{"id":1724,"date":"2025-04-08T09:46:18","date_gmt":"2025-04-08T12:46:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.ufmg.br\/sustentabilidade\/?page_id=1724"},"modified":"2025-04-15T12:05:15","modified_gmt":"2025-04-15T15:05:15","slug":"separacao-de-co2-do-gas-natural-usando-membranas-de-matriz-mista","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.ufmg.br\/sustentabilidade\/projetos\/separacao-de-co2-do-gas-natural-usando-membranas-de-matriz-mista\/","title":{"rendered":"Separa\u00e7\u00e3o de CO2 do g\u00e1s natural usando membranas de matriz mista"},"content":{"rendered":"\n<p>O g\u00e1s natural \u00e9 uma importante fonte de energia, cujo consumo mundial \u00e9 de aproximadamente 4 trilh\u00f5es de m3 por ano. Por apresentar grande variabilidade no teor de CO2, o g\u00e1s natural brasileiro demanda solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas de refino, j\u00e1 que \u00e9 considerado um combust\u00edvel de transi\u00e7\u00e3o para uma economia mais verde. Nesse contexto, membranas se destacam como alternativa \u00e0 absor\u00e7\u00e3o com aminas por sua facilidade e flexibilidade de opera\u00e7\u00e3o, baixo consumo energ\u00e9tico e produ\u00e7\u00e3o reduzida de res\u00edduos. As membranas de matriz mista (que s\u00e3o membranas constitu\u00eddas por diferentes materiais), particularmente, possibilitam combinar elevada seletividade com alto fluxo para a separa\u00e7\u00e3o dos gases. Este projeto visa investigar a separa\u00e7\u00e3o de CO2 utilizando membranas a fim de melhorar os m\u00e9todos convencionais. Tem-se como objetivo geral o desenvolvimento de tecnologias de separa\u00e7\u00e3o de CO2 do g\u00e1s natural utilizando membranas de matriz mista.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 o momento, j\u00e1 foram realizados testes de preparo das membranas com diferentes materiais e ensaios de permea\u00e7\u00e3o em sistema padr\u00e3o existente no laborat\u00f3rio. Observou-se que a adi\u00e7\u00e3o de cargas de s\u00edlica e de carbono s\u00e3o capazes de aumentar a seletividade das membranas ao di\u00f3xido de carbono em at\u00e9 20%. Testes de melhoria na dispers\u00e3o da carga est\u00e3o em andamento para melhorar a capacidade seletiva das membranas e viabilizar a separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>As tecnologias produzidas neste projeto poder\u00e3o potencialmente melhorar o processamento de g\u00e1s natural extra\u00eddo no Brasil, tornando a produ\u00e7\u00e3o mais competitiva e sustent\u00e1vel. Nos resultados iniciais, os testes de separa\u00e7\u00e3o com as membranas preparadas at\u00e9 ent\u00e3o sugerem que a adi\u00e7\u00e3o dos materiais selecionados aumenta o desempenho delas em rela\u00e7\u00e3o ao CO2. As atividades iniciais j\u00e1 deram origem a dois trabalhos cient\u00edficos e participa\u00e7\u00e3o em evento acad\u00eamico nacional.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Respons\u00e1veis:&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Profa. K\u00e1tia Cec\u00edlia de Souza Figueiredo e Prof. Daniel Dornellas Athayde<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ODS Relacionados:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"151\" height=\"151\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXe3IjnHMf85Ii_9nsabclK2G8NyO2jg2gKcu-o0z3jUu2mzI-_kj_xsiwE8TPLvIRWMURZauq7ztaSlAn-LvrxgQ-zDCoMzBCx5Po1xYhKLClzUzSI9gHWbrqITmMoF-2FbuI6RiA?key=vBoj-53Tv1siE7mgN3cXbz9L\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"151\" height=\"151\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXdv1QiouhYIKwd_jfh8zGOmhrB_iEzMF4vl5yp8dTVOViAlpEfYw25GVFe-FSteQDg_taIE4Hj0im1Rt-0pUT-JtEpi2xiCAaSBm0oeYGkdE8XfAO4XfNVLqm1swAM5OOiMEgup?key=vBoj-53Tv1siE7mgN3cXbz9L\"><\/strong><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/lh7-rt.googleusercontent.com\/docsz\/AD_4nXejEpKTsPxmXRNgwph3X6uuDl6nMpwX0Ozh_Xlv4gNb7T8HBLaQUiSYBPo1bN4IAmSfAXMUKXJkhsB7sh0FIpr8VEm4GVVhylwnfkGMzKCjd1hVDsd50RGj7hB0zoFOZroS6nmV?key=vBoj-53Tv1siE7mgN3cXbz9L\" width=\"151\" height=\"151\"><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O g\u00e1s natural \u00e9 uma importante fonte de energia, cujo consumo mundial \u00e9 de aproximadamente 4 trilh\u00f5es de m3 por ano. 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