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Carmelita Pinto Rabelo &#8211; 01&#8243; tab_id=&#8221;1623613545702-83543028-a121&#8243;][vc_column_text]\u201cQuando eu entrei o internato j\u00e1 era na Cruz Vermelha. Depois \u00e9 que n\u00f3s mudamos l\u00e1 para, l\u00e1 para a Av. Get\u00falio Vargas. Passou para a Get\u00falio Vargas. Assim com muita dificuldade, porque a casa l\u00e1 era pequena. Porque a Cruz Vermelha pediu o pr\u00e9dio, n\u00e3o \u00e9? E a\u00ed n\u00f3s fomos obrigadas a ir para l\u00e1. A casa pequena, inclusive n\u00f3s t\u00ednhamos \u00e9, dois quartos grandes. Um quarto onde ficavam onze pessoas morando, n\u00e3o \u00e9? E outro de sete, que n\u00f3s apelidamos at\u00e9 de Pra\u00e7a Sete, n\u00e3o \u00e9? E os outros quartos assim de quatro, de seis, t\u00e1?, variando. Muito apertado, sabe? Acumulado.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>CARMELITA PINTO RABELO, ENTROU EM 1957 E SE FORMOU EM 1960, NATURAL DE BARRA DO RIO GRANDE \u2013 BA. SOBRE A MUDAN\u00c7A DE INTERNATO DA CRUZ VERMELHA PARA A AV. GET\u00daLIO VARGAS.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Carmelita Pinto Rabelo &#8211; 02&#8243; tab_id=&#8221;1623613548878-cf2afc8e-e384&#8243;][vc_column_text]\u201cA gente deitava \u00e0s nove horas porque tocava a sineta para a gente ir deitar e levantava \u00e0s cinco horas tamb\u00e9m com a sineta. Mas apront\u00e1vamos e muito [depois de tocar a sineta]. \u00c0s vezes a gente tirava as coisas at\u00e9 na dispensa, sabe? [&#8230;] A gente colocava pessoas vigiando a ec\u00f4noma, porque s\u00f3 tinha a dona, a Jojoca, n\u00e3o \u00e9? [&#8230;] porque a comida n\u00e3o era muito boa, sabe? Ent\u00e3o, chegava \u00e0 noite, a gente&#8230; \u00e9 todo mundo adolescente, naquela fase que d\u00e1 muita fome \u00e0 noite, n\u00e3o \u00e9? [&#8230;] E depois que tinha o jantar. Depois do jantar n\u00e3o tinha mais nada, t\u00e1? Ent\u00e3o a gente roubava as coisas. Eu mesma participei, sabe? [risos] A\u00ed a gente \u00e9, pegava cera e colocava na, no sino daquelas que tinha aquela sinetinha l\u00e1, a gente colocava cera. \u00c0s vezes, quando a gente queria dormir at\u00e9 mais tarde. A\u00ed a gente colocava a cera, n\u00e3o \u00e9? Na, na, na sineta para poder ela n\u00e3o tocar a sineta no escuro. Era assim, uma turma muito boa, sabe? [&#8230;] Agora a, o interessante que eu achava no internato \u00e9 que as mais velhas, elas sentiam como se fossem as respons\u00e1veis pelas mais novas que chegassem. Havia assim, um perfeito entrosamento. Ent\u00e3o aquelas que eram mais velhas, ent\u00e3o elas tinhas aquela preocupa\u00e7\u00e3o de integrar dentro do internato. Ent\u00e3o davam todas as informa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o \u00e9? Faziam trote. Tamb\u00e9m tinha trote, sabe? \u00c0s vezes colocavam boneco na cama da gente. O trote era nesse n\u00edvel, n\u00e3o \u00e9? Pintavam a cama da gente. Desfaziam a cama. A gente chegava, a cama estava desfeita. A gente tinha de chegar e fazer. Havia assim esse ambiente bastante agrad\u00e1vel, sabe? N\u00e3o tinha assim, n\u00e3o tinha briga, n\u00e3o tinha essas coisas n\u00e3o. Era assim, muito interessante.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>CARMELITA PINTO RABELO, ENTROU EM 1957 E SE FORMOU EM 1960, NATURAL DE BARRA DO RIO GRANDE \u2013 BA. SOBRE A VIDA NO INTERNATO.