Universidade Federal de Minas Gerais

Fotos Diogo Domingues
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Dília Glória, Sheila Goulart, Elizabeth Spangler, Orlando Aguiar, Rosilene Bicalho e Luiz Carlos Alcântara participaram da solenidade de abertura

UFMG dá a largada para feiras de ciências

quarta-feira, 18 de novembro de 2009, às 19h31

A UFMG está mais uma vez de portas abertas para a ciência produzida por estudantes do ensino básico. Foram abertas na tarde de hoje as feiras científicas UFMG Jovem e Feceb-MG, que estão em suas décima e terceira edições, respectivamente. As feiras irão movimentar o campo de futebol da Faculdade de Educação (FaE), no campus Pampulha, nos dias 19 e 20 de novembro, com apresentação de trabalhos e visitação de escolas. As atividades culturais serão realizadas na Praça de Serviços.

As feiras, realizadas anualmente pelo Centro de Difusão da Ciência (CDC), vinculado à Pró-Reitoria de Extensão, têm o objetivo de aproximar a sociedade – em especial os alunos do ensino básico – da cultura científica, buscando fomentar o interesse pela ciência e pela pesquisa. “O evento é importante porque traz os jovens para a Universidade e permite que conheçam a ciência o mais cedo possível, o que contribui para a formação de cientistas no futuro”, afirmou a pró-reitora de Recursos Humanos da UFMG, Elizabeth Spangler, que representou o reitor Ronaldo Pena na solenidade de abertura.

A UFMG Jovem deverá reunir cerca de 12 mil pessoas, entre estudantes, professores e comunidade em geral, vinculados a cerca de 100 escolas. O evento oferece exposições interativas, trabalhos científicos e oficinas desenvolvidas por alunos e professores do Colégio Técnico (Coltec) e do Centro Pedagógico da UFMG. A Feceb reúne trabalhos de escolas públicas e particulares da educação básica de todo o estado de Minas Gerais. “A cada ano conseguimos alcançar um maior interesse pela difusão do conhecimento e da pesquisa. Esperamos que os trabalhos possibilitem felizes trocas de experiências”, ressaltou a professora Sheila Goulart, representante do CDC.

As feiras têm crescido expressivamente nos últimos anos, assim como o público visitante. Em 2007, os eventos reuniram 68 trabalhos, com 4,5 mil visitantes. No ano passado, foram selecionados 100 trabalhos e o público foi de nove mil pessoas. Este ano, o evento conta com 140 trabalhos de várias áreas do conhecimento, divididos entre oficinas, exposições interativas e atividades culturais. Uma novidade são os trabalhos de alunos e professores de licenciatura e do curso de pedagogia da UFMG. Os autores dos melhores trabalhos serão contemplados com viagens a São Paulo, onde farão um circuito de museus, e kits de livros.

“Participei da organização da primeira UFMG Jovem e é muito gratificante perceber que o evento foi se modificando e melhorando de acordo com os momentos vividos pela Universidade”, assinalou Elizabeth Spangler.

Também compuseram a mesa os professores Orlando Aguiar, vice-diretor da FaE; Rosilene Bicalho, vice-diretora do Coltec; e Dília Glória, diretora do Centro Pedagógico, além do representante da Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais, Luiz Carlos Alcântara.

Homenagem
Os integrantes da primeira comissão organizadora da UFMG Jovem e coordenadores de gestões anteriores do CDC foram homenageados com uma placa durante a solenidade.

Também foi lançado o primeiro número do almanaque Cabelo, pele e unha – A ciência no salão de beleza, que resultou de perguntas de alunos de escolas públicas da capital.

Encerrando a abertura das feiras de ciências, estudantes de escolas públicas e particulares e participantes de projetos educacionais de Belo Horizonte apresentaram números de dança inspirados na diversidade cultural brasileira.

Leia mais sobre o evento em matéria publicada pelo Boletim UFMG: Ciência ‘descomplicada’.

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Apresentações de dança mostraram a diversidade cultural brasileira