Em reportagem da TV UFMG, pesquisadora explica ausência dos pinguins no Hemisfério Norte
Apesar de excelentes nadadores, eles não são encontrados acima da linha do Equador, ambiente que não favorece sua sobrevivência
Por Flávia Moreira
Pesquisas com pinguins mostram que essas aves são capazes de nadar até 1.500 quilômetros e retornar às suas colônias. Embora sejam desajeitados em terra firme, destacam-se como ótimos nadadores. Mas por que não chegam ao Hemisfério Norte?
Essa foi a questão que pesquisadores da UFMG buscaram responder em um artigo científico. Entre as possíveis explicações estão o ambiente inóspito da zona equatorial e a conservação filogenética de nicho.
O trabalho é tema de entrevista concedida à TV UFMG pela doutoranda em Zoologia Amanda Mourão.
O artigo que apresenta a pesquisa, intitulado Environmental and evolutionary forces shaping penguin geographic limits, foi publicado no Journal of Biogeography em 3 de junho de 2025.
Série Eureka
A produção integra a série Eureka, da TV UFMG, que apresenta, de forma simples e acessível, conteúdos publicados em artigos científicos, contribuindo para a divulgação da ciência. Os vídeos contemplam pesquisas desenvolvidas nas nove áreas do conhecimento definidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes): Ciências Exatas e da Terra, Ciências Biológicas, Engenharias, Ciências da Saúde, Ciências Agrárias, Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas, Linguística, Letras e Artes.
O estudo abordado pela TV UFMG insere-se na área de Ciências Biológicas.
Equipe
Produção e reportagem: Flávia Moraes
Imagens: Ângelo Araújo, Samuel do Vale
Videografismo: Isabela Perdigão
Edição de imagens: Otávio Zonatto
Edição de conteúdo: Flávia Moraes
Transporte: Pedro Campos
Ator convidado: Eliezer Sampaio
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