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Georgina Gomes de Figueiredo&#8221; tab_id=&#8221;1623613550515-6ce437e1-f6e4&#8243;][vc_column_text]\u201cOlha, \u00e9, hoje vendo assim, dando uma dist\u00e2ncia, eu acho que era de um desconforto, que s\u00f3 a juventude permite, sabe? Eu dormia num quarto com dez pessoas, sabe, assim, o banheiro l\u00e1 em cima, acho que tinha, sei l\u00e1 quantas mulheres [&#8230;]. Internato era na Get\u00falio Vargas, n\u00e9? Avenida Get\u00falio Vargas, numa casa [&#8230;]. Era uma casa muito bonita, muito grande, n\u00e9, mas era muito desconfort\u00e1vel. [&#8230;] N\u00e3o, n\u00e3o tinha refei\u00e7\u00f5es, n\u00e3o. Voc\u00ea acordava, tinha a hora de acordar, no finalzinho quando a gente acho que estava nos \u00faltimos meses que a\u00ed tinha um jantar, n\u00e9, mas eu sei que a gente tomava l\u00e1, eu nem sei se a gente tomava caf\u00e9 l\u00e1 [&#8230;]. Ent\u00e3o, eu me lembro de uma coisa muito desconfort\u00e1vel, n\u00e9, nesse sentido e voc\u00ea ter que ter uma, \u00e9, for\u00e7osamente ter um, uma vida comunit\u00e1ria, voc\u00ea n\u00e3o tinha um, um, voc\u00ea n\u00e3o tinha um espa\u00e7o privado, n\u00e3o \u00e9. Por exemplo, eu, eu tinha uma pris\u00e3o, coisa mais prosaica, pris\u00e3o de ventre, n\u00e9. Eu lembro que minha pris\u00e3o de ventre piorou, porque eu, eu realmente eu n\u00e3o tinha onde&#8230; Eu n\u00e3o podia, n\u00e3o, n\u00e3o, eu tinha que esperar, \u00e9 n\u00e3o sei quantas pessoas usarem o banheiro, pra eu ir pro banheiro, n\u00e9, ent\u00e3o era desconfort\u00e1vel. Agora, eu nunca, quer dizer que, voc\u00ea com dezenove anos, voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 entendendo, e como a gente \u00e9, \u00e9 a turma era muito amiga e tal, ent\u00e3o essa coisa ficava meio o que&#8230; Secund\u00e1ria n\u00e9.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>GEORGINA GOMES DE FIGUEIREDO, ENTROU EM 1959 E SE FORMOU EM 1962, NATURAL DE PEDRA AZUL \u2013 MG. SOBRE A VIDA NO INTERNATO.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Silvana Del Carrillo Cure&#8221; tab_id=&#8221;1623613551976-7bc35461-f6e9&#8243;][vc_column_text]\u201cMorei na Escola. Era, onde \u00e9 a Escola at\u00e9 hoje. [&#8230;] Olha, \u00e9, por um lado muito interessante porque aquela conviv\u00eancia de, de meninas, mo\u00e7as ali\u00e1s, vindas de, de v\u00e1rios lugares, mais de Minas Gerais, mas tamb\u00e9m, \u00e0s vezes, de outros estados e que dava uma conviv\u00eancia muito interessante. \u00c9, agora, era, era um pouco r\u00edgido, seguia os padr\u00f5es de internato da \u00e9poca. [&#8230;]. Mas havia aquela coisa de dire\u00e7\u00e3o religiosa, a diretora do internato era uma, a irm\u00e3 que era diretora da Escola. N\u00f3s t\u00ednhamos hor\u00e1rio para chegar, nove horas. A gente podia namorar na Escola, por exemplo. [&#8230;]. Ent\u00e3o, de particular, eu acho o fato da gente ser interna, a gente ficava assim meio bela adormecida tipo n\u00e9, um pouco isso, sei l\u00e1, era uma \u00e9poca muito rom\u00e2ntica. Agora, mais do que isso acho que era uma \u00e9poca que eu me acho um pouco privilegiada de ter vivido sabe, que foi essa \u00e9poca de 64 a 68 porque primeiro os anos 60, tem um pouco de m\u00edstica, de magia, mas tem muito tamb\u00e9m de real porque havia uma grande mudan\u00e7a no mundo acontecendo e a gente estava vivendo aquilo. Ent\u00e3o eu digo que \u00e9, \u00e9 claro, havia muito problema de voc\u00ea est\u00e1 interna, essa quest\u00e3o do lugar de, um pouco, um certo isolamento da comunidade fica um pouco exacerbado. Agora, por outro lado t\u00ednhamos essa possibilidade de participar de um momento muito especial, a gente sentia isso, e assim muito resguardados n\u00e9, quer dizer, poucas de n\u00f3s na verdade participamos efetivamente desses, desse momento pol\u00edtico. Mas algumas puderam participar e eu acho que foi uma coisa muito, \u00e9, muito ben\u00e9fica para n\u00f3s.