{"id":5428,"date":"2021-05-21T13:35:49","date_gmt":"2021-05-21T16:35:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/?page_id=5428"},"modified":"2021-07-09T16:21:44","modified_gmt":"2021-07-09T19:21:44","slug":"topico-8","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/home\/topico-8\/","title":{"rendered":"T\u00f3pico VIII &#8211; &#8220;Ensino te\u00f3rico e pr\u00e1tico e os professores&#8221;"},"content":{"rendered":"[vc_row css=&#8221;.vc_custom_1621381035230{margin-top: -10px !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1616711489855{margin-bottom: 30px !important;padding-top: 40px !important;}&#8221;]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div><h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-plain wpex-block wpex-text-center vc_custom_1623980749874\" style=\"font-family:La Belle Aurore;font-size:40px;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr\">\u201cEra importante era a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o no hospital. Isso \u00e9 que era mais importante. [...] Mas a gente tinha assim, uma necessidade muito grande de aprender, ent\u00e3o a gente estudava, a gente ia.\u201d<\/span><\/h1>[vc_column_text]\n<h4 style=\"text-align: right;\"><em><strong>Carmelita Pinto Rabelo,<\/strong><\/em><\/h4>\n<p style=\"text-align: right;\">Entrou em 1957 e se formou em 1960,<br \/>\nNatural de Barra do Rio Grande \/ BA.<\/p>\n[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div><h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1623631935037 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Galeria - Aulas, alunas e professores<\/span><\/h1>[vc_media_grid element_width=&#8221;2&#8243; item=&#8221;masonryMedia_Default&#8221; grid_id=&#8221;vc_gid:1625858327747-cce922db-16dc-2&#8243; include=&#8221;5772,5773,5774,5775,5776,5777,5778,5779,5780,5781,5782,5783&#8243;][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div><h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1621539375925 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Arquivos do Acervo em PDF<\/span><\/h1><div class=\"vcex-multi-buttons vcex-clr\" style=\"text-align:center;\"><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Concessao-de-Titulo-de-Professor-Emerita-a-Izaltina-Goulart-1984.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-1\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Concess\u00e3o de T\u00edtulo de Prof\u00aa. Em\u00e9rita \u00e0 Izaltina Goulart<\/a><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Quadro-de-Professores-Reg.-13.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-2\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Quadro de Professores - Reg. 13<\/a><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Relacao-de-Professores-EECC-e-respectivas-disciplinas.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-3\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Rela\u00e7\u00e3o  de Professores EECC e respectivas disciplinas<\/a><\/div><div class=\"vcex-multi-buttons vcex-clr\" style=\"text-align:center;\"><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Relacao-das-Materias-e-Respectivos-Professores-1.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-1\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Rela\u00e7\u00e3o das Mat\u00e9rias e Respectivos Professores<\/a><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Relacao-de-Professores-nao-privativos-e-respectivas-materias.