Marcha das Mulheres Negras: “Somos herança de um legado matriarcal”, exalta quilombola Benilda Brito
Nesta quinta-feira, 27 de novembro de 2025, a mulher, lésbica, quilombola e coordenadora do Coletivo Nzinga, Benilda Brito, participou do programa Conexões.
Com público estimado em mais de 300 mil pessoas foi realizada a Segunda ‘Marcha das Mulheres Negras 2025: Por Reparação e Bem Viver’, em Brasília. O encontro ocorreu nessa terça-feira, após 10 anos da primeira edição. Considerado um movimento emblemático na luta por reparação histórica, pelo bem viver e por justiça social no Brasil, o ato colocou em pauta: a resistência e o combate contra o racismo, a violência contra a mulher e a juventude negra e o feminicídio.
Reunindo mulheres de todas as regiões do país, com a presença forte de movimentos negros, feministas, movimentos sociais e sindicais, parlamentares, lideranças políticas e partidos, elas ocuparam a Esplanada dos Ministérios. “As mulheres negras tem uma proposta política para esse país”, ressaltou Benilda Brito.
Episódios
Respeito e valorização dos ambulantes no carnaval é tema de cartilha do grupo Bateria de Guerrilha
Campanha surgiu após a escuta de relatos de trabalhadores que viveram situações difíceis já nos primeiros blocos deste ano
Pacto contra o feminicídio é avanço, mas tem desafios, analisa professora do IFB Camila Galetti
Pesquisadora destaca que ações envolvem os 3 poderes, mas vão enfrentar resistência de quem nega o aspecto estrutural da violência de gênero
Adolescentes são ouvidos em pesquisa sobre IA e deepfakes sexuais da ONG SaferNet
Deepfake se tornou arma de intimidação das meninas e mulheres, destaca a Diretora de Projetos Especiais da SaferNet Brasil, Juliana Cunha