Professoras do Departamento de Comunicação da UFMG destacam legado da pesquisadora Fatine Oliveira
Fatine Conceição Oliveira, que morreu aos 41 anos, deixa suas contribuições para a academia e a militância
Nesta terça-feira, 6 de janeiro de 2026, o programa Conexões prestou homenagem à pesquisadora da UFMG e ativista Fatine Conceição Oliveira. Ela morreu na última sexta-feira, dia 2, aos 41 anos. Fatine era mestra em Comunicação Social pela UFMG e estava com o doutorado em andamento. Ela também foi professora de pós-graduação em Comunicação, Diversidade e Inclusão nas Organizações pela PUC Minas.

A ativista deixou sua marca na pesquisa com suas contribuições para o feminismo, pensando também as especificidades das mulheres negras e das mulheres com deficiência. Ela é referência na produção de conhecimento crítico, foi uma militante incansável e uma das fundadoras do coletivo feminista Helen Keller e do movimento Vidas Negras com Deficiência Importam.
Relembramos um trecho de entrevista que a pesquisadora concedeu à jornalista Luiza Glória, na UFMG Educativa, em 2018. A presença de Fatine na pesquisa e a riqueza da convivência com ela foram tematizadas nos depoimentos das professoras do Departamento de Comunicação Social da Universidade Sônia Caldas Pessoa e Camila Mantovani, que foi orientadora de mestrado de Fatine Oliveira, concluído em 2021. A pesquisa intitulada: Corpos sem filtro : textualidades afetivas de mulheres com deficiência no Instagram, concluída em 2021, está disponível na íntegra online. É só acessar aqui.
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