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-2\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Rela\u00e7\u00e3o de Professores n\u00e3o privativos e respectivas mat\u00e9rias<\/a><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Relacao-dos-Professores-e-respectivas-disciplinares-Ref.-753.pdf\" class=\"theme-button flat vcex-count-3\" style=\" background:#bf9f62;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#70614e&quot;}\">Rela\u00e7\u00e3o de Professores e respectivas disciplinas - Ref. 753<\/a><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1621382869912 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Entrevistas<\/span><\/h1>[vc_tta_accordion][vc_tta_section title=&#8221;Ana L\u00facia Magela Resende&#8221; tab_id=&#8221;1621381465890-d69d38a3-25ca&#8221;][vc_column_text]\u201cEnsino te\u00f3rico, as cadeiras b\u00e1sicas eram dadas pelos professores de medicina. [&#8230;] Mas era vis\u00edvel &#8211; e hoje lembrar das caras deles e dos tipos de coisa que eles faziam &#8211; era vis\u00edvel que era um curso de segunda linha. Era vis\u00edvel a subalternidade. Ficava muito evidente assim, que eles n\u00e3o faziam a m\u00ednima for\u00e7a pra fazer um ensino mais aderente, aceitando as dificuldades e tamb\u00e9m as exig\u00eancias que essa profiss\u00e3o ia ter. Eles batiam, passavam batidos no que eles davam para qualquer outro curso, at\u00e9 com um n\u00edvel de esnoba\u00e7\u00e3o muito grande, n\u00f3s que nos vir\u00e1ssemos. [&#8230;] Entendeu, entendeu; n\u00e3o entendeu danou-se. E sempre mostrando o quanto n\u00f3s \u00e9ramos ignorantes, insignificantes, sabe? Ent\u00e3o era um ensino que n\u00e3o tinha nenhuma ader\u00eancia com coisa nenhuma. At\u00e9 mesmo as disciplinas profissionais que ainda tinham alguns m\u00e9dicos dando. [&#8230;] Ent\u00e3o a gente decorava feito uma louca, usando os livros que eram usados na medicina, n\u00e3o tinha nada adequado. A\u00ed, eu me lembro que a gente reencantava essa desgra\u00e7a toda [riso] enrolando um aventalzinho e pegando o [livro] mais grosso de microbiologia e atravessando a Av. Afonso Pena. [riso] A gente parecia tudo, menos estudante de enfermagem, porque tamb\u00e9m era \u201co escroto\u201d parecer estudante de enfermagem.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>ANA L\u00daCIA MAGELA RESENDE, ENTROU EM 1961 E SE FORMOU EM 1964, NATURAL DE BELO HORIZONTE \u2013 MG. EM RELA\u00c7\u00c3O AO ENSINO MINISTRADO PELOS PROFESSORES M\u00c9DICOS.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Carmelita Pinto Rabelo &#8211; 01&#8243; tab_id=&#8221;1621381466079-a5e61cf6-ba1b&#8221;][vc_column_text]\u201cO resto dos professores, todos eram da Faculdade de Medicina. N\u00f3s t\u00ednhamos aulas com os professores da Faculdade de Medicina. Todas as disciplinas eram dadas por eles. N\u00f3s t\u00ednhamos a&#8230; Ent\u00e3o ao inv\u00e9s de formar enfermeiras, a gente estava sendo formadas na \u00e1rea da medicina. Mas ainda era enfermeiro, n\u00e3o \u00e9? Isso \u00e9 que era interessante. E os m\u00e9dicos \u00e9 que davam a, o acompanhamento \u00e0 gente, n\u00e3o \u00e9? Aquele que dava \u00e9, M\u00e9dico- Cir\u00fargica; ele acompanhava a gente l\u00e1, n\u00e3o \u00e9? Tinha aquele interesse todo, n\u00e3o \u00e9?; em dar orienta\u00e7\u00e3o pra gente naquela \u00e1rea, t\u00e1?\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>CARMELITA PINTO RABELO, ENTROU EM 1957 E SE FORMOU EM 1960, NATURAL DE BARRA DO RIO GRANDE \u2013 BA.