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>SILVANA DEL CARRILLO CURE, ENTROU EM 1964 E SE FORMOU EM 1967, NATURAL DE DORES DO INDAI\u00c1 \u2013 MG. SOBRE A VIDA NO INTERNATO.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1623614195272 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Entrevistas (sobre rela\u00e7\u00f5es externas \u00e0 vida na escola)<\/span><\/h1>[vc_tta_accordion][vc_tta_section title=&#8221;Ana L\u00facia Magela Resende &#8211; 01&#8243; tab_id=&#8221;1623612997055-e916a9f0-d9fb&#8221;][vc_column_text]\u201cA gente almo\u00e7ava no bandej\u00e3o [&#8230;] l\u00e1 a gente encontrava com os acad\u00eamicos da medicina e a gente encontrava j\u00e1 com uma roupinha de assistir aula, porque a gente sa\u00eda do est\u00e1gio, trocava de roupa e j\u00e1 estava mas decente, n\u00e3o \u00e9, mais gente, n\u00e3o \u00e9? Ent\u00e3o tinha as paquerinhas, tinha sem d\u00favida, e eu sempre t\u00e3o preocupada com as paqueras das meninas, porque n\u00e3o podia paquerar, n\u00e3o podia namorar. E eu lembro que a Ilza tinha uns lance de sedu\u00e7\u00e3o gente que cousa horrorosa! Ilza, acho que n\u00e3o era muito de a\u00e7\u00e3o n\u00e3o, mas o que ela jogava de charme! Ent\u00e3o tinha um cara que n\u00f3s apelidamos ele de abacate porque ele ficou t\u00e3o encabulado com a sedu\u00e7\u00e3o da Ilza que derrubou a tigelinha de abacate da sobremesa, ent\u00e3o ficou abacate. Ent\u00e3o ela sempre jogava muita sedu\u00e7\u00e3o nessas horas de almo\u00e7o e ficava muito preocupada com isso porque&#8230;\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>ANA L\u00daCIA MAGELA RESENDE, ENTROU EM 1961 E SE FORMOU EM 1964, NATURAL DE BELO HORIZONTE \u2013 MG<\/strong>. <strong>SOBRE NAMOROS E RELACIONAMENTOS<\/strong><strong>.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Carmelita Pinto Rabelo&#8221; tab_id=&#8221;1623612997478-f2521b69-d49a&#8221;][vc_column_text]\u201cTodo mundo fugia, sabe? Pra namorar. Roubava a chave da Jojoca, n\u00e3o \u00e9? Roubava a chave. [&#8230;] A\u00ed jogava a chave pela janela para a pessoa l\u00e1, l\u00e1 em baixo, sabe? Quando, ent\u00e3o a Jojoca fazia a inspe\u00e7\u00e3o toda noite para ver. Ent\u00e3o uma fazia boneco na cama. Cobria, n\u00e3o \u00e9? Ela chegava na porta e via a cama ocupada, n\u00e3o \u00e9? Ent\u00e3o achava que a gente estava todo mundo l\u00e1 dentro. Mas a outra estava l\u00e1 fora namorando.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>CARMELITA PINTO RABELO, ENTROU EM 1957 E SE FORMOU EM 1960, NATURAL DE BARRA DO RIO GRANDE \u2013 BA. SOBRE FUGIR DO INTERNATO PARA NAMORAR.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Efig\u00eania Maria das Dores&#8221; tab_id=&#8221;1623614359996-48d75683-3cb8&#8243;][vc_column_text]\u201cNamoro l\u00e1 era um treco s\u00e9rio mesmo, porque, voc\u00ea n\u00e3o podia ficar levando namorado l\u00e1. N\u00e3o podia, que l\u00e1 era nossa casa, n\u00e3o \u00e9? Voc\u00ea n\u00e3o podia levar namorado, como \u00e9 que fazia? Ent\u00e3o voc\u00ea tinha que sair e encontrar com ele at\u00e9 nove horas, quinze pras nove e voltar correndo para a Escola. Voc\u00ea <u>jamais<\/u> podia conversar com um rapaz estando uniformizada, nunca. Uma vez [&#8230;] eu tinha um namorado, e, o namorado foi l\u00e1 no hospital me buscar, no final do, do expediente. E eu vim de m\u00e3os dadas com ele [&#8230;] bastou isso, n\u00e9, para a casa quase cair em cima de mim. Que n\u00e3o podia, que n\u00e3o podia, que mo\u00e7a menina da Escola de Enfermagem que