As diferentes formas que a Lua assume no céu ao longo do mês despertam curiosidade há milhares de anos. Para explorar essas mudanças de maneira prática e acessível, o Espaço do Conhecimento UFMG realiza, no dia 20 de junho (sábado), às 15h, a oficina “Fases da Lua”. A atividade convida o público a investigar por que a Lua parece mudar de forma ao longo dos dias, além de compreender como acontecem fenômenos como eclipses e padrões de visibilidade lunar. A proposta parte da observação e da experimentação para aproximar os participantes de conceitos astronômicos presentes no cotidiano.

 

A oficina utiliza materiais simples e recursos corporais para demonstrar os movimentos da Lua em relação à Terra e ao Sol. Modelos em papel, iluminação e o próprio corpo dos participantes serão usados para simular situações astronômicas e auxiliar na compreensão dos ciclos lunares. Ao longo do encontro, os participantes também irão construir um dispositivo capaz de prever em quais horários e posições a Lua poderá ser observada em diferentes momentos do mês, relacionando ciência, observação do céu e práticas históricas de orientação do tempo.

 

Os bilhetes são gratuitos e individuais, com retirada na recepção do museu no próprio dia da atividade, a partir das 13h. Serão disponibilizadas 15 vagas, preenchidas por ordem de chegada.

 

Serviço: Oficina “Fases da Lua” no Espaço do Conhecimento UFMG

Quando: 20/06 (sábado), às 15h – Ingressos emitidos 2h antes da atividade

Público: crianças a partir de 07 anos, jovens, adultos e idosos

Duração aproximada: 1h

Número de vagas: até 15 pessoas

Onde: Espaço do Conhecimento UFMG (Praça da Liberdade, 700 – Funcionários)

 

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes. Sua programação diversificada inclui exposições, sessões de planetário, debates, oficinas e ações educativas diversas. O Espaço integra a Pró-reitoria de Cultura (Procult) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e conta com a Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade (FRMFA) e a Fundação de Apoio da UFMG (Fundep) no desenvolvimento de seus projetos. Integrante do Circuito Liberdade, o museu é fruto da parceria entre a Universidade e o governo do estado de Minas Gerais. As ações do Espaço do Conhecimento UFMG são viabilizadas por Leis de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Cemig, e apoio da Supermix, da Blip e da Construtora Ápia.

Sobre o Instituto Unimed-BH

O Instituto Unimed-BH completou 20 anos em 2023. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, valorizando espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$ 190 milhões por meio das leis de incentivo municipal e federal, fundos do idoso e da criança e do adolescente, com o apoio de mais de 5,6 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. Em 2023, mais de 20 mil postos de trabalho foram gerados e 2 milhões de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.  

Sobre a Cemig

Como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais, a Cemig segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia.  Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação.  Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.