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Carmelita Pinto Rabelo &#8211; 02&#8243; tab_id=&#8221;1623631381387-24b6469a-ceda&#8221;][vc_column_text]\u201cE foi interessante, porque n\u00f3s t\u00ednhamos uma fase de adapta\u00e7\u00e3o. A gente n\u00e3o entrava assim t\u00e3o r\u00e1pido n\u00e3o. N\u00f3s t\u00ednhamos um, um per\u00edodo que eles chamavam de pr\u00e9-cl\u00ednico, n\u00e3o \u00e9? A gente ficava seis meses sem ter contato com o paciente. Todo nosso contato era na sala de t\u00e9cnicas. A\u00ed a gente ia aprendendo e depois a gente ia para o hospital para desenvolver as t\u00e9cnicas de enfermagem. E a sua avalia\u00e7\u00e3o era feita no seu contato com as t\u00e9cnicas de enfermagem e n\u00e3o o seu contato com o paciente. Se voc\u00ea tinha realmente assim, aquele dom para enfermagem, a\u00ed voc\u00ea tinha uma festa, chamada festa da braceira, que voc\u00ea era condecorada. Voc\u00ea sabia que estava apta para fazer enfermagem, sabe? Ent\u00e3o a gente tinha uma festa da bra\u00e7adeira, tinha a paraninfa.\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>CARMELITA PINTO RABELO, ENTROU EM 1957 E SE FORMOU EM 1960, NATURAL DE BARRA DO RIO GRANDE \u2013 BA. EM RELA\u00c7\u00c3O AO PER\u00cdODO PREPARAT\u00d3RIO.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Carmelita Pinto Rabelo &#8211; 03&#8243; tab_id=&#8221;1623631422830-f5b47723-fa38&#8243;][vc_column_text]\u201cEra importante era a presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7o no hospital. Isso \u00e9 que era mais importante. [&#8230;] Mas a gente tinha assim, uma necessidade muito grande de aprender, ent\u00e3o a gente estudava, a gente ia. Por exemplo, quando n\u00f3s fizemos patologia, foi at\u00e9 o Bogliollo na minha \u00e9poca, quem deu foi o Bogliollo, n\u00e3o \u00e9? O professor Bogliollo. Ele levava a gente para l\u00e1, sabe? Para o laborat\u00f3rio dele. Ele mostrava. Tinha l\u00e2mina no microsc\u00f3pio. Ent\u00e3o essa parte. E tinha muito estudante de medicina que dava aula pra gente, sabe, assim, um aluno de medicina j\u00e1 adiantado. Por exemplo, o Cid Veloso mesmo foi um que deu para a minha turma a parte de cardiologia. E ele como professor, se entusiasmava, fazia cirurgia experimental, levava a gente para ver cirurgia experimental. Aquilo para ele era assim, uma coisa muito importante, ele ser professor de aluno de enfermagem, n\u00e3o \u00e9?\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>CARMELITA PINTO RABELO, ENTROU EM 1957 E SE FORMOU EM 1960, NATURAL DE BARRA DO RIO GRANDE \u2013 BA. EM RELA\u00c7\u00c3O AO ENSINO DADO POR PROFESSORES M\u00c9DICOS.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Carmelita Pinto Rabelo &#8211; 04&#8243; tab_id=&#8221;1623631489670-afe24ee3-b644&#8243;][vc_column_text]\u201cA dona Izaltina era aquela pessoa que era m\u00e3e de todo mundo, sabe? \u00d3, o aluno chegava, ela adotava, sabe? Ent\u00e3o, todo mundo tinha um carinho especial pela dona Izaltina, sabe? Por que ela era, era m\u00e3e, ela era compreensiva, sabe? Ela orientava. E ela tinha horror \u00e0s freiras. Ent\u00e3o&#8230; e ela ent\u00e3o, quando ela dava Hist\u00f3ria da Enfermagem, ela dava assim, a Hist\u00f3ria da Enfermagem de uma forma muito emotiva, sabe? Tanto que ela chorava todas as vezes que ela entrava na sala de aula para falar sobre a Hist\u00f3ria da Enfermagem ela chorava. Ent\u00e3o ela falava assim: \u201cJ\u00e1 pensou esse pessoal que come\u00e7ou a lapidar para poder nos trazer a situa\u00e7\u00e3o que n\u00f3s estamos agora.