estava de uniforme n\u00e3o podia dar a m\u00e3o para rapaz! Falei, mas \u00e9 meu namorado! Mas n\u00e3o pode, voc\u00ea sabe que n\u00e3o pode, n\u00e3o pode de jeito nenhum, ele n\u00e3o pode te buscar, isso pega mal. E quem falou isso para mim? Voc\u00ea pensa que foi freira? D. Izaltina, professora da Escola. D. Izaltina, formada em filosofia, quer dizer, tinha que ter uma mente mais aberta, n\u00e9. Ent\u00e3o n\u00e3o podia. Al\u00e9m do mais, o meu namorado era oficial. Ele de farda e eu de farda, n\u00e9 [riso], n\u00f3s dois de farda, desfilando.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>EFIG\u00caNIA MARIA DAS DORES, ENTROU EM 1955 E SE FORMOU EM 1958, NATURAL DE OLIVEIRA \u2013 MG. SOBRE NAMOROS E RELACIONAMENTOS.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1623614636633 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Entrevistas (sobre o DAMAR)<\/span><\/h1>[vc_tta_accordion][vc_tta_section title=&#8221;Silvana Del Carrillo Cure&#8221; tab_id=&#8221;1623614655401-9f0cd211-04a9&#8243;][vc_column_text]\u201c[&#8230;] na verdade eu estava participando da luta pol\u00edtica estudantil, j\u00e1 estava mais voltada &#8230; porque de repente a gente tamb\u00e9m foi percebendo que haviam coisas que n\u00e3o era s\u00f3 nossas, que haviam n\u00e9, era um movimento pol\u00edtico nacional. A gente queria participar, quer dizer, inicialmente por exemplo, a gente foi participar do, do DCE n\u00e9, a\u00ed j\u00e1 era pelo diret\u00f3rio acad\u00eamico eu era presidente do diret\u00f3rio acad\u00eamico n\u00e9? [&#8230;] O que me orgulha no diret\u00f3rio acad\u00eamico foi o nome porque uma das coisas nessa situa\u00e7\u00e3o de meio sem lugar, uma das coisas que preocupava a gente era o fato de que os diret\u00f3rios tinham um nome e o nosso n\u00e3o. Sempre a gente estava nessa: n\u00f3s somos o menor, aquela queixa, aquela busca de, n\u00e9, do lugar mesmo. [&#8230;] E demos o nome de Diret\u00f3rio Acad\u00eamico Marina Andrade Resende (DAMAR) voc\u00eas j\u00e1 ouviram falar de Marina e que havia falecido h\u00e1 pouco tempo e que n\u00f3s quisemos homenagear. Era como um, uma nomea\u00e7\u00e3o, parece que faltava nomea\u00e7\u00e3o, sabe? E conseguimos fazer isso, acho que depois perdeu porque o diret\u00f3rio n\u00e3o teve mais nome, mas nenhum tem, o problema mesmo era nosso, naquela \u00e9poca. [&#8230;] eu me lembro que a\u00ed eu comecei a me preocupar foi com a participa\u00e7\u00e3o no DCE. E a\u00ed j\u00e1 havia um grande movimento pol\u00edtico n\u00e9 e que n\u00f3s come\u00e7amos a participar pelo DA. n\u00e9. [&#8230;] A gente ia \u00e0s reuni\u00f5es. [&#8230;] Havia muitos movimentos estudantis e j\u00e1 havia grupos armados e tudo. Mas isso a gente n\u00e3o sabia muito bem. Tinha uma ideia, mas n\u00e3o sabia tanto no que estava se envolvendo n\u00e3o. Foi mais, a gente acreditava que alguma coisa pudesse ser mudada no pa\u00eds, porque, fazendo enfermagem, a gente convive, convivia na \u00e9poca com muita desnutri\u00e7\u00e3o, pobreza e foi muito essa vontade de mudar alguma coisa e acreditar que havia possibilidade no socialismo de, de conseguir isso n\u00e9. Ent\u00e3o havia muitas passeatas, um pouco, n\u00f3s \u00e9ramos um pouco festivas na verdade.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>SILVANA DEL CARRILLO CURE, ENTROU EM 1964 E SE FORMOU EM 1967, NATURAL DE DORES DO INDAI\u00c1 \u2013 MG. SOBRE O DAMAR<\/strong><strong>.