Universidade Federal de Minas Gerais

Desaparecimento de metodologias de alfabetização dos currículos, cursos e da literatura especializada é questionado por pesquisadora

quarta-feira, 12 de maio de 2010, às 9h23

Aparentemente, a palavra método caiu em desuso. Em livros, artigos e pesquisas da área da educação, os autores parecem evitar a utilização das metodologias. É o que pensa a professora Marlene Carvalho, da Universidade Católica de Petrópolis: “Será que o termo caiu no ostracismo? Mas por que, se é tão importante?”. Marlene Carvalho é a convidada do próximo Ceale Debate, nesta quinta-feira, dia 13 de maio, às 19h30, na Faculdade de Educação da UFMG (avenida Antônio Carlos, 6627, campus Pampulha).

A professora, formada em pedagogia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e doutora em ciências da educação pela Université de l'Etat a Liège (Bélgica), conduzirá a discussão sobre o tema: Procura-se um lugar para as metodologias de alfabetização. Marlene Carvalho observa que, atualmente, os autores têm dado muita ênfase na linguagem em si, na maioria das vezes, presos a conceitos de pesquisadores, como Vygotsky e Piaget, e deixando a desejar com relação ao conteúdo teórico e metodológico na aprendizagem.

Para a professora, as pesquisas na área de educação devem especificar melhor o como e por que ensinar, ou seja, quais são os fundamentos e as bases teóricas em que se baseiam as atividades e as metodologias de alfabetização. “É importante que as teorias e os autores utilizados sejam consistentes e claros para os professores, pois, muitas vezes, eles ficam sem orientação teórica sobre as metodologias que lhes são propostas”, ressalta.

A pesquisadora destaca que cabe ao professor decidir qual método irá utilizar em sala de aula, entretanto, é fundamental que ele tenha conhecimento amplo sobre o assunto e o método que vai utilizar. “Ele deve conhecer os prós e os contras da metodologia, conhecer a turma de alunos e, então, saberá como melhor planejar e aplicar as atividades”. O fundamental é que tanto professores quanto alunos pensem sobre o que fazem e como fazem.

Segundo Marlene Carvalho, os cursos de formação, a literatura específica e os pesquisadores da educação devem avançar mais nesse debate, explorar mais os autores, os conceitos e os métodos, para que os profissionais possam se apoiar na base conceitual que orienta seu trabalho prático. Para a professora, é preciso estar ciente e conhecer as raízes do estudo metodológico, afinal, “a alfabetização não se reduz ao método, ele não é decisivo”.

As conferências do Ceale Debate são gratuitas e abertas ao público. Não é necessário se inscrever para participar. Desde 2006, as palestras são transmitidas, ao vivo, pela Rádio FaE, via internet. Mais informações: www.ceale.fae.ufmg.br.

(Assessoria de Imprensa do Ceale)

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