\u201d E ela fazia a liga\u00e7\u00e3o e a\u00ed ela come\u00e7ava a chorar dessa situa\u00e7\u00e3o, porque a gente j\u00e1 estava numa situa\u00e7\u00e3o melhor e, chorando em fun\u00e7\u00e3o de um passado por aquelas pessoas que tiveram que batalhar bastante para chegar em um n\u00edvel em que est\u00e1vamos, sabe? Ent\u00e3o era assim. Ela, ela se aproximava muito dos alunos, sabe? Ela levava os alunos para a casa dela, sabe? \u00c9, ela dava dinheiro para os alunos que tinham dificuldades. Ent\u00e3o ela era uma verdadeira m\u00e3e para os alunos, sabe?\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>CARMELITA PINTO RABELO, ENTROU EM 1957 E SE FORMOU EM 1960, NATURAL DE BARRA DO RIO GRANDE \u2013 BA. EM RELA\u00c7\u00c3O A IZALTINA GOULART.<br \/>\n<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][vc_tta_section title=&#8221;Daura Pacheco Ribeiro&#8221; tab_id=&#8221;1621381508265-319c1215-800c&#8221;][vc_column_text]\u201c[&#8230;] aqui, em Belo Horizonte, n\u00e3o foi f\u00e1cil a gente fazer o curso de enfermagem. Era de muito sacrif\u00edcio, porque n\u00f3s \u00e9ramos obrigadas. O, o primeiro semestre, era semestre tamb\u00e9m. O primeiro semestre a gente tinha as aulas, tinha ainda as aulas pr\u00e1ticas e tudo, mas, t\u00ednhamos na escola, n\u00f3s t\u00ednhamos na escola uma farm\u00e1cia, ent\u00e3o, al\u00ed naquela farm\u00e1cia, n\u00f3s \u00e9ramos obrigadas, j\u00e1, logo, logo que come\u00e7\u00e1vamos, a dar inje\u00e7\u00e3o, dava as inje\u00e7\u00f5es, fazia aquelas visitas domiciliares, ali na Serra; ah!, depois eu vou dizer aonde era n\u00e3o \u00e9? Na Serra a gente fazia. Isso o primeiro semestre j\u00e1 era assim. J\u00e1 o segundo semestre j\u00e1 \u00e9ramos obrigadas a dar inje\u00e7\u00e3o, inje\u00e7\u00e3o na veia, inje\u00e7\u00e3o muscular. A inje\u00e7\u00e3o muscular, o dinheiro era todo nosso, na veia era meio a meio, meio da Escola, meio nosso. A, a, o servi\u00e7o particular, n\u00f3s faz\u00edamos muito para, o, os, para a fam\u00edlia dos professores, isso a\u00ed, a escola, bom, n\u00f3s alunas, sab\u00edamos que a Escola n\u00e3o cobrava, ent\u00e3o n\u00f3s aceit\u00e1vamos. A\u00ed, \u00e9 que muitos professores indicavam, sabe? A turma da Dona Fulana era assim, a turma da Dona Fulana&#8230;\u201d<\/p>\n<p>\u2192 <strong>DAURA PACHECHO RIBEIRO, ENTROU EM 1945 E SE FORMOU EM 1947, NATURAL DE LEOPOLDINA \u2013 MG.<\/strong>[\/vc_column_text][\/vc_tta_section][\/vc_tta_accordion]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row full_width=&#8221;stretch_row&#8221; bg_style=&#8221;stretch&#8221; css=&#8221;.vc_custom_1621263618041{border-top-width: 1px !important;border-bottom-width: 1px !important;padding-top: 40px !important;background: #f5f5f5 url(https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/bg_vintage-v1.jpg?id=5042) !important;background-position: 0 0 !important;background-repeat: repeat !important;border-top-color: #ededed !important;border-bottom-color: #ededed !important;}&#8221;][vc_column margin_bottom=&#8221;0px&#8221;]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-bottom-border-w-color wpex-block wpex-text-left vc_custom_1621553763297 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-gray-200\" style=\"font-family:Cutive;font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr wpex-relative wpex-pb-5 wpex-border-b-2 wpex-border-solid wpex-border-accent\">Navega\u00e7\u00e3o<\/span><\/h1>[vc_row_inner content_placement=&#8221;middle&#8221;][vc_column_inner