Como parte do projeto Férias no Museu, que oferece atividades educativas e culturais de terça a domingo ao longo de todo o mês de janeiro, sempre às 15h, o Espaço do Conhecimento UFMG realiza, nos dias 08 e 10 de janeiro, a atividade “Contando Cosmologias: Guarani Mbyá, o povo que nasce do som”. Gratuita e aberta a todas as idades, a oficina acontece no 3º andar do museu. A programação completa do projeto está disponível no site do Espaço do Conhecimento UFMG.

 

A atividade propõe uma contação de histórias que apresenta a visão desse povo indígena sobre a origem do universo, criado por meio do som e da vibração. Durante a experiência, os participantes conhecerão figuras centrais da cultura Guarani, como Nhamandu e Jakaira, compreendendo outras formas de pensar o tempo, a vida e a criação do mundo.

 

A oficina utiliza sons e instrumentos musicais simples, como chocalhos e xilofones, para apresentar, de forma sensível e envolvente, conceitos da cosmologia Guarani. A atividade conta com recursos sonoros e táteis, favorecendo a participação de crianças e adultos e ampliando o olhar dos visitantes para outras formas de compreender o mundo. Ao final, o público será convidado para um momento de conversa e troca de impressões. São oferecidas 15 vagas, preenchidas por ordem de chegada, com ingressos emitidos na recepção do museu, a partir das 13h, no dia da oficina.

 

Serviço: Contando Cosmologias: Guarani Mbyá o povo que nasce do som 

Quando: 08/01 (quinta-feira) e 10/01 (sábado), às 15h

Público: Todas as idades 

Duração aproximada: 40 minutos

Número de vagas: 15 (por ordem de chegada)

Onde: 3° andar do Espaço do Conhecimento (Praça da Liberdade, 700, Funcionários)

Programação Férias no Museu: https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/feriasnomuseu/ 

 

O Espaço do Conhecimento UFMG estimula a construção de um olhar crítico acerca da produção de saberes. Sua programação diversificada inclui exposições, sessões de planetário, debates, oficinas e ações educativas diversas. O museu integra a Pró-reitoria de Cultura (Procult) da Universidade e conta com a Fundação Rodrigo Mello Franco de Andrade (FRMFA) e a Fundação de Apoio da UFMG (Fundep) no desenvolvimento de seus projetos. Integrante do Circuito Liberdade, é fruto da parceria entre a UFMG e o Governo de Minas. As ações do Espaço do Conhecimento UFMG são viabilizadas por Leis de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto Unimed-BH e da Cemig.

 

Sobre o Instituto Unimed-BH

O Instituto Unimed-BH completou 20 anos em 2023. A associação sem fins lucrativos foi criada em 2003 e, desde então, desenvolve projetos socioculturais e socioambientais visando à formação da cidadania, estimulando o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, fomentando a economia criativa, valorizando espaços públicos e o meio ambiente. Ao longo de sua história, o Instituto destinou cerca de R$ 190 milhões por meio das leis de incentivo municipal e federal, fundos do idoso e da criança e do adolescente, com o apoio de mais de 5,6 mil médicos cooperados e colaboradores da Unimed-BH. Em 2023, mais de 20 mil postos de trabalho foram gerados e 2 milhões de pessoas foram alcançadas por meio de projetos em cinco linhas de atuação: Comunidade, Voluntariado, Meio Ambiente, Adoção de Espaços Públicos e Cultura, que estão alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. 

 

Sobre a Cemig

Como a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais, a Cemig segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia.  Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação.  Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.