Acesso Livre aborda o papel das organizações de assistência social na garantia dos direitos humanos
Superintendente do Núcleo Assistencial Caminhos para Jesus, Iasmine Cardoso, reflete sobre a experiência da organização
Nesta segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026, a superintendente do Núcleo Assistencial Caminhos para Jesus, Iasmine Cardoso, conversou com a jornalista e apresentadora Alessandra Dantas, no programa Acesso Livre.
A garantia dos direitos humanos não depende somente da atuação do poder público. Colocar em prática questões como acesso à educação, saúde, lazer, acessibilidade, moradia e trabalho, por exemplo, é um processo bastante complexo que tem o Estado como responsável legal, mas contando também com outras entidades sem fins lucrativos, que atuam de forma complementar.

Foto: Geraldo Capreta
Elas prestam atendimentos diversos desempenhando um papel relevante e histórico na atuação junto à população em situação de vulnerabilidade, risco social e violação de direitos e são reconhecidas, pelo poder público, como parceiras estratégicas.
Em nosso estado, segundo pesquisa do Centro de Apoio ao Terceiro Setor do Ministério Público de Minas Gerais, a capital mineira tem quase 2 mil organizações não governamentais. A área que concentra maior número de ONGs dedicadas é a assistência social, seguida de Educação e Pesquisa.
Desde a década de 70, aqui em BH, o Núcleo Assistencial Caminhos para Jesus realiza um trabalho pioneiro de amparo a crianças com deficiência que tiveram sequelas de paralisia cerebral e também o acolhimento de idosos em situação de vulnerabilidade social.
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