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No meio do caminho tinha uma obra de arte
Estudante mapeia e resgata histórias de esculturas e objetos que compõem a paisagem do campus
Ludmila Rodrigues
onumento ao aleijadinho, Monumento ao quadrado, Minas de minas e Rolo compressor são obras de arte nem sempre percebidas pelos milhares de transeuntes que freqüentam o campus Pampulha. Mas quando chamam a atenção, raramente oferecem informações capazes de satisfazer a curiosidade do observador. A maioria das esculturas e objetos que ornamenta prédios e jardins da UFMG sequer possui placas de identificação básica, com título, data e autor.
Valorizar as obras de arte é o principal objetivo do projeto de pesquisa Identificação: Reconhecimento, que procurou resgatar as informações de 14 esculturas e objetos com conotação artística da Universidade e propôs a instalação de placas permanentes para identificar as imagens. Entretanto, a busca de informações foi além, e o resultado é um levantamento de dados que reporta histórias e curiosidades sobre as esculturas.
Método
A pesquisa, iniciada em setembro de 2004 pela estudante do segundo período de Belas Artes, Isabelle Catucci, recolheu dados sobre a localização e mapeamento técnico das esculturas em arquivos do Departamento de Planejamento Físico e Obras (DPFO) e do Departamento de Material e Patrimônio (DMP). A história e o significado das obras foram resgatados em documentos e entrevistas com funcionários e autores. “Além da identificação, há, no projeto, registros de aspectos dos monumentos, como pixações e danificações, o que pode ajudar nas futuras restaurações”, acrescenta a estudante, orientada pela professora da Escola de Belas Artes, Mabe Bethônico.
Garimpo
“Foi um trabalho de garimpo no campus, que agora reúne informações antes inacessíves à comunidade”, aponta Bethônico. Parte das informações copiladas pela estudante foi transcrita em placas provisórias de argila e instaladas próximas às respectivas esculturas. “O projeto também será encaminhado à Reitoria junto com uma solicitação de fixação de placas de cobre ou de granito nas esculturas”, afirma Isabelle.
Alguns objetos identificados
MONUMENTO AO QUADRADO
Autor: José Amâncio de Carvalho
Localização: entrada da Escola de Belas Artes
Ano de instalação: 1982
Descrição: com estrutura de metal, mede 2x2 metros. O monumento é parte de série de trabalhos produzida a partir do tema “quadrado”. A princípio, foi instalado temporariamente para instigar os alunos a produzirem esculturas com o mesmo tema. A persistência é a idéia-força da obra.
Foto: Renata Garboci
ROLO COMPRESSOR
Autor desconhecido
Instalação: início da década de 70
Localização: jardim da Escola de Belas Artes
Descrição: Máquina de ferro de aproximadamente 4 x 2,5 metros. Fabricada em 1927, o rolo compressor inglês, modelo Mac Adams N Fab 9107, foi a primeira máquina utilizada na terraplanagem da Cidade Universitária na década de 30.
Foto: Foca Lisboa
MINAS DE MINAS
Autor: José Amâncio de Carvalho
Ano de instalação: 1990
Localização: fachada do Auditório Sônia Viegas, na Faculdade de Letras
Descrição: dois painéis de ferro, de 32 metros quadrados cada, acolhem formas geométricas e pontiagudas, sugerindo caminhos e montanhas. Com esta escultura, o autor protesta “contra a mineração, a depredação, que geometrizou as montanhas para a extração de metais”.
Foto: Foca Lisboa
MONUMENTO AO ALEIJADINHO
Autor: Sylvio de Vasconcellos
Ano de instalação: 1969
Localização: no gramado em frente à Reitoria
Descrição: a maior escultura do campus é
composta por duas secções de cilindro de concreto entrelaçados, lembrando uma coroa. Homenagem ao artista barroco Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, a construção aborda dois elementos: a aspiração, representada pelo cilindro ascendente, e o saber e o domínio da técnica pelo homem.
Foto: Renata Garboci