Reportagem da TV UFMG mostra a inclusão feminina nos esportes
Proibidas de praticar determinadas modalidades no século passado, atletas femininas alcançam êxito e inspiram novas gerações
Por: Assessoria de Imprensa UFMG
A representação bem-sucedida de mulheres nos esportes de alto rendimento é fundamental para que cada vez mais meninas se sintam capazes de participar de competições oficiais. Nomes como Rebeca Andrade, Marta e Rayssa Leal são alguns exemplos de mulheres hoje reconhecidas nacional e internacionalmente por suas aptidões esportivas. Também, por saúde, entender como as práticas esportivas favorecem lazer e contentamento durante a vida é essencial. Saiba mais em reportagem da TV UFMG.
O movimento de valorização à participação feminina é relativamente recente. O esporte já foi considerado uma prática masculina e, no Brasil, algumas modalidades chegaram a ser proibidas para as mulheres pelo Decreto-Lei Nº 3.199, de 14 de abril de 1941. Com o passar das décadas, porém, as mulheres foram conquistando novos espaços. Atualmente, mostram habilidades e competências que têm resultado em conquistas históricas. É o caso da paratleta de taekwondo Carolina Moura, que ganhou a medalha de ouro nas Paralimpíadas de 2024.
Na UFMG, projetos como as aulas de ginástica da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO), o apoio às atletas do Centro de Treinamentos Esportivos (CTE) e grupos de pesquisa sobre o esporte, como o Grupo de Estudos sobre Futebol e Torcidas (GEFuT) e o Coletivo Marta, colaboram com o objetivo de fortalecer a ideia de que esporte também é lugar de mulher.
Ficha técnica
Carolina Freire (produção e reportagem); Ângelo Araújo, Samuel do Vale, Grand Allegro Centro de Dança (imagens); Marcelo Duarte (edição de imagens); Carolina Freire e Flávia Moraes (edição de conteúdo) e Pedro Campos (transporte).
Fonte
Assessoria de Imprensa da UFMG
assessoriadeimprensa@ufmg.br