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Histórias em quadrinhos: conheça a cena nacional e mineira

Reportagem da TV UFMG celebra o Dia do Quadrinho Nacional, data que pode ser oficializada por lei ainda em 2026

Conceitualmente, as histórias em quadrinhos (HQs) são definidas pelo uso de texto e imagem para a criação de narrativas sequenciais e que são organizadas em quadros, com ou sem balões de fala.

No Brasil, as HQs são popularmente chamadas de gibis. O apelido surge a partir do sucesso nacional da Gibi, uma revista em quadrinhos lançada no dia 12 de abril de 1939, pela editora O Globo. O nome da revista teve como inspiração a gíria racista gibi, utilizada, na época, para designar meninos negros que vendiam jornais e revistas nas ruas.

No dia 30 de janeiro, o Brasil celebra o Dia do Quadrinho Nacional. Nesta mesma data, em 1869, foi lançada a publicação considerada uma das pioneiras dos quadrinhos no Brasil e no mundo: As Aventuras de Nhô Quim, obra do ítalo-brasileiro Angelo Agostini, publicada na revista Vida Fluminense (RJ).

Devido à importância da obra, em 1984, a Associação dos Quadrinhistas e Caricaturistas do Estado de São Paulo (AQC-ESP) criou o Dia do Quadrinho Nacional, comemorado no 30 dia de janeiro, mesmo dia que Agostini lançou sua publicação. Desde então, a data é comemorada em diversas capitais – incluindo Belo Horizonte. Em 2026, a celebração pode ganhar caráter oficial. Um projeto de lei, aprovado na Câmara dos Deputados, já está no Senado e pode ser votado ainda no primeiro semestre do ano.

Belo Horizonte: a capital dos quadrinhos

Conhecida como a Capital dos Quadrinhos, Belo Horizonte sempre foi um destaque nacional e internacional. Em 2011, a capital foi a primeira cidade brasileira a incluir oficialmente o Dia do Quadrinho Nacional em seu calendário municipal, por meio da Lei nº 10.071, de 12 de janeiro de 2011.

Além da data comemorativa, eventos como o Festival Internacional de Quadrinhos (FIQ), a atuação de grupos de estudos independentes e a presença histórica de escolas especializadas consolidam Belo Horizonte como um polo de valorização, produção e difusão dos quadrinhos brasileiros.

Ficha técnica: Ana Júlia Corrêa (produção e reportagem), Vitória Brunini (edição de conteúdo), João Paulo Neves (imagens), Robert da Silva (transporte) e Otávio Zonatto (edição de imagens).

Categoria: Arte e Cultura

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