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Internacional

Estudantes do Colégio Técnico da UFMG embarcam para a China

Alunos passarão por duas cidades, farão curso de mandarim, visitarão laboratórios de robótica e participarão de atividades culturais

Por: Luana Macieira | Portal UFMG

Os estudantes do Colégio Técnico (Coltec) da UFMG, Arthur Augusto Lara Matos e Miguel Ângelo Rodrigues de Araújo, vão embarcar no mês que vem para um intercâmbio na China. Eles foram selecionados no projeto Mandarim no Coltec e Summer School, que existe há 13 anos e oferece cursos do idioma a estudantes da UFMG. A viagem será custeada pelo Instituto Confúcio: eles embarcam no dia 3 de julho; serão 15 dias de atividades nas cidades de Wuhan e Pequim.

Em Wuhan, os estudantes se hospedarão na Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong (HUST), onde farão cursos de mandarim e conhecerão laboratórios que desenvolvem robôs humanoides. Lá, eles também vão visitar o laboratório onde foi criado o Wechat, o “super app” chinês de mensagens, redes sociais e pagamentos móveis, considerado o aplicativo mais popular da China. Em Pequim, eles terão atividades relacionadas ao estudo da cultura chinesa, por meio de visitas técnicas a monumentos como a Cidade Proibida e a Muralha da China.

A professora do Coltec Fernanda Peçanha Carvalho irá acompanhar os estudantes na viagem. Ela explica que o curso de mandarim e cultura chinesa é ofertado pelo Projeto desde 2013 e que a escolha dos estudantes se deu pelo bom desempenho e nível de proficiência do idioma. Arthur e Miguel também tiveram bons desempenhos na última edição do Chinese Bridge, evento internacional de proficiência em mandarim e em conhecimentos culturais chineses. Além dos dois alunos do Coltec e da professora Fernanda, a comitiva da UFMG também contará com Enzo Morrison Figueiredo Costa Jorge, estudante de graduação em Física e de mandarim no Instituto Confúcio.

“O projeto Mandarim no Coltec e Summer School é importante porque somos uma escola pública de ensino médio e técnico, com excelência acadêmica e carência socioeconômica. Por meio deste projeto, possibilitamos aos estudantes oportunidades e sonhos não sonhados. Eles precisam ter oportunidades de se identificarem com algo que eles nunca imaginaram. Acredito que, quando o estudante se identifica, ele pode ter sua vida transformada via conhecimento, línguas e culturas”, afirma a professora Fernanda.

Ela acrescenta que o projeto traz desdobramentos positivos para o país, uma vez que a internacionalização e os intercâmbios de estudantes “possibilitam que outros países conheçam a nossa ciência e a nossa brasilidade, ao mesmo tempo em que trocamos aprendizados. É um ganho para a UFMG e para o Brasil”, diz.

Leia a reportagem completa de Luana Macieira no Portal UFMG

Imagem de Divulgação

Foto: Alunos Coltec / Jebs Lima / UFMG