width=&#8221;1\/3&#8243;]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-plain wpex-block wpex-text-center vc_custom_1621552691620\" style=\"font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr\">T\u00f3pico Anterior<\/span><\/h1><div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div>[vc_single_image image=&#8221;5850&#8243; css_animation=&#8221;left-to-right&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; style=&#8221;vc_box_shadow_3d&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; link=&#8221;https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/home\/topico-7\/&#8221; img_hover=&#8221;grayscale&#8221; img_caption=&#8221;T\u00f3pico VII &#8211; &#8220;Uniformes e apar\u00eancia f\u00edsica&#8220;&#8221;][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/3&#8243;]<h1 class=\"vcex-module vcex-heading wpex-text-2xl wpex-font-normal wpex-m-auto wpex-max-w-100 vcex-heading-plain wpex-block wpex-text-center vc_custom_1621552806928\" style=\"font-weight:600;\"><span class=\"vcex-heading-inner wpex-inline-block wpex-clr\">Apresenta\u00e7\u00e3o<\/span><\/h1><div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:30px\"><\/div>[vc_single_image image=&#8221;5315&#8243; css_animation=&#8221;appear&#8221; alignment=&#8221;center&#8221; style=&#8221;vc_box_shadow_3d&#8221; onclick=&#8221;custom_link&#8221; link=&#8221;https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/&#8221; img_hover=&#8221;grayscale&#8221; img_caption=&#8221;Retornar \u00e0 P\u00e1gina Inicial&#8221;][\/vc_column_inner][vc_column_inner width=&#8221;1\/3&#8243;][\/vc_column_inner][\/vc_row_inner]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div>[\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column]<div class=\"vcex-spacing wpex-w-100 wpex-clear\" style=\"height:50px\"><\/div><div class=\"vcex-module vcex-callout wpex-mb-0 with-button wpex-text-center wpex-md-text-initial wpex-md-flex wpex-md-items-center wpex-clr\"><div class=\"vcex-callout-caption wpex-text-md wpex-last-mb-0 wpex-mb-20 wpex-md-w-75 wpex-md-pr-20 wpex-md-mb-0 wpex-clr\" style=\"font-size:16px;\"><div class=\"wpb_text_column wpex-max-w-100 wpex-mx-auto wpb_content_element \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p style=\"text-align: center\">Gostou da Exposi\u00e7\u00e3o? Ent\u00e3o n\u00e3o se esque\u00e7a de deixar seu coment\u00e1rio sobre a exposi\u00e7\u00e3o<br \/>\nno nosso \u201c<a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/livro-de-visitas\/\">Livro de Visitas<\/a>\u201c.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div><div class=\"vcex-callout-button wpex-md-w-25 wpex-md-text-right\"><a href=\"https:\/\/www.ufmg.br\/rededemuseus\/cemenf\/primeirasenfermeiras\/livro-de-visitas\/\" title=\"Comente\" style=\"background:#dd3333;border-radius:45px;font-size:20px;font-weight:600;\" data-wpex-hover=\"{&quot;background&quot;:&quot;#ba2a2a&quot;}\" class=\"theme-button three-d full-width wpex-text-center wpex-text-base\">Comente<span class=\"theme-button-icon-right ticon ticon-pencil\" aria-hidden=\"true\"><\/span><\/a><\/div><\/div>[\/vc_column][\/vc_row]\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row css=&#8221;.vc_custom_1621381035230{margin-top: -10px !important;}&#8221;][vc_column css=&#8221;.vc_custom_1616711489855{margin-bottom: 30px !important;padding-top: 40px !important;}&#8221;][vc_column_text] Carmelita Pinto Rabelo, Entrou em 1957 e se formou em 1960, Natural de Barra do Rio Grande \/ BA. 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