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1623614816640 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Entrevistas (sobre o dia-a-dia como estudantes)<\/span><\/h1>[vc_tta_accordion][vc_tta_section title=&#8221;Maria Z\u00e9lia Carneiro&#8221; tab_id=&#8221;1623614527901-ee25659d-bcd3&#8243;][vc_column_text]\u201c[&#8230;] E n\u00f3s ent\u00e3o, t\u00ednhamos e, a missa da seis ou seis e trinta tinha o caf\u00e9 e sa\u00eda imediatamente, porque \u00e0s sete horas t\u00ednhamos que, que estar na aula, n\u00e9. A aula era na rua da Bahia, a escola funcionava a parte de secretaria, esco&#8230; de aulas funcionava na rua da Bahia com Bernardo Guimar\u00e3es. \u00c9 l\u00e1 que funcionava. N\u00f3s ent\u00e3o, \u00edamos para l\u00e1 assistir aula, depois ia, volta para escola, \u00e9, para almo\u00e7ar e de novo, volta para \u00e0s aulas. Isso nos seis primeiros meses, porque era o per\u00edodo que a gente estava, \u00e9, vendo se realmente a gente tinha voca\u00e7\u00e3o para enfermagem. Ent\u00e3o, esses seis primeiros meses, n\u00f3s t\u00ednhamos um pouco de aula de t\u00e9cnica de enfermagem, era dado por Dona Rosa, que foi&#8230; era vice-presidente, ela era que dava aula de t\u00e9cnica de enfermagem, Rosa de Lima Moreira. E ali ent\u00e3o, tinha as aulas de \u00e9tica e assim o principio de enfermagem, n\u00e9. \u00c9&#8230; \u00e0s quatro horas, cinco horas n\u00f3s volt\u00e1vamos para escola, isso durante os seis meses. Depois de seis meses, entrava em uma festa de, de imposi\u00e7\u00e3o da, da, da, do v\u00e9u. N\u00f3s us\u00e1vamos um v\u00e9u, n\u00e9. \u00c9 as ins\u00edgnias de enfermagem. Fazia-se uma festa, ent\u00e3o, o pessoal, a, todas as, as alunas que recebia o v\u00e9u \u00e9 porque queriam continuar a enfermagem. Ent\u00e3o, tinha aquela festa. Ent\u00e3o n\u00f3s j\u00e1 depois disso, que receb\u00edamos o v\u00e9u, n\u00f3s primeiro fic\u00e1vamos no hospital s\u00f3 para olhar o servi\u00e7o, mas depois, que n\u00f3s receb\u00edamos o v\u00e9u, a\u00ed j\u00e1 entramos para trabalhar de fato, de verdade, n\u00e9. E o hospital, era o, o, o Hospital Municipal que ficava l\u00e1 na Lagoinha. Ent\u00e3o, voc\u00eas vejam, a gente saia da Serra de bonde, porque aquele tempo s\u00f3 tinha bonde, ia, tomava outra condu\u00e7\u00e3o para subir a rua da Bahia, outro bonde para subir a rua da Bahia para ir a aula. Depois, voltava para almo\u00e7ar, ia para o hospital e era assim, a vida da gente, n\u00e9.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>MARIA Z\u00c9LIA CARNEIRO, ENTROU EM 1947 E SE FORMOU EM 1950, NATURAL DE MARIANA \u2013 MG. SOBRE A VIDA DE ESTUDANTES<\/strong><strong>.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; bg_style=&#8221;stretch&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1621263618041{border-top-width: 1px !important;border-bottom-width: 1px !important;padding-top: 40px !important;background: #f5f5f5 url(https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/bg_vintage-v1.jpg?id=5042) !important;background-position: 0 0 !important;background-repeat: repeat !important;border-top-color: #ededed !important;border-bottom-color: #ededed !important;}&#8221;][vc_column margin_bottom=&#8221;0px&#8221;]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1621553763297 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Navega\u00e7\u00e3o<\/span><\/h1>[vc_row_inner content_placement=&#8221;middle&#8221;][vc_column_inner width=&#8221;1\/3&#8243;]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-plain wpex-block wpex-text-center vc_custom_1621552691620\" style=\"font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr\">T\u00f3pico Anterior<\/span><\/h1><div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div>[vc_single_image image=&#8221;5098&#8243; css_animation=&#8221;left-to-right&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; style=&#8221;vc_box_shadow_3d&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; link=&#8221;https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/home\/topico-5\/&#8221; img_hover=&#8221;grayscale&#8221; img_caption=&#8221;T\u00f3pico V &#8211; &#8220;A Escola de Enfermagem Carlos Chagas&#8220;&#8221;][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/3&#8243;]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-plain wpex-block wpex-text-center vc_custom_1621552806928\" style=\"font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/span><\/h1><div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div>[vc_single_image image=&#8221;5315&#8243; css_animation=&#8221;appear&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; style=&#8221;vc_box_shadow_3d&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; link=&#8221;https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/&#8221; img_hover=&#8221;grayscale&#8221; img_caption=&#8221;Retornar \u00e0 P\u00e1gina Inicial&#8221;][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/3&#8243;]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-plain wpex-block wpex-text-center vc_custom_1621552740140\" style=\"font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr\">Pr\u00f3ximo T\u00f3pico<\/span><\/h1><div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div>[vc_single_image image=&#8221;5850&#8243; css_animation=&#8221;right-to-left&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; style=&#8221;vc_box_shadow_3d&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; link=&#8221;https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/home\/topico-7\/&#8221; img_hover=&#8221;grayscale&#8221; img_caption=&#8221;T\u00f3pico VII &#8211; &#8220;Uniformes e apar\u00eancia f\u00edsica&#8220;&#8221;][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div><div class=\"vcex-module vcex-callout wpex-mb-0 with-button wpex-text-center wpex-md-text-initial wpex-md-flex wpex-md-items-center wpex-clr\"><div class=\"vcex-callout-caption wpex-text-md wpex-last-mb-0 wpex-mb-20 wpex-md-w-75 wpex-md-pr-20 wpex-md-mb-0 wpex-clr\" style=\"font-size:16px;\"><div class=\"wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mx-auto wpb_content_element \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p style=\"text-align: center\">Gostou da Exposi\u00e7\u00e3o? Ent\u00e3o n\u00e3o se esque\u00e7a de deixar seu coment\u00e1rio sobre a exposi\u00e7\u00e3o<br \/>\nno nosso \u201c<a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/livro-de-visitas\/\">Livro de Visitas<\/a>\u201c.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><div class=\"vcex-callout-button wpex-md-w-25 wpex-md-text-right\"><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/livro-de-visitas\/\" title=\"Comente\" style=\"background:#dd3333;border-radius:45px;font-size:20px;font-weight:600;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#ba2a2a&quot;}\" class=\"theme-button three-d full-width wpex-text-center wpex-text-base\">Comente<span class=\"theme-button-icon-right ticon ticon-pencil\" aria-hidden=\"true\"><\/span><\/a><\/div><\/div>[\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row css=&#8221;.vc_custom_1621381035230{margin-top: -10px !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1616711489855{margin-bottom: 30px !important;padding-top: 40px !important;}&#8221;][vc_column_text] Silvana Del Carrillo Cure, Entrou em 1964 e se formou em 1967, Natural de Dores de Indai\u00e1 